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  • José Pimentel assume Ministério da Previdência na quarta

    O deputado José Pimentel (PT-CE) assume na próxima quarta-feira (11) o cargo de ministro da Previdência Social. A nomeação do parlamentar foi confirmada pelo Palácio do Planalto ontem à noite. Ele substituirá Luiz Marinho, que deixou o cargo para concorrer à Prefeitura de São Bernardo do Campo (SP), nas eleições municipais de outubro. A posse está marcada para as 12 horas, no Palácio do Planalto.


    De acordo com a assessoria da Presidência, uma das exigências feitas por Lula a Pimentel é que ele fique no cargo até o final de 2010.


    Agência Senado, 6 de junho de 2008.

    O deputado José Pimentel (PT-CE) assume na próxima quarta-feira (11) o cargo de ministro da Previdência Social. A nomeação do parlamentar foi confirmada pelo Palácio do Planalto ontem à noite. Ele substituirá Luiz Marinho, que deixou o cargo para concorrer à Prefeitura de São Bernardo do Campo (SP), nas eleições municipais de outubro. A posse está marcada para as 12 horas, no Palácio do Planalto.


    De acordo com a assessoria da Presidência, uma das exigências feitas por Lula a Pimentel é que ele fique no cargo até o final de 2010.


    Agência Senado, 6 de junho de 2008.

  • Reforma na qualificação vai facilitar acesso ao trabalho

    Acordo de cooperação entre Faetec, Senac, Firjan, Cefet e Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia vai reposicionar estratégias de qualificação no estado, para intensificar o aproveitamento de mão-de-obra nas empresas.


    Clique aqui e leia a íntegra da matéria.


            

    Acordo de cooperação entre Faetec, Senac, Firjan, Cefet e Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia vai reposicionar estratégias de qualificação no estado, para intensificar o aproveitamento de mão-de-obra nas empresas.


    Clique aqui e leia a íntegra da matéria.


            

  • Semana do Meio Ambiente 2008



     Em comemoração a 5 de junho, dia Mundial do Meio Ambiente,  diversas entidades do Sistema Comércio estão realizando durante esta semana atividades para marcar a preocupação ambiental. O Senac São Paulo programou oficinas, exposições, palestras e feiras de livros, em diversas unidades de rede na capital e interior, entre os dias 2 e 6 de junho. O objetivo é possibilitar reflexões e discussões sobre a poluição provocada  pelas atividades produtivas e pelo ser humano, além de buscar alternativas para salvar o meio ambiente.



     Em comemoração a 5 de junho, dia Mundial do Meio Ambiente,  diversas entidades do Sistema Comércio estão realizando durante esta semana atividades para marcar a preocupação ambiental. O Senac São Paulo programou oficinas, exposições, palestras e feiras de livros, em diversas unidades de rede na capital e interior, entre os dias 2 e 6 de junho. O objetivo é possibilitar reflexões e discussões sobre a poluição provocada  pelas atividades produtivas e pelo ser humano, além de buscar alternativas para salvar o meio ambiente. A iniciativa visa atingir não só alunos da instituição, mas também colaboradores, docentes e a comunidade em geral.


    Em Minas, foi realizada uma passeata, com faixas associadas ao tema,  para alertar a população sobre os problemas que estão causando a degradação do Meio Ambiente. A caminhada saiu do Sesc Tupinambás para o Shopping Oiapoque (BH) onde foi apresentada uma peça teatral e distribuídas mudas de plantas ornamentais,  além de folhetos educativos.   


    No Teatro Sesc do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, durante a manhã, foram apresentados trabalhos que vem sendo desenvolvidos na área para a conscientização quanto à importância da reutilização de alguns materiais como o papel. “O trabalho que o Sesc, o Senac e sindicatos filiados   à  Fecomércio têm desenvolvido em prol do meio ambiente é de suma importância”, comentou o presidente em exercício do Sistema Fecomércio do Estado, Moacyr Schukster. Durante o evento, o público, composto por colaboradores e parceiros da entidade, acompanhou a apresentação dos resultados obtidos pelo programa 4 Rs (Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Reeducar) 2007- 2008. “Temos promovido uma conscientização quanto à importância de reutilizarmos alguns materiais, e só o que arrecadamos de papel no prédio do Sistema Fecomércio-RS é o equivalente à preservação de 244 árvores”, informou Luciane Weber, integrante do Comitê Ambiental da entidade.


    Já no Paraná, o Sesc Centro promoveu   campanha de conscientização com orientações e mostras focando as atitudes ecologicamente corretas, porque preservar o meio ambiente não é hoje mais uma questão de consciência ecológica e sim uma questão de sobrevivência.  


    E, finalmente, no Sesc Centro João Pessoa estão sendo exibidos médias-metragens que fazem parte da mostra “Avisos da Natureza”. O primeiro vídeo apresentado foi o “Baía Limpa”, que abordou em 26 minutos a Baía de Guaraquecaba, que sofreu anos seguidos com o desmatamento e com a poluição. Na mostra “Bio Piratas” foi mostrado em 52 minutos, a vida de 23 pajés de várias nações indígenas brasileiras. E na última mostra chamada de  “Avisos da Natureza”, foi apresentado uma série de depoimentos sobre a degradação do meio ambiente. As mostras tiveram como público-alvo comerciários e estudantes.          

     

     

     


     

  • Alvaro Dias defende reforma política

    Alvaro Dias defende reforma política em Simpósio de Estudos Constitucionais


    O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) apresentou o primeiro painel do Simpósio de Estudos Constitucionais desta quarta-feira (4), que tratou do tema “Limitações e prerrogativas da atividade parlamentar”.

    Alvaro Dias defende reforma política em Simpósio de Estudos Constitucionais


    O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) apresentou o primeiro painel do Simpósio de Estudos Constitucionais desta quarta-feira (4), que tratou do tema “Limitações e prerrogativas da atividade parlamentar”. Segundo avaliou, o debate ocorre em um momento em que há um enorme desgaste atingindo não só o Poder Legislativo, mas instituições públicas, partidos políticos e políticos em geral.


    Para Alvaro Dias, a discussão sobre as prerrogativas da atividade parlamentar se dá justamente em um momento em que a própria população condena determinadas prerrogativas, considerando-as privilégio em razão desse desgaste sofrido. O senador disse não se referir apenas à imunidade parlamentar, mas a prerrogativas que não são individuais, do parlamentar, mas sim institucionais e que devem, em sua avaliação, ser sustentadas e fortalecidas.


    – Há um desencanto na sociedade brasileira, um desgaste enorme, que é conseqüência dos escândalos de corrupção que, lamentavelmente, se sucedem – completou.


    O senador pelo Paraná criticou o atual modelo político e defendeu a realização de uma reforma política “urgente”. Conforme observou, a reforma é debatida há muito tempo pelos parlamentares, mas nunca concluída.


    – Muitos continuam acreditando que a reforma não é interesse da população. Eu tenho dito que é o contrário. Se fosse de interesse político, já teria sido realizada. A reforma política interessa à população do país por razões óbvias, como reduzir os índices de corrupção na atividade pública – ressaltou.


    Alvaro Dias destacou também sua preocupação em relação à posição dos parlamentares que, como observou, muitas vezes costumam mostrar duas faces. Segundo o senador, uma face seria a de discurso crítico, que condena a usurpação de prerrogativas do Poder Legislativo, e a outra, do comodismo, da subserviência, que atende aos interesses do Poder Executivo.


    – A medida provisória é um fato. Ela usurpa prerrogativas essenciais do Legislativo. Transforma o Poder Legislativo em carimbador das iniciativas do Poder Executivo. Nós acabamos sendo avalistas das propostas oriundas do Executivo – protestou, avaliando que as medidas provisórias são editadas sempre afrontando a Constituição do país.


    O senador defendeu também uma “ampla reforma” do Legislativo para que se recupere a credibilidade e para que sejam oferecidas respostas mais competentes à população. Para ele, é preciso discutir novamente quantos deverão ser os senadores e deputados.


    – Não é uma questão só de economia, é uma busca de qualidade e valorização do poder. O desequilíbrio dos parlamentares é visível. Crescemos em número e nos fragilizamos. É preciso que ocorra uma redução de senadores e deputados, estabelecendo a exata representatividade da população – concluiu.


    Os outros dois palestrantes do primeiro painel desta quarta-feira (4) foram osprofessores Elival da Silva Ramos e Alexandre de Morais, ambos da Universidade de São Paulo (USP).

     

  • Garibaldi: alternativas para a saúde diferentes da CSS

    Ao discursar no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, durante o lançamento da Frente Parlamentar dos Dirigentes Lojistas, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, voltou a afirmar que existem alternativas mais eficazes que uma contribuição social para destinar recursos à saúde, um setor da administração pública que ele reconhece em crise.


    – Os comerciantes varejistas não podem ser penalizados pela criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde). A minha posição é clara. Não vejo nenhum dilema entre ficar a favor da saúde e contra a CSS.

    Ao discursar no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, durante o lançamento da Frente Parlamentar dos Dirigentes Lojistas, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, voltou a afirmar que existem alternativas mais eficazes que uma contribuição social para destinar recursos à saúde, um setor da administração pública que ele reconhece em crise.


    – Os comerciantes varejistas não podem ser penalizados pela criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde). A minha posição é clara. Não vejo nenhum dilema entre ficar a favor da saúde e contra a CSS. Ninguém venha me colocar num canto da parede por causa disso. É óbvio que o governo teria outras alternativas para buscar o financiamento da saúde, que, diga-se de passagem, vem atravessando uma crise sem precedentes no Brasil inteiro – disse o presidente, nesta quarta-feira (4).


    Lembrando sua formação como jornalista e sua condição de político desde a mocidade, Garibaldi disse que, como não será eternamente presidente do Senado, está pronto para, quando encerrar seu mandato no comando da instituição, enfileirar-se “na linha de frente desta Frente”, no propósito de dar seu apoio ao comércio lojista. Ele disse que, se hoje tem impedimentos para ingressar nessa Frente, em fevereiro de 2009 pode perfeitamente integrar-se a ela.


    Também em discurso, o vice-presidente da Frente Parlamentar, senador Adelmir Santana (DEM-DF), afirmou que o grupo vai envidar todos os esforços em favor dos comerciantes, trabalhando pela desburocratização da área, pelo fim da informalidade e pelo aperfeiçoamento das normas jurídicas concernentes ao comércio varejista. “Ainda temos muito a fazer”, declarou.


    Já o presidente da Frente, deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), disse em seu discurso que esse organismo não pretende ser apenas mais um movimento em favor de uma causa, mas efetivamente dar voz ao comércio varejista no Brasil. E acrescentou: “não somos oposição ao governo, somos a favor do Brasil”.

  • Programa Mesa Brasil Sesc recebe Prêmio Ser Humano da ABRH Nacional

    O Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Sul recebeu o Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia 2008 – Modalidade Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social, na categoria Empresa.

    O Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Sul recebeu o Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia 2008 – Modalidade Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social, na categoria Empresa. O prêmio desenvolvido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Nacional), que consagrou na mesma categoria outras duas instituições, tem o objetivo de reconhecer e certificar projetos sociais desenvolvidos no país.


    A entidade recebeu a distinção a partir do case Mesa Brasil Sesc, programa que tem como objetivo arrecadar alimentos excedentes, que não tem valor comercial para as empresas, e distribuir para instituições cadastradas, contribuindo para a redução do desperdício e para a complementação alimentar e nutricional das pessoas atendidas nestas entidades.


    O Programa Mesa Brasil Sesc foi implantado no Estado em 2003 e prima por melhorias na qualidade de vida da comunidade gaúcha. De janeiro a maio de 2008, mais de 562 mil quilos de alimentos já foram distribuídos. Atualmente, a área de atuação do projeto contempla a capital, a Região Metropolitana e os municípios de Rio Grande, Santa Maria, Cachoeira do Sul e Caxias do Sul, o que permite o atendimento regular em 30 municípios gaúchos. Além da distribuição dos alimentos, o Mesa Brasil já proporcionou às entidades cadastradas mais de 300 oficinas e ações educativas na área social, nutricional e de saúde, através de treinamentos, palestras e cursos que visam à inclusão e ao desenvolvimento social. Com isso, a expectativa para 2008 é qualificar mais de 7 mil pessoas.


    “É uma alegria receber este prêmio, que reconhece nossa missão de promover a qualidade de vida dos gaúchos. Os números destacam a atuação do Programa Mesa Brasil e evidenciam a importância da atuação junto às comunidades”, comemora o diretor regional do Sesc/RS, Everton Dalla Vecchia, que recebeu o prêmio em cerimônia realizada em São Paulo.

    Outras informações sobre o Programa Mesa Brasil Sesc através do site www.sesc-rs.com.br/mesabrasil.

  • Relator formaliza proposta de criação da CSS

    O relator do Projeto de Lei Complementar 306/08, que regulamenta a Emenda 29, deputado Pepe Vargas (PT-RS), apresentou emenda substitutiva ao projeto criando a Contribuição Social para a Saúde (CSS) com alíquota de 0,1% sobre as movimentações financeiras. A proposta está sendo analisada neste momento em plenário. Vargas apresentou seu relatório pela Comissão de Finanças e Tributação.


    Pelo texto, a contribuição, que entrará em vigor a partir de janeiro de 2009, será permanente e seus recursos deverão servir exclusivamente para o financiamento de ações e programas da área de Saúde.

    O relator do Projeto de Lei Complementar 306/08, que regulamenta a Emenda 29, deputado Pepe Vargas (PT-RS), apresentou emenda substitutiva ao projeto criando a Contribuição Social para a Saúde (CSS) com alíquota de 0,1% sobre as movimentações financeiras. A proposta está sendo analisada neste momento em plenário. Vargas apresentou seu relatório pela Comissão de Finanças e Tributação.


    Pelo texto, a contribuição, que entrará em vigor a partir de janeiro de 2009, será permanente e seus recursos deverão servir exclusivamente para o financiamento de ações e programas da área de Saúde. Aposentados e pensionistas não serão taxados, assim como trabalhadores da ativa que ganharem até o teto dos benefícios da Previdência (R$ 3.088).


    O relator admitiu que as modificações são baseadas na Lei 9.311/06, que regulamentava a CPMF, mas destacou a menor incidência e a alíquota mais baixa, além da continuidade da função fiscalizadora da contribuição, uma vez que a lei obriga instituições financeiras a prestarem informações sobre a cobrança à Receita Federal.

     

  • Ipea: 36,4% dos trabalhadores trabalham mais de 45 horas

    Estudo apresentado pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, indica que 36,4% dos trabalhadores brasileiros cumprem jornada de mais de 45 horas semanais. Desses, 32% fazem hora extra, o que representa 6 milhões de empregos a menos. Além disso, 4,5 milhões de pessoas ocupam mais de um posto de trabalho.

    Estudo apresentado pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, indica que 36,4% dos trabalhadores brasileiros cumprem jornada de mais de 45 horas semanais. Desses, 32% fazem hora extra, o que representa 6 milhões de empregos a menos. Além disso, 4,5 milhões de pessoas ocupam mais de um posto de trabalho. “O Brasil distribui mal sua jornada de trabalho e poderia ocupar a todos se revíssemos isso”, opinou, durante a comissão geral sobre redução da jornada de trabalho realizada nesta terça-feira no Plenário da Câmara.


    Pochmann defendeu uma jornada de trabalho mais bem distribuída, com remuneração mais justa. Pelos dados do instituto, para que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro chegasse a R$ 2,4 trilhões no ano passado, foram necessárias 172 bilhões de horas de trabalho, que ocuparam 89,3 milhões de trabalhadores, contingente que representa menos de 92% do total da força de trabalho nacional.


    As distorções apontadas pelo Ipea, segundo Pochmann, demonstram que seria possível ocupar todos os trabalhadores brasileiros com uma jornada de 36,6 horas. Ele lamentou que 4,6 milhões de pessoas com menos de 16 anos estejam no mercado de trabalho, o que é ilegal, e 6,9 milhões de aposentados ainda estejam em atividade.

  • Leis do mínimo esforço

    Clique aqui e leia o artigo do jornalista Melchiades Filho, publicado na Folha de São Paulo, que cita o Sistema S.


     


     

    Clique aqui e leia o artigo do jornalista Melchiades Filho, publicado na Folha de São Paulo, que cita o Sistema S.


     


     

  • Chinaglia diz que vai negociar redução da jornada

    O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, anunciou que vai mediar as negociações para a votação das propostas de redução da jornada de trabalho. O anúncio foi feito no encerramento da comissão geral sobre o assunto. Ele disse que os projetos em tramitação na Casa sobre o tema devem ser priorizados, em razão do apoio popular à medida. Ele citou, como exemplo, o abaixo-assinado com mais de 1,5 milhão de assinaturas entregue hoje pelas centrais sindicais.

    O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, anunciou que vai mediar as negociações para a votação das propostas de redução da jornada de trabalho. O anúncio foi feito no encerramento da comissão geral sobre o assunto. Ele disse que os projetos em tramitação na Casa sobre o tema devem ser priorizados, em razão do apoio popular à medida. Ele citou, como exemplo, o abaixo-assinado com mais de 1,5 milhão de assinaturas entregue hoje pelas centrais sindicais. “Não há tema proibido para a Câmara, e esse tema precisa ser votado em algum momento”, disse.


    O deputado Vicentinho (PT-SP), relator projetos sobre o tema na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, disse que deverá apresentar um substitutivo para assegurar a redução da jornada sem perda de salário e com o aumento de empregos. Já o deputado Roberto Santiago (PV-SP) disse que ficou clara a vontade de aprovação da redução da jornada. Os ganhos dos trabalhadores e do País serão grandes em sua opinião, mas o deputado prevê oposição à medida. “Não é uma luta fácil não, mas é uma luta pelo entendimento, e vamos conseguir aprovar essa conquista”, disse.