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  • Comissão proíbe exigência de tempo de conta para cheque

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou o Projeto de Lei 2615/07, do deputado Vinicius Carvalho (PTdoB-RJ), que proíbe os lojistas de exigir tempo de abertura de conta bancária para a aceitação de cheques de clientes.


    O relator do projeto na comissão, deputado Barbosa Neto (PDT-PR), propôs uma emenda, também aprovada, que proíbe os lojistas de recusar o cheque de outra praça, desde que haja agência do mesmo banco na localidade do pagamento.

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou o Projeto de Lei 2615/07, do deputado Vinicius Carvalho (PTdoB-RJ), que proíbe os lojistas de exigir tempo de abertura de conta bancária para a aceitação de cheques de clientes.


    O relator do projeto na comissão, deputado Barbosa Neto (PDT-PR), propôs uma emenda, também aprovada, que proíbe os lojistas de recusar o cheque de outra praça, desde que haja agência do mesmo banco na localidade do pagamento.


    O projeto determina que o estabelecimento comercial que aceitar cheque como pagamento só poderá recusá-lo quando o nome do emitente estiver em cadastro de serviço de proteção ao crédito ou quando o consumidor não for o próprio emitente do cheque.


    Sanções

    O estabelecimento que descumprir a determinação estará sujeito a várias sanções, entre elas multa, apreensão do produto, cassação do registro do produto, suspensão de fornecimento de produtos ou serviço, suspensão temporária de atividade, revogação de concessão ou permissão de uso e cassação de licença do estabelecimento ou de atividade.


    A proposta obriga ainda todos os estabelecimentos comerciais sediados no País a afixar o texto da nova lei em local visível ao consumidor.


    Tramitação

    O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Adelmir Santana defende Sistema S em plenário

    Adelmir Santana defende Sistema S e diz que governo “quer mudar o que funciona bem”


    O senador Adelmir Santana (DEM-DF) voltou a criticar a intenção do ministro da Educação, Fernando Haddad, de propor ao Congresso que parte da arrecadação das empresas para o chamado Sistema S (Senai, Senac, Senar, Sesi e Sesc) seja direcionado a cursos para formação universal de trabalhadores, e não apenas para formação específica na área de indústria, comércio, serviços e área rural.

    Adelmir Santana defende Sistema S e diz que governo “quer mudar o que funciona bem”


    O senador Adelmir Santana (DEM-DF) voltou a criticar a intenção do ministro da Educação, Fernando Haddad, de propor ao Congresso que parte da arrecadação das empresas para o chamado Sistema S (Senai, Senac, Senar, Sesi e Sesc) seja direcionado a cursos para formação universal de trabalhadores, e não apenas para formação específica na área de indústria, comércio, serviços e área rural. Ele afirmou que o governo quer intervir em uma área administrada pelas confederações de empregadores “que vem dando certo há 60 anos”.


    Adelmir entende que a formação universal compete ao Estado e contestou o governo, que considera uma “caixa preta” a administração dos recursos do Sistema S (cerca de R$ 8 bilhões por ano, provenientes de 2,5% da folha de salários das empresas).


    O senador explicou que as confederações dispõem de conselhos encarregados de fiscalizar os gastos e que o Sistema S usa a Lei de Licitações em seus processos, mesmo que isso não lhe seja exigido. Disse que há grande capilaridade no sistema e que o Serviço Nacional do Comércio (Senac), por exemplo, está presente em 2.800 municípios do país.


    – Seria um intervencionismo desnecessário.A discussão vem desde a época em que se discutia a renovação da CPMF. O próprio ministro Haddad tem evoluído em suas idéias sobre o assunto, mas há sempre a insistência em se criar um fundo especial para gestão desses recursos – comentou.


    Em aparte, o senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) informou que o simples anúncio de possíveis mudanças no Sistema S tem levado à suspensão de “importantes projetos em instalação”. O senador considera que o ministro da Educação “não tem legitimidade” para mexer em um sistema que dá certo, pois ele dirige um setor estatal “que está longe de funcionar bem”.


    O senador Mão Santa (PMDB-PI) apoiou o discurso de Adelmir Santana.

  • Comerciantes mineiros e cariocas estão otimistas com o Dia do Namorados

    Os empresários das regiões metropolitanas das cidades de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro estão confiantes no aquecimento das vendas para o Dia dos Namorados. Pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Minas Gerais indica que aproximadamente 81% dos lojistas acreditam que deverão superar os patamares de vendas de 2007. Outros 12% estimam que as vendas devam empatar e apenas 7% apostam que neste ano serão menores do que o ano passado.

    Os empresários das regiões metropolitanas das cidades de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro estão confiantes no aquecimento das vendas para o Dia dos Namorados. Pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Minas Gerais indica que aproximadamente 81% dos lojistas acreditam que deverão superar os patamares de vendas de 2007. Outros 12% estimam que as vendas devam empatar e apenas 7% apostam que neste ano serão menores do que o ano passado. Dos lojistas entrevistados, 84% disseram que pretendem adotar ou já adotaram alguma estratégia visando o aumento das vendas.

     

    Dentre os principais fatores que irão levar os consumidores mineiros às compras neste Dia dos Namorados, a maioria – 42,3% – citou o apelo emocional da data. Já para 24% o principal motivo para ao consumo será o crédito facilitado. As promoções também poderão ajudar nos números, segundo 22,1% dos entrevistados. E, segundo a Fecomércio-MG, 33,3% dos entrevistados acreditam  que o ticket médio por consumidor deva ficar acima de R$ 150,01.

     

    Já o levantamento da Fecomércio-RJ mostra que 78,5% dos entrevistados acreditam que o faturamento vai subir: A estimativa média dos empresários é de um crescimento na receita de 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Os empresários dos setores de Roupas e Perfumaria/ Cosméticos são os mais otimistas, pois prevêem faturar 16,2% e 15,4% a mais, respectivamente.

     

    A pouco mais de uma semana do dia 12 de junho, 79,5% informaram que os estabelecimentos estão preparados ou se organizando para as vendas. A forma mais citada de preparação das lojas é a realização de promoções, sendo a facilitação na forma de pagamento a preferência da maioria (50,6%).

  • CCJ aprova cota para paraplégicos em empresas

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, no último dia 20, o Projeto de Lei 2077/96, do deputado Marcelo Teixeira (PR-CE), que obriga a empresa com 50 ou mais empregados a contratar, no mínimo, 10% de paraplégicos para exercer atividades nas quais se passe a maior parte do tempo sentado.


    O projeto foi aprovado nos termos de substitutivo elaborado pelo relator, deputado Geraldo Pudim (PMDB-RJ).

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, no último dia 20, o Projeto de Lei 2077/96, do deputado Marcelo Teixeira (PR-CE), que obriga a empresa com 50 ou mais empregados a contratar, no mínimo, 10% de paraplégicos para exercer atividades nas quais se passe a maior parte do tempo sentado.


    O projeto foi aprovado nos termos de substitutivo elaborado pelo relator, deputado Geraldo Pudim (PMDB-RJ). Segundo ele, o substitutivo limita-se a corrigir problemas de técnica legislativa, adaptando o texto aos preceitos da Lei Complementar 95/98, que regula a elaboração das leis.


    Substitutivo da Seguridade

    Geraldo Pudim considerou antijurídico o substitutivo aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família. Esse texto mudava totalmente o projeto original, estabelecendo apenas que as instituições públicas e privadas poderiam contratar pessoas com deficiência por intermédio de entidades beneficentes de assistência social, mediante convênio ou contrato.


    Além disso, o substitutivo previa que as contratações terceirizadas seriam computadas para fins de preenchimento da cota para pessoas com deficiência.


    Tramitação

    Como o projeto havia sido anteriormente rejeitado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, seguirá agora para votação em plenário.

  • Marco regulatório para o petróleo estará em debate na CAE

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza na próxima terça-feira (3) audiência pública com o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, para debater o marco regulatório do petróleo na perspectiva de descoberta e desenvolvimento de novas bacias petrolíferas na camada pré-sal – reservatórios que se encontram em camada de sal ao longo de 800 quilômetros de extensão (até 200 quilômetros de largura) do trecho do litoral brasileiro que vai do Espírito Santo a Santa Catarina.


    Caso se confirmem as estimativas preliminares da Petrobras sobre essas prováveis jazidas de petróleo, o B

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza na próxima terça-feira (3) audiência pública com o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, para debater o marco regulatório do petróleo na perspectiva de descoberta e desenvolvimento de novas bacias petrolíferas na camada pré-sal – reservatórios que se encontram em camada de sal ao longo de 800 quilômetros de extensão (até 200 quilômetros de largura) do trecho do litoral brasileiro que vai do Espírito Santo a Santa Catarina.


    Caso se confirmem as estimativas preliminares da Petrobras sobre essas prováveis jazidas de petróleo, o Brasil, que atualmente ocupa o 24º lugar entre as maiores reservas de óleo e gás no mundo, poderia passar para o oitavo ou nono lugar, posições hoje ocupadas por Venezuela e Nigéria, respectivamente. Haveria, assim, um crescimento dos atuais 14,4 bilhões de barris de óleo para cerca de 90 bilhões de barris.


    O senador Renato Casagrande (PSB-ES), que propôs a audiência, afirmou que, segundo estudos do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), o Brasil perde cerca de US$ 2 bilhões a cada ano de atraso na discussão de um novo modelo tributário para o setor. Casagrande lembrou que, em conseqüência das novas perspectivas, chegou a ser adiada a oitava rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).


    Para o debate, também foram convidados ainda o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima; e o presidente do IBP, João Carlos França de Luca.

  • Senac terá empresas pedagógicas na Câmara

    O Senac firmou acordo com a Câmara dos Deputados.


    Clique aqui e leia a íntegra da nota.  

    O Senac firmou acordo com a Câmara dos Deputados.


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  • Falta foco na qualificação profissional

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-12


    A necessidade de aperfeiçoar os programas de formação de mão-de-obra e de qualificação profissional foi tema de debate promovido anteontem pela Folha, em que participaram o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o secretário do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, o diretor regional do Senai São Paulo, Luis Carlos de Souza Vieira, e o economista Claudio de Moura Castro, ex-chefe da Divisão de Políticas de Formação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e da Divisão de Progra

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-12


    A necessidade de aperfeiçoar os programas de formação de mão-de-obra e de qualificação profissional foi tema de debate promovido anteontem pela Folha, em que participaram o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o secretário do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, o diretor regional do Senai São Paulo, Luis Carlos de Souza Vieira, e o economista Claudio de Moura Castro, ex-chefe da Divisão de Políticas de Formação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e da Divisão de Programas Sociais do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

    “O que constatamos, ao fazer diagnóstico com municípios do Estado de São Paulo para preparar o programa estadual de qualificação, é que grande parte dos cursos dados não tem a ver com a demanda do mercado”, afirmou Afif Domingos, ao se referir a cursos de artesanato e padarias comunitárias, que vinham sendo executados no Estado, quando o trabalhador apontava a necessidade de se preparar para funções como pedreiro, recepcionista, vendedor, entre outras. O programa estadual deve ser lançado nas próximas semanas, com previsão para atender 30 mil pessoas neste ano, 60 mil em 2009 e 90 mil pessoas em 2010.

    “Quando você não tem diagnóstico preciso, o que ocorre são gastos dispersos com qualificação, não investimento. Não adianta ficar esparramando os recursos”, disse o secretário.


    Sistema único

    Uma das sugestões que Afif Domingos aponta para evitar essa dispersão de verbas destinadas à formação e à qualificação é criar sistema que concentre todas as ações e os recursos de todos os programas das áreas privada e federal para atender de forma mais eficiente as demandas do mercado. A medida, segundo ele, pode levar ao aumento na quantidade de cursos gratuitos.

    Em recente viagem ao Ceará, o ministro Lupi diz ter constatado a distância entre o que é ofertado pelos cursos de qualificação e a realidade do trabalhador. “Alunos de cursos de garçom, por exemplo, queriam ter aulas de espanhol e inglês para atender os turistas que vão a Fortaleza. O desejo dos alunos era diferente do que oferecia a área técnica do ministério. Após essa constatação, mudamos os cursos.”

    Lupi discorda, entretanto, da idéia de centralizar todos os recursos destinados à formação e à qualificação da mão-de-obra. “A descentralização dos recursos permite maior fiscalização das Câmaras Municipais, dos Tribunais de Contas, além de permitir mais acesso à cidadania”, afirmou.


    Falta de controle

    O ministro admite que o governo tem dificuldades em controlar os recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) destinados a essa finalidade porque o número de entidades envolvidas no repasse de verbas é grande. “Em 2007, aplicamos R$ 300 milhões em verbas do FAT. No ano passado, foram R$ 800 milhões. Mas a execução [dos programas] depende da terceirização. Não temos como controlar a seriedade ou não das entidades que fazem cursos nem a eficácia”, disse o ministro do Trabalho.

    “O controle é muito fragilizado porque a administração pública não tem condições para estar em 6.000 municípios brasileiros”, afirmou Lupi.

    Ainda segundo o ministro, houve mudanças nas regras em abril para controlar os repasses e o cancelamento de convênios com oito ONGs, que “não tiveram competência para controlar o processo”.


    Investimentos contínuos

    Para o diretor regional do Senai São Paulo, a falta de profissionais preparados e a eficácia dos programas de qualificação dependem de investimentos “maciços”, que devem ser realizados a longo prazo.

    “Faltam profissionais qualificados para determinadas ocupações de alta tecnologia e falta emprego para o trabalhador desqualificado”, afirmou o diretor do Senai. “A origem desse problema é histórica. Nenhum país resolve o problema de qualificação profissional sem investimentos maciços, persistentes e contínuos em educação básica”, avaliou.

    Souza Vieira lembrou que, do total de trabalhadores com emprego formal no Brasil, 43% deles (ou 16 milhões de pessoas) não têm o ensino médio completo. E outros 20% (ou 7,5 milhões) não têm sequer ensino fundamental completo. “Estamos falando da elite da classe trabalhadora, que está empregada com carteira assinada”, ressaltou o diretor regional do Senai São Paulo.

    A situação da falta de mão-de-obra qualificada afeta principalmente o setor da construção civil, segundo destacou. “Estamos, por essa razão, lançando programa, em parceria com o sindicato dos trabalhadores e da indústria da construção civil, ofertando 42 mil vagas só no Estado pelo Senai São Paulo”, afirmou Souza Vieira.

    Para o economista Claudio de Moura Castro, o Brasil é “um dos únicos países do Terceiro Mundo com sistema de formação industrial de Primeiro Mundo”. A afirmação foi feita em referência aos programas de qualificação profissional executados por entidades como o Senai, que integra o chamado Sistema S. As entidades desse sistema recebem 2,5% da folha de pagamento das empresas de forma compulsória.


    Proposta

    Ao discutir a proposta do Ministério de Educação, que prevê mudanças na destinação dos recursos para o Sistema S (uma das idéias é repassar verbas somente às entidades que ofereçam cursos gratuitos), o economista disse que “mexer em um sistema que funciona há mais de 60 anos no país é um crime”.

    Em reação, o ministro Lupi disse que o objetivo não é intervir nem administrar o Sistema S. “O governo quer apenas que o foco seja na gratuidade dos cursos.” Castro defendeu que, no caso do Senai, pode haver uma cobrança seletiva dos cursos. “O que faz o sistema? Para aumentar a escala de operações, eles oferecem cursos nas empresas, que pagam para sua clientela. A lógica é correta.” No caso dos cursos técnicos oferecidos pelas entidades, o economista defende que a cobrança seja feita “de quem pode pagar”.

    No Estado de São Paulo, o diretor regional do Senai ressaltou que os cursos técnicos não são cobrados. “São 45 mil alunos do curso técnico e de aprendizagem estudando gratuitamente”, diz Souza Vieira.


    Papel do Estado

    O papel do Estado na formação profissional, ainda segundo destacou Castro, é “estimular o mercado”, e não substituí-lo. “Toda vez que o governo tentou fazer isso foi um desastre.”

    Castro também criticou a legislação brasileira, que, ao seu ver, engessa a contratação de jovens como aprendizes. “O Brasil está liquidando todo o sistema de aprendizagem pelo excesso de exigências e de privilégios que são dados [aos aprendizes] e pela falta de vantagens que a empresa leva [para contratá-los]”, disse.


    Valores insuficientes

    Os investimentos feitos pelo governo federal em qualificação são considerados insuficientes e foram alvo de críticas.

    O Ministério do Trabalho aumentou recentemente de R$ 2,75 para R$ 3,50 o valor do custo médio do aluno/hora nos programas de qualificação. “Aqui em SP, esse valor não dá. É um convite à fraude”, disse Afif Domingos. Lupi rebateu as críticas dizendo que havia cerca de dois anos o valor do custo por aluno não era reajustado.


     

  • Destruidores de tudo

    O Sistema S vem crescendo há mais de 60 anos.


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  • De Olho no Leão

    O Sistema S existe há mais de 60 anos e é aprovado pela sociedade.


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    O Sistema S existe há mais de 60 anos e é aprovado pela sociedade.


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  • Faturamento do Convênio CNC/Equifax dispara

    O Convênio CNC/Equifax faturou em abril 200% a mais do que o registrado no mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro quadrimestre deste ano, o faturamento teve um aumento de 214% em relação aos primeiros quatro meses de 2007. Já as consultas realizadas pelas empresas usuárias do serviço no período, na mesma base de comparação, subiu 282%.

    O crescimento nos indicadores representa um avanço de 192% na receita recebida pelas federações e sindicatos pela comercialização dos produtos da parceria. Por isso, não perca tempo.

    O Convênio CNC/Equifax faturou em abril 200% a mais do que o registrado no mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro quadrimestre deste ano, o faturamento teve um aumento de 214% em relação aos primeiros quatro meses de 2007. Já as consultas realizadas pelas empresas usuárias do serviço no período, na mesma base de comparação, subiu 282%.

    O crescimento nos indicadores representa um avanço de 192% na receita recebida pelas federações e sindicatos pela comercialização dos produtos da parceria. Por isso, não perca tempo. Se a sua federação e/ou sindicato ainda não aderiu ao Convênio CNC/Equifax, entre agora em contato com Renata Balthazar ou Miguel Nicoletti, na Gerência de Projetos da CNC, nos telefones (21) 3804-9344 ou (21) 3804-9200, ramal 468.