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  • Aviação executiva é tema de reunião do Conselho de Turismo da CNC


    Aviação executiva é tema de reunião do Conselho de Turismo da CNC


     


    O Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços

    e Turismo (CNC) realizou em 24 de junho, no Rio de Janeiro, reunião com Eduardo Vaz,

    presidente da Líder Táxi Aéreo, que abordou “o futuro da aviação comercial brasileira”.

    De acordo com o empresário, a aviação executiva tem papel fundamental de integração e

    complementação dos serviços prestados pela aviação comercial, e um dos desafios do

    segment


    Aviação executiva é tema de reunião do Conselho de Turismo da CNC


     


    O Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços

    e Turismo (CNC) realizou em 24 de junho, no Rio de Janeiro, reunião com Eduardo Vaz,

    presidente da Líder Táxi Aéreo, que abordou “o futuro da aviação comercial brasileira”.

    De acordo com o empresário, a aviação executiva tem papel fundamental de integração e

    complementação dos serviços prestados pela aviação comercial, e um dos desafios do

    segmento é trabalhar com a atual infraestrutura aeroportuária. “Os principais aeroportos já

    estão saturados e não há espaço para a aviação executiva. Deveria haver uma adequação

    comercial e jurídica para definir esses casos”, afirmou.

    A frota brasileira de aviação executiva conta, atualmente, com 10,5 mil aeronaves. É a

    segunda maior do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Em 2008 as

    empresas brasileiras adquiriram 200 aeronaves de porte executivo no Brasil, contra 180 em

    todo o ano de 2007. “Agora, o crescimento não deve ser tão expressivo por conta da

    escassez de linhas de financiamento para a compra de aeronaves”, disse Eduardo Vaz.

    Segundo ele, o desenvolvimento da aviação executiva depende de decisões do governo,

    como a revisão da alíquota do ICMS para o querosene de aviação e para a importação de

    peças, além de ações coordenadas entre a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a

    Polícia Federal e a Receita Federal para coibir o contrabando de peças.

    O presidente da Líder finalizou sua apresentação alertando para a preocupação das

    empresas regulares de aviação em ocupar os vôos de suas aeronaves, gerando preços

    diferenciados, medida que, a longo prazo, pode ser uma armadilha. “É uma questão que

    precisa ser aprofundada. Não pode haver um excesso de oferta desequilibrado e

    insustentável, que possa levar uma empresa a quebrar. O país precisa ter a visão do

    governo alinhada com a visão da iniciativa privada”, alertou Eduardo Vaz.

  • CNC é contrária à redução da jornada de trabalho


    CNC é contrária à redução da jornada de trabalho




    Entidade lança cartilha sobre os perigos da aprovação da PEC 231/95 e afirma que a

    posição contrária à redução da jornada não se limita a proteger as empresas, mas,

    também, os empregos e a renda da população




    A redução da jornada de trabalho trará desemprego, informalidade e inflação.


    CNC é contrária à redução da jornada de trabalho




    Entidade lança cartilha sobre os perigos da aprovação da PEC 231/95 e afirma que a

    posição contrária à redução da jornada não se limita a proteger as empresas, mas,

    também, os empregos e a renda da população




    A redução da jornada de trabalho trará desemprego, informalidade e inflação. A afirmação

    é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e foi feita na

    véspera da realização, pela Câmara dos Deputados, da Comissão Geral sobre a Proposta

    de Emenda Constitucional nº 231/95, que pretende reduzir de 44 para 40 horas semanais a

    jornada de trabalho no País e aumentar de 50% para 75% o valor da hora extra.

    A entidade também editou a cartilha “A Jornada de Trabalho e a PEC do Desemprego”,

    que será distribuída a parlamentares e entidades de classe, na qual apresenta dados

    comprovando que a medida, se adotada sem o correspondente ajuste nos salários,

    ampliará o desemprego e a informalidade, e, ainda, provocará reflexos na inflação. O setor

    do Comércio de Bens, Serviços e Turismo é hoje o maior empregador nacional e, conforme

    dados do IBGE, formado essencialmente por microempresas e empresas de pequeno porte

    – justamente as que serão mais afetadas.

    Pesquisas que mostram que a criação de novos postos de trabalho está atrelada não à

    redução das horas trabalhadas, mas a medidas de incentivo à produtividade, crescimento

    econômico, investimentos na produção e a uma educação de qualidade. De acordo com os

    estudos, a proposta em andamento no Congresso pode ter um impacto bastante diferente

    do que vem sendo divulgado pelo governo e pelas centrais sindicais. A elevação dos

    custos para as empresas abrirá portas para a informalidade e para a queda da

    produtividade, podendo gerar a diminuição do consumo, a substituição de mão de obra

    pela automação da produção ou, chegando às últimas consequências, a demissões ou ao

    fechamento dos negócios por perda de competitividade.

    “A produção está diretamente relacionada à quantidade de horas trabalhadas, e, neste

    momento, em que o Brasil está em pleno processo de recuperação de uma crise

    econômica, reduzir a jornada encarecerá nossos produtos e diminuirá nossa

    competitividade”, afirmou o presidente da Confederação, Antonio Oliveira Santos, utilizando

    como exemplo o empobrecimento da França em relação a outros países europeus, como a

    Alemanha, em função de uma carga horária de trabalho menor de seus trabalhadores.

    Em 1982, a França reduziu sua jornada de trabalho de 44h para 39h semanais com a

    intenção de elevar o número de postos de trabalho. No entanto o desemprego deu um

    salto, passando de 4% para mais de 10%, em 18 anos de medida. Atualmente, a França

    não só teve que voltar atrás à legislação adotada como também flexibilizar a jornada para

    baratear os custos de produção e, em julho deste ano, adotou a abertura do comércio aos

    domingos, para fomentar o consumo e o turismo no país. Outras experiências

    internacionais mostram que a redução das horas trabalhadas não gerou o aumento da produtividade esperado, e tampouco diminuiu o desemprego. Na Espanha, por exemplo,

    que reduziu de 44h para 40h semanais a jornada de trabalho em 1983, o desemprego

    passou de 8,2%, naquele ano, para uma média de 17,62% em 2007.

    Os dados que reforçam a tese de que mais horas trabalhadas geram menor taxa de

    desemprego colocam o Brasil atrás de países como Coreia do Sul e México. O brasileiro já

    é o que menos trabalha entre países em desenvolvimento e, comparativamente ao

    calendário coreano, trabalha 3,16 meses a menos do que os empregados no país asiático.

    Em compensação, o IDH da Coreia do Sul, em 2007, ocupou a 25ª posição dos países com

    melhor qualidade de vida, com índice de 0,92, enquanto o Brasil, na 69ª classificação,

    registrou 0,8. O México, por sua vez, trabalha cerca de um mês e meio a mais do que o

    Brasil e, em termos de desenvolvimento humano, está na 53ª posição, com IDH de 0,84.

    Sustentando que o gerador de maior crescimento da economia e qualidade de vida é a

    ocupação da sociedade, está a renda per capita desses países, que, em 2007, chegou a

    U$S 19,8 mil/ano na Coreia do Sul; U$S 8,4 mil/ano, no México; e apenas U$S 6,8 mil/ano,

    no Brasil.

  • Decisão do Copom: pausa estratégica

                          Decisão do Copom: pausa estratégica




    Para os economistas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços eTurismo

    (CNC), ao interromper o ciclo de redução da taxa básica de juros da economia brasileira

    com a manutenção da taxa Selic em 8,75% ao ano, o Copom agiu de forma estratégica,

    mas não estão descartados novos cortes




    A decisã

                          Decisão do Copom: pausa estratégica




    Para os economistas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços eTurismo

    (CNC), ao interromper o ciclo de redução da taxa básica de juros da economia brasileira

    com a manutenção da taxa Selic em 8,75% ao ano, o Copom agiu de forma estratégica,

    mas não estão descartados novos cortes




    A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa

    Selic em 8,75% ao ano, interrompendo um ciclo de cortes de juros, é uma parada

    estratégica, na opinião dos economistas da Confederação Nacional do Comércio de Bens,

    Serviços e Turismo (CNC).

    De acordo com a nota divulgada pelo Copom, a manutenção da taxa básica de juros foi

    decidida como sendo a mais adequada ao atual cenário econômico. “Levando em conta,

    por um lado, a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro, e por outro,

    a margem de ociosidade dos fatores produtivos, entre outros fatores, o Comitê avalia que

    esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno,

    contribuindo para assegurar a manutenção da inflação na trajetória de metas ao longo do

    horizonte relevante e para a recuperação não inflacionária da atividade econômica”.

    Para Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão Econômica da CNC, o BC confirmou as

    expectativas. “Mas não está totalmente fora de hipótese alguma queda, se esse cenário

    continuar com a capacidade ociosa que se percebe”, ressalta. Pela primeira vez na história

    do Copom o País convive com taxas de juros básicas de um dígito.

    “Os efeitos da política monetária expansionista ao longo de todo primeiro semestre do ano,

    em virtude de sua defasagem de 6 a 8 meses sobre a atividade econômica, só serão

    sentidos no segundo semestre deste ano”, afirma Marianne Lorena Hanson, da Divisão

    Econômica da Confederação. Contudo, segundo Marianne, diversos fatores motivam um

    viés de taxa de juros ainda menor esse ano, como a inexistência de pressões inflacionárias

    no horizonte, com inflação em trajetória de queda e expectativas abaixo da meta; o ritmo de

    recuperação econômica lento, sobretudo nos setores ligados a investimentos, que se

    traduz em perspectivas de manutenção da capacidade ociosa da economia em patamares

    elevados; o desaquecimento das concessões de novos créditos, tanto para os

    consumidores como para as empresas; as expectativas de estabilização da dívida pública

    com a queda significativa dos juros nominais, apesar da deterioração das contas públicas;

    o câmbio em trajetória benigna para a inflação, e a recuperação lenta e volátil da economia

    mundial.

  • Conselho de Turismo vai debater os diferentes efeitos do Turismo na Economia


    Conselho de Turismo vai debater os diferentes efeitos do


    Turismo na Economia


    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vai abordar amanhã, 30 de setembro, às 17h30, no Rio de Janeiro, os diferentes efeitos do setor na economia.


    Conselho de Turismo vai debater os diferentes efeitos do


    Turismo na Economia


    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vai abordar amanhã, 30 de setembro, às 17h30, no Rio de Janeiro, os diferentes efeitos do setor na economia. Serão tratados os seguintes temas: O Turismo como Fator de Exportação, Os Impactos da Economia Turística na População Anfitriã, A Importância do Turismo Receptivo na Economia do País e Competitividade X Impacto na Economia. As palestras serão realizadas, respectivamente, pelos conselheiros Alexandre Sampaio de Abreu – Presidente do Sindicato de Hotéis Restaurantes, Bares e Similares do Estado do Rio de Janeiro; Bayard do Couto Boiteux – Coordenador Geral dos Cursos de Turismo e Hotelaria da UniverCidade; Gérard Jean Bourgeaiseau – Diretor de Relações Institucionais-Windsor Hotéis; e Luiz Gustavo Barbosa – Coordenador do Núcleo de Turismo da FGV.


    Reunião do Conselho de Turismo da CNC


    Quando: 30 de setembro, às 17h30


    Onde: 4º andar da CNC, na Av. General Justo, nº 307, Centro/RJ.

  • CTur recebe prefeito de Maringá-PR, Silvio Magalhães Barros II


    O Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebe em 14 de outubro, às 17h30, na sede da Confederação, no Rio de Janeiro, o prefeito do município paranaense de Maringá, que vai falar sobre “A Contribuição do Microempreendedorismo na Economia do Turismo” e “O Desafio da Sustentabilidade no Turismo”.


    O Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebe em 14 de outubro, às 17h30, na sede da Confederação, no Rio de Janeiro, o prefeito do município paranaense de Maringá, que vai falar sobre “A Contribuição do Microempreendedorismo na Economia do Turismo” e “O Desafio da Sustentabilidade no Turismo”. A reunião dá seguimento aos debates em torno do atual macrotema de análise do CTur, “O Turismo e a Economia do Brasil”.


    Reunião do Conselho de Turismo da CNC


    Quando: 14 de outubro, às 17h30


    Onde: 4º andar da CNC, na Av. General Justo, nº 307, Centro/RJ.

  • Parcerias entre governo e sociedade geram motivação política para desenvolver turismo


    Parcerias entre governo e sociedade geram motivação política para desenvolver turismo


    Silvio Magalhães Barros II, especialista em turismo e prefeito de Maringá-PR, participou de reunião do Conselho de Turismo da CNC expondo cases de sucesso do município


    Para que os prefeitos dos municípios brasileiros possam adotar ações que priorizem setores como o de Turismo, é necessária a participação da sociedade para legitimar as decisões.


    Parcerias entre governo e sociedade geram motivação política para desenvolver turismo


    Silvio Magalhães Barros II, especialista em turismo e prefeito de Maringá-PR, participou de reunião do Conselho de Turismo da CNC expondo cases de sucesso do município


    Para que os prefeitos dos municípios brasileiros possam adotar ações que priorizem setores como o de Turismo, é necessária a participação da sociedade para legitimar as decisões. A opinião é de Silvio Magalhães Barros II, prefeito do município paranaense de Maringá, e foi exposta durante reunião do Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada em 14 de outubro, no endereço da entidade no Rio de Janeiro. A reunião deu seguimento aos debates em torno do atual macrotema de análise do CTur, O Turismo e a Economia do Brasil.


    Na análise do prefeito de Maringá, é mais difícil a população participar de forma efetiva, construtiva e legítima do processo de gestão dos recursos públicos do que os políticos abrirem mão de seu poder de tomar decisões sobre como e onde aplicar os recursos. “É preciso desmistificar a percepção de que a parceria com políticos é ruim, porque ela é necessária. A vontade política é a maior e mais poderosa ferramenta para promover mudanças”, disse Magalhães Barros II.


    Um exemplo de parceria entre sociedade e poder público citado foi o ginásio do Parque do Japão de Maringá, localizado em um terreno de 100 mil metros quadrados, doado à Prefeitura. O local conta com um jardim oriental, centro cultural e espaço esportivo. “O doador do terreno também ganhou com a parceria, já que outras áreas do mesmo proprietário no entorno do Parque se valorizaram imobiliariamente”, ressaltou o prefeito. Ou exemplo citado foi a SER Maringá – Sociedade Eticamente Responsável, uma organização sem fins econômicos que tem o objetivo de promover a discussão e propor ações acerca desses problemas sociais. “Se queremos criar vontade, motivação política, ela deve estar dos dois lados da mesa, com poder púbico e sociedade”, disse.


    Experiência no segmento


    Silvio Magalhães Barros II trabalhou na atividade turística por 25 anos, tendo sido secretário de Turismo nos Estados do Amazonas e também do Paraná. Foi secretário nacional adjunto de Turismo em Brasília no Ministério da Indústria, Comércio e Turismo em 1993/1994. Durante cinco anos foi membro do Conselho Diretor da Sociedade Mundial de Ecoturismo. Como consultor foi responsável pela implantação dos Convention e Visitors Bureaux de alguns dos principais destinos turísticos do Brasil: Foz do Iguaçu, Curitiba, Recife, Manaus e Florianópolis. Foi diretor para a América Latina do WTTC – Conselho Mundial de Viagens e Turismo entre 1999 e 2003. É palestrante e conferencista em eventos de Turismo e Meio Ambiente em diversas partes do Brasil e também no exterior.

