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  • Sesc-RO realiza excursão para Serra do Tepequém na Semana Santa

    Com a chegada da Semana Santa, o Sesc Roraima preparou uma alternativa para quem pretende aproveitar o feriado perto da natureza: passeios a cachoeiras e atividades recreativas estão no programa da excursão para a Serra do Tepequém, de 06 a 08 de abril, com hospedagem na Estância Ecológica Sesc Tepequém, no município de Amajari. A saída está marcada para sexta-feira (dia 06) em frente ao Sesc Centro, em Boa Vista, e o retorno será na tarde de domingo, dia 08.

    Com a chegada da Semana Santa, o Sesc Roraima preparou uma alternativa para quem pretende aproveitar o feriado perto da natureza: passeios a cachoeiras e atividades recreativas estão no programa da excursão para a Serra do Tepequém, de 06 a 08 de abril, com hospedagem na Estância Ecológica Sesc Tepequém, no município de Amajari. A saída está marcada para sexta-feira (dia 06) em frente ao Sesc Centro, em Boa Vista, e o retorno será na tarde de domingo, dia 08.


    Incrustada em um vulcão desativado de 1.100 metros de altitude, a Serra do Tepequém possui um imenso vale cortado pelos igarapés Sobral e Paiva, que dão nome também às duas vilas. O pacote completo para a viagem inclui transporte, hospedagem, alimentação (café da manhã, almoço e jantar), seguro-viagem, além das atividades de lazer, como as visitas à Vila do Paiva, com passeios à área de garimpo da região e ao Lago Azul, subida ao Platô do Tepequém, e trilhas para as cachoeiras do Paiva e Barata. Comerciários com carteira do Sesc e conveniados pagam com desconto o passeio.


     

  • Turismo e Transporte Aéreo: primeiro painel do IX Cbratur

    Turismo e Transporte Aéreo” foi o tema do primeiro painel apresentado no IX Congresso Brasileiro de Atividade Turística, o IX Cbratur, realizado no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, em Brasília. O evento teve abertura solene no dia anterior, com a presença do presidente da Casa, Arlindo Chinaglia, e do presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Antonio Oliveira Santos, entre outras autoridades, parlamentares, estudantes e demais convidados.

    Turismo e Transporte Aéreo” foi o tema do primeiro painel apresentado no IX Congresso Brasileiro de Atividade Turística, o IX Cbratur, realizado no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, em Brasília. O evento teve abertura solene no dia anterior, com a presença do presidente da Casa, Arlindo Chinaglia, e do presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Antonio Oliveira Santos, entre outras autoridades, parlamentares, estudantes e demais convidados.


    A presidente da Comissão de Turismo da Câmara, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), e o presidente da Frente Parlamentar de Turismo, deputado Alex Canziani (PTB-PR), abriram o encontro. Compuseram ainda a mesa de abertura o major-brigadeiro Allemander Jesus Pereira Filho, representante do Ministério da Defesa; George Ermakoff, consultor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea); Alex Castaldi Romera, superintendente de Estudos, Pesquisas e Capacitação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); João Quirino Júnior, presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav); Mário Moysés, chefe de gabinete do Ministério do Turismo; e o superintendente de Gestão Operacional da Infraero, Valseni Braga.


    Flexibilização de regras e participação no PIB


    O presidente do Fórum de Secretários Estaduais de Turismo, Virgílio Loureiro, abriu os trabalhos fazendo um parâmetro entre os mercados doméstico e internacional. Segundo ele, o Brasil recebe, hoje em dia, cerca de 850 vôos internacionais semanais, quantidade que ele considerou pequena. “Precisamos flexibilizar regras para permitir a operacionalização de mais vôos internacionais e mais destinos turísticos”, afirmou. Sobre o mercado nacional, Virgilio apontou um desequilíbrio entre oferta e demanda: “Muitas vezes não existe demanda para um vôo de 180 lugares, mas temos, em muitas cidades do Nordeste, demanda para vôos de 50 lugares”.


