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  • Mercado eleva previsão de inflação

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia   Página: B-3


    Combinação de mais inflação e maior crescimento da economia. É que o projetam para 2008 os analistas do mercado financeiro, de acordo com a pesquisa Focus divulgada ontem pelo Banco Central (BC). O cenário para os preços da economia se deteriorou e, em conseqüência, os analistas prevêem agora um corte menor da taxa de juros ao longo de 2008.


    Com o dólar em queda, o mercado também prevê uma “virada” no balanço de pagamentos do Brasil com o exterior.

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia   Página: B-3


    Combinação de mais inflação e maior crescimento da economia. É que o projetam para 2008 os analistas do mercado financeiro, de acordo com a pesquisa Focus divulgada ontem pelo Banco Central (BC). O cenário para os preços da economia se deteriorou e, em conseqüência, os analistas prevêem agora um corte menor da taxa de juros ao longo de 2008.


    Com o dólar em queda, o mercado também prevê uma “virada” no balanço de pagamentos do Brasil com o exterior. De um superávit de US$ 6,4 bilhões em 2007, o mercado projeta um déficit de US$ 3 bilhões para 2008. O dólar, prevêem os analistas, fechará em R$ 1,77, em 2007, e R$ 1,80, em 2008.


    O principal temor do mercado é que a demanda aquecida provoque mais inflação e leve o BC a manter os juros em 11,25% por mais tempo ou a elevá-los. De acordo com a pesquisa Focus, a projeção é de uma taxa de 10,75% no fim de 2008. Na pesquisa da semana anterior, a projeção era 10,5%. Em contrapartida, o mercado elevou mais uma vez a estimativa de alta do Produto Interno Bruto: de 5,06% para 5,12%, em 2007, e de 4,40% para 4,50%, em 2008.


    Embora abaixo do centro da meta de 4,5%, a inflação medida pelo IPCA teve sua estimativa elevada de 4,20% para 4,25% no fim de 2008. Em 2007, os economistas apontaram alta de 4,35% do IPCA. Há uma semana, esperavam que a inflação terminasse 2007 em 4,21%.


    O economista do ABN, Cristiano Souza, avalia que o as projeções de inflação próximas à meta, combinadas com o descompasso entre o crescimento da economia e a expansão da capacidade produtiva, devem fazer com que o BC volte a elevar a taxa Selic a partir do segundo trimestre de 2008. “O Banco Central precisa se adiantar em relação ao movimento de inflação. Se todo o quadro se mantiver, o BC terá de tomar uma medida preventiva”, afirmou ao Estado. O economista acredita que o quadro pode colocar em risco o cumprimento da meta de inflação em 2009.


    Para o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ex-diretor do BC, Carlos Thadeu de Freitas, a alta da inflação verificada neste fim de ano deve continuar no início de 2008, mas é pontual. Segundo ele, essa elevação provoca ruídos, porém não significa que esteja havendo uma pressão de demanda capaz de comprometer o cenário de inflação até o fim de 2008. Freitas disse que a pressão dos preços dos alimentos já está se desacelerando.

     




     


     

  • Dados preliminares confirmam alta de até 12% nas vendas



    Gazeta Mercantil  Editoria: Nacional  Página: A-5


    O Papai Noel mais generoso dos últimos tempos presenteou os varejistas com vendas fartas neste Natal. E sem surpresas como aconteceu em 2006. Apesar de o último final de semana ter sido tranqüilo para quem foi às compras, inclusive abaixo da expectativa de público dos lojistas, nada parece comprometer a meta de crescimento de 10% a 12% nas vendas divulgada pela Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop).



    Gazeta Mercantil  Editoria: Nacional  Página: A-5


    O Papai Noel mais generoso dos últimos tempos presenteou os varejistas com vendas fartas neste Natal. E sem surpresas como aconteceu em 2006. Apesar de o último final de semana ