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  • Comissão de seguro privado ouve IRB e empresário de portos

    A Comissão Especial sobre Normas Gerais de Contratos de Seguro Privado, criada para analisar o Projeto de Lei 3555/04, realiza na terça-feira (27/4) audiência pública com a participação do presidente do IRB-Brasil Resseguros, Eduardo Mithiro Nakao; do diretor de Autorizações da Susep, Murilo Matos Chaim; do jurista de Portugal Moitinho de Almeida; e do diretor-presidente da LLX Logística (empresa do grupo de Eike Batista que atua principalmente no setor portuário), Otávio de Garcia Lazcano.

    A Comissão Especial sobre Normas Gerais de Contratos de Seguro Privado, criada para analisar o Projeto de Lei 3555/04, realiza na terça-feira (27/4) audiência pública com a participação do presidente do IRB-Brasil Resseguros, Eduardo Mithiro Nakao; do diretor de Autorizações da Susep, Murilo Matos Chaim; do jurista de Portugal Moitinho de Almeida; e do diretor-presidente da LLX Logística (empresa do grupo de Eike Batista que atua principalmente no setor portuário), Otávio de Garcia Lazcano. Este último foi convidado por ser um grande cliente do mercado de seguros.


    O objetivo do projeto, segundo o autor, José Eduardo Cardozo (PT-SP), é atualizar as normas sobre seguros e reuni-las em uma lei específica, como ocorre na maioria dos países. Com as novas regras, a expectativa é estimular a expansão do setor, que responde atualmente por 2% do Produto Interno Bruto (PIB). A média mundial é de 6%, mas pode chegar a 30% em alguns países.


    A audiência foi proposta pelos deputados Paulo Magalhães (DEM-BA) e Jorginho Maluly (DEM-SP). (Agência Câmara)

  • Vigilantes defendem adicional por risco de vida

    A Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços organizou delegações de trabalhadores para virem ao Congresso com o objetivo de defender a aprovação de proposta que regulamenta o pagamento de adicional por risco de vida para a categoria.

    A Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços organizou delegações de trabalhadores para virem ao Congresso com o objetivo de defender a aprovação de proposta que regulamenta o pagamento de adicional por risco de vida para a categoria. A manifestação desses trabalhadores coincidirá com sessão especial do Senado marcada para esta segunda-feira (26), às 11h, para comemorar o Dia Nacional dos Vigilantes – celebrado em 20 de junho -, cuja solicitação foi feita pelo senador Paulo Paim (PT-RS).



    De acordo com a confederação, a realização dessa sessão significa “uma importante conquista de espaço para a categoria e acontece num momento decisivo da luta pela aprovação da lei do risco de vida para os vigilantes”. Por esse motivo, conforme informação disponível no site da entidade, os vigilantes não devem encarar o evento como “uma mera sessão de homenagem”.



    Estão tramitando atualmente no Congresso três projetos que tratam do assunto, tendo como proposta básica o pagamento do adicional de 30% sobre o salário da categoria, a título de periculosidade. O PLS 387/08, de autoria de Paulo Paim, foi aprovado em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e tramita atualmente na Câmara dos Deputados, como PL 6.113/09.



    Já o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 220/09, de autoria da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), foi aprovado pela Câmara e tramita, agora, no Senado, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Esse projeto foi relatado e recebeu parecer favorável de Paim, aprovado pela CAS. Em seguida, foi a Plenário para votação, mas os senadores decidiram remetê-lo à apreciação da CAE.



    O terceiro projeto (PLS 682/07), da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que também trata desse tema, foi aprovado pelo Senado e tramita atualmente na Câmara como PL 4.436/08. Os deputados decidiram apensar outros dez projetos a essa proposição, que estão sendo examinados conjuntamente naquela Casa. (Agência Senado)

  • Executivo reduz poder do Congresso no Orçamento

    As consultorias de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara e de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado divulgaram, nesta sexta-feira, nota informativa sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2011, registrando redução das atribuições do Congresso Nacional na gestão dos recursos públicos.


    No documento, os consultores lembram que o Executivo alterou a sistemática do controle preventivo de obras e serviços com indícios de irregularidades graves, identificados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), para retirar do Legislativo a atribuição de decidir pa

    As consultorias de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara e de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado divulgaram, nesta sexta-feira, nota informativa sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2011, registrando redução das atribuições do Congresso Nacional na gestão dos recursos públicos.


