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  • Cursos técnicos terão mais vagas

    Sistema S ampliará vagas para cursos técnicos e dará gratuidade nos serviços de educação para população de baixa renda.


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  • Governo e Sistema S fecham acordo

    O governo federal e o Sistema S fecharam acordo que amplia as vagas em

    cursos e a gratuidade dos serviços de educação ofertados pelo sistema. As

    medidas previstas no protocolo de compromisso, assinado nesta terça-feira,

    22, no Ministério da Educação, serão incorporadas aos regimentos internos

    das entidades em até 30 dias.


    Para o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, o documento assinado com

    o MEC e os compromissos de gratuidade assumidos (66% da receita líquida do

    Senac até 2014) representam uma revolução no ensino profissional do país.

    O governo federal e o Sistema S fecharam acordo que amplia as vagas em

    cursos e a gratuidade dos serviços de educação ofertados pelo sistema. As

    medidas previstas no protocolo de compromisso, assinado nesta terça-feira,

    22, no Ministério da Educação, serão incorporadas aos regimentos internos

    das entidades em até 30 dias.


    Para o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, o documento assinado com

    o MEC e os compromissos de gratuidade assumidos (66% da receita líquida do

    Senac até 2014) representam uma revolução no ensino profissional do país. “A

    gratuidade passa a ser compulsória, as regras são claras e unificadas para

    todo o país, atendendo o que pretendíamos para elevar o acesso e a qualidade

    da educação no Brasil”. O ministro da Educação, Fernando Haddad, por sua vez

    afirmou que o acordo ajuda o governo, ajuda o sistema e ajuda a sociedade a

    ter a sustentabilidade que precisa.


    A pedido do vice-presidente da República, José Alencar, o MEC e técnicos das

    entidades que compõem o Sistema S reuniram-se em junho para discutir, entre

    outras ações, a ampliação do atendimento gratuito a estudantes e

    trabalhadores de baixa renda. Assim, dos R$ 8 bilhões que financiam o

    sistema, 60% vão para os serviços sociais e 40% para a aprendizagem. Mudam

    apenas os critérios ligados à gratuidade, carga horária dos cursos,

    definição do público atendido e adoção do conceito de itinerário formativo.


    Pelo acordo, cerca de dois terços da receita compulsória do Senac e do Senai

    devem ser destinados a vagas gratuitas para pessoas de baixa renda, com

    prioridade para estudantes e trabalhadores. Além disso, um terço dos

    recursos destinados a serviços sociais pelo Sesi e pelo Sesc deve ser

    aplicado em atividades de educação. Metade desses recursos deve financiar

    atividades gratuitas.


    A partir de 2009, o Senac destinará 20% da receita compulsória para cursos

    gratuitos. A cada ano, essa porcentagem aumentará em média cinco pontos, até

    que a gratuidade alcance 66,6% em 2014, o que representa dois terços dos

    recursos compulsórios da entidade. Já o Senai destinará 50% do compulsório

    para cursos gratuitos em 2009. Em 2014, a partir de evoluções anuais, a

    alocação de recursos para vagas gratuitas será também de 66,6%. A diferença

    no percentual já em 2009 entre Senai e Senac ocorre porque o primeiro

    destina percentual superior a vagas gratuitas.


    Em relação ao Sesi e ao Sesc, em 2009, cada entidade oferecerá 10% da

    receita líquida para educação básica e continuada e ações educativas nos

    demais programas de saúde, transporte, lazer e cultura. Esse patamar subirá,

    com progressão anual, para 33,3% em 2014. Metade desses valores financiará

    alunos de baixa renda com vagas e atividades gratuitas.


    Quanto à carga horária dos cursos técnicos, a formação inicial terá no

    mínimo 160 horas. O acordo também prevê a utilização da metodologia dos

    itinerários formativos como princípio da educação continuada.


    O acordo constará dos regimentos internos, a serem aprovados em decreto

    presidencial. As discussões sobre educação profissional e tecnológica devem

    ser ampliadas entre o governo e o sistema com a criação de um grupo de

    trabalho que discutirá temas como qualificação profissional e mecanismos de

    financiamento estudantil para a educação profissional.




    Coletiva de Imprensa esclarece reforma do Sistema S

    Nesta terça-feira, 22 de julho, o Ministério da Educação promoveu uma

    entrevista coletiva, às 14h30, para divulgar o acordo com o Sistema S.

    Participaram do evento, realizado no auditório do MEC, os ministros da

    Educação, Fernando Haddad, do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o presidente

    da CNC, Antonio Oliveira Santos, o presidente da CNI, deputado Armando

    Monteiro Neto, o Secretário de Educação Tecnológica, Elizier Pacheco e o

    Secretário Executivo do MEC, José Henrique Paim. Estiveram presentes cerca

    de 100 pessoas, dentre elas jornalistas da mídia impressa, televisiva e

    rádio.


    O Ministro Haddad abriu a coletiva agradecendo o papel inestimável dos

    presidentes das Confederações para a promoção do acordo. O ministro destacou

    o bom entendimento com a CNC e a CNI nas reuniões realizadas em maio e

    junho, que levaram ao acordo entre governo federal e entidades privadas.


    Sobre os protocolos de compromissos assinados declarou que “o acordo de

    aumentar a gratuidade, iniciando com 20% no Senac e 50% no Senai, atendeu

    perfeitamente o interesse do governo”. Desde o início, explicou, o governo

    nunca pensou em alterar a gestão dos recursos, retirá-los da iniciava

    privada. O princípio da autonomia demandado pelas Confederações foi

    preservado, assim como o interesse do governo em aumentar a gratuidade, foi

    atendido. Ao encerrar a coletiva de imprensa disse ser preciso “deixar claro

    que o acordo firmado não é fruto de concessão, mas de um entendimento”.


    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, afirmou ser favorável às

    mudanças no Sistema S. Segundo ele, o documento hoje assinado e o acordo

    firmado representam uma verdadeira revolução no sistema profissional do

    país. “Precisávamos homogeneizar o Sistema para que todos pudessem

    participar. Esse documento veio criar condições para que todas as regiões do

    país, do Amapá ao Rio Grande do Sul, sejam beneficiadas de forma mais

    uniforme. O ministro Haddad prestou um grande serviço às entidades do

    Sistema S e ao País”.


    Para Haddad, o compromisso com a gratuidade de 2/3 da receita líquida do

    Senac e Senai, definição do itinerário formativo, carga mínima de 160 horas

    de estudo e um terço dos recursos do Sesc e Sesi comprometidos com a

    educação gratuita concretizam o que o governo pretendia alcançar em termos

    de melhoria na educação técnica e profissional.

  • Sistema S amplia número de vagas em cursos grátis

    Meta é de que pelo menos dois terços dos cursos não sejam pagos até 2014.


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    Meta é de que pelo menos dois terços dos cursos não sejam pagos até 2014.


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  • Sesc e Senac: mais vagas, mais gratuidade

    O Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) ampliarão a oferta de vagas em seus cursos técnicos e a gratuidade dos serviços ofertados pelas duas entidades em todo o país.

    O Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) ampliarão a oferta de vagas em seus cursos técnicos e a gratuidade dos serviços ofertados pelas duas entidades em todo o país. As medidas, que entrarão em vigor a partir do ano que vem, são resultado de acordo firmado pelo presidente da Confederação Nacional do Comércio e dos Conselhos Nacionais do Sesc e do Senac, Antonio Oliveira Santos, com o governo federal. 


    “O acordo atende ao que pretendíamos para elevar o acesso e a qualidade da Educação no Brasil”, afirma o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, acrescentando que o documento representa uma revolução no ensino profissional do país: “Precisávamos homogeneizar o Sistema para que todos pudessem participar. Esse documento veio criar condições para que todas as regiões do país, do Amapá ao Rio Grande do Sul, sejam beneficiadas de forma mais uniforme. O ministro Haddad prestou um grande serviço às entidades do Sistema S e ao País”, enfatizou o empresário.


    Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, o acordo ajuda o governo, ajuda o sistema e ajuda a sociedade a ter a sustentabilidade que precisa. “O acordo não é fruto de concessão por nenhuma das partes, mas de entendimento”, disse.


    Pelo protocolo de compromisso assinado ontem, 22, dois terços das vagas em cursos técnicos do Senac serão destinados gratuitamente a pessoas de baixa renda, com prioridade para estudantes e trabalhadores. Já a partir de 2009, o Senac destinará 20% da receita compulsória líquida para cursos gratuitos, e a cada ano, essa porcentagem aumentará em média cinco pontos, até que a gratuidade alcance 66,6% das vagas em 2014, o que representa dois terços dos recursos da entidade. Além disso, um terço dos recursos voltados a serviços sociais pelo Sesc deve ser aplicado em atividades de educação. Metade desses recursos deve financiar atividades gratuitas. Assim, o Sesc oferecerá 10% da receita líquida para educação básica e continuada e ações educativas nos demais programas de saúde, transporte, lazer e cultura – patamar que subirá, com progressão anual, para 33,3% em 2014. Quanto à carga horária dos cursos técnicos, a formação inicial terá no mínimo 160 horas. O acordo também prevê a utilização da metodologia dos itinerários formativos utilizada pelo Senac como princípio da educação continuada.


    As discussões sobre educação profissional e tecnológica devem ser ampliadas entre o governo e o sistema com a criação de um grupo de trabalho que discutirá temas como qualificação profissional e mecanismos de financiamento estudantil para a educação profissional.

  • Acordo fixa regras para uso de recursos do Sistema S

    Governo desiste de acabar com autonomia do sistema S.


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    Governo desiste de acabar com autonomia do sistema S.


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  • Governo cria mais vagas com o Sistema S

    A proposta criada ontem pelo governo garante a oferta de vagas de ensino profissionalizantes apenas para pessoas de baixa renda.   


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    A proposta criada ontem pelo governo garante a oferta de vagas de ensino profissionalizantes apenas para pessoas de baixa renda.   


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  • ‘Sistema S’ vai ampliar vagas gratuitas

    Acordo firmado ontem entre os ministérios da Educação, do Trabalho e da Fazenda e o Senai, Sesi, Senac e Sesc, pretende até 2014, reservar dois terços de cada turma técnica.


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    Acordo firmado ontem entre os ministérios da Educação, do Trabalho e da Fazenda e o Senai, Sesi, Senac e Sesc, pretende até 2014, reservar dois terços de cada turma técnica.


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  • Sistema S vai dedicar dois terços da receita a cursos ténicos gratuitos

    Mec faz acordo com entidades após meses de debate; Senac, por exemplo, terá mais 1,4 milhão de vagas gratuitas.


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    Mec faz acordo com entidades após meses de debate; Senac, por exemplo, terá mais 1,4 milhão de vagas gratuitas.


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  • Senai e Sesi investem mais em cursos gratuitos

    Ao ampliar a gratuidade dos cursos, o Sistema S se afina com as políticas públicas e dá uma contribuição importante para facilitar o acesso dos brasileiros à educação.


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    Ao ampliar a gratuidade dos cursos, o Sistema S se afina com as políticas públicas e dá uma contribuição importante para facilitar o acesso dos brasileiros à educação.


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  • Acordo fixa regras para o uso de recursos do Sistema S

    A partir de 2009, os serviços de aprendizagem da indústria e do comércio deverão destinar percentuais crescentes de suas receitas líquidas para bancar vagas gratuitas em cursos técnicos.


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    A partir de 2009, os serviços de aprendizagem da indústria e do comércio deverão destinar percentuais crescentes de suas receitas líquidas para bancar vagas gratuitas em cursos técnicos.


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