  • Pedro Janot, presidente da Azul, fala sobre atendimento ao cliente em seminário na CNC


    Pedro Janot, presidente da Azul, fala sobre atendimento ao cliente em seminário na CNC


     


    O presidente da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Pedro Janot, falou sobre a estratégia da empresa para o atendimento a seus clientes no IV Fórum Planet Work/Cesgranrio de Turismo.


    Pedro Janot, presidente da Azul, fala sobre atendimento ao cliente em seminário na CNC


     


    O presidente da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Pedro Janot, falou sobre a estratégia da empresa para o atendimento a seus clientes no IV Fórum Planet Work/Cesgranrio de Turismo. O evento foi realizado em 16 de outubro no auditório da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro.


    Janot destacou que a empresa aposta em um atendimento que se diferencia pelo valor agregado e pelo preço baixo, fatores que são percebidos pelo cliente. Segundo o executivo, as maiores empresas do setor atuam com malhas virtualmente iguais, tendo como foco grandes hubs – aeroportos que são os principais centros de operações de voos – em São Paulo (Congonhas), Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão) e Brasília (Juscelino Kubitschek). “Dessa maneira fica difícil levar alguém do Rio de Janeiro para Manaus, por exemplo. E isso afasta o turista, sem falar do preço cobrado”, explicou.


    Os voos partindo do aeroporto de Viracopos, em Campinas, são um dos grandes diferenciais competitivos da empresa, que opera múltiplos voos sem escala entre os principais destinos do País. “Ao final do ano esperamos contar com 14 aeronaves, operações em cinco cidades e mais de 2 milhões de clientes atendidos. Para 2010/, nossa frota deve chegar a 26 aeronaves, atendendo 20 cidades e 3,5 milhões de clientes”, disse Janot a uma plateia formada por estudantes e profissionais de turismo.


    Vocação turística inexplorada


    A vocação turística da região que cerca o aeroporto de Viracopos foi outro ponto destacado por Pedro Janot durante sua participação no evento. “Na região do interior de São Paulo, como em Vinhedos, Valinhos, Jundiaí e Sorocaba, existem riquezas não descobertas que a Azul está viabilizando com sua frota”, disse. “São 6,5 milhões de pessoas em um raio de 100 km na região de Campinas, com uma das rendas per capita mais altas do Brasil.”


    Inovação


    Como medidas inovadoras de incentivo ao passageiro, a Azul disponibiliza, segundo Janot, o Ônibus Azul, com oito linhas diferentes, que transportam aproximadamente 1.500 passageiros por dia para localidades próximas ao aeroporto de Viracopos, como Jundiaí e Piracicaba. “Com isso estimulamos o cliente”, disse Pedro Janot. Além disso, a empresa trabalha com aeronaves produzidas pela Embraer, com mais espaço entre as poltronas e assentos pré-marcados. De acordo com o presidente da Azul, uma aeronave comprada pela empresa gera 100 empregos diretos e cerca de 300 indiretos, vendas de R$ 60 milhões por ano, R$ 13 milhões em pagamentos de impostos e receitas anuais de R$ 20 milhões para entidades como Petrobras, Infraero e BNDES – com o pagamento de combustível, empréstimos e tarifas aeroportuárias, respectivamente.

  • Presidente da CNC critica aprovação da “PEC do calote”


    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, criticou a aprovação pela Câmara de Deputados, em primeiro turno, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 12.


    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, criticou a aprovação pela Câmara de Deputados, em primeiro turno, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 12. Conhecida como a “PEC do calote”, a proposta altera a forma de pagamento dos precatórios, prejudicando as pessoas físicas e jurídicas que têm créditos reconhecidos pela Justiça e com requisições de pagamento expedidas pelos tribunais contra União, estados e municípios.


    “Além de violentar os direitos legítimos dos credores, para beneficiar estados e municípios, afora a União, que não souberam administrar as suas finanças e acumularam dívidas vultosas, a PEC do terceiro calote é inconstitucional”, ressalta o presidente da CNC em artigo disponível no Portal do Comércio(www.portaldocomercio.org.br), assinalando a violação de garantias fundamentais estabelecidas pela Constituição. Entre essas violações está a do princípio da igualdade, já que aos devedores da Fazenda não tiveram semelhantes favores, a violação da “coisa julgada” e a agressão à garantia de razoável duração do processo, com a protelação da obrigação de pagar determinada pela Justiça, submetendo os credores a uma verdadeira tortura e tratamento degradante.


    “É de se esperar que os deputados federais – ou, pelo menos mais de dois quintos deles – no segundo turno de votação, neguem aprovação a essa emenda imoral e inconstitucional e assim obriguem a União, os estados e os municípios a respeitarem suas obrigações e a gerirem, com eficiência, as suas finanças, segundo as sadias regras da Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirma Oliveira Santos.


    Uma solução para os precatórios acumulados, lembra o presidente da CNC, poderia ser a utilização dos débitos fiscais dos próprios credores, por intermédio de uma câmara de compensação, conforme sugestão do então presidente do STF, Nelson Jobim. No entanto, se a PEC vier a ser aprovada e promulgada, observa Antonio Oliveira Santos, caberá ao Ministério Público zelar pelo efetivo respeito aos direitos assegurados pela Constituição, propondo uma ação direta de inconstitucionalidade ou outra que considerar apropriada.


    “Nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, certamente suspenderá os efeitos dessa emenda truculenta para restabelecer a ordem jurídica e dar efetividade às garantias fundamentais asseguradas pela Constituição”.

  • CNC prevê crescimento de 5,3% para varejo em 2009


    Os números divulgados hoje (15) pela Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) levaram a Confederação Nacional do Comércio de Bens,Serviços e Turismo (CNC) a revisar a sua projeção de crescimento para o varejo em 2009, de 5,1% para 5,3%.


    “Os resultados da pesquisa são muito bons, mas o melhor foi o que chamamos de difusão: todos os setores pesquisados registraram altas nas vendas, o que não acontecia desde janeiro de 2008”, afirma Fábio Bentes, economista da CNC.


    Os números divulgados hoje (15) pela Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) levaram a Confederação Nacional do Comércio de Bens,Serviços e Turismo (CNC) a revisar a sua projeção de crescimento para o varejo em 2009, de 5,1% para 5,3%.


    “Os resultados da pesquisa são muito bons, mas o melhor foi o que chamamos de difusão: todos os setores pesquisados registraram altas nas vendas, o que não acontecia desde janeiro de 2008”, afirma Fábio Bentes, economista da CNC. A nova estimativa da entidade considera fatores como a valorização do real ante o dólar e as medidas adotadas pelo governo para destravar o crédito e recuperar o nível de atividade econômica, como a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para diversos produtos – carros, geladeiras, materiais de construção e, mais recentemente, móveis. O economista explica que as previsões são baseadas em três variáveis: massa de rendimentos (mercado de trabalho), crédito ao consumidor e inflação (preços no varejo).


    As vendas do varejo brasileiro subiram 8,4% em relação ao mesmo mês de 2008. “Foi a melhor taxa desde o início da crise financeira para um setor que, desde março deste ano, voltou aos níveis pré-crise. Mas existe um fator estatístico, já que em outubro do ano passado o comércio já havia sido parcialmente atingido pela crise. Houve um crescimento, mas com uma base já afetada”, explica, para contextualizar os números da pesquisa.


    Na comparação com o mês passado, a alta de vendas do setor foi de 1,4% e, no acumulado do ano, o volume de vendas aumentou 5,1%. Em 12 meses, a alta foi de 5%. “Em outubro deste ano houve uma recuperação forte do rendimento real do trabalhador, em comparação a outubro de 2008. O crescimento da massa de recursos, já descontada a inflação, favoreceu o consumo, aumentando o poder de compra das pessoas”, complementa Bentes.


    Outro fator importante para os resultados de outubro, segundo Bentes, é o efeito preço. “O que puxou o crescimento nas bases de comparação do IBGE? Se observarmos a análise de preço de segmentos como o de livros, jornais, revistas e papelaria, que teve alta 13,3%, o de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que cresceu 12,2%, e o de artigos farmacêuticos, medicamentos, artigos de ortopedia e de perfumaria, com incremento de 11,3%, vamos ver que o preço foi essencial para que estes segmentos puxassem os resultados gerais da pesquisa”, analisa o economista. “Nestes três ramos do varejo, houve deflação em relação a setembro e crescimento abaixo da média do varejo quando comparados a outubro de 2008”, conclui Fábio Bentes.

  • CNC projeta crescimento para negócios e mão de obra no comércio em 2010/


    CNC projeta crescimento para negócios e mão de obra no comércio em


    2010/


    Com base nos números divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta um cenário ainda mais positivo para a economia brasileira em 2010/, em relação ao desempenho do setor e à contratação de mão de obra.


    A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE – que apon


    CNC projeta crescimento para negócios e mão de obra no comércio em


    2010/


    Com base nos números divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta um cenário ainda mais positivo para a economia brasileira em 2010/, em relação ao desempenho do setor e à contratação de mão de obra.


    A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE – que apontaram uma alta de 8,4% nas vendas do varejo brasileiro em outubro, em relação ao mesmo mês de 2008 – levaram a CNC a revisar a sua projeção de crescimento para o varejo em 2009, de 5,1% para 5,3%.


    “Os resultados da pesquisa do IBGE foram muito bons, mas o melhor foi o que chamamos de difusão: todos os setores pesquisados registraram altas nas vendas, o que nãoacontecia desde janeiro de 2008”, afirma Fábio Bentes, economista da CNC. A nova estimativa da entidade considera fatores que ajudaram a economia do País ao longo de 2008, como a valorização do real ante o dólar e as medidas adotadas pelo governo para destravar o crédito e recuperar o nível de atividade econômica, como a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI).


    Outro fator importante para os resultados de outubro, segundo Bentes, foi o efeito preço. “Se observarmos a análise de preço de segmentos como o de livros, jornais, revistas e papelaria, que teve alta 13,3%, o de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que cresceu 12,2%, e o de artigos farmacêuticos, medicamentos, artigos de ortopedia e de perfumaria, com incremento de 11,3%, vamos ver que o preço foi essencial para que estes segmentos puxassem os resultados gerais da pesquisa”, analisa o economista. “Nestes três ramos do varejo, houve deflação em relação a setembro e crescimento abaixo da média do varejo quando comparados a outubro de 2008”, conclui Fábio Bentes.


    Emprego


    Também este mês, o IBGE divulgou o resultado da taxa de desemprego medida nas seis principais regiões metropolitanas do País, e o percentual – 7,4% em novembro, ante 7,5% em outubro – mostra que o número de desempregados na economia brasileira é o menor do ano. Com uma alta de 0,8% na oferta de empregos, ou 32 mil vagas, o comércio puxou o resultado da taxa de desemprego em novembro.


    “Este ano deverão ser criados 131,7 mil postos de trabalho em todo o comércio para atender à demanda sazonal de final de ano. As principais demandas por trabalhadores temporários deverão se dar nos ramos de tecidos, vestuário e calçados (50,9 mil vagas), hiper e supermercados (24,1 mil) e artigos eletrônicos (18,9 mil). Em relação ao ano passado deveremos observar um aumento de 5,9% no emprego temporário”, avalia Fábio Bentes, da Divisão Econômica da CNC.