    No documento, os consultores lembram que o Executivo alterou a sistemática do controle preventivo de obras e serviços com indícios de irregularidades graves, identificados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), para retirar do Legislativo a atribuição de decidir paralisar esses empreendimentos. O projeto transfere essa função ao Poder Executivo, que terá a responsabilidade de adotar as medidas preventivas e saneadoras consideradas adequadas.


    Por conta disso, informam os consultores, o anexo específico da lei orçamentária perde força e passa a ser apenas indicativo, pois a obra com indícios de irregularidades não encontrará qualquer obstáculo à sua execução a não ser a decisão do próprio gestor.


    Medidas administrativas

    Segundo o projeto, a decisão sobre a paralisação deverá ser tomada pelo gestor “somente após esgotadas as medidas administrativas cabíveis”, levando-se em consideração os seguintes fatores:

    – os impactos sociais, econômicos e ambientais decorrentes do atraso na execução;

    – os riscos à segurança da população local;

    – os riscos de depreciação dos bens e serviços obtidos, mesmo que não tenham sido concluídos;

    – as despesas necessárias à conservação das instalações e serviços já executados;

    – a preservação dos bens e equipamentos em estoque e do canteiro de obras; e

    – as despesas inerentes à desmobilização e ao posterior retorno às atividades.


    “Deve-se observar que as alterações contidas no projeto não impedem que o Poder Legislativo decida incluir em anexo específico, ou dele excluir, programações destinadas a obras que apresentem indícios de irregularidades graves”, registra o documento, assinado pelos consultores Orlando de Sá Cavalcante Neto e Wagner Primo Figueiredo Júnior. “Também não afasta a competência prevista no art. 71, § 1º, da Constituição, que prevê a sustação de contrato pelo Congresso Nacional no caso de irregularidade informada pelo TCU.”


    Falta transparência

    A nota técnica alerta ainda que o projeto não traz o anexo de metas e prioridades, onde seriam identificadas as ações governamentais e suas metas físicas. Limita-se apenas a estabelecer, sem discriminação, que tais metas e prioridades correspondem às ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).


    Assim, as metas e prioridades, da forma prevista no PLDO, somente serão conhecidas por meio do projeto de lei orçamentária para 2011. “Esse procedimento não encontra perfeita transparência e harmonia com o sistema de planejamento e orçamento previsto na Constituição Federal, pois cabe à LDO estabelecer anualmente as metas e prioridades da Administração dentre as ações governamentais previstas no PPA”, destaca o documento.


    Além disso, os consultores lembram que, permanecendo o texto proposto no projeto, as ações do PAC podem ser reduzidas ou ampliadas durante o exercício financeiro conforme a discricionariedade do Poder Executivo. O fato não impede o Congresso Nacional de incluir anexo de metas e prioridades, independentemente de informações que o Poder Executivo venha a lhe fornecer. (Agência Câmara)

  • Mídias Sociais na Rede de Teleconferência SESC-Senac

    Twitter, Facebook, Orkut e outras redes sociais foram pauta da Teleconferência Sesc-Senac de Mídias Sociais, que aconteceu no dia 20 de abril, na sede do SESC e Senac Nacionais, na Barra, e transmitida via satélite para mais de 400 pontos em todo o Brasil.

    Twitter, Facebook, Orkut e outras redes sociais foram pauta da Teleconferência Sesc-Senac de Mídias Sociais, que aconteceu no dia 20 de abril, na sede do SESC e Senac Nacionais, na Barra, e transmitida via satélite para mais de 400 pontos em todo o Brasil. Para esquentar o debate sobre o tema que está cada vez mais em discussão, foram convidados Gustavo Gindre – mestre em Comunicação e Cultura, membro do coletivo Intervozes e conselheiro do Comitê Gestor da Internet – e Vitor Guerra – publicitário, diretor de Planejamento em Mídias Sociais da Agência Ideia S/A.


    Segundo pesquisa do IBGE, 56 milhões de brasileiros acessaram a internet em 2009, o que equivale a 35% da população do país. Para Vitor Guerra, esse número só tende a aumentar, pois os usuários têm necessidade de produzir conteúdo colaborativo, de falar e serem ouvidos: “A forma mais fácil e rápida hoje é por meio das mídias sociais, ferramentas que potencializam a cultura em rede”.


    De acordo com Gustavo Gindre, a internet, ao contrário do que muitos pensavam, aproximou as pessoas de diferentes classes, sociedades, personalidades e regiões. Através das mídias, os usuários definem perfis, fazem contatos e direcionam o foco para o que lhes for mais interessante e necessário: “O contexto de cada uma delas quem cria é o usuário. A maioria das mídias sociais tem o papel de manter relações, mas no caso do Twitter, por exemplo, o propósito é outro”, disse.


    Vitor Guerra afirmou que, para que uma instituição tenha um bom desempenho em uma mídia social é preciso, em primeiro lugar, que ela encontre seu público. O segundo passo é entender a relação dos estudantes com as redes e buscar o melhor de cada ferramenta para levar ao ambiente escolar. “Os alunos podem gerar muito conteúdo colaborativo, principalmente em blogs e enciclopédias livres. Em cima disso, os educadores aproveitam o gancho, utilizam um tema discutido em sala para gerar um debate online”.


    Diversos regionais do SESC e do Senac em todo o Brasil estão presentes em mídias sociais como o Twitter, o Facebook e o Youtube.

  • Presidente da CNC participa do 26º Encontro Nacional de Sindicatos Patronais

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, participou da abertura do 26º Encontro Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, na noite de 21 de abril, em Aracaju, Sergipe. O tema geral do encontro, realizado até o dia 23, foi Eficiência com Gestão Participativa.

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, participou da abertura do 26º Encontro Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, na noite de 21 de abril, em Aracaju, Sergipe. O tema geral do encontro, realizado até o dia 23, foi Eficiência com Gestão Participativa.

    “Faço questão de estar na abertura deste encontro para demonstrar o nosso reconhecimento e admiração pelo excelente papel que nossos sindicatos têm desempenhado pelas empresas nesse Brasil afora, respaldados, por certo, pelas Federações e pela própria CNC”, destacou Oliveira Santos.

    A Orquestra Sanfônica do Sergipe abriu o evento, cujo patrono é Hugo Lima França, presidente do Sistema CNC/SESC/SENAC-SE. A solenidade de abertura, no Centro de Convenções do Estado, contou também com o governador de Sergipe, Marcelo Déda, entre outras autoridades e convidados.

    A programação do dia 22 reuniu apresentações como Desafio da gestão na conquista de resultados, do Departamento de Planejamento (Deplan) da CNC, além de palestras sobre Gestão Pública e os impactos no comércio e Projeto de Lei 6.708/09 – Contribuição assistencial. A programação completa do evento está disponível no site www.26enspaju.com.

    O encontro anterior, o 25º Encontro Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, foi organizado pelo Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (Sindilojas-Rio) e teve como patrono o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos. O evento foi realizado de 20 a 22 de maio, e foram debatidos painéis como Responsabilidade Social no Âmbito Sindical, Novos Caminhos para o Sindicalismo Patronal, Reformas Trabalhista e Sindical e Dano Moral nas Relações Trabalhistas, entre outros.

  • CNC divulga resultados de abril das pesquisas nacionais PEIC e ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou hoje os resultados referentes a abril das pesquisas nacionais de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), que revelam que o volume de vendas do comércio continua alto, aquecido pela demanda dos brasileiros.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou hoje os resultados referentes a abril das pesquisas nacionais de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), que revelam que o volume de vendas do comércio continua alto, aquecido pela demanda dos brasileiros.


    Veja íntegra da PEIC e do ICF.


    “Este é um ano atípico para o comércio”, afirma o economista chefe da entidade, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, explicando que o crescimento da atividade econômica está em patamares maiores do que estariam, caso não tivesse passado pela crise econômica. Segundo ele, nesta época do ano, a tendência seria a de aumento da inadimplência e queda no volume de vendas, e o que se verifica é justamente o oposto. “O comércio navega em velocidade de cruzeiro. O consumo deverá ser forte, por conta da demanda das famílias, e o cenário só mudará caso as taxas de juros subam demasiadamente”, diz.

  • Crescimento do comércio supera níveis pré-crise

    O percentual das famílias brasileiras endividadas registrou queda de 5 pontos percentuais em abril, passando de 63% em março para 58% em abril. Mas, deste total, apenas 24,4% possuem contas ou dívidas em atraso, ante 27,3% registrados no mês passado. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar disto, a intenção de consumo das famílias, medida pelo ICF, continua alta: 130,4 pontos, numa escala de zero a 200.

    O percentual das famílias brasileiras endividadas registrou queda de 5 pontos percentuais em abril, passando de 63% em março para 58% em abril. Mas, deste total, apenas 24,4% possuem contas ou dívidas em atraso, ante 27,3% registrados no mês passado. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar disto, a intenção de consumo das famílias, medida pelo ICF, continua alta: 130,4 pontos, numa escala de zero a 200.


    “Este é um ano atípico para o comércio”, afirma o economista chefe da entidade, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, explicando que o crescimento da atividade econômica está em patamares maiores do que estariam, caso não tivesse passado pela crise econômica. Segundo ele, nesta época do ano, a tendência seria a de aumento da inadimplência e queda no volume de vendas, e o que se verifica é justamente o oposto. “O comércio navega em velocidade de cruzeiro. O consumo deverá ser forte, por conta da demanda das famílias, e o cenário só mudará caso as taxas de juros subam demasiadamente”, diz.


    Segundo a PEIC-Nacional, em abril, os indicadores de endividamento e de inadimplência estão em níveis inferiores aos registrados ao longo do primeiro trimestre deste ano. “O fator mais relevante na determinação desses resultados é a evolução bastante favorável do emprego e renda no primeiro trimestre de 2010, que propicia, sobretudo, uma menor inadimplência do consumidor”, afirma a economista Marianne Hanson. Segundo ela, o ligeiro aumento do percentual de famílias que não terão condições de pagar suas contas no próximo mês não altera as perspectivas favoráveis para inadimplência no primeiro semestre do ano.


    Em abril, a intenção de consumo das famílias registrou um recuo médio de 2,1% ante o resultado de março. Cinco dos sete componentes do ICF tiveram retração, com destaque para “perspectivas profissionais” e “percepção favorável do momento para aquisição de bens duráveis”, ambos com queda de 4,9% perante o patamar de março. “Contribuíram para este resultado a alta de determinados preços e as discrepâncias nos mercados de trabalho regionais”, explica o economista Fábio Bentes. Apesar do resultado negativo, todos os componentes ainda se situam acima do patamar de indiferença, especialmente os itens referentes à satisfação com renda atual (141,3 pontos) e acesso a crédito (140,0 pontos).


    A íntegra das pesquisas está disponível na Sala de Imprensa

  • AVISO DE PAUTA PARA 20/04 – CNC divulga resultados nacionais da PEIC e ICF referentes a abril

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo divulgará amanhã, 20/04, os resultados das pesquisas nacionais de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional) e de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), referentes a abril.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo divulgará amanhã, 20/04, os resultados das pesquisas nacionais de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional) e de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), referentes a abril. O economista-chefe da entidade, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, dará entrevista coletiva na sede da entidade, às 11h30.


    ICF – A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir a avaliação dos consumidores sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, o que o torna uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.


    PEIC – Já a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) orientará os empresários que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permitirá o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.


     


    Resultados de abril das Pesquisas Nacionais Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e

    Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)


    Data: 20/04/2010/

    Horário: 11h30

    Local: CNC (Avenida General Justo, 307, 5º andar, Centro, Rio de Janeiro)


     


    Para mais informações, entre em contato com

    Cristina Calmon, Luciana Rivoli, Celso Chagas

    (21) 3804-9200 r. 274, 416,337

  • CNC divulga hoje resultados nacionais da PEIC e ICF referentes a abril

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo divulgará hoje, 20 de abril, os resultados das pesquisas nacionais de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional) e de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), referentes a abril. O economista-chefe da entidade, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, dará entrevista coletiva na sede da entidade, às 11h30, no Rio de Janeiro.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo divulgará hoje, 20 de abril, os resultados das pesquisas nacionais de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional) e de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), referentes a abril. O economista-chefe da entidade, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, dará entrevista coletiva na sede da entidade, às 11h30, no Rio de Janeiro.

    ICF – A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir a avaliação dos consumidores sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, o que o torna uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    PEIC – Já a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) orientará os empresários que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permitirá o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.