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  • CDEIC aprova identificação do fornecedor em contrato

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira (18) o Projeto de Lei 5765/09, que estabelece a qualificação obrigatória das partes nos contratos de consumo. Os contratos deverão ter, obrigatoriamente, nome, CPF ou CNPJ. O objetivo é facilitar ao consumidor a apresentação de alguma eventual ação contra o fornecedor.


    A sugestão foi enviada à Câmara pelo Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) e foi transformada em projeto de lei pela Comissão de Legislação Participativa.

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira (18) o Projeto de Lei 5765/09, que estabelece a qualificação obrigatória das partes nos contratos de consumo. Os contratos deverão ter, obrigatoriamente, nome, CPF ou CNPJ. O objetivo é facilitar ao consumidor a apresentação de alguma eventual ação contra o fornecedor.


    A sugestão foi enviada à Câmara pelo Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) e foi transformada em projeto de lei pela Comissão de Legislação Participativa. Segundo o instituto, a ausência, nos contratos, de dados capazes de identificar o fornecedor dificulta o direito de o consumidor buscar a tutela do Estado para solucionar algum contencioso.


    Comércio eletrônico

    Para o relator, deputado Elismar Prado (PT-MG), essa omissão realmente tem acarretado prejuízos aos consumidores e precisa ser corrigida. Ele apresentou emenda para que, no caso do comércio eletrônico, o fornecedor seja obrigado a manter seus dados na página de acesso na internet. A informação deverá aparecer novamente na confirmação da compra.


    Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, as transações nessa modalidade atingiram um faturamento de R$ 8,2 bilhões em 2008. “Com o aumento de compras pela internet, aumentam os casos de consumidores insatisfeitos que, diante da omissão dos sites de compras em fornecer sua qualificação, têm seu direito de ingressar com medidas judiciais dificultado ou até inviabilizado.”


    Tramitação

    A proposta precisa ser votada em Plenário, mas ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara)




     

  • Comissão aprova cadastro nacional de acidentes de consumo

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira (18) o Projeto de Lei 4841/09, do deputado Dimas Ramalho (PPS-SP), que cria o Sistema Nacional de Controle de Acidentes de Consumo (Sinac).


    A proposta prevê que hospitais e prontos-socorros apresentem trimestralmente registro detalhado dos atendimentos decorrentes de acidentes causados por defeitos em produtos e serviços.


    O relator, deputado José Carlos Araújo (PDT-BA), que apresentou parecer favorável à matéria, ressaltou a importância do sistema como instrumento de prevenção dos acidentes de consumo.

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira (18) o Projeto de Lei 4841/09, do deputado Dimas Ramalho (PPS-SP), que cria o Sistema Nacional de Controle de Acidentes de Consumo (Sinac).


    A proposta prevê que hospitais e prontos-socorros apresentem trimestralmente registro detalhado dos atendimentos decorrentes de acidentes causados por defeitos em produtos e serviços.


    O relator, deputado José Carlos Araújo (PDT-BA), que apresentou parecer favorável à matéria, ressaltou a importância do sistema como instrumento de prevenção dos acidentes de consumo. “O cadastro nacional contribui para a formulação de políticas públicas voltadas para a defesa da saúde do consumidor”, disse.


    Periculosidade dos produtos

    A proposta prevê a possibilidade de o Sinac expedir notificações a fornecedores, para que prestem esclarecimentos sobre a periculosidade dos produtos ou serviços oferecidos. O órgão também poderá solicitar informações relativas a acidentes de consumo a autoridades responsáveis pela fiscalização do mercado de consumo.


    De acordo com José Carlos Araújo, o banco de dados trará ganhos para toda a sociedade. “Isso auxiliará o Poder Público, os fornecedores e os consumidores a reduzirem os riscos decorrentes da relação de consumo, o que é um dos princípios do Código de Defesa do Consumidor”, afirmou.


    Tramitação

    O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara)


     

  • Ministro Juca Ferreira discute o Vale-Cultura

    Em audiência pública conjunta nas Comissões de Assuntos Econômicos (CAE), de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Assuntos Sociais (CAS) nesta terça-feira (24), o ministro da Cultura, Juca Ferreira, manifestou posição contrária à inclusão das bancas de revistas entre os pontos de venda de produtos culturais que poderão ser adquiridos com o cartão magnético do vale-cultura.

    Em audiência pública conjunta nas Comissões de Assuntos Econômicos (CAE), de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Assuntos Sociais (CAS) nesta terça-feira (24), o ministro da Cultura, Juca Ferreira, manifestou posição contrária à inclusão das bancas de revistas entre os pontos de venda de produtos culturais que poderão ser adquiridos com o cartão magnético do vale-cultura. Como justificativa, ele disse que poucas bancas em todo o país teriam condições de adotar a tecnologia de transmissão de dados on-line concebida para evitar que o benefício de R$ 50 seja utilizada como “moeda” para outros fins que não o consumo de serviços e bens culturais – como ingressos de cinema, shows, livros, CDs e DVDs.


    – Se criarmos brechas, estaremos viabilizando a burla do mecanismo. Sem controle, haverá burla – argumentou.


    Já aprovado pela Câmara dos Deputados, o projeto que cria o vale-cultura (PLC 221/09) está sendo apreciado simultaneamente nas três comissões, que se associaram para realizar o debate. Como a proposta está tramitando sob urgência, irá sobrestar a pauta do Plenário a partir de 12 de dezembro, ganhando prioridade para exame em relação às que têm rito regular.


    Juca Ferreira disse que o valor de R$ 50 para o benefício ainda é pouco, mas que esse foi o valor possível de garantir, depois de longa negociação com a área econômica. Segundo ele, mais de 12 milhões de brasileiros serão atendidos e cerca de R$ 7 bilhões serão inseridos na economia da cultura em cinco anos.


    A parte que corresponde ao governo é estimada em R$ 3,7 bilhões. Outra parcela virá das empresas que aderiram ao Programa Cultura do Trabalhador, incentivadas com desconto de até 1% do Imposto de Renda devido para garantir o benefício aos empregados que ganham até cinco salários mínimos. Os próprios trabalhadores vão ter um custo de 10% sobre o valor do benefício.


    Baixo consumo


    Dados do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) foram apresentados pelo ministro para mostrar o reduzido consumo de bens culturais no país. Segundo informou, menos de 14% dos brasileiros vão ao cinema com frequência de uma vez a cada mês. Parcela acima de 90% nunca visitou museus. Outros 93% nunca viram uma exposição de arte e somente 17% compram livros.


    – Num país de quase duzentos milhões de habitantes, a tiragem normal de um livro publicado não chega a cinco mil exemplares. Isso é um escândalo. O Brasil não será capaz de enfrentar o desafio do século 21 se não fizer esse esforço de inclusão cultural – disse.


    Sua expectativa é de que livrarias e cinemas comecem a ser abertos nas grandes periferias e cidades do interior. No caso das salas de cinema, ele observou que haverá linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estimular os investidores.


    Aposentados


    Questionado pelos senadores, Juca Ferreira disse que sua pasta não se opõe à expansão do valor do vale-cultura dos aposentados também para R$ 50. Por meio de emenda da Câmara, foi previsto para esse grupo um benefício de R$ 30. Mas rejeitou a idéia de permitir a compra de ingressos para jogos esportivos com o cartão do vale-cultura. Segundo ele, nesse caso haverá risco de esvaziamento das demais finalidades do benefício.


    Novo debate


    O debate foi proposto pela senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que relata o projeto na CAE, e por Rosalba Ciarlini (DEM-RN), relatora na CAS. Na CCJ, a tarefa é do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). Na reunião, foi aprovado requerimento de Flexa Ribeiro para novo debate, previsto para a próxima semana, quando serão ouvidos representantes de outros segmentos da área cultural sobre o projeto. (Agência Senado)


     


     


     

  • Ministro dos Esportes destaca trabalho do SESC

    O ministro dos Esportes, Orlando Silva, ressaltou a importância do Serviço Social do Comércio (SESC) no desenvolvimento das atividades esportivas no Brasil. “O SESC possui uma estrutura fantástica que, espalhada em todos os estados do País, sempre foi utilizada em prol do esporte brasileiro”, afirmou.

    O ministro dos Esportes, Orlando Silva, ressaltou a importância do Serviço Social do Comércio (SESC) no desenvolvimento das atividades esportivas no Brasil. “O SESC possui uma estrutura fantástica que, espalhada em todos os estados do País, sempre foi utilizada em prol do esporte brasileiro”, afirmou. Ele participou da 11ª edição do Congresso Brasileiro da Atividade Turística, o CBratur, realizado em 25 de novembro, no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, em Brasília.



    Orlando Silva fez também o que chamou de “deferência especial” à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), pela defesa da atividade turística, buscando, ao longo de mais de seis décadas de atuação, as melhores condições para que os negócios deste setor se desenvolvam cada vez mais.

  • Lula abre o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta segunda-feira, 23, da cerimônia de abertura do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, realizada no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. O evento, que tem o apoio do Senac, é destinado a discutir a educação profissional e técnica nos país e tem por objetivo levantar propostas que integrem a plataforma mundial de educação.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta segunda-feira, 23, da cerimônia de abertura do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, realizada no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. O evento, que tem o apoio do Senac, é destinado a discutir a educação profissional e técnica nos país e tem por objetivo levantar propostas que integrem a plataforma mundial de educação. A abertura, que teve as apresentações do Grupo Tholl Trupe Circense e da Escola de Teatro Bolshoi, reuniu cerca de 15 mil pessoas, entre educadores, estudantes, sindicalistas, associações, especialistas e trabalhadores de mais de 16 países mundo.

    Lula falou sobre a importância da educação profissional, algo essencial para o desenvolvimento socioeconômico do país. “Investir em educação é mais do que abrir novas escolas, é investir no povo. Nesse sentido, a educação profissional é estratégica”, ressaltou, citando seu exemplo: “Se faltar motivação, lembrem-se que devo o fato de ter virado presidente da República a um curso técnico. Por isso, fui o primeiro de dez irmãos a ganhar mais de dez salários mínimos a ter um carro, a ter geladeira, a ter televisão e uma casa”, disse Lula para a platéia de alunos dos cursos técnicos do Brasil e de outros 15 países.

    Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, o fórum de educação profissional difere de outras conferências já realizadas porque os participantes vieram a Brasília voluntariamente, ao se inscreverem pela internet. “Todos aqui presentes são militantes da educação, que vieram discutir o que vai ajudar a construir um mundo diferente”, enfatizou.
    Entre as personalidades presentes estavam o Secretário de Educação Profissional e Tecnologia do MEC, Eliezer Pacheco o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, a presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputada Maria do Rosário, o presidente da UNE, Augusto Chagas, membros do Comitê Organizador do Fórum, senadores, e outros.

    O Fórum

    O Fórum Mundial segue durante toda semana, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e a expectativa é de que 5 mil pessoas circulem pelo evento. A programação será dividida em três eixos temáticos. O primeiro trata de educação, trabalho e desenvolvimento sustentável; o segundo é sobre educação, culturas e integração e o terceiro discutirá educação, ética, inclusão e diversidade.

    Entre os conferencistas, nomes que compõem a nata do cenário científico brasileiro como Miguel Nicolelis, Leonardo Boff e Paul Singer. Entre os conferencistas estrangeiros, o educador francês Bernard Charlot, a caboverdiana Filomena de Fátima Martins, o espanhol Álvaro Marchesi e o italiano Alessio Surian.

    Dentro da programação cultural estão listadas 202 atividades como, por exemplo, oficina de culinária, feira do livro, sessões de cinema, feira gastronômica, mostra estudantil, aulas de dança afro com o coreógrafo da banda Olodum , entre outras.

  • Fecomércio-MG: palestra gratuita prepara comerciantes para vender mais no Natal

    A Fecomércio Minas, em parceria com o Sebrae-MG realiza no próximo dia 26 uma palestra gratuita sobre vendas para o Natal, com o tema “Atitudes e Posturas que fazem a Diferença”. O objetivo é mostrar aos empresários e funcionários do comércio como pequenas escolhas do dia-a-dia influenciam na conquista de objetivos e metas.

    A palestra será ministrada pelo professor da Fundação Getúlio Vargas Baltazar Melo, considerado um dos 30 melhores palestrantes brasileiros com foco em atendimento e vendas no ano de 2008.

    A Fecomércio Minas, em parceria com o Sebrae-MG realiza no próximo dia 26 uma palestra gratuita sobre vendas para o Natal, com o tema “Atitudes e Posturas que fazem a Diferença”. O objetivo é mostrar aos empresários e funcionários do comércio como pequenas escolhas do dia-a-dia influenciam na conquista de objetivos e metas.

    A palestra será ministrada pelo professor da Fundação Getúlio Vargas Baltazar Melo, considerado um dos 30 melhores palestrantes brasileiros com foco em atendimento e vendas no ano de 2008. O palestrante é pós-graduado em Marketing pela FGV e possui formação em Coaching pelo ICI (Integrated Coaching Institute).

    Baltazar Melo afirma que vivemos um momento em que o mundo vira commodity, com base na facilidade de acesso às coisas. “Nesse contexto, o que faz a diferença é o relacionamento que temos com os clientes”, afirma o palestrante, que usa exemplos da vida real para mostrar a importância do cuidado nestas relações. Sobrevivente de um acidente aeronáutico, Baltazar Melo utiliza o próprio exemplo de vida para ilustrar o tema.

    O tema será trabalhado com base na idéia de que pessoas que são comprometidas, planejam, têm visão de longo prazo, são solidárias e possuem visão sistêmica, são provas de que o sucesso é conseqüência de suas atitudes. De forma lúdica e utilizando uma série de vídeo e clipes, o palestrante apresenta os detalhes que fazem grande diferença na conquista dos objetivos, através das atitudes e posturas que cada um assume.

    A palestra acontecerá no auditório da Fecomércio Minas, às 19 horas. A inscrição é gratuita e as vagas são limitadas. Mais informações pelo telefone 3270-3359.

    Fonte: Fecomércio-MG

  • Parlamentares e empresários debatem a preparação do Brasil para a Copa do Mundo de 2014

    “O turismo é a atividade econômica que mais cresce no mundo. E o Brasil possui diferenciais geográficos especiais, não encontradas em nenhum outro lugar, para o seu desenvolvimento”. Com estas palavras, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, abriu a 11ª edição do Congresso Brasileiro da Atividade Turística, o CBratur, enfatizando a importância de fomentar a atividade para que o País tire o melhor proveito dos dois grandes eventos esportivos que sediará em 2014 e 2016: a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas.

    “O turismo é a atividade econômica que mais cresce no mundo. E o Brasil possui diferenciais geográficos especiais, não encontradas em nenhum outro lugar, para o seu desenvolvimento”. Com estas palavras, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, abriu a 11ª edição do Congresso Brasileiro da Atividade Turística, o CBratur, enfatizando a importância de fomentar a atividade para que o País tire o melhor proveito dos dois grandes eventos esportivos que sediará em 2014 e 2016: a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas. A cerimônia de abertura do CBratur foi realizada na noite do dia 24 de novembro, na sede da CNC, em Brasília, e contou com a presença de deputados, senadores e empresários ligados ao setor.



    Para o presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, Afonso Hamm, que classificou a CNC como um marco referencial para o turismo no Brasil, não há dúvidas de que os investimentos são cada vez maiores na atividade turística. “Turismo significa desenvolvimento econômico e alcance social – em outras palavras, trata-se de dar oportunidades às pessoas, e, consequentemente, ao País”, disse.



    A 11ª edição do CBratur prosseguiu dia 25, no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados. Além de Oliveira Santos e Afonso Hamm, participaram do evento o ministro dos Esportes, Orlando Silva, o presidente da Frente Parlamentar de Turismo, Alex Canziani, o senador Neuto de Conto, a presidente da Embratur, Jeanine Pires, e a deputada Lídice da Mata, entre outros.



    Com o tema “O Poder Legislativo fazendo parte do time da Copa 2014”, o CBratur realizou debates sobre a preparação do Brasil para a Copa do Mundo de 2014, identificando os diversos critérios e conceitos que deverão permear a concepção e coordenação do mundial de futebol, como a necessidade de investimentos públicos e privados, proposições legislativas e a criação de uma rede de proteção adequada que minimize os impactos negativos inerentes a um evento de grande porte, de forma a torná-lo turisticamente sustentável.



    O Congresso contou com a participação do presidente da Chias Marketing, Josef Chias, responsável pelo plano de marketing e turismo da Espanha durante as Olimpíadas de Barcelona. Ele foi um dos palestrantes do painel A imagem do Brasil na Copa 2014: Copa Verde?. Outros três painéis compuseram o evento: Projetos de lei prioritários para 2010, Uma rede de proteção necessária e Investimentos Públicos e Privados para a Copa de 2014.



    O CBratur é uma realização das comissões de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado e da Frente Parlamentar de Turismo, e conta com o apoio do Sistema CNC/SESC/SENAC, por meio da Parceria Turismo Brasil.


    Crédito da foto: Emerson Souza/Panrotas

  • Saúde das farmácias em pauta na CBFarma

    Sindicatos e associações do setor farmacêutico reunidos na Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estão ajuizando ações na Justiça para questionar a Resolução 44/09 e as Instruções Normativas 09/09 e 10/09, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelecem mudanças para o funcionamento, comércio e prestação de serviços em farmácias e drogarias.

    Sindicatos e associações do setor farmacêutico reunidos na Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estão ajuizando ações na Justiça para questionar a Resolução 44/09 e as Instruções Normativas 09/09 e 10/09, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelecem mudanças para o funcionamento, comércio e prestação de serviços em farmácias e drogarias. O assunto foi o principal tema da reunião que a Câmara realizou em 23 de novembro, no endereço da Confederação no Rio de Janeiro. 


    A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) ajuizou uma ação coletiva na Justiça Federal, em Brasília, e obteve liminar que desobriga suas associadas de cumprir a resolução e as instruções normativas da Anvisa – ou seja, os estabelecimentos vinculados à entidade podem comercializar produtos como leite e pão, além de permitir que medicamentos isentos de prescrição médica permaneçam ao alcance dos consumidores.


    “Foi aberto prazo para a Anvisa recorrer, que, contando com o recesso judicial de fim de ano, termina em fevereiro de 2010, véspera da implementação da Resolução 44. Mas já estamos nos preparando para o recurso. Encomendamos um parecer ao ex-ministro Carlos dos Reis Velloso, do Supremo Tribunal Federal, para alicerçar nossos argumentos”, afirmou Sérgio Mena Barreto, presidente-executivo da Abrafarma e membro da CBFarma. 


    A ação servirá de base para que sindicatos e associações possam ajuizar novas ações, com o mesmo objeto. “Já preparamos nossa ação, que será ajuizada nos próximos dias”, disse Paulo Navarro, do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado da Paraíba (Sincofarma-PB). “Também estamos com nossas peças prontas”, emendou o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Rio Grande do Sul (Sinprofar), Paulo Roberto Kopschina. 


    Pano de fundo


    A batalha para defender os interesses do setor não se dá somente nos tribunais, avaliaram os membros da CBFarma. Segundo eles, nos Estados onde existem leis (estaduais ou municipais) amparando a livre atividade do comércio farmacêutico – como no Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas e Distrito Federal, entre outros -, a Anvisa está solicitando às Secretarias Estaduais de Saúde que promovam ações acerca da legitimidade da Resolução 44 ante as leis locais. “Estamos provocando as Procuradorias Gerais dos Estados para emissão de um parecer acerca da lei local”, afirmou Mena Barreto. “Quem conta com legislação estadual pode debater melhor o assunto. Antes de questionar a Anvisa, existe uma lei a ser respeitada. As autoridades locais estão obrigadas a cumprir essa norma”, orientou Cácito Esteves, advogado da Divisão Jurídica da CNC que assessora a CBFarma.   

  • Aprovadas propostas que definem compromissos sobre o clima

    Duas propostas da Câmara aprovadas nesta quinta-feira (19) na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) contemplam compromissos brasileiros que poderão ser levados à 15ª Convenção das Nações Unidas sobre o Clima ( COP 15 ), que será realizada em Copenhague no início de dezembro. A primeira proposta cria a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e a outra institui o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC).

    Duas propostas da Câmara aprovadas nesta quinta-feira (19) na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) contemplam compromissos brasileiros que poderão ser levados à 15ª Convenção das Nações Unidas sobre o Clima ( COP 15 ), que será realizada em Copenhague no início de dezembro. A primeira proposta cria a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e a outra institui o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC). A senadora Ideli Salvatti (PT-SC) foi relatora das duas propostas.


    O projeto (PLC 283/09) que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) foi fruto da compilação de várias propostas sobre o assunto, que tramitavam na Câmara dos Deputados. A propostaestabelece, entre outras medidas, que os gastos públicos previstos para ações de enfrentamento das alterações climáticas não poderão estar sujeitos a contingenciamentos pelo governo federal. O texto define ainda princípios, objetivos e diretrizes para a aplicação da política.


    Conforme o projeto, são princípios da PNMC precaução, prevenção, participação cidadã e desenvolvimento sustentável. No âmbito internacional, a proposta prevê responsabilidades comuns, porém diferenciadas para paísesdesenvolvidos e em desenvolvimento. Na execução da política, deverá ser considerado, especialmente, o dever de todos em atuar para a redução dos impactos decorrentes das mudanças climáticas  .


    Entre os objetivos da política destacam-se a redução das emissões de gases do efeito estufa e a implementação de medidas parapromover a adaptação à mudança do clima, a serem assumidas pelos governos federal, estaduais e municipais.


    Em seu relatório, Ideli incluiu uma emenda para que o Brasil adote como compromisso nacional voluntário ações de mitigação das emissões de gases de efeito estufa, com vistas a reduzir entre 36,1% e 38,9% suas emissões projetadas para 2020.


    Conforme observou a senadora, a aprovação de emenda ao texto torna obrigatório o retorno do projeto à Câmara, o que poderá inviabilizar, devido ao curto tempo, que a proposta seja aprovada antes da reunião de Copenhague.


    – Levaremos o resultado dessa aprovação para a reunião de líderes desta tarde e buscaremos identificar as providências necessárias para que a matéria seja aprovada em Plenário ainda hoje, viabilizando assim o exame pela Câmara antes da conferência – explicou a relatora.


    Fundo


    O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (PLC 284/09), resultado da compilação de quatro projetos – sendo um do Executivo -, será vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. Terá como finalidade assegurar recursos para apoio a projetos e estudos e para financiamento de empreendimentos que visem à mitigação de impactos das mudanças do clima.


    Segundo a exposição de motivos enviada pelo Palácio do Planalto, o FNMC constitui instrumento fundamental para a viabilização da política e do Plano Nacional sobre Mudança do Clima.


    Para Ideli, é de fundamental importância que o Brasil leve para o COP 15 a aprovação dessas duas propostas, que representam o comprometimento do país com a redução da emissão de gases de efeito estufa.


    – O Brasil fará muita diferença na reunião, não só por assumir compromissos voluntários, mas também por decisões do Congresso Nacional, já que estamos levando matérias importantes aprovadas para fazer o diferencial. Será algo importante para o nosso país – explicou a relatora.


    Para Marconi Perillo (PSDB-GO), seria muito temerário que o Brasil levasse à conferência da ONU apenas declarações de intenções.


    – Com esses projetos e esses compromissos, percebo que o Brasil sairá na frente – observou o representante de Goiás.


    Já Eliseu Resende (DEM-MG) explicou que o Brasil ocupa uma posição privilegiada no que diz respeito à matriz energética.


    – Estamos situados entre os países com maior produção de energia limpa do mundo, com uma matriz energética mais adequada para o desenvolvimento econômico e social do país. Costumamos dizer que a era do carvão terminou antes de terminar o carvão. Agora, a era do petróleo vai terminar também antes de o petróleo terminar, porque os países devem partir para energias mais limpas.


    As propostas aprovadas na CI ainda serão apreciadas pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), tendo decisão terminativa nessa última. (Agência Senado)

  • Estúdios pedem rigor contra mídias virgens para combater pirataria

    O diretor-executivo da Motion Pictures Association (MPA) Brasil, Marcos Oliveira, disse nesta quinta-feira aos deputados da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado que a importação de mídias virgens deve chegar este ano a quase 1 bilhão de unidades. Mas o consumo interno é de aproximadamente 100 milhões e é de fabricação nacional.

    O diretor-executivo da Motion Pictures Association (MPA) Brasil, Marcos Oliveira, disse nesta quinta-feira aos deputados da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado que a importação de mídias virgens deve chegar este ano a quase 1 bilhão de unidades. Mas o consumo interno é de aproximadamente 100 milhões e é de fabricação nacional. Portanto, ele conclui que a maior parte dos produtos importados esteja servindo para a pirataria de filmes e de música.


    Enquanto isso, segundo ele, a apreensão de mídias piratas alcança apenas 30 milhões de unidades por ano.


    Ele sugeriu que seja feito um monitoramento dos produtos que entram no Brasil, além da verificação do subfaturamento de preços ou concorrência desleal em torno dessas mídias, que custam em média R$ 0,21.


    Oliveira informou que o consumo de DVDs no Brasil caiu de 24,8 milhões em 2008 para 20,8 milhões em 2009. Já a apreensão de produtos piratas passou de 26,2 milhões para 29 milhões.


    A MPA representa os seis principais estúdios de cinema dos Estados Unidos. A entidade integra o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (órgão ligado ao Ministério da Justiça) e defende os interesses de suas empresas afiliadas em cada setor de distribuição – teatro, televisão, TV por assinatura, entretenimento domiciliar e digital e tecnologias novas.


    Força-tarefa

    O subsecretário da Receita Federal do Brasil, Fausto Coutinho, sugeriu a realização de uma força-tarefa que envolva desde a polícia federal até os bombeiros para tentar fechar estabelecimentos que reconhecidamente vendem produtos piratas.


    O diretor da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), Anselmo Gentile, disse que esse tipo de operação é complicado e já foi tentado em estabelecimentos como o Stand Center, em São Paulo.


    “Havia problemas elétricos, e então a prefeitura proibiu de funcionar. Havia problemas de violação de direitos autorais, e então a polícia federal autuou. Havia problema de recolhimento de impostos, e então o Estado autuou. Esse conjunto de coisas conseguiu fechar o Stand Center. Mas é uma operação muito difícil, e foi o tempo de fechar um e abrir outro a 500 metros de distância”, disse.


    Gentile explicou que, nas feiras populares, existem lojas que trabalham legalmente e fica difícil separar as atividades. Além disso, a luta com os ilegais geralmente enfrenta um longo caminho na Justiça.


    O deputado Guilherme Campos (DEM-SP), autor do requerimento para a realização da audiência pública de hoje, lembrou que muitos turistas que vêm conhecer Brasília incluem a Feira dos Importados no roteiro da visita.


    A Abes estima em R$ 30 bilhões por ano a perda de arrecadação com a pirataria, um pouco mais da metade do que o governo pretende gastar em educação em 2010. (Agência Câmara)