Blog

  • CNC divulga resultados das pesquisas nacionais de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)

     


    CNC divulga resultados das pesquisas nacionais de


     


    CNC divulga resultados das pesquisas nacionais de


    Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e


    Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)


     


     


    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizará na próxima quarta-feira, 24 de fevereiro, na sede da entidade, às 11 horas, entrevista coletiva para a divulgação dos resultados das Pesquisas Nacionais CNC de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC). Os dados, referentes ao mês de fevereiro, serão apresentados pelo economista-chefe da CNC e ex-diretor do Banco Central Carlos Thadeu de Freitas Gomes. As pesquisas, lançadas em janeiro de 2010/, foram criadas com o objetivo de antecipar o potencial das vendas do comércio.


     


    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.


     


    Já a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) orientará os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permitirá o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.


     


    Lançamento das Pesquisas Nacionais


    Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e


    Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)


     


    Data: 24/02/2010/


    Horário: 11 horas


    Local: CNC (Avenida General Justo, 307, 4º andar, Centro, Rio de Janeiro

  • CNC lança pesquisas nacionais de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizará na próxima segunda-feira, 18 de janeiro, na sede da entidade, às 14 horas, a entrevista coletiva de lançamento das Pesquisas Nacionais CNC de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizará na próxima segunda-feira, 18 de janeiro, na sede da entidade, às 14 horas, a entrevista coletiva de lançamento das Pesquisas Nacionais CNC de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC). A apresentação dos primeiros resultados dos novos indicadores, criados com o objetivo de antecipar o potencial das vendas do comércio, será feita pelo economista-chefe da CNC e ex-diretor do Banco Central Carlos Thadeu de Freitas Gomes.


     


    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.


     


    Já a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) orientará os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permitirá o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.


     


     


    Lançamento das Pesquisas Nacionais


    Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e


    Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)


     


    Data: 18/01/2010/


    Horário: 14 horas


    Local: CNC (Avenida General Justo, 307, 4º andar, Centro, Rio de Janeiro)


  • CNC projeta crescimento para negócios e mão de obra no comércio em 2010/

    Com base nos números divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta um cenário ainda mais positivo para a economia brasileira em 2010/, em relação ao desempenho do setor e à contratação de mão de obra.


    A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE – que apontaram uma alta de 8,4% nas vendas do varejo brasileiro em outubro, em relação ao mesmo mês de 2008 – levaram a CNC a revisar a sua projeção de crescimento para o varejo em 2009, de 5,1% para 5,3%.

    Com base nos números divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta um cenário ainda mais positivo para a economia brasileira em 2010/, em relação ao desempenho do setor e à contratação de mão de obra.


    A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE – que apontaram uma alta de 8,4% nas vendas do varejo brasileiro em outubro, em relação ao mesmo mês de 2008 – levaram a CNC a revisar a sua projeção de crescimento para o varejo em 2009, de 5,1% para 5,3%. “Os resultados da pesquisa do IBGE foram muito bons, mas o melhor foi o que chamamos de difusão: todos os setores pesquisados registraram altas nas vendas, o que não acontecia desde janeiro de 2008”, afirma Fábio Bentes, economista da CNC. A nova estimativa da entidade considera fatores que ajudaram a economia do País ao longo de 2008, como a valorização do real ante o dólar e as medidas adotadas pelo governo para destravar o crédito e recuperar o nível de atividade econômica, como a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI).


    Outro fator importante para os resultados de outubro, segundo Bentes, foi o efeito preço. “Se observarmos a análise de preço de segmentos como o de livros, jornais, revistas e papelaria, que teve alta 13,3%, o de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que cresceu 12,2%, e o de artigos farmacêuticos, medicamentos, artigos de ortopedia e de perfumaria, com incremento de 11,3%, vamos ver que o preço foi essencial para que estes segmentos puxassem os resultados gerais da pesquisa”, analisa o economista. “Nestes três ramos do varejo, houve deflação em relação a setembro e crescimento abaixo da média do varejo quando comparados a outubro de 2008”, conclui Fábio Bentes.



    Também este mês, o IBGE divulgou o resultado da taxa de desemprego medida nas seis principais regiões metropolitanas do País, e o percentual – 7,4% em novembro, ante 7,5% em outubro – mostra que o número de desempregados na economia brasileira é o menor do ano. Com uma alta de 0,8% na oferta de empregos, ou 32 mil vagas, o comércio puxou o resultado da taxa de desemprego em novembro. “Este ano deverão ser criados 131,7 mil postos de trabalho em todo o comércio para atender à demanda sazonal de final de ano. As principais demandas por trabalhadores temporários deverão se dar nos ramos de tecidos, vestuário e calçados (50,9 mil vagas), hiper e supermercados (24,1 mil) e artigos eletrônicos (18,9 mil). Em relação ao ano passado deveremos observar um aumento de 5,9% no emprego temporário”, avalia Fábio Bentes, da Divisão Econômica da CNC.

  • Cbratur: parlamentares e empresários do turismo preparam o Brasil para a Copa do Mundo de 2014



    A idéia é criar diferenciais para o evento e, assim, promover


    o desenvolvimento da atividade turística no Brasil


     Os ministros do Turismo, Luiz Barretto, e dos Esportes, Orlando Silva, participarão da abertura do XI Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBratur), que será realizada amanhã, 24 de novembro, às 20 horas, na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília (SBN, Q.1, Bl. B, 18º andar). Os presidentes da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, Afonso Hamm, e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Antonio Oliveira Santos, além de deputados e senadores, representantes da União, Estados e Municípios, empresários, trabalhadores e estudantes do setor de turismo, também estarão presentes. O evento prosseguirá no dia 25, no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, e terá como foco a preparação do Brasil para a Copa do Mundo de 2014.


    Com o tema “O Poder Legislativo fazendo parte do time da Copa 2014”, a 11ª edição do Cbratur debaterá os diversos critérios e conceitos que deverão permear a concepção e coordenação do mundial de futebol, como a necessidade de investimentos públicos e privados, proposições legislativas e a criação de uma rede de proteção adequada que minimize os impactos negativos inerentes a um evento de grande porte, de forma a torná-lo turisticamente sustentável. O CBratur é uma realização do Sistema CNC/SESC/SENAC, das comissões de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados e de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado e da Frente Parlamentar de Turismo.


    O Congresso vai contar com a participação do presidente da Chias Marketing, Josef Chias, responsável pelo plano de marketing e turismo da Espanha durante as Olimpíadas de Barcelona. Ele será um dos palestrantes do painel A imagem do Brasil na Copa 2014: Copa Verde?. Outros três painéis comporão o evento: Projetos de lei prioritários para 2010/, Uma rede de proteção necessária e Investimentos Públicos e Privados para a Copa de 2014.

  • CNC prevê crescimento de 5,3% para varejo em 2009



    Os números divulgados hoje (15) pela Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro

    de Geografia e Estatística (IBGE) levaram a Confederação Nacional do Comércio de Bens,

    Serviços e Turismo (CNC) a revisar a sua projeção de crescimento para o varejo em 2009,

    de 5,1% para 5,3%. “Os resultados da pesquisa são muito bons, mas o melhor foi o que chamamos de difusão: todos os setores pesquisados registraram altas nas vendas, o que não acontecia desde janeiro de 2008”, afirma Fábio Bentes, economista da CNC.



    Os números divulgados hoje (15) pela Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro

    de Geografia e Estatística (IBGE) levaram a Confederação Nacional do Comércio de Bens,

    Serviços e Turismo (CNC) a revisar a sua projeção de crescimento para o varejo em 2009,

    de 5,1% para 5,3%. “Os resultados da pesquisa são muito bons, mas o melhor foi o que chamamos de difusão: todos os setores pesquisados registraram altas nas vendas, o que não acontecia desde janeiro de 2008”, afirma Fábio Bentes, economista da CNC. A nova estimativa da entidade considera fatores como a valorização do real ante o dólar e as medidas adotadas pelo governo para destravar o crédito e recuperar o nível de atividade econômica, como a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para diversos produtos – carros, geladeiras, materiais de construção e, mais recentemente, móveis. O economista explica

    que as previsões são baseadas em três variáveis: massa de rendimentos (mercado de

    trabalho), crédito ao consumidor e inflação (preços no varejo).


    As vendas do varejo brasileiro subiram 8,4% em relação ao mesmo mês de 2008. “Foi a

    melhor taxa desde o início da crise financeira para um setor que, desde março deste ano,

    voltou aos níveis pré-crise. Mas existe um fator estatístico, já que em outubro do ano

    passado o comércio já havia sido parcialmente atingido pela crise. Houve um crescimento,

    mas com uma base já afetada”, explica, para contextualizar os números da pesquisa.


    Na comparação com o mês passado, a alta de vendas do setor foi de 1,4% e, no acumulado do ano, o volume de vendas aumentou 5,1%. Em 12 meses, a alta foi de 5%.“Em outubro deste ano houve uma recuperação forte do rendimento real do trabalhador, em comparação a outubro de 2008. O crescimento da massa de recursos, já descontada a inflação, favoreceu o consumo, aumentando o poder de compra das pessoas”, complementa Bentes.


    Outro fator importante para os resultados de outubro, segundo Bentes, é o efeito preço. “O

    que puxou o crescimento nas bases de comparação do IBGE? Se observarmos a análise de preço de segmentos como o de livros, jornais, revistas e papelaria, que teve alta 13,3%,o de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que cresceu 12,2%, e o de artigos farmacêuticos, medicamentos, artigos de ortopedia e de perfumaria, com incremento de 11,3%, vamos ver que o preço foi essencial para que estes segmentos puxassem os resultados gerais da pesquisa”, analisa o economista. “Nestes três ramos do varejo, houve deflação em relação a setembro e crescimento abaixo da média do varejo quando comparados a outubro de 2008”, conclui Fábio Bentes.

  • Presidente da CNC critica aprovação da “PEC do calote”

    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, criticou a aprovação pela Câmara de

    Deputados, em primeiro turno, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 12.

    Conhecida como a “PEC do calote”, a proposta altera a forma de pagamento dos

    precatórios, prejudicando as pessoas físicas e jurídicas que têm créditos reconhecidos pela

    Justiça e com requisições de pagamento expedidas pelos tribunais contra União, estados e

    municípios.


    “Além de violentar os direitos legítimos dos credores, para beneficiar estados e municípios,

    afora a União, que não

    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, criticou a aprovação pela Câmara de

    Deputados, em primeiro turno, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 12.

    Conhecida como a “PEC do calote”, a proposta altera a forma de pagamento dos

    precatórios, prejudicando as pessoas físicas e jurídicas que têm créditos reconhecidos pela

    Justiça e com requisições de pagamento expedidas pelos tribunais contra União, estados e

    municípios.


    “Além de violentar os direitos legítimos dos credores, para beneficiar estados e municípios,

    afora a União, que não souberam administrar as suas finanças e acumularam dívidas

    vultosas, a PEC do terceiro calote é inconstitucional”, ressalta o presidente da CNC, assinalando aviolação de garantias fundamentais estabelecidas pela Constituição.


    Entre essas violações está a do princípio da igualdade, já que aos devedores da Fazenda não tiveram semelhantes favores, a violação da “coisa julgada” e a agressão à garantia de razoável

    duração do processo, com a protelação da obrigação de pagar determinada pela Justiça, submetendo os credores a uma verdadeira tortura e tratamento degradante. “É de se esperar que os deputados federais – ou, pelo menos mais de dois quintos deles – no segundo turno de votação, neguem aprovação a essa emenda imoral e inconstitucional e assim obriguem a União, os estados e os municípios a respeitarem suas obrigações e a gerirem, com eficiência, as suas finanças, segundo as sadias regras da Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirma Oliveira Santos.


    Uma solução para os precatórios acumulados, lembra o presidente da CNC, poderia ser a

    utilização dos débitos fiscais dos próprios credores, por intermédio de uma câmara de compensação, conforme sugestão do então presidente do STF, Nelson Jobim. No entanto, se a PEC vier a ser aprovada e promulgada, observa Antonio Oliveira Santos, caberá ao Ministério Público zelar pelo efetivo respeito aos direitos assegurados pela Constituição, propondo uma ação direta de inconstitucionalidade ou outra que considerar apropriada. “Nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, certamente suspenderá os efeitos dessa emenda truculenta para restabelecer a ordem jurídica e dar efetividade às garantias fundamentais asseguradas pela Constituição”.

  • Pedro Janot, presidente da Azul, fala sobre atendimento ao cliente em seminário na CNC

    O presidente da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Pedro Janot, falou sobre a estratégia da empresa para o atendimento a seus clientes no IV Fórum Planet Work/Cesgranrio de Turismo.


    O evento foi realizado em 16 de outubro no auditório da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro. Janot destacou que a empresa aposta em um atendimento que se diferencia pelo valor agregado e pelo preço baixo, fatores que são percebidos pelo cliente.

    O presidente da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Pedro Janot, falou sobre a estratégia da empresa para o atendimento a seus clientes no IV Fórum Planet Work/Cesgranrio de Turismo.


    O evento foi realizado em 16 de outubro no auditório da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro. Janot destacou que a empresa aposta em um atendimento que se diferencia pelo valor agregado e pelo preço baixo, fatores que são percebidos pelo cliente. Segundo o executivo, as maiores empresas do setor atuam com malhas virtualmente iguais, tendo como foco grandes hubs – aeroportos que são os principais centros de operações de voos – em São Paulo (Congonhas), Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão) e Brasília (Juscelino Kubitschek). “Dessa maneira fica difícil levar alguém do Rio de Janeiro para Manaus, por exemplo. E isso afasta o turista, sem falar do preço cobrado”, explicou.


    Os voos partindo do aeroporto de Viracopos, em Campinas, são um dos grandes diferenciais competitivos da empresa, que opera múltiplos voos sem escala entre osprincipais destinos do País. “Ao final do ano esperamos contar com 14 aeronaves, operações em cinco cidades e mais de 2 milhões de clientes atendidos. Para 2010/, nossa frota deve chegar a 26 aeronaves, atendendo 20 cidades e 3,5 milhões de clientes”, disse Janot a uma plateia formada por estudantes e profissionais de turismo.


    Vocação turística inexplorada

    A vocação turística da região que cerca o aeroporto de Viracopos foi outro ponto destacado por Pedro Janot durante sua participação no evento. “Na região do interior de São Paulo, como em Vinhedos, Valinhos, Jundiaí e Sorocaba, existem riquezas não descobertas que a Azul está viabilizando com sua frota”, disse. “São 6,5 milhões de pessoas em um raio de 100 km na região de Campinas, com uma das rendas per capita mais altas do Brasil.”


    Inovação

    Como medidas inovadoras de incentivo ao passageiro, a Azul disponibiliza, segundo Janot, o Ônibus Azul, com oito linhas diferentes, que transportam aproximadamente 1.500 passageiros por dia para localidades próximas ao aeroporto de Viracopos, como Jundiaí e Piracicaba. “Com isso estimulamos o cliente”, disse Pedro Janot. Além disso, a empresatrabalha com aeronaves produzidas pela Embraer, com mais espaço entre as poltronas e assentos pré-marcados. De acordo com o presidente da Azul, uma aeronave comprada pela empresa gera 100 empregos diretos e cerca de 300 indiretos, vendas de R$ 60 milhões por ano, R$ 13 milhões em pagamentos de impostos e receitas anuais de R$ 20 milhões para entidades como Petrobras, Infraero e BNDES – com o pagamento de combustível, empréstimos e tarifas aeroportuárias, respectivamente.

  • Parcerias entre governo e sociedade geram motivação política para desenvolver turismo

    Silvio Magalhães Barros II, especialista em turismo e prefeito de Maringá-PR, participou de reunião do Conselho de Turismo da CNC expondo cases de sucesso do município. Para que os prefeitos dos municípios brasileiros possam adotar ações que priorizem setores como o de Turismo, é necessária a participação da sociedade para legitimar as decisões.

    Silvio Magalhães Barros II, especialista em turismo e prefeito de Maringá-PR, participou de reunião do Conselho de Turismo da CNC expondo cases de sucesso do município. Para que os prefeitos dos municípios brasileiros possam adotar ações que priorizem setores como o de Turismo, é necessária a participação da sociedade para legitimar as decisões.


    A opinião é de Silvio Magalhães Barros II, prefeito do município paranaense de Maringá, e foi exposta durante reunião do Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada em 14 de outubro, no endereço da entidade no Rio de Janeiro. A reunião deu seguimento aos debates em torno do atual macrotema de análise do CTur, O Turismo e a Economia do Brasil.


    Na análise do prefeito de Maringá, é mais difícil a população participar de forma efetiva, construtiva e legítima do processo de gestão dos recursos públicos do que os políticos abrirem mão de seu poder de tomar decisões sobre como e onde aplicar os recursos. “É preciso desmistificar a percepção de que a parceria com políticos é ruim, porque ela é necessária. A vontade política é a maior e mais poderosa ferramenta para promover mudanças”, disse Magalhães Barros II.


