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  • Projeto exime consumidor de responsabilidade por cartão roubado

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 7121/10, do deputado Colbert Martins (PMDB-BA), que exime o consumidor da responsabilidade por débitos em sua conta gerados em caso de furto, roubo, extravio ou clonagem de cartões de crédito ou débito. De acordo com a proposta, o consumidor que comunicar o fato à administradora no mesmo dia não poderá ser responsabilizado por despesas realizadas por meio de falsificação de sua assinatura ou utilização indevida de sua senha.

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 7121/10, do deputado Colbert Martins (PMDB-BA), que exime o consumidor da responsabilidade por débitos em sua conta gerados em caso de furto, roubo, extravio ou clonagem de cartões de crédito ou débito. De acordo com a proposta, o consumidor que comunicar o fato à administradora no mesmo dia não poderá ser responsabilizado por despesas realizadas por meio de falsificação de sua assinatura ou utilização indevida de sua senha.

    O projeto estabelece ainda que valores contestados das despesas e saques efetuados por clonagem de cartões serão devolvidos aos titulares das contas. Da mesma forma, o consumidor que tiver seu nome inscrito nos serviços de proteção ao crédito por não pagamento de débitos contestados terá direito a indenização por dano moral.

    “Cabe à administradora verificar a suficiência de saldo, bem como bloquear a utilização do cartão quando informada sobre o extravio, furto ou roubo, impedindo fraudes”, afirma o autor da proposta. Segundo ele, os estabelecimentos comerciais credenciados têm a obrigação de confirmar a assinatura e identidade do portador do cartão.

    Tramitação
    O projeto tramita apensado ao PL 4804/01, do deputado Edinho Bez (PMDB-SC), que regulamenta a atividade de empresas emissoras de cartões de crédito e foi aprovado pela Comissão de Defesa do Consumidor, na forma de um substitutivo mas rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. As propostas ainda serão analisadas pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirão para o Plenário.

  • CNC divulga amanhã resultados de dezembro da ICF e da PEIC

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, terça-feira, 21 de dezembro, os resultados das pesquisas nacionais de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional) e de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), referentes a DEZEMBRO.


    Não haverá coletiva de imprensa – Os economistas Fábio Bentes e Bruno Fernandes atenderão os jornalistas pelo telefone (21) 3804 9200, nos ramais 264 e 471, sobre a ICF e a Peic, respectivamente.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, terça-feira, 21 de dezembro, os resultados das pesquisas nacionais de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional) e de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), referentes a DEZEMBRO.


    Não haverá coletiva de imprensa – Os economistas Fábio Bentes e Bruno Fernandes atenderão os jornalistas pelo telefone (21) 3804 9200, nos ramais 264 e 471, sobre a ICF e a Peic, respectivamente. Informações sobre as duas pesquisas estarão disponíveis no site http://www.portaldocomercio.org.br/ às 10 horas. No mesmo horário, serão enviados arquivos (releases e tabelas) para os jornalistas.


    Para mais informações, entre em contato com Luciana Rivoli ou Celso Chagas, nos telefones (21) 3804-9200 r. 416 e 451.

  • CNC divulga amanhã resultados de dezembro da ICF e da PEIC

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, terça-feira, 21 de dezembro, os resultados das pesquisas nacionais de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional) e de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), referentes a dezembro.


    Não haverá coletiva de imprensa – Os economistas Fábio Bentes e Bruno Fernandes atenderão os jornalistas pelo telefone (21) 3804 9200, nos ramais 264 e 471, sobre a ICF e a Peic, respectivamente.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, terça-feira, 21 de dezembro, os resultados das pesquisas nacionais de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional) e de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), referentes a dezembro.


    Não haverá coletiva de imprensa – Os economistas Fábio Bentes e Bruno Fernandes atenderão os jornalistas pelo telefone (21) 3804 9200, nos ramais 264 e 471, sobre a ICF e a Peic, respectivamente. Informações sobre as duas pesquisas estarão disponíveis no site http://www.portaldocomercio.org.br/ às 10 horas. No mesmo horário, serão enviados arquivos (releases e tabelas) para os jornalistas.


    Para mais informações, entre em contato com Luciana Rivoli ou Celso Chagas, nos telefones

    (21) 3804-9200 r. 416 e 451.

  • Segurança é essencial para compras on line

    O consumidor que vai realizar compras pela internet neste fim de ano não deve se preocupar somente em achar a melhor oferta. Para realizar compras on line, segurança é essencial, destaca Luiz Cláudio de Pinho Almeida, especialista em e-commerce da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).


    De acordo com Almeida, tanto as empresas tradicionais – com anos no mercado e lojas físicas – quanto as empresas virtuais podem garantir segurança ao consumidor com o uso de certificados de segurança transacional e selos de segurança comercial.