    A professora Maria de Lourdes Rollemberg, do Centro de Excelência do Turismo da Universidade de Brasília (UnB), apresentou o estudo “A importância do Setor Aéreo na Economia Brasileira”, sobre o impacto do mesmo no turismo e na economia. “Ele é mais importante na cadeia produtiva demandando insumos do que ofertando-os para os demais setores da economia”, destacou. Segundo ela, o setor áereo aumentou sua participação de 0,63% do PIB (em 2003) para 0,86% (em 2006). A íntegra do estudo – realizado para o Sindicatos Nacional das Empresas Aéreas –  apresentado no Cbratur está disponível no site www.snea.com.br.


    Investimentos e marco regulatório


    A aviação regional brasileira carece de mais e maiores investimentos. Esta foi a opinião do chefe de gabinete do Ministério do Turismo, Mário Moysés. Para ele, mais aportes viabilizariam a descentralização do próprio mercado doméstico. “Para o turismo, medidas de restrição que possam elevar custos para os consumidores não são positivas”, disse. Moysés destacou ainda que, atualmente, os vôos estão concentrados nas regiões Sul e Sudeste do país.


    Já para Alex Castaldi Romera, superintendente da Anac, um arcabouço normativo para o setor é de extrema importância. “A Anac é uma executora de políticas públicas. E não se executam políticas públicas sem um bom marco regulatório”, frisou, para destacar regras voltadas para o setor (como a Resolução do Conac 015/07, que regulamenta a prestação adequada do serviço público do transporte aéreo, e a Lei 8.987/95, que, entre outras medidas, define o conceito de “serviço aéreo adequado”). 


    O pacote de medidas anunciado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, para reduzir os problemas nos aeroportos do país foi defendido o major-brigadeiro Allemander Jesus Pereira Filho. “Estamos gradualmente melhorando as condições do setor aéreo do país”, declarou. Sobre o assunto, o presidente da Frente Parlamentar de Turismo, deputado Alex Canziani (PTB-PR), questionou: “Estamos resolvendo a crise ou protelando-a?”.


    Cbratur


    O IX Cbratur foi uma realização da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados e da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal, com a parceria do Sistema Confederação Nacional do Comércio-Sesc-Senac, do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo e apoio dos ministérios do Turismo e dos Transportes. O painel apresentado na parte da tarde foi “Turismo e Transporte Rodoviário”. Além disso, foram apresentadas conferências do secretário de Turismo de Portugal, Bernardo Trindade, e do presidente da World Travel and Tourism Council (WTC), Jean-Cloude Baumgarten. 

  • Linha do tempo








     Década  Fatos Históricos
     1940

     1942 Previsão para organização da CNC (art.





































































































     Década  Fatos Históricos
     1940

     1942 Previsão para organização da CNC (art. 535,§1º da CLT)


    1945 I Conclap – Conferência das Classes Produtoras do Brasil (1 a 6 de maio, Teresópolis, RJ)


    Fundação da CNC, em 4 de setembro, com sede na Rua da Alfândega nº 107, 1º andar – RJ  


    Reconhecimento da CNC, Decreto – Lei nº 20.068, de 30 de novembro


    1946 Criação do Senac (Decreto-Lei nº 8621 e 8622, 10 de janeiro)


    Criação do Sesc (Decreto-Lei nº 9.853, 13 de setembro)


    1949 II Conclap (24 a 31 de julho, Araxá, MG)     


     

     1950

     1952 Brasílio Machado Neto é eleito presidente da CNC, passando a Entidade a funcionar na Rua da Candelária nº 9, 9º andar – RJ


    1953 Criação do Conselho de Turismo


    1954 João de Souza Vasconcellos assume a Presidência da CNC


    1955 Criação do Conselho Técnico


    1956 Brasílio Machado Neto é reeleito presidente da CNC


    1959 A CNC passa a fucionar no nº 307 da Av. General Justo – RJ            


    Charles Edgar Moritz substitui Brasílio Machado Neto na presidência da CNC   


     