    Um exemplo de parceria entre sociedade e poder público citado foi o ginásio do Parque do Japão de Maringá, localizado em um terreno de 100 mil metros quadrados, doado à Prefeitura. O local conta com um jardim oriental, centro cultural e espaço esportivo. “O doador do terreno também ganhou com a parceria, já que outras áreas do mesmo proprietário no entorno do Parque se valorizaram imobiliariamente”, ressaltou o prefeito. Ou  exemplo citado foi a SER Maringá – Sociedade Eticamente Responsável, uma organização sem fins econômicos que tem o objetivo de promover a discussão e propor ações acerca desses problemas sociais. “Se queremos criar vontade, motivação política, ela deve estar dos dois lados da mesa, com poder púbico e sociedade”, disse.


    Experiência no segmento

    Silvio Magalhães Barros II trabalhou na atividade turística por 25 anos, tendo sido secretário de Turismo nos Estados do Amazonas e também do Paraná. Foi secretário nacional adjunto de Turismo em Brasília no Ministério da Indústria, Comércio e Turismo em1993/1994. Durante cinco anos foi membro do Conselho Diretor da Sociedade Mundial de Ecoturismo. Como consultor foi responsável pela implantação dos Convention e Visitors Bureaux de alguns dos principais destinos turísticos do Brasil: Foz do Iguaçu, Curitiba, Recife, Manaus e Florianópolis. Foi diretor para a América Latina do WTTC – Conselho Mundial de Viagens e Turismo entre 1999 e 2003. É palestrante e conferencista em eventos de Turismo e Meio Ambiente em diversas partes do Brasil e também no exterior.

  • CTur recebe prefeito de Maringá-PR, Silvio Magalhães Barros II

    Aviso de pauta




    Conselho de Turismo da CNC recebe prefeito de Maringá-PR, Silvio Magalhães Barros II


    O Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebe em 14 de outubro, às 17h30, na sede da Confederação, no Rio de Janeiro, o prefeito do município paranaense de Maringá, que vai falar sobre “A Contribuição do Microempreendedorismo na Economia do Turismo” e “O Desafio da Sustentabilidade no Turismo”.

    Aviso de pauta




    Conselho de Turismo da CNC recebe prefeito de Maringá-PR, Silvio Magalhães Barros II


    O Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebe em 14 de outubro, às 17h30, na sede da Confederação, no Rio de Janeiro, o prefeito do município paranaense de Maringá, que vai falar sobre “A Contribuição do Microempreendedorismo na Economia do Turismo” e “O Desafio da Sustentabilidade no Turismo”. A reunião dá seguimento aos debates em torno do atual macrotema de análise do CTur, “O Turismo e a Economia do Brasil”.




    Reunião do Conselho de Turismo da CNC

    Quando: 14 de outubro, às 17h30

    Onde: 4º andar da CNC, na Av. General Justo, nº 307, Centro/RJ.

  • Conselho de Turismo vai debater os diferentes efeitos do Turismo na Economia

    Turismo na Economia




    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vai abordar amanhã, 30 de setembro, às 17h30, no Rio de Janeiro, os diferentes efeitos do setor na economia. Serão tratados os seguintes temas: O Turismo como Fator de Exportação, Os Impactos da Economia Turística na População Anfitriã, A Importância do Turismo Receptivo na Economia do País e Competitividade X Impacto na Economia.

    Turismo na Economia




    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vai abordar amanhã, 30 de setembro, às 17h30, no Rio de Janeiro, os diferentes efeitos do setor na economia. Serão tratados os seguintes temas: O Turismo como Fator de Exportação, Os Impactos da Economia Turística na População Anfitriã, A Importância do Turismo Receptivo na Economia do País e Competitividade X Impacto na Economia.


    As palestras serão realizadas, respectivamente, pelos conselheiros Alexandre Sampaio de Abreu – Presidente do Sindicato de Hotéis Restaurantes, Bares e Similares do Estado do Rio de Janeiro; Bayard do Couto Boiteux – Coordenador Geral dos Cursos de Turismo e Hotelaria da UniverCidade; Gérard Jean Bourgeaiseau – Diretor de Relações Institucionais- Windsor Hotéis; e Luiz Gustavo Barbosa – Coordenador do Núcleo de Turismo da FGV.




    Reunião do Conselho de Turismo da CNC

    Quando: 30 de setembro, às 17h30

    Onde: 4º andar da CNC, na Av. General Justo, nº 307, Centro/RJ.