    O consumidor que vai realizar compras pela internet neste fim de ano não deve se preocupar somente em achar a melhor oferta. Para realizar compras on line, segurança é essencial, destaca Luiz Cláudio de Pinho Almeida, especialista em e-commerce da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).


    De acordo com Almeida, tanto as empresas tradicionais – com anos no mercado e lojas físicas – quanto as empresas virtuais podem garantir segurança ao consumidor com o uso de certificados de segurança transacional e selos de segurança comercial.


    “A maioria dos sites de empresas sérias mantêm, em seus endereços eletrônicos, seções dedicadas a informações sobre segurança transacional e atendimento ao cliente. Isso inclui trocas e devoluções, prazo de entrega e acompanhamento do pedido, por exemplo. Quanto mais informações o consumidor tiver mais ele vai estar propenso a fechar negócio”, diz o especialista.


    Outro ponto importante está ligado à segurança comercial, ou seja, se determinado site está blindado contra invasões, perda de dados, privacidade dos negócios. “Para toda empresa que quer prosperar no mundo virtual a honestidade é ponto de partida. Ela deve mostrar que é honesta, colocando à disposição o maior número possível de informações sobre seu negócio, sua história, além de oferecer canais de comunicação com o cliente, como chats e atendimentos on line”, exemplifica Almeida.


    Na outra ponta, a responsabilidade é do consumidor. Muitos sites possuem o sistema SSL (Secure Socket Layer, ou Protocolo de Conexão Segura em português), que proporciona aos usuários maior segurança em suas transações financeiras pela Internet, com uso de criptografia. “O internauta deve, ainda, abrir sempre uma guia nova, uma nova barra de navegação para digitar o endereço da empresa”, destaca Luiz Cláudio Pinho de Almeida. Dicas simples que garantem bons nos negócios para um Natal que promete bater recordes de vendas, sejam físicas ou virtuais.     


     

  • Empreendedores Individuais também podem ter Certificado Digital de Pessoa Jurídica


    Uma instrução normativa publicada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) do Governo Federal, no dia 26 de novembro, permite a todos os portadores de CNPJ a aquisição do Certificado Digital de Pessoa Jurídica. A medida torna possível a emissão deste tipo de certificado a empreendedores individuais (EI), que antes só podiam adquirir certificados de pessoa física.


    Uma instrução normativa publicada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) do Governo Federal, no dia 26 de novembro, permite a todos os portadores de CNPJ a aquisição do Certificado Digital de Pessoa Jurídica. A medida torna possível a emissão deste tipo de certificado a empreendedores individuais (EI), que antes só podiam adquirir certificados de pessoa física.


    A Instrução Normativa n° 10 institui que, além dos EI, condomínios, edifícios, espólios e massas falidas também podem adquirir certificações digitais de pessoa jurídica, desde que possuam CNPJ. “Isso significa facilitar a vida do cidadão e do empreendedor brasileiro”, afirma André Garcia, procurador-chefe do ITI.


    Ainda segundo Garcia, essa medida atende também às imposições feitas pelas Secretarias Fazendárias de todo o País, uma vez que as mesmas requerem a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas assinadas por um certificado digital de pessoa jurídica e não física, e nessa condição também estavam enquadrados os EI.


    Parceria da CNC facilita a aquisição de certificados digitais


    Para facilitar a comercialização de certificados digitais para pessoas físicas e jurídicas, a CNC firmou uma parceria com a Certisign, o que permitiu a implementação de uma estrutura de Autoridade de Registro (AR) dentro de cada federação filiada ao Sicomercio.


    Atualmente, seis federações (Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Ceará e Bahia) já estão credenciadas para atuar como Autoridade de Registro. Outras 15 (Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe e a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares) e seis sindicatos do estado de São Paulo (Sincoelétrico, Sincomavi, Sincomercio ABC, Sindilojas, Sinapel e Sindicomis) funcionam como pontos de atendimento (PA) para a emissão de certificados digitais.


    Para mais informações, entre em contato com a federação do comércio de seu estado ou envie um e-mail para projetos@cnc.com.br.

  • Lula registra em cartório balanço de oito anos de governo

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou em cartório, no dia 15 de dezembro, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o Balanço de Governo 2003 a 2010, composto da relação das ações empreendidas pelo governo federal no período.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou em cartório, no dia 15 de dezembro, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o Balanço de Governo 2003 a 2010, composto da relação das ações empreendidas pelo governo federal no período. O documento, entregue ao presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR), Rogério Bacellar, aborda o acordo firmado com o Sistema S (Sesc, Senac, Sesi, Senai e Senar), que visa ampliar a oferta de vagas gratuitas em cursos técnicos, e é tido como uma iniciativa importante para assegurar a qualificação profissional de jovens de baixa renda. Em 2009, 266,6 mil matrículas gratuitas foram oferecidas.


    O Balanço, elaborado pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, é assinado pelos 37 ministros que compuseram o governo, e foi dividido em seis partes: Desenvolvimento Sustentável com Redução de Desigualdades; Cidadania e Inclusão Social; Infraestrutura; Inserção no cenário Mundial e Soberania; Democracia e Diálogo e Gestão do Estado e Combate à Corrupção.


    Participaram do evento a ex-ministra da Casa Civil e futura presidente do Brasil, Dilma Rousseff, o presidente do Senado, José Sarney, e todos os ministros que passaram pelo governo ao longo dos últimos 8 anos, além da primeira-dama, Marisa Letícia, do ex-ministro José Dirceu e do futuro ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.


    No mesmo evento foram lançadas as novas cartilhas dos Conselhos Nacionais, como o Conselho Nacional de Imigração (CNIg), vinculado ao Ministério do Trabalho, e o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNID), dos quais a Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços (CNC) é membro.

  • Justiça suspende vigência da Portaria que alterou partilha da contribuição sindical patronal

    A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) obteve liminar, na 21ª Vara Cível da Justiça Federal da Seção Judiciária do Estado de São Paulo, no processo 0023165-41.2010.4.03.6100, afastando as disposições da Portaria 982 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que alterou as regras de partilha da contribuição sindical patronal. O juiz federal Mauricio Kato entendeu que, sob o pretexto de disciplinar a distribuição dos valores recolhidos a título de Contribuição Sindical, a Portaria MTE 982/2010 criou situações não previstas em lei.

    A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) obteve liminar, na 21ª Vara Cível da Justiça Federal da Seção Judiciária do Estado de São Paulo, no processo 0023165-41.2010.4.03.6100, afastando as disposições da Portaria 982 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que alterou as regras de partilha da contribuição sindical patronal. O juiz federal Mauricio Kato entendeu que, sob o pretexto de disciplinar a distribuição dos valores recolhidos a título de Contribuição Sindical, a Portaria MTE 982/2010 criou situações não previstas em lei. Com a decisão, a Fiesp terá garantida a participação de 15%, determinada pela lei, nos recursos sindicais recolhidos pelas indústrias do Estado.


    As federações da indústria têm ingressado com mandados de segurança contra a Portaria 982 do Ministério do Trabalho e Emprego, alegando que, no plano legal e constitucional, os sindicatos se vinculam a entidades superiores de acordo com a atividade econômica, conforme a CLT, e não por uma vontade de filiação, como quer o MTE. Argumentam também que a portaria cria possibilidades não previstas em lei para destinação de recursos da contribuição sindical para a Conta Especial Emprego e Salário, do MTE.


    A Justiça Federal de São Paulo acolheu os argumentos, considerando que o MTE exorbitou de sua competência com a edição da Portaria 982. “No caso vertente, entendo que a Portaria MTE 982/2010, sob o pretexto de disciplinar a distribuição dos valores recolhidos a título de contribuição sindical, inovou o texto legal”, afirma em sua decisão o juiz federal, observando que a Constituição Federal e a CLT “referem expressamente a categorias profissionais ou econômicas que são mais abrangentes que o sentido de filiação sindical”.


    A decisão beneficia apenas as entidades ligadas à Fiesp, tendo em vista ser ela a impetrante do Mandado de Segurança em questão. Para que haja extensão desta decisão ao segmento do comércio, é necessário que as federações – ou os sindicatos a ela filiados que não atualizaram os seus cadastros junto ao MTE – impetrem um Mandado de Segurança para obter decisão idêntica ou requeiram, na 21ª Vara da Justiça Federal de São Paulo, a extensão aos seus próprios casos do decidido na liminar.

  • CNC participa de audiência pública sobre o ponto eletrônico

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou, dia 15 de dezembro, de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre as novas regras do registro eletrônico de ponto (REP), estipuladas pela Portaria nº 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego e previstas para entrar em vigor em 1º de março de 2011.


    O vice-presidente da Confederação, Laércio Oliveira, eleito deputado federal pelo PR-SE, foi o representante da entidade.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou, dia 15 de dezembro, de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre as novas regras do registro eletrônico de ponto (REP), estipuladas pela Portaria nº 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego e previstas para entrar em vigor em 1º de março de 2011.


    O vice-presidente da Confederação, Laércio Oliveira, eleito deputado federal pelo PR-SE, foi o representante da entidade. Favorável à revogação da portaria, argumentou que “a obrigatoriedade de impressão em papel de cada anotação de entrada e saída dos trabalhadores feita pelo registro eletrônico tornaria o sistema caro e prejudicial ao meio ambiente”.


    O deputado Renato Molling (PP-RS) sugeriu prorrogar por um ano a entrada em vigor da portaria, prevista para março de 2011. Ele foi um dos autores do requerimento que propôs o debate, na Comissão de Trabalho e Desenvolvimento Econômico.


    A audiência foi realizada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) e, por solicitação da CNC, pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP).


    A audiência contou também com a participação da secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Ruth Beatriz Vilela, da representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Denise Mota D’au, do deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), e do representante da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), Luiz Alberto de Vargas.

  • CBST define ações para 2011

    A Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis (CBST) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou, em 14 de dezembro, no Rio de Janeiro, a última reunião de trabalho de 2010, para estabelecer as próximas iniciativas da entidade em defesa dos interesses do setor que representa.


    Uma das primeiras ações para 2011 será a realização de uma reunião técnica em 18 de janeiro, na CNC Brasília, para avaliação pormenorizada dos projetos de lei 4302/98, da Câmara dos Deputados, e 087/10, do Senado Federal, que tratam das relações de trabalho temporário e de co

    A Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis (CBST) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou, em 14 de dezembro, no Rio de Janeiro, a última reunião de trabalho de 2010, para estabelecer as próximas iniciativas da entidade em defesa dos interesses do setor que representa.


    Uma das primeiras ações para 2011 será a realização de uma reunião técnica em 18 de janeiro, na CNC Brasília, para avaliação pormenorizada dos projetos de lei 4302/98, da Câmara dos Deputados, e 087/10, do Senado Federal, que tratam das relações de trabalho temporário e de contratações de serviços terceirizáveis. “Vamos discutir e avaliar, com subsídio das áreas de apoio da CNC, os aspectos políticos e técnicos de cada proposição”, disse Jerfferson Simões, coordenador do grupo. A intenção da CBST é identificar tanto pontos favoráveis quanto aqueles que merecem atenção das lideranças da CNC no Congresso Nacional. 


    Outra medida a ser aplicada ainda no início do ano será a produção de um levantamento estatístico sobre o próprio setor, para identificação de todas as atividades nele enquadradas e de que forma elas são importantes para a economia brasileira. “Com números específicos na mão podemos enxergar melhor nossas necessidades e buscar um caminho único que atinja o interesse da maioria”, complementou Simões.  


    Sobre a CBST


    A Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis (CBST), criada pela Resolução CNC nº 392/07, de 22 de abril de 1999, e sob a coordenação de Jerfferson Simões desde 24 de fevereiro de 2006, é um órgão consultivo da Presidência da CNC, composta por lideres que representam o setor de serviços terceirizáveis, cujo objetivo de oferecer estudos e sugestões para a ação política da Entidade em apoio e defesa das categorias econômicas por esta representadas.


     

  • Projeto impede prorrogação de jornada diária de aprendizes

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 7516/10, da deputada Rita Camata (PSDB-ES), que proíbe a prorrogação da jornada diária de trabalho de jovens contratados na condição de aprendiz. O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43). O contrato de aprendizagem tem validade máxima de 2 anos e visa a assegurar ao jovem de 14 a 24 anos formação técnico-profissional.


    Atualmente, a CLT estabelece que a duração da jornada de trabalho de aprendiz não pode exceder seis horas diárias, sendo vedadas a prorrogação e a compensação.

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 7516/10, da deputada Rita Camata (PSDB-ES), que proíbe a prorrogação da jornada diária de trabalho de jovens contratados na condição de aprendiz. O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43). O contrato de aprendizagem tem validade máxima de 2 anos e visa a assegurar ao jovem de 14 a 24 anos formação técnico-profissional.


    Atualmente, a CLT estabelece que a duração da jornada de trabalho de aprendiz não pode exceder seis horas diárias, sendo vedadas a prorrogação e a compensação. Após mudanças na Constituição e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90), no entanto, o texto da CLT passou a permitir jornada de até oito horas diárias nos casos em que os aprendizes já tiverem concluído o ensino fundamental. “Muitos educadores consideram que a atual carga horária de seis horas já é muito pesada para o adolescente em formação”, diz a autora.


    Segundo ela, a possibilidade de prorrogação, principalmente após o aumento do limite de idade no contrato de aprendizagem para 24 anos, não está de acordo com os princípios de proteção ao trabalho do aprendiz. “Isso permite que o objeto do contrato de aprendizagem, que é o de formação técnico-profissional, seja desviado, possibilitando uma exploração de mão de obra, em vez de estar voltado exclusivamente para a profissionalização propriamente dita”, argumenta a deputada Rita Camata.


    Tramitação

    O projeto tramita apensado ao PL 3853/04. As propostas, que tramitam em caráter conclusivo, serão analisadas pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.