     1960

     1961 A CNC se instala em Brasília, no Setor Comercial Sul, Edifício JK, sala 118, 11º andar


    1964 O senador Jessé Pinto Freire é eleito presidente da CNC


    É criado o Troféu “O Mascate”     

     1970

     1972 III Conclap (20 a 25 de março, CNC, RJ)


    1973 A CNC passa a funcionar na capital federal em imóvel próprio, no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 277, Edifício Presidente Dutra 


    1975 É instituída a Ordem do Mérito Comercial


    1976 Painel “Desenvolvimento do Nordeste” (2 e 3 de setembro, CNC – RJ)


    1977 IV Conclap (31 out a 4 nov, Hotel Nacional, RJ)


    1978 Painel “Desenvolvimento do Centro-Oeste” (9 e 10 de agosto, Goiânia, GO)           

     1980  1980 Antonio Oliveira Santos é eleito presidente da CNC
     1990

     1990 É expedida a Resolução CNC/CR nº1, dispondo sobre a constituição do Sicomercio


    1991 É expedida a Resolução Sicomercio – CNC nº1, regulamentando o Sicomercio e dispondo sobre a arrecadação da contribuição confederativa


    É realizada a I Convenção do Sicomercio (8 e 9 de agosto, no Ministério da Fazenda, RJ)    


    É expedida a Resolução Sicomercio – CNC nº 2, regulando o registro e o enquadramento sindical no Sicomercio e criando a Comissão de Enquadramento e Registro Sindical do Comércio – CERSC


    1993 II Convenção do Sicomercio (16 e 17 de outubro, Hotel Glória, RJ)


    1995 III Convenção do Sicomercio (4 a 8 de dezembro, Hotel Copa D’Or, RJ)


    É criada a Assembléia Geral do Sicomercio


    1997 IV AGS (13 a 16 de outubro, Hotel Copa D’Or, RJ)         


    1998 A CNC tem novo endereço em Brasília, o Edifício, situado no Setor Bancário Norte, Quadra I, Bloco B, nº 14, 15º ao 18º andar         


    1999 V AGS (16 a 19 de novembro, Hotel Sofitel, RJ)  

     2000  2002 VI AGS (9 a 12 de setembro  
     
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
     

  • Mais recursos para o Turismo no Brasil

    O turismo no Brasil mostra cada vez mais sinais de crescimento, resultado do investimento que o setor vem ganhando nos últimos anos. Desta vez, os estados do Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro receberam incentivos para estimular o desenvolvimento do turismo.

    O turismo no Brasil mostra cada vez mais sinais de crescimento, resultado do investimento que o setor vem ganhando nos últimos anos. Desta vez, os estados do Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro receberam incentivos para estimular o desenvolvimento do turismo.

    O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinou no dia 24 de novembro, um pacote com três emendas legislativas que traz benefícios fiscais e urbanísticos para a construção de novos hotéis, albergues e pousadas na cidade. Novas áreas ganharam autorizações para construções hoteleiras na cidade, como trechos do Flamengo, Barra da Tijuca, Alto da Boa Vista, São Conrado e Ilha do Governador.

    A ideia visa suprir a carência de hospedagem para a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016. Devem ser criados pelo menos oito mil novos leitos na cidade, além da vila olímpica e dos transatlânticos que irão atender à demanda. A solenidade teve a presença do ministro do Turismo, Luiz Barretto, o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, o secretário de Desenvolvimento econômico, Felipe Góes, e os presidentes do Comitê Rio 2016, Carlos Alberto Nuzman, e da CBF, Ricardo Teixeira.

    Também no dia 24 de novembro, em Brasília, deputados e senadores do Rio Grande do Norte definiram as 18 emendas para o Orçamento Geral da União em 2011, que garantiram a entrega de R$ 60 milhões para a divulgação e promoção do turismo do estado. Esse orçamento foi um pedido da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN), feito juntamente com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e a Associação Brasileira de Agentes de Viagens (ABAV), em um documento entregue dia 17 de novembro, ao senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).

    O documento solicitava cerca de R$ 50 milhões em verbas para a divulgação e promoção do turismo no estado. A iniciativa da Fecomércio-RN decorreu da necessidade do Estado dispor de mais verba para a promoção e divulgação dos seus atrativos turísticos, consolidando o turismo como principal atividade econômica, gerando emprego e renda para a população.

  • Comércio varejista recua 1,5% em fevereiro

    O Comércio varejista nacional registrou em fevereiro deste ano desaceleração de 1,5% no volume de vendas e de 1,4% na receita nominal, na comparação com o janeiro, descontados os ajustes sazonais. A informação consta da Pesquisa Mensal do Comércio, produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Na comparação com fevereiro de 2007, o varejo no Brasil cresceu 12,2% no segundo mês do ano. Segundo IBGE, no acumulado do ano o crescimento é de 12,0%, e 10,2% nos últimos 12 meses.

    O Comércio varejista nacional registrou em fevereiro deste ano desaceleração de 1,5% no volume de vendas e de 1,4% na receita nominal, na comparação com o janeiro, descontados os ajustes sazonais. A informação consta da Pesquisa Mensal do Comércio, produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Na comparação com fevereiro de 2007, o varejo no Brasil cresceu 12,2% no segundo mês do ano. Segundo IBGE, no acumulado do ano o crescimento é de 12,0%, e 10,2% nos últimos 12 meses.

    Em fevereiro deste ano foram constatadas altas no volume de vendas – com ajuste sazonal – em sete das dez atividades pesquisadas, na comparação com janeiro: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (12,4%); Veículos e motos, partes e peças (5,2%); Material de construção (3,6%); Livros, jornais, revistas e papelaria (2,7%); Combustíveis e lubrificantes (2,0%); Móveis e eletrodomésticos (1,8%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,4%). Apresentaram queda em relação ao primeiro mês do ano os segmentos de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,8); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-3,9%); e Tecidos, vestuário e calçados com (-4,0%).

    Todas as atividades do varejo apresentaram altas em fevereiro quando a base de comparação é o mesmo mês de 2007. São elas: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,2%); Móveis e eletrodomésticos (22,3%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (27,5%); Tecidos, vestuário e calçados (12,7%); Combustíveis e lubrificantes (7,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (14,1%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (38,9%) e para Livros, jornais, revistas e papelaria (17,9%).  
        
    CNC: comércio deve crescer entre 5% e 6% em 2008

    Para o chefe do Departamento Econômico da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu, o crescimento do comércio esta ano deve ser menor que o de 2007, quando a expansão chegou a 9,6%. “O crédito foi a grande alavanca do comércio em 2007, e agora haverá uma desaceleração via crédito”, afirma. Segundo ele, o setor deve apresentar, em 2008, evolução entre 5% e 6%, e o resultado de fevereiro já era esperado, após a expansão constatada em janeiro – 2,2% no volume de vendas e 2,6% na receita nominal. “Os setores que depende diretamente do comércio continuaram razoavelmente bem”, afirma.

    Freitas destaca que, apesar da previsão otimista em relação a 2008, o desenvolvimento do setor vai depender diretamente da política econômica – em especial quanto à possibilidade da elevação da Selic – que já pode começar a ser definida hoje pelo Banco Central, com a reunião do Conselho de Política Monetária (Copom). Atualmente, a taxa básica de juros está em 11,25% ao ano.         

