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  • Setor Óptico mais integrado

    Nessa semana, dias 9 e 10 de setembro, a CBóptica/ CNC – Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos, se reuniu na sede da CNC, em Brasília, para deliberar assuntos de interesse do setor e buscar soluções integradas entre a CBóptica/CNC, a Abióptica  – Associação Brasileira de Produtos e Equipamentos Ópticos, o Siniop – Sindicato da Indústria Óptica, e representantes do segmento empresarial da cadeia produtiva.


    Essa união das entidades em torno de uma só câmara foi destacada pelo senador Adelmir Santana, vice-presidente da Confederação Nacional de Bens, Se

    Nessa semana, dias 9 e 10 de setembro, a CBóptica/ CNC – Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos, se reuniu na sede da CNC, em Brasília, para deliberar assuntos de interesse do setor e buscar soluções integradas entre a CBóptica/CNC, a Abióptica  – Associação Brasileira de Produtos e Equipamentos Ópticos, o Siniop – Sindicato da Indústria Óptica, e representantes do segmento empresarial da cadeia produtiva.


    Essa união das entidades em torno de uma só câmara foi destacada pelo senador Adelmir Santana, vice-presidente da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo, que prestigiou o 9º encontro. “A união em torno de uma câmara vai nos dar poder para reivindicar. Esse é o caminho: concentrar as nossas diferenças e fazer as nossas reivindicações”, afirmou o senador.


    O coordenador da CBóptica, Leandro Luiz Fleury, comemora a nova etapa.  “O foco dessa reunião é a busca de um novo caminho para o nosso segmento. Acredito que reuniões como essa servem de base para que consigamos oferecer mecanismos de oferta de bens de consumo do nosso setor”, afirma. Dentre as pautas, destacam-se a apresentação do Projeto de Automação Comercial, Ferramenta Eletrônica de Central de Compras, Portal Sindiópticas; a apresentação do Projeto Final Visão Brasil SESC/SENAC e Opto SESC e a apresentação do Evento Interóptica – previsto para 2010. Proposições legislativas de interesse do setor também foram discutidas com apoio da Assessoria Junto ao Poder Legislativo (Apel) da CNC.

  • Empresários se reúnem na Fecomércio-RS e rebatem a proposta que reduz a jornada de trabalho

    Os presidentes de quatro federações patronais se reuniram no final da tarde de ontem, dia 9 de setembro, com entidades e empresários ligados ao setor varejista para debater os impactos da redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 semanais. Cerca de 40 pessoas analisaram a evolução da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 231/95, que pode ser votada ainda este ano.

    Os presidentes de quatro federações patronais se reuniram no final da tarde de ontem, dia 9 de setembro, com entidades e empresários ligados ao setor varejista para debater os impactos da redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 semanais. Cerca de 40 pessoas analisaram a evolução da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 231/95, que pode ser votada ainda este ano.


    Estiveram presentes ao encontro o presidente da Fecomércio-RS, Flávio Sabbadini, o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Norton Lenhart, o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Paulo Tigre, e o presidente da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), José Cairolli. Os dirigentes alinharam estratégias para inibir a evolução da proposta e defenderam que é necessário que toda a sociedade conheça o real reflexo desta medida. Para as entidades, a jornada de trabalho de 44 horas está bem definida para a realidade brasileira, que tem nessa carga de trabalho um teto de horas, o que difere da horas efetivamente trabalhadas no país.


    CNC participou de debate na Câmara sobre redução da jornada de trabalho


    O diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental (Febrac), Laércio Oliveira, participou de um debate público sobre a PEC 231/95, em 25 de agosto. Laércio destacou em nome da Confederação que a Proposta trará impactos negativos não apenas para o empresariado, mas para toda a sociedade. “Ao contrário do que dizem os defensores da PEC, se a redução da jornada for aprovada, os custos de produção serão elevados para atender à demanda e será necessário reestruturar os negócios, o que provocará queda no número de postos de trabalho”, disse Laércio. Além disso, a CNC editou a cartilha A Jornada de Trabalho e a PEC do Desemprego, distribuída a parlamentares e entidades de classe, na qual apresenta dados comprovando que a medida, se adotada sem o correspondente ajuste nos salários, ampliará o desemprego e a informalidade, e, ainda, provocará reflexos na inflação.

  • Congresso define cronograma do projeto de lei orçamentária

    A Mesa do Congresso Nacional anunciou ontem os prazos para tramitação do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2010. O Executivo entregou a proposta ao Congresso na segunda-feira (31).


    Segundo o cronograma, a Comissão Mista de Orçamento poderá realizar audiências públicas até 6 de outubro. O relator-geral da proposta de Orçamento para 2010, deputado Magela (PT-DF), disse que vai propor a realização de audiências nas 27 capitais do País.

    A Mesa do Congresso Nacional anunciou ontem os prazos para tramitação do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2010. O Executivo entregou a proposta ao Congresso na segunda-feira (31).


    Segundo o cronograma, a Comissão Mista de Orçamento poderá realizar audiências públicas até 6 de outubro. O relator-geral da proposta de Orçamento para 2010, deputado Magela (PT-DF), disse que vai propor a realização de audiências nas 27 capitais do País. A Resolução 1/06 prevê cinco audiências, uma por região.


    A Mesa do Congresso Nacional também definiu os seguintes prazos:

    – até 21 de setembro: apresentação de emendas à receita e de renúncias de receita;

    – até 11 de outubro: apresentação do relatório de receita;

    – até 14 de outubro: votação do relatório de receita e de suas emendas;

    – até 19 de outubro: apresentação do relatório preliminar;

    – até 22 de outubro: apresentação de emendas ao relatório preliminar;

    – até 25 de outubro: votação do relatório preliminar e de suas emendas;

    – até 4 de novembro: apresentação de emendas ao projeto;

    – até 28 de novembro: apresentação e votação dos relatórios setoriais;

    – até 15 de dezembro: apresentação e votação do relatório do relator-geral.


    Agência Câmara, 3 de agosto de 2009.

  • Câmara analisa marco legal da exploração do pré-sal

    A Câmara analisa quatro projetos que compõem o marco legal da exploração de petróleo na região do pré-sal. O Executivo encaminhou as propostas na terça-feira (2) com pedido de urgência constitucional, o que obriga o Congresso a analisar as matérias em 90 dias (45 dias para cada Casa). Se os prazos não forem respeitados, as propostas passam a trancar a pauta do Plenário.

    A Câmara analisa quatro projetos que compõem o marco legal da exploração de petróleo na região do pré-sal. O Executivo encaminhou as propostas na terça-feira (2) com pedido de urgência constitucional, o que obriga o Congresso a analisar as matérias em 90 dias (45 dias para cada Casa). Se os prazos não forem respeitados, as propostas passam a trancar a pauta do Plenário.

    Segundo o Executivo, os projetos têm como objetivo criar as condições econômicas e legais para a exploração do pré-sal e definir a destinação dos recursos gerados pela extração e venda do óleo. A nova fronteira petrolífera do País ainda não produz comercialmente, mas o governo já quer garantir as regras da exploração.

    Petrobras fortalecida
    Em linhas gerais, o PL 5938/09 define o novo regime de contratação da área, a chamada partilha de produção; o PL 5939/09 cria uma estatal para cuidar dos contratos de exploração do pré-sal; o PL 5940/09 institui o Fundo Social, que vai centralizar as receitas provenientes da extração no mar; e o PL 5941/09 autoriza a União a ceder à Petrobras, por tempo determinado, áreas não licitadas do pré-sal.

    A Petrobras é fortalecida com as propostas. Ela será responsável pela condução das atividades de extração e produção de todos os blocos cedidos sob o novo regime de contratação. Nas áreas que vierem a ser licitadas, será assegurada a ela participação mínima de 30%. Além disso, a União vai aumentar sua participação no capital da empresa, reforçando o caixa para investimentos na província petrolífera.

    Linha do tempo
    A camada de pré-sal é uma faixa abaixo do leito do mar que se estende por cerca de 800 km de extensão e 200 km de largura, entre o Espirito Santo e Santa Catarina, e engloba três bacias de exploração (Espírito Santo, Campos e Santos), somando 149 mil km2.

    O petróleo encontrado está em profundidades que podem chegar a mais de 7.000 metros (a partir da linha de superfície), dentro de uma camada de sal de 2 km de espessura, que segundo geólogos conserva a qualidade do óleo, mas torna a extração mais complexa e cara.

    Somente no final de 2007 a Petrobras confirmou publicamente a existência da gigantesca província, e em setembro de 2008 foi extraído do campo de Jubarte, na Bacia de Campos, o primeiro óleo, a uma profundidade de 4.500m

  • Para economitas da CNC, decisão do Copom representa pausa estratégica

    A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, interrompendo um ciclo de cortes de juros, é uma parada estratégica, na opinião dos economistas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).


    De acordo com a nota divulgada pelo Copom, a manutenção da taxa básica de juros foi decidida como sendo a mais adequada ao atual cenário econômico.

    A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, interrompendo um ciclo de cortes de juros, é uma parada estratégica, na opinião dos economistas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).


    De acordo com a nota divulgada pelo Copom, a manutenção da taxa básica de juros foi decidida como sendo a mais adequada ao atual cenário econômico. “Levando em conta, por um lado, a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro, e por outro, a margem de ociosidade dos fatores produtivos, entre outros fatores, o Comitê avalia que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a manutenção da inflação na trajetória de metas ao longo do horizonte relevante e para a recuperação não inflacionária da atividade econômica”.


    Para Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão Econômica da CNC, o BC confirmou as expectativas. “Mas não está totalmente fora de hipótese alguma queda, se esse cenário continuar com a capacidade ociosa que se percebe”, ressalta. Pela primeira vez na história do Copom o País convive com taxas de juros básicas de um dígito.


    “Os efeitos da política monetária expansionista ao longo de todo primeiro semestre do ano, em virtude de sua defasagem de 6 a 8 meses sobre a atividade econômica, só serão sentidos no segundo semestre deste ano”, afirma Marianne Lorena Hanson, da Divisão Econômica da Confederação. Contudo, segundo Marianne, diversos fatores motivam um viés de taxa de juros ainda menor esse ano, como a inexistência de pressões inflacionárias no horizonte, com inflação em trajetória de queda e expectativas abaixo da meta; o ritmo de recuperação econômica lento, sobretudo nos setores ligados a investimentos, que se traduz em perspectivas de manutenção da capacidade ociosa da economia em patamares elevados; o desaquecimento das concessões de novos créditos, tanto para os consumidores como para as empresas; as expectativas de estabilização da dívida pública com a queda significativa dos juros nominais, apesar da deterioração das contas públicas; o câmbio em trajetória benigna para a inflação, e a recuperação lenta e volátil da economia mundial.

  • Teleconferência debate qualidade na Educação

    A Rede SESC-Senac de Teleconferência transmitiu no dia 3 de setembro, de 15 às 17h (horário de Brasília), o debate Qualidade na Educação, que teve por objetivo abordar questões relacionadas ao Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020.


    Promovida pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, em parceria com o Sistema Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Serviço Social do Comércio (SESC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), e com o apoio da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Fede

    A Rede SESC-Senac de Teleconferência transmitiu no dia 3 de setembro, de 15 às 17h (horário de Brasília), o debate Qualidade na Educação, que teve por objetivo abordar questões relacionadas ao Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020.


    Promovida pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, em parceria com o Sistema Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Serviço Social do Comércio (SESC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), e com o apoio da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, a teleconferência integrou o movimento de mobilização nacional para a construção do novo PNE.


    A mesa de abertura da teleconferência foi formada pelo presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, pelo secretário executivo adjunto do Ministério da Educação, Francisco das Chagas Fernandes, pela presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Maria do Rosário e pelo presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, Flávio Arns. Na mesa técnica estarão Carlos Roberto Jamil Cury, Luiz Fernandes Dourado e Francisco Aparecido Cordão, renomados acadêmicos da área de Educação.


    A teleconferência reuniu legisladores, gestores públicos e privados de instituições educacionais, docentes e profissionais de educação de todo o país, em mais de 400 pontos de recepção de sinal da rede de teleconferência, instalados nas unidades do SESC e do Senac dos 26 estados e no Distrito Federal.

  • CNC defende trabalho do SESC e Senac na área da Saúde

    Representantes dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo estiveram reunidos em Brasília para acompanhar a votação em 2 de setembro na Comissão de Assuntos Sociais, do Projeto de Lei do Senado nº 131/2001, que propõe a criação do Serviço Social de Saúde (Sess) e o Serviço Nacional de Aprendizagem em Saúde (Senass). A votação acabou sendo adiada para o dia 16 de setembro a pedido do senador Sérgio Guerra.

    Representantes dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo estiveram reunidos em Brasília para acompanhar a votação em 2 de setembro na Comissão de Assuntos Sociais, do Projeto de Lei do Senado nº 131/2001, que propõe a criação do Serviço Social de Saúde (Sess) e o Serviço Nacional de Aprendizagem em Saúde (Senass). A votação acabou sendo adiada para o dia 16 de setembro a pedido do senador Sérgio Guerra. Os líderes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) alertam que a criação dessas duas novas entidades prejudicará os trabalhadores da área de Saúde, que atualmente se beneficiam com os cursos de formação profissional oferecidos pelo Senac e com as atividades culturais, educacionais, esportivas e de lazer disponíveis nas unidades do SESC em todos os estados do País. Criados há mais de 60 anos, SESC e Senac são os braços de desenvolvimento social e qualificação profissional da CNC e contam com mais de 4,5 mil unidades de educação, desenvolvimento social, cultura e lazer espalhadas nas 27 unidades da Federação. A aprovação do projeto implicará na interrupção dos recursos advindos da área da Saúde e o trabalho realizado há mais de 60 anos pelo Sesc e pelo Senac ficaria seriamente comprometido. As duas instituições atingem mais de 2.500 municípios em todo o Brasil.


    O diretor da CNC e presidente da Federação do Comércio do Paraná, Darci Piana, acredita que os senadores têm consciência do trabalho serio realizado pelo Sistema CNC- SESC – SENAC. “Criar duas entidades vai trazer prejuízos para os trabalhadores porque os recursos não são expressivos, e na divisão por estados muitos ficariam sem atendimentos por dez anos. Além disso, o Sistema Comércio não conseguirá cumprir o que foi acordado com o MEC em torno da gratuidade.


    SENAC

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) oferece mais de 50 tipos de cursos na área de Saúde, com cerca de 100 mil matrículas realizadas por ano. A entidade possui 300 unidades de educação profissional polivalentes, 414 laboratórios e salas-ambientes dedicados à Saúde, um campus universitário para oferecer cursos de Saúde localizado em São Paulo, dois centros especializados em Saúde, um centro de estética, um salão de estética-escola, um salão de podologia-escola, 12 carretas-escola e uma balsa-escola, que atinge as regiões mais distantes do Amazonas, onde não há acesso por meio de automóvel.

     

    SESC

    O Serviço Social do Comércio (SESC) está presente em todos os estados do País nas áreas de educação, cultura, saúde e lazer, e, em 2008, atendeu mais de 15 milhões de pessoas em seus 930 gabinetes odontológicos, 50 unidades-móveis equipadas com gabinetes odontológicos, 192 consultórios médicos, 300 unidades escolares, 262 bibliotecas fixas e 30 bibliotecas móveis, além de 2.729 espaços de recreação, 1.627 espaços esportivos (ginásios, campos de futebol, quadras e piscinas), 358 restaurantes e lanchonetes, 232 centros de atividades, 232 salas de cinema, 208 teatros, 125 salas de exposição e 42 centros de turismo, hotéis e pousadas, num total de 17.500 leitos.

  • Nova diretora executiva do Fohb vem do Senac

    O Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb) anunciou a contratação de Ana Maria Biselli para sua diretoria executiva em substituição a André Pousada, que deixou a entidade para assumir a vice-presidência executiva da Abremar. Assim como Pousada, Ana Maria vem do Senac São Paulo.


    Para o presidente do Fohb, Rafael Guaspari, a chegada de Ana Maria é muito positiva, “porque ela conhece o papel que a entidade desempenha na indústria hoteleira, pelo seu histórico e atuação profissional no setor”.

    O Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb) anunciou a contratação de Ana Maria Biselli para sua diretoria executiva em substituição a André Pousada, que deixou a entidade para assumir a vice-presidência executiva da Abremar. Assim como Pousada, Ana Maria vem do Senac São Paulo.


    Para o presidente do Fohb, Rafael Guaspari, a chegada de Ana Maria é muito positiva, “porque ela conhece o papel que a entidade desempenha na indústria hoteleira, pelo seu histórico e atuação profissional no setor”. “Estou muito feliz com esse novo desafio, pela afinidade que já tinha com o Fohb (Ana Maria fazia o Infohb para a entidade) e pela importância que este fórum ocupa no mercado hoteleiro”, diz a nova diretora.


    Ana Maria atua em consultoria hoteleira desde 1999. Foi coordenadora do curso de Bacharelado em Hotelaria do Centro Universitário Senac, em São Paulo. Recentemente coordenou a área de hotelaria da Qualta Resorts, empresa que desenvolve condomínios de segunda residência. Atualmente, leciona nos cursos de Bacharelado em Hotelaria e Tecnologia em Hotelaria no Senac. Formou-se em Hotelaria no Senac e especializou-se em Administração de Empresas na Fundação Getulio Vargas – São Paulo, onde também fez o mestrado acadêmico. Sua relação com o Fohb se intensificou quando foi iniciada a parceria com Senac, em 2006, para a elaboração do Infohb, análise mercadológica deste fórum. Desde então acompanha a trajetória do Fohb no mercado, qualificando-a para dar continuidade ao trabalho prestado por André Pousada.


    Informações do site Panrotas

  • “SESC e Senac realizam um trabalho incontestável”

    “O trabalho realizado pelo SESC e pelo Senac é incontestável – tanto na formação profissional de milhões de brasileiros quanto na oferta de serviços nas áreas cultural e turística. Pulverizar o Sistema Comércio é enfraquecer algo que já é feito em todos os Estados do País”. A afirmação foi feita em 1º de setembro pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), durante a sessão da Comissão de Assuntos Econômicos que votaria o Projeto de Lei do Senado nº 174/2009, que propõe a criação do Serviço Social do Turismo (Sestur) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo (Senatur).

    “O trabalho realizado pelo SESC e pelo Senac é incontestável – tanto na formação profissional de milhões de brasileiros quanto na oferta de serviços nas áreas cultural e turística. Pulverizar o Sistema Comércio é enfraquecer algo que já é feito em todos os Estados do País”. A afirmação foi feita em 1º de setembro pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), durante a sessão da Comissão de Assuntos Econômicos que votaria o Projeto de Lei do Senado nº 174/2009, que propõe a criação do Serviço Social do Turismo (Sestur) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo (Senatur). Uma manobra política impossibilitou a votação da matéria e, a pedido do relator, senador César Borges (PR-BA), o assunto voltará à pauta no dia 15 de setembro.


    A criação de duas novas entidades de qualificação profissional e bem-estar social para a área de Turismo é motivo de preocupação entre os representantes do setor porque prejudicará milhões de brasileiros que hoje se beneficiam com os cursos de formação profissional oferecidos pelo Senac e com as atividades culturais, educacionais, esportivas e de lazer disponíveis nas unidades do SESC em todos os estados do País. Criados há mais de 60 anos, SESC e Senac são os braços de desenvolvimento social e qualificação profissional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e contam com mais de 4,5 mil unidades de educação, desenvolvimento social, cultura e lazer espalhadas nas 27 unidades da Federação. O trabalho das duas entidades foi amplamente divulgado entre os senadores da Comissão de Assuntos Econômicos, para que eles conhecessem a fundo todas as ações desenvolvidas no SESC e no Senac.


    Os líderes empresariais do Sistema Comércio de Bens, Serviços e Turismo compareceram hoje ao Senado para acompanhar a votação. O vice-presidente da CNC e presidente da Fecomércio-DF, senador Adelmir Santana, defende a manutenção do SESC e do Senac na assistência e no treinamento dos trabalhadores do setor de Turismo. “Não estamos lutando para impedir a criação do Sistema Social do Turismo, mas para mostrar que não precisamos dividir os recursos quando o SESC e o Senac já fazem essa ação de treinamento e assistência ao Setor”, enfatiza. Segundo Adelmir, o serviço prestado pelo Sistema SESC/Senac já atende aos trabalhadores do Turismo, formando mais de 180 mil trabalhadores por ano, e que inclui muitas atividades de comércio e que, por isso, é atendido pelo Sistema CNC-SESC-SENAC. “A criação de novas entidades sociais específicas pode inviabilizar o atendimento atualmente prestado pelo SESC/Senac a esses trabalhadores”, afirmou.


    Para o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Norton Lenhart, a criação destas duas entidades é economicamente inviável. “Vamos fazer uma conta: a FNHRBS está presente em 23 Estados, que recolheram R$ 1,256 milhão em 2008 – referentes aos 15% do rateio da contribuição sindical destinados às federações (5% vão para a Confederação; 60%, para os sindicatos, e 20% para o Ministério do Trabalho). O valor repassado para a Confederação foi de R$ 418 mil”, disse ele acrescentando que o recolhimento é pífio. “Supondo que se arrecade quatro vezes mais (R$ 6 milhões), apenas R$ 2 milhões seriam para a CNTur. É possível estruturar um sistema complexo com essa verba? E mesmo que se faça, será muito fraco e ineficiente.”


    Atualmente, 97% das empresas de turismo que representam o setor são micro e pequenas empresas que não estão sujeitas ao pagamento da contribuição sindical, segundo dados do IBGE de 2008. “Hotéis, restaurantes e agências de viagens são os únicos sindicais que estão presentes na CNTur. Dos mais de 1 milhão de restaurantes no País, 60% estão na informalidade. Dos que estão na formalidade, menos de 13 mil têm lucro real ou presumido. Dos 26 mil meios de hospedagem no País, não chegam a sete mil os que têm lucro real ou presumido. E das 5 mil a 6 mil agencias de viagens, não há dez que tenham lucro real ou presumido” disse o presidente da FNHRBS. “Estamos falando de um universo de 18 mil empresas que não arrecadam os ´S` no turismo”, finalizou, reconhecendo que o “S” do Turismo na CNC ainda tem deficiências.

     

    Lenhart disse ainda que o setor empresarial de turismo não pode abrir mão de uma infraestrutura complexa já estabelecida para a formação do setor. “Foram dois milhões de pessoas formadas em 2008, sendo 147 mil só no turismo , e mais de 846 mil nos últimos seis anos. O sistema oferece mais de 244 tipos de cursos de turismo; 458 unidades escolares e formação, sendo 355 ligadas ao turismo; 70 unidades móveis, sendo 21 só para o turismo; seis hotéis-escola, alguns posicionados entre os melhores do mundo; presença em 2,5 mil municípios graças a essa capilaridade conseguindo implantar a regionalização do turismo”, afirmou.

     

    O SESC

    Mais de 15 milhões de pessoas em todo o Brasil participaram dos programas oferecidos pelo SESC, em 2008. Nas mais de 300 unidades escolares, 74 mil alunos têm acesso à educação infantil, ensinos fundamental e médio, pré-vestibular e a cursos de valorização pessoal. Para promover a difusão cultural e estimular o hábito da leitura, o SESC desenvolveu as maiores redes privadas de teatros e de bibliotecas do Brasil – são salas fixas, projetos itinerantes e unidades móveis que alcançam as mais distantes cidades do Brasil. Pioneiro na atividade de turismo social, o SESC conta com uma rede extra-hoteleira com 42 unidades de hospedagem, distribuídas em 20 estados, com preços acessíveis e intensa programação. Passeios e excursões são elaborados por profissionais especializados, com roteiros que valorizam a natureza e as culturas regionais. O SESC é hoje também o maior complexo de lazer do Brasil. São mais de 1,6 mil espaços destinados a práticas esportivas e recreação, como parques aquáticos, parques infantis, quadras, ginásios de esporte, campos de futebol, brinquedotecas, salões de jogos e academias de ginástica. Além disso, o SESC tem a prevenção e a informação como seus principais focos de trabalho. Além de uma extensa rede de consultórios odontológicos (930 ao todo) e ações de educação em saúde, a instituição oferece aos usuários alimentação de qualidade a alto valor nutricional em 358 restaurantes e lanchonetes.


    O Senac

    Reconhecido por sua educação profissional de qualidade, o Senac oferece 200 tipos de cursos de Turismo e Hospitalidade nas modalidades formação inicial e continuada, educação profissional técnica de nível médio e educação superior. Por ano, a entidade realiza mais de 150 mil matrículas. A rede de ensino do Senac conta com 305 centros de educação profissional, 5 unidades especializadas em Turismo e Hospitalidade e 19 faculdades, das quais três oferecem cursos regulares na área de turismo. Além disto, a instituição possui seis hotéis-escolas, 13 restaurantes-escola, duas confeitarias-escola e 21 carretas-escola, que levam cursos profissionalizantes até as localidades que não possuem unidades fixas do Senac. As empresas-escola são uma tecnologia educacional criada pelo Senac que contam com um conceito novo de ensinar e aprender, e possibilitam ao aluno vivenciar na prática, junto aos clientes e sob a supervisão de profissionais, o que aprendem em sala de aula. Em agosto de 2009, a instituição inaugurou uma série de lanchonetes e restaurantes-escola nas dependências da Câmara dos Deputados e do Ministério da Justiça, em Brasília, e, juntas, as unidades formarão cerca de 550 novos profissionais por ano – a maioria oriunda de famílias de baixa renda – para o setor de Turismo. Além disto, a entidade publica, por meio das Editoras Senac, mais de 250 títulos, entre livros, softwares e DVDs, didáticos e paradidáticos para a educação profissional no eixo lazer e hospitalidade.


    O Senac possui ainda o Programa Senac de Gratuidade (PSG). Fruto de acordo firmado com o Governo Federal, o PSG foi criado para ampliar a oferta de vagas gratuitas para a população de baixa renda em cursos de educação profissional, inclusive para o segmento de turismo. Para a sua realização, o Senac aplicará, a partir de 2009 e progressivamente até 2014, cerca de 70% de sua receita compulsória líquida no Programa.


     

  • “SESC e Senac realizam um trabalho incontestável”

    “O trabalho realizado pelo SESC e pelo Senac é incontestável – tanto na formação profissional de milhões de brasileiros quanto na oferta de serviços nas áreas cultural e turística. Pulverizar o Sistema Comércio é enfraquecer algo que já é feito em todos os Estados do País”. A afirmação foi feita em 1º de setembro pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), durante a sessão da Comissão de Assuntos Econômicos que votaria o Projeto de Lei do Senado nº 174/2009, que propõe a criação do Serviço Social do Turismo (Sestur) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo (Senatur).

    “O trabalho realizado pelo SESC e pelo Senac é incontestável – tanto na formação profissional de milhões de brasileiros quanto na oferta de serviços nas áreas cultural e turística. Pulverizar o Sistema Comércio é enfraquecer algo que já é feito em todos os Estados do País”. A afirmação foi feita em 1º de setembro pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), durante a sessão da Comissão de Assuntos Econômicos que votaria o Projeto de Lei do Senado nº 174/2009, que propõe a criação do Serviço Social do Turismo (Sestur) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo (Senatur). Uma manobra política impossibilitou a votação da matéria e, a pedido do relator, senador César Borges (PR-BA), o assunto voltará à pauta no dia 15 de setembro.


    A criação de duas novas entidades de qualificação profissional e bem-estar social para a área de Turismo é motivo de preocupação entre os representantes do setor porque prejudicará milhões de brasileiros que hoje se beneficiam com os cursos de formação profissional oferecidos pelo Senac e com as atividades culturais, educacionais, esportivas e de lazer disponíveis nas unidades do SESC em todos os estados do País. Criados há mais de 60 anos, SESC e Senac são os braços de desenvolvimento social e qualificação profissional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e contam com mais de 4,5 mil unidades de educação, desenvolvimento social, cultura e lazer espalhadas nas 27 unidades da Federação. O trabalho das duas entidades foi amplamente divulgado entre os senadores da Comissão de Assuntos Econômicos, para que eles conhecessem a fundo todas as ações desenvolvidas no SESC e no Senac.


    Os líderes empresariais do Sistema Comércio de Bens, Serviços e Turismo compareceram hoje ao Senado para acompanhar a votação. O vice-presidente da CNC e presidente da Fecomércio-DF, senador Adelmir Santana, defende a manutenção do SESC e do Senac na assistência e no treinamento dos trabalhadores do setor de Turismo. “Não estamos lutando para impedir a criação do Sistema Social do Turismo, mas para mostrar que não precisamos dividir os recursos quando o SESC e o Senac já fazem essa ação de treinamento e assistência ao Setor”, enfatiza. Segundo Adelmir, o serviço prestado pelo Sistema SESC/Senac já atende aos trabalhadores do Turismo, formando mais de 180 mil trabalhadores por ano, e que inclui muitas atividades de comércio e que, por isso, é atendido pelo Sistema CNC-SESC-SENAC. “A criação de novas entidades sociais específicas pode inviabilizar o atendimento atualmente prestado pelo SESC/Senac a esses trabalhadores”, afirmou.


    Para o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Norton Lenhart, a criação destas duas entidades é economicamente inviável. “Vamos fazer uma conta: a FNHRBS está presente em 23 Estados, que recolheram R$ 1,256 milhão em 2008 – referentes aos 15% do rateio da contribuição sindical destinados às federações (5% vão para a Confederação; 60%, para os sindicatos, e 20% para o Ministério do Trabalho). O valor repassado para a Confederação foi de R$ 418 mil”, disse ele acrescentando que o recolhimento é pífio. “Supondo que se arrecade quatro vezes mais (R$ 6 milhões), apenas R$ 2 milhões seriam para a CNTur. É possível estruturar um sistema complexo com essa verba? E mesmo que se faça, será muito fraco e ineficiente.”


    Atualmente, 97% das empresas de turismo que representam o setor são micro e pequenas empresas que não estão sujeitas ao pagamento da contribuição sindical, segundo dados do IBGE de 2008. “Hotéis, restaurantes e agências de viagens são os únicos sindicais que estão presentes na CNTur. Dos mais de 1 milhão de restaurantes no País, 60% estão na informalidade. Dos que estão na formalidade, menos de 13 mil têm lucro real ou presumido. Dos 26 mil meios de hospedagem no País, não chegam a sete mil os que têm lucro real ou presumido. E das 5 mil a 6 mil agencias de viagens, não há dez que tenham lucro real ou presumido” disse o presidente da FNHRBS. “Estamos falando de um universo de 18 mil empresas que não arrecadam os ´S` no turismo”, finalizou, reconhecendo que o “S” do Turismo na CNC ainda tem deficiências.

     

    Lenhart disse ainda que o setor empresarial de turismo não pode abrir mão de uma infraestrutura complexa já estabelecida para a formação do setor. “Foram dois milhões de pessoas formadas em 2008, sendo 147 mil só no turismo , e mais de 846 mil nos últimos seis anos. O sistema oferece mais de 244 tipos de cursos de turismo; 458 unidades escolares e formação, sendo 355 ligadas ao turismo; 70 unidades móveis, sendo 21 só para o turismo; seis hotéis-escola, alguns posicionados entre os melhores do mundo; presença em 2,5 mil municípios graças a essa capilaridade conseguindo implantar a regionalização do turismo”, afirmou.

     

    O SESC

    Mais de 15 milhões de pessoas em todo o Brasil participaram dos programas oferecidos pelo SESC, em 2008. Nas mais de 300 unidades escolares, 74 mil alunos têm acesso à educação infantil, ensinos fundamental e médio, pré-vestibular e a cursos de valorização pessoal. Para promover a difusão cultural e estimular o hábito da leitura, o SESC desenvolveu as maiores redes privadas de teatros e de bibliotecas do Brasil – são salas fixas, projetos itinerantes e unidades móveis que alcançam as mais distantes cidades do Brasil. Pioneiro na atividade de turismo social, o SESC conta com uma rede extra-hoteleira com 42 unidades de hospedagem, distribuídas em 20 estados, com preços acessíveis e intensa programação. Passeios e excursões são elaborados por profissionais especializados, com roteiros que valorizam a natureza e as culturas regionais. O SESC é hoje também o maior complexo de lazer do Brasil. São mais de 1,6 mil espaços destinados a práticas esportivas e recreação, como parques aquáticos, parques infantis, quadras, ginásios de esporte, campos de futebol, brinquedotecas, salões de jogos e academias de ginástica. Além disso, o SESC tem a prevenção e a informação como seus principais focos de trabalho. Além de uma extensa rede de consultórios odontológicos (930 ao todo) e ações de educação em saúde, a instituição oferece aos usuários alimentação de qualidade a alto valor nutricional em 358 restaurantes e lanchonetes.


    O Senac

    Reconhecido por sua educação profissional de qualidade, o Senac oferece 200 tipos de cursos de Turismo e Hospitalidade nas modalidades formação inicial e continuada, educação profissional técnica de nível médio e educação superior. Por ano, a entidade realiza mais de 150 mil matrículas. A rede de ensino do Senac conta com 305 centros de educação profissional, 5 unidades especializadas em Turismo e Hospitalidade e 19 faculdades, das quais três oferecem cursos regulares na área de turismo. Além disto, a instituição possui seis hotéis-escolas, 13 restaurantes-escola, duas confeitarias-escola e 21 carretas-escola, que levam cursos profissionalizantes até as localidades que não possuem unidades fixas do Senac. As empresas-escola são uma tecnologia educacional criada pelo Senac que contam com um conceito novo de ensinar e aprender, e possibilitam ao aluno vivenciar na prática, junto aos clientes e sob a supervisão de profissionais, o que aprendem em sala de aula. Em agosto de 2009, a instituição inaugurou uma série de lanchonetes e restaurantes-escola nas dependências da Câmara dos Deputados e do Ministério da Justiça, em Brasília, e, juntas, as unidades formarão cerca de 550 novos profissionais por ano – a maioria oriunda de famílias de baixa renda – para o setor de Turismo. Além disto, a entidade publica, por meio das Editoras Senac, mais de 250 títulos, entre livros, softwares e DVDs, didáticos e paradidáticos para a educação profissional no eixo lazer e hospitalidade.


    O Senac possui ainda o Programa Senac de Gratuidade (PSG). Fruto de acordo firmado com o Governo Federal, o PSG foi criado para ampliar a oferta de vagas gratuitas para a população de baixa renda em cursos de educação profissional, inclusive para o segmento de turismo. Para a sua realização, o Senac aplicará, a partir de 2009 e progressivamente até 2014, cerca de 70% de sua receita compulsória líquida no Programa.