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  • Comércio registra crescimento de 11% em 2006

    O comércio brasileiro registrou crescimento de 11% em 2006, ante 2005, e gerou uma receita operacional líquida de cerca de R$ 1,1 trilhão, em decorrência da alta no consumo das famílias. No período, as cerca de 1,5 milhão de empresas comerciais do país empregaram 7,6 milhões de trabalhadores, que receberam, entre salários, retiradas e outras remunerações, R$ 61,6 bilhões.

    O comércio brasileiro registrou crescimento de 11% em 2006, ante 2005, e gerou uma receita operacional líquida de cerca de R$ 1,1 trilhão, em decorrência da alta no consumo das famílias. No período, as cerca de 1,5 milhão de empresas comerciais do país empregaram 7,6 milhões de trabalhadores, que receberam, entre salários, retiradas e outras remunerações, R$ 61,6 bilhões. Os números são da Pesquisa Anual de Comércio, do IBGE, que é dividida em três segmentos: comércio varejista, comércio atacadista e comércio de veículos e peças.


    O comércio varejista foi o segmento com maior participação no número de empresas e de estabelecimentos, pessoal ocupado e salários, retiradas e outras remunerações na pesquisa, que analisa os anos de 2005 e 2006. Neste período, as cerca de 1,3 milhão de empresas do varejo (ou 83,6% do total das empresas comerciais do país) despenderam R$ 39,8 milhões em salários e outras remunerações com aproximadamente 5,8 milhões de trabalhadores, e geraram receita operacional líquida de R$ 443,9 bilhões.


    No comércio por atacado, que reuniu 109 mil empresas e empregou 1,1 milhão de pessoas a um custo de R$ 15,1 bilhões em salários e outras remunerações, a receita operacional líquida atingiu R$ 462 bilhões entre 2005 e 2006.


    Já as empresas do comércio de veículos, peças e motocicletas, que representam 9,2% das empresas comerciais do país, geraram R$ 156,1 bilhões  em receita operacional líquida em 2006. O segmento, composto por 138,2 mil empresas, empregaram 711,7 mil pessoas e pagaram R$ 6,7 bilhões em salários.


    A pesquisa reforça, ainda, a importância econômica das empresas de menor porte do comércio ao revelar que aquelas com até 19 funcionários (97,7% do total do país) concentraram a maior parcela de salários e outras remunerações, pessoal ocupado, número de estabelecimentos e de empresas em 2006. Juntas, elas geraram R$ 317 bilhões de receita operacional líquida.


    Apesar da alta, o chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, prevê uma desaceleração em decorrência da alta na inflação e nos juros: “O crédito está prolongado e, por enquanto, as prestações ainda cabem no bolso dos consumidores. Mas, a partir de 2009, o comércio começará a ser afetado”, afirma.

  • Comércio faz balanço do Dia dos Namorados

     


     


    Pesquisa divulgada hoje pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo revela que o faturamento do varejo paulistano teve alta de 3,1% no Dia dos Namorados, em comparação com igual período de 2007.


    Dos empresários entrevistados para a sondagem, 61% afirmaram não ter feito nenhum tipo de promoção para alavancar as vendas este ano, e, dos 39% que disseram ter feito promoções, 52% ofereceram descontos especiais.

     


     


    Pesquisa divulgada hoje pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo revela que o faturamento do varejo paulistano teve alta de 3,1% no Dia dos Namorados, em comparação com igual período de 2007.


    Dos empresários entrevistados para a sondagem, 61% afirmaram não ter feito nenhum tipo de promoção para alavancar as vendas este ano, e, dos 39% que disseram ter feito promoções, 52% ofereceram descontos especiais. Os cartões de crédito foram a modalidade de pagamento preferida por 55% dos consumidores da capital, seguida pelo pagamento à vista (32%).


    Na divisão por segmentos, o grupo de bens semiduráveis (produtos de vestuário e calçados, entre outros) foi o que apresentou melhor desempenho, com alta de 3,5% nas vendas, seguido por bens duráveis (eletrônicos etc), que registraram incremento de 2,4%.


    A sondagem verificou também que 27% dos empresários de São Paulo contrataram mão-de-obra especificamente para o Dia dos Namorados; destes, 90% empregaram entre 3 e 4 funcionários e 48% pretendem efetivá-los.


    O Dia dos Namorados é a terceira melhor data de vendas para o comércio, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães.

  • Fecomércio-SP: alta de 3,1% nas vendas do Dia dos Namorados

    Pesquisa divulgada hoje pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo revela que o faturamento do varejo paulistano teve alta de 3,1% no Dia dos Namorados, em comparação com igual período de 2007. 


    Dos empresários entrevistados para a sondagem, 61% afirmaram não ter feito nenhum tipo de promoção para alavancar as vendas este ano, e, dos 39% que disseram ter feito promoções, 52% ofereceram descontos especiais.

    Pesquisa divulgada hoje pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo revela que o faturamento do varejo paulistano teve alta de 3,1% no Dia dos Namorados, em comparação com igual período de 2007. 


    Dos empresários entrevistados para a sondagem, 61% afirmaram não ter feito nenhum tipo de promoção para alavancar as vendas este ano, e, dos 39% que disseram ter feito promoções, 52% ofereceram descontos especiais. Os cartões de crédito foram a modalidade de pagamento preferida por 55% dos consumidores da capital, seguida pelo pagamento à vista (32%).


    Na divisão por segmentos, o grupo de bens semiduráveis (produtos de vestuário e calçados, entre outros) foi o que apresentou melhor desempenho, com alta de 3,5% nas vendas, seguido por bens duráveis (eletrônicos etc), que registraram incremento de 2,4%.


    A sondagem verificou também que 27% dos empresários de São Paulo contrataram mão-de-obra especificamente para o Dia dos Namorados; destes, 90% empregaram entre 3 e 4 funcionários e 48% pretendem efetivá-los.


    O Dia dos Namorados é a terceira melhor data de vendas para o comércio, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães.

  • Federações de Alagoas e do Tocantins promovem 1º Circuito de Automação Comercial

    A Federação do Comércio de Alagoas inicia hoje (27), na Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação, em Maceió, o 1º Circuito de Automação Comercial. O objetivo é fornecer aos empresários do setor do comércio ferramentas tecnológicas para agilizar vendas e controlar o fluxo de negócios, entre outros benefícios. O evento vai até o dia 29 de maio, com entrada gratuita.


    Com o mesmo propósito, a Federação do Comércio do Tocantins realiza nos dias 29, 30 e 31 deste mês o I Circuito de Automação Comercial do Tocantins, no Centro de Convenções de Palmas, capital do Estado.

    A Federação do Comércio de Alagoas inicia hoje (27), na Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação, em Maceió, o 1º Circuito de Automação Comercial. O objetivo é fornecer aos empresários do setor do comércio ferramentas tecnológicas para agilizar vendas e controlar o fluxo de negócios, entre outros benefícios. O evento vai até o dia 29 de maio, com entrada gratuita.


    Com o mesmo propósito, a Federação do Comércio do Tocantins realiza nos dias 29, 30 e 31 deste mês o I Circuito de Automação Comercial do Tocantins, no Centro de Convenções de Palmas, capital do Estado. “Nossa intenção é ajudar o comércio a aumentar a velocidade no atendimento aos clientes e reduzir erros nas vendas. Com a automação comercial, o número de mortalidade das empresas cai consideravelmente, já que as ferramentas otimizam o trabalho nas empresas”, destaca o presidente da Fecomércio-TO, Hugo de Carvalho.


    Parceria


    O Circuito de Automação Comercial é resultado de parceria entre a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Sebrae Nacional – juntas, as duas instituições realizam, através da Federação do Comércio de cada estado, os projetos Automação Comercial e Conectar, que buscam por meio de palestras, cursos, consultorias tornar ainda mais evidente a importância da tecnologia da informação para o desenvolvimento dos negócios. Pesquisa da CNC comprova que 36% das empresas de varejo têm mortalidade no primeiro ano de fundação, e apenas 4% das empresas em atividade, usam soluções de tecnologia da informação. 

  • Sesc-AM inaugura Galeria Café em Manacapuru

    O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac do Amazonas, José Roberto Tadros, inaugura hoje no Sesc Restauração, localizado no município de Manacapuru, o Galeria Café, espaço voltado para o encontro, de empresários do comércio, comerciários, escritores, artistas, produtores culturais, professores, alunos do Sesc, idosos e público em geral.

     

    O Galeria Café possui 97,25 metros quadrados de ambiente climatizado e instalações modernas.

    O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac do Amazonas, José Roberto Tadros, inaugura hoje no Sesc Restauração, localizado no município de Manacapuru, o Galeria Café, espaço voltado para o encontro, de empresários do comércio, comerciários, escritores, artistas, produtores culturais, professores, alunos do Sesc, idosos e público em geral.

     

    O Galeria Café possui 97,25 metros quadrados de ambiente climatizado e instalações modernas. O espaço, que funcionará diariamente das 15h às 21h, vai oferecer apresentações artísticas, culturais e encontros com músicos do município e de Manaus, entre outras atividades. As apresentações teatrais acontecerão na última quarta feira de cada mês e as musicais na última sexta-feira de cada mês, sempre com entrada gratuita. A inauguração oficial acontece às 17h30, com coquetel oferecido a autoridades locais, convidados e jornalistas.

  • Fecomércio-PE: bom desempenho comercial no Dia das Mães

    Pesquisa da Federação do Comércio de Pernambuco, realizada na Região Metropolitana do Recife, registrou um aumento de potenciais compradores de presente no Dia das Mães – de 72,05% ano passado para 86,21% este ano. O preço médio do presente aumentou de R$ 134,85, em 2007, para R$ 195,63 este ano. Descontada a inflação do período, o aumento real é de 38%.

     

    As preferências dos consumidores também mudaram: se em 2007 os artigos de vestuário estiveram em primeiro lugar nas compras, este ano cerca de 30% dos consumidores consultados devem comprar eletrodomésticos e eletrônicos.

    Pesquisa da Federação do Comércio de Pernambuco, realizada na Região Metropolitana do Recife, registrou um aumento de potenciais compradores de presente no Dia das Mães – de 72,05% ano passado para 86,21% este ano. O preço médio do presente aumentou de R$ 134,85, em 2007, para R$ 195,63 este ano. Descontada a inflação do período, o aumento real é de 38%.

     

    As preferências dos consumidores também mudaram: se em 2007 os artigos de vestuário estiveram em primeiro lugar nas compras, este ano cerca de 30% dos consumidores consultados devem comprar eletrodomésticos e eletrônicos. De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, Josias Albuquerque, as utilidades domésticas e perfumes devem continuar a constituir, respectivamente, a preferência de aproximadamente 14% e 11% dos compradores. Mais da metade das vendas deverão ser à vista, incluindo o débito em conta, 54% no comércio tradicional e 53% nos shoppings. Os cartões de crédito deverão ser utilizados por cerca de 39% dos clientes do shopping, contra 29,56% no comércio tradicional.

     

    A combinação do crescimento do número de compradores e do preço médio dos presentes deve levar a um bom desempenho das vendas. Porém, de acordo com o consultor econômico do setor de pesquisa da Fecomércio-PE, José Fernandes de Menezes, deve-se levar em conta que a pesquisa foi realizada antes do aumento da taxa Selic. “Além de afetar a taxa de juros ao consumidor, deprimiu as expectativas dos agentes econômicos, de modo que é possível que o desempenho do comércio no Dia das Mães seja um pouco inferior ao previsto na pesquisa”, afirma.

  • Senac Amapá inaugura hoje unidade em Santana

    O Senac do Amapá inaugura hoje uma unidade em Santana, município que fica a aproximadamente 12 km da capital do Estado, Macapá. A solenidade, que acontece às 17h, contará com a presença do presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-AP, Ladislao Pedroso Monte, do Diretor regional do Senac, José Iguarassu Bezerra Monteiro, além de autoridades, convidados, imprensa e da população local.  


    A inauguração de uma unidade em Santa faz parte das metas estabelecidas no Plano de Ação do Senac-AP para 2008.

    O Senac do Amapá inaugura hoje uma unidade em Santana, município que fica a aproximadamente 12 km da capital do Estado, Macapá. A solenidade, que acontece às 17h, contará com a presença do presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-AP, Ladislao Pedroso Monte, do Diretor regional do Senac, José Iguarassu Bezerra Monteiro, além de autoridades, convidados, imprensa e da população local.  


    A inauguração de uma unidade em Santa faz parte das metas estabelecidas no Plano de Ação do Senac-AP para 2008. O espaço conta com cinco salas de aula e uma sala administrativa e, segundo a entidade, é um primeiro investimento para verificarmos as verdadeiras demandas da região. Para a elaboração da primeira grade de cursos do Senac Santana foi feita uma pesquisa de opinião pública no município, tendo como resultado a indicação de vários cursos, alguns com início já em maio, como o de Leitura Dinâmica e Memorização. Cursos de Relações Humanas e de Operador de Caixa já estão agendados para os meses seguintes, entre outros. O Senac Santana fica na ua Salvador Diniz, nº 1149 G, Bairro Ova Brasília.

  • Sesc-PB abre Projeto 7 Notas amanhã em Campina Grande

    O Sesc da Paraíba promove amanhã, 18 de abril, a abertura da edição 2008 do Projeto 7 Notas, em Campina Grande. O evento, que acontece desde 2003, apresentará no Cine Teatro do Sesc Centro Campina Grande artistas regionais interpretando grandes nomes da música popular brasileira. A iniciativa valoriza o artista local e abre portas no mercado de trabalho ligado à música.


    Em Campina Grande, o projeto é o carro chefe de toda a programação cultural que o Sesc desenvolve no município. De abril a dezembro estão programados 16 apresentações, com dois shows a cada mês.

    O Sesc da Paraíba promove amanhã, 18 de abril, a abertura da edição 2008 do Projeto 7 Notas, em Campina Grande. O evento, que acontece desde 2003, apresentará no Cine Teatro do Sesc Centro Campina Grande artistas regionais interpretando grandes nomes da música popular brasileira. A iniciativa valoriza o artista local e abre portas no mercado de trabalho ligado à música.


    Em Campina Grande, o projeto é o carro chefe de toda a programação cultural que o Sesc desenvolve no município. De abril a dezembro estão programados 16 apresentações, com dois shows a cada mês. Os compositores homenageados nesta edição são João do Vale, Vicente Celestino, Geraldo Vandré, Dorival Caymmi, Gonzaguinha, Renato Russo e Cazuza. A música instrumental também será lembrada com releituras de composições de Bach, Ferdinando Carulli e Vivaldi, além dos mestres do choro como Valdir Azevedo, Jacob do Bandolim, Abel Ferreira e Altamiro Carrilho.


    Na abertura de amanhã o artista paraibano Francis Taylor vai apresentar clássicos de Vicente Celestino; a cantora Sandra Belê interpretará composições de Zé do Norte, autor de “Mulher Rendeira”, “Sodade Meu Bem Sodade” e “Meu Pião”, em uma homenagem especial ao músico paraibano. Em 2008 passarão pelos palcos do 7 Notas, artistas do universo musical de Campina Grande e região, como os grupos Choro Novo, Duduta e Seu Regional, os cantores Fidélia Cassandra, Adília Uchôa e Marcelo Lancelott, entre outros. Ainda em abril acontece mais um show do projeto: no dia 25 a cantora Fátima Silva interpreta a obra de Gonzaguinha no show “É a Vida”.

  • Comércio paranaense cresce 14,06% no segundo mês do ano, divulga Fecomércio-PR

    O comércio do Paraná registrou expansão de 14,06% nas vendas em fevereiro, no contraponto a fevereiro de 2007, conforme a Federação do Comércio do Paraná acaba de divulgar através da sua Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista. No acumulado do ano a alta é de 10,51%. A sondagem mensal da Federação traz uma novidade: a inclusão das informações relativas ao comércio de Foz do Iguaçu, que se juntam aos de Curitiba e Região Metropolitana, Londrina, Maringá e Região Oeste do Estado (Cascavel, Toledo e Marechal Cândido Rondon).

    O comércio do Paraná registrou expansão de 14,06% nas vendas em fevereiro, no contraponto a fevereiro de 2007, conforme a Federação do Comércio do Paraná acaba de divulgar através da sua Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista. No acumulado do ano a alta é de 10,51%. A sondagem mensal da Federação traz uma novidade: a inclusão das informações relativas ao comércio de Foz do Iguaçu, que se juntam aos de Curitiba e Região Metropolitana, Londrina, Maringá e Região Oeste do Estado (Cascavel, Toledo e Marechal Cândido Rondon).


    “Foz do Iguaçu é importante pólo comercial, seu desempenho é representativo no contexto estadual e sua inclusão na Pesquisa Conjuntural demonstra o compromisso que temos com informações cada vez mais confiáveis, que possam dar aos empreendedores condições de conhecer a realidade do nosso comércio”, diz o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PR,Darci Piana.


    O faturamento do varejo do Paraná em fevereiro de 2008 cresceu em todos os pólos pesquisados pela Fecomércio-PR, na comparação com mesmo mês do ano anterior. Em Curitiba e Região Metropolitana a alta foi de 13,58%; em Londrina, de 16,94%; Maringá, 11,39%, Região Oeste, de 15,49% e Foz do Iguaçu, de 15,03%.

  • Comércio em Belo Horizonte apresenta alta de 13,49% em fevereiro

    As vendas reais do comércio varejista da região metropolitana de Belo Horizonte apresentaram crescimento de 13,49% em fevereiro, na comparação com igual mês do ano passado, registra a pesquisa conjuntural do comércio varejista, realizada pela Federação do Comércio de Minas Gerais.

    As vendas reais do comércio varejista da região metropolitana de Belo Horizonte apresentaram crescimento de 13,49% em fevereiro, na comparação com igual mês do ano passado, registra a pesquisa conjuntural do comércio varejista, realizada pela Federação do Comércio de Minas Gerais. A alta no faturamento é de 11,26% no acumulado dos últimos 12 meses e, no acumulado do ano, de 11,17%. 


    As vendas reais do comércio varejista da região pesquisada pela Fecomércio-Mg acusaram queda de 7,54% em fevereiro sobre janeiro, reflexo da redução do ritmo dos negócios dos grupos de Bens de Consumo (-4,46%) onde os subgrupos Duráveis e Semiduráveis reduziram o faturamento real em -9,91% e -6,28%, respectivamente. Além disso, o grupo Comércio Automotivo (-16,49%) destacou-se pela maior variação negativa neste tipo de sondagem. Para mais informações acesse www.fecomerciomg.org.br