  • Sicomercio: trajetória em busca da gestão eficaz e independente no comércio

    A maior reunião de líderes do comércio brasileiro de bens, serviços e turismo, o VIII Congresso do Sicomercio, realizado de 5 a7 de novembro, no Rio de Janeiro, é uma das partes de um sistema prático e democrático de administração sindical. Para entendermos essa verdadeira evolução interna do sindicalismo, que se deu antes do evento, é preciso uma retrospectiva que atravessa fatos da história do país.

    A maior reunião de líderes do comércio brasileiro de bens, serviços e turismo, o VIII Congresso do Sicomercio, realizado de 5 a7 de novembro, no Rio de Janeiro, é uma das partes de um sistema prático e democrático de administração sindical. Para entendermos essa verdadeira evolução interna do sindicalismo, que se deu antes do evento, é preciso uma retrospectiva que atravessa fatos da história do país.

    A Constituição Federal de 1988, promulgada em 5 de outubro por uma Assembléia Nacional Constituinte, foi resultado de um movimento de transição do Brasil, de redemocratização do país. Além dos direitos e garantias fundamentais garantidos ao cidadão (apos o período governado pelos militares, quando existiam restrições), a nova Carta Magna acenava para a autonomia sindical, em seu Artigo 8º, que afirma ser livre a associação profissional ou sindical, observados alguns preceitos, sobre filiação, objetivos, votações e a contribuição sindical.

    Da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), deixaram de vigorar os preceitos que permitiam a intervenção do poder público em entidades sindicais, restando, porém os dispositivos que tratam da organização sindical (Título V). Diante de tal cenário, os sistemas confederativos começaram a considerar a possibilidade da auto-organização, uma verdadeira revolução interna.

    A CNC, as federações e os sindicatos: reuniões

    No âmbito do comércio, a idéia ganhou força nas reuniões que a Confederação Nacional do Comércio patrocinou em 1989 e 1990, e em 23 de novembro de 1990 foi expedida a Resolução CNC/CR 01, que dispunha sobre o Sistema Confederativo da Representação Sindical, o Sicomercio. A CNC passou a criar suas próprias normas institucionais, disciplinando a autogestão de todo o Sistema, através dele próprio, composto pela participação dos sindicatos, representando as respectivas categorias econômicas; pelas Federações, em nome dos grupos de coordenação das categorias; e pela CNC, representando e coordenando nacionalmente o sistema composto pelo conjunto dos sindicatos e federações.

    O Sicomercio ganhou arcabouço regulatório com a Resolução Sicomercio/CNC 01, de 24 de janeiro de 1991. Nos dias 8 e 9 de agosto daquele ano acontecia a I Convenção do Sicomercio, no auditório do Ministério da Fazenda, no Rio de Janeiro. O Hotel Glória, no Rio de Janeiro, sediou, nos dias 16 e 17 de outubro de 1993, a II Convenção do Sicomercio, momento em que temas como unicidade sindical ganharam destaque.

    A Assembléia Geral do Sicomercio (AGS)

    Na III Convenção do Sicomercio surge a idéia de criação do Estatuto do Sicomercio, que criou a Assembléia Geral do Sicomercio (AGS); o encontro aconteceu no Hotel Copa D’Or, entre os dias 4 e 8 de dezembro de 1995 e, a partir daí, as Convenções do Sicomercio passaram a se chamar de Assembléia Geral do Sicomercio (AGS). A IV AGS já aconteceu entre 13 e 16 de outubro de 1997, de novo no Hotel Copa D’Or, no Rio de Janeiro.

    A V Assembléia Geral do Sicomercio aconteceu de 16 a 19 de novembro no Hotel Sofitel, Rio de Janeiro. O mesmo Hotel Sofitel sediou também a VI AGS, de 9 a 12 de setembro de 2002. Em 2004 o encontro ganha o nome de VII Congresso do Sicomercio. Realizado entre os dias 8 e 12 de novembro de 2004 no Sofitel, o conclave iniciava novos tempos para seus componentes, quando temas como planejamento estratégico e modernização já faziam parte dos planos de todos os líderes empresariais participantes.  

    “O Congresso é um espaço para novas idéias e muita comunicação. Conhecimentos atualizados só podem engrandecer o empresariado do setor”, destacou o presidente da Federação do Comércio do Mato Grosso do Sul, Sebastião Vieira D’Ávila. Já para Franklin Roosevelt Oliveira, vice-presidente financeiro da Fecomércio-DF, o evento é “sinônimo de progresso e civilidade. O comércio brasileiro está cada vez mais atento à própria importância”.

  • Fecomércio Minas apresenta proposta para fortalecer a Contribuição Sindical

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas) por meio do presidente da entidade, Lázaro Luiz Gonzaga, e representantes de sindicatos, entregaram uma proposição legislativa que tem pretende garantir o equilíbrio das relações sindicais.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas) por meio do presidente da entidade, Lázaro Luiz Gonzaga, e representantes de sindicatos, entregaram uma proposição legislativa que tem pretende garantir o equilíbrio das relações sindicais.

    Foi entregue uma proposta ao deputado federal Almir Carvalho (PDT-MG), que apresentou, no dia 10 de novembro, durante sessão ordinária da Câmara Federal, o Projeto de Lei Complementar 599/2010, que propõe a alteração da Lei Complementar 123, que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, incluindo a Contribuição Sindical Patronal como uma das contribuições recolhidas através do Simples Nacional.

    A proposta da Fecomércio Minas consiste em um Projeto de Lei Complementar que irá reafirmar a obrigatoriedade da Contribuição Sindical Patronal para todas as empresas, independente do porte. O objetivo das mudanças é o atendimento ao dispositivo constitucional que exige tratamento favorecido e diferenciado às microempresas e empresas de pequeno porte, sem prejuízo às receitas dos sindicatos patronais.

    Vale destacar que a grande maioria das empresas representadas é constituída de empresas de micro e pequeno porte, principais demandantes da prestação de serviços dos sindicatos patronais e da Fecomércio Minas, que têm como principal fonte de receita a Contribuição Sindical. Com isso, a Fecomércio Minas contribui para a busca pela sobrevivência das entidades e a continuidade dos serviços prestados aos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

     

  • CNC apoia realização de Seminário Internacional da Atividade de Inteligência

    O Sistema CNC-SESC-SENAC apoiou a realização do Seminário Internacional “Atividade de Inteligência e Controle Parlamentar: Fortalecendo a Democracia”, realizado nesta terça-feira, dia 1º de dezembro, no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, em parceira com a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, realizadoras do evento. O seminário teve como objetivo central a discussão do controle da atividade de inteligência no Brasil.

    O Sistema CNC-SESC-SENAC apoiou a realização do Seminário Internacional “Atividade de Inteligência e Controle Parlamentar: Fortalecendo a Democracia”, realizado nesta terça-feira, dia 1º de dezembro, no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, em parceira com a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, realizadoras do evento. O seminário teve como objetivo central a discussão do controle da atividade de inteligência no Brasil.

    Convidado a participar da mesa de abertura, o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, foi representado pelo presidente da Fenavist – Federação Nacional das Empresas de Segurança Privada e Transporte de Valores, Jefferson Simões, um dos diretores da CNC, que definiu os assuntos na pauta do seminário como de grande importantes e necessários para o desenvolvimento do país, já que giram em torno do conhecimento e inteligência. “A CNC apoia tudo o que vai de encontro aos interesses e bem estar da sociedade brasileira”, afirmou Jefferson.

    O deputado Severiano Alves, autor do requerimento para realização do evento, quando presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, declarou que o Brasil está em um momento de organização da sua defesa e de desenvolvimento de tecnologia, mas que ainda não se atentou para o tamanho da importância da inteligência para o desenvolvimento do país, sobretudo na estratégia de defesa.

    O senador Eduardo Azeredo, vice-presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência e presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Nacional, atentou para as graves consequências da vulnerabilidade aos ataques de criminosos cibernéticos. “Aqui no Brasil temos menosprezado os incidentes. Apenas entre janeiro e junho de 2009, foram constatados 298 mil incidentes de crimes de invasão cibernéticas, como clonagem de celular de cartões de crédito e invasão de conta bancária”. 

     Já o Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, General Jorge Armando Felix, afirmou que o governo pretende fazer uma série de propostas de atualização de legislações no campo da inteligência, seja tecnológica, econômica e financeira, militar ou policial. “Estamos também preparando propostas que definam bem os limites para os trabalhos dos profissionais de inteligência. Queremos deixar claro o que pode e o que não pode ser feito”, explicou. “As conclusões que tirarmos serão fundamentais para um trabalho com segurança e legitimidade da ABIN”, concluiu.

    O General-de-Exército Alberto Mendes Cardoso, declarou acordar com o foco do evento já que o controle da atividade de inteligência é necessário, “É importante que as agências saibam como o sistema de inteligência pode defender a soberania do país. Assim como que o parlamento e a sociedade entendam como a agência está fazendo o controle de risco, dentre as ameaças e oportunidades, voltada para a defesa da democracia e do estado”, declarou o general.

    O seminário durou todo o dia, e discutiu temas sobre como: “O Controle Parlamentar da Atividade de Inteligência nos Regimes Democráticos”; “Atividade de Inteligência, Controle e Democracia: Inteligência Criminal, de Segurança Pública e Fiscal” e “O Futuro da Atividade de Inteligência: perspectivas para o controle dos serviços secretos”, entre outros.

  • Proposta estabelece correção automática da tabela do IR

    Tramita na Câmara o Projeto de Lei 177/11, do deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), que fixa o reajuste automático da tabela progressiva para cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apurado no ano anterior. A medida se aplica aos anos-calendários de 2011 a 2014.


    A proposta altera a lei que estabelece a tabela progressiva do Imposto de Renda (11.482/07). Atualmente, os valores são corrigidos periodicamente por lei. Entre 2007 e 2010, a tabela foi corrigida em 4,5% ao ano, mas o benefício acabaria neste ano.

    Tramita na Câmara o Projeto de Lei 177/11, do deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), que fixa o reajuste automático da tabela progressiva para cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apurado no ano anterior. A medida se aplica aos anos-calendários de 2011 a 2014.


    A proposta altera a lei que estabelece a tabela progressiva do Imposto de Renda (11.482/07). Atualmente, os valores são corrigidos periodicamente por lei. Entre 2007 e 2010, a tabela foi corrigida em 4,5% ao ano, mas o benefício acabaria neste ano. A tabela em vigor para 2010 isenta ganhos mensais de até R$1.499,15 e tem como teto a tributação de 27,5% para ganhos mensais que ultrapassarem R$ 3.743,19.


    O autor da proposta explica que a correção automática é necessária para não corroer o poder de compra do trabalhador ou levar a perda de ganhos reais nos salários. Na prática, se os limites por faixa não são elevados, quando o trabalhador recebe aumento acaba pagando mais imposto e perde o ganho.


    “A correção proposta não pode ser vista como um benefício para a população, mas como um direito do cidadão, haja vista estarmos propondo apenas a reposição da inflação medida no ano anterior, evitando-se, assim, que o trabalhador pague impostos de forma injusta”, argumenta.


    Defasagem

    O parlamentar cita estimativa do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, segundo a qual a tabela do imposto de renda da pessoa física, sem reposição desde 1995, está defasada em 64%.


    Segundo Avelino, a atualização da tabela gerará renúncia de arrecadação da ordem de R$ 5 bilhões ao ano. Para ele, esse montante deve ser coberto por créditos adicionais provenientes do excesso de arrecadação, decorrente, por exemplo, de receitas associadas a uma maior produção de petróleo e gás.


    Tramitação

    A proposta ainda será distribuída para as comissões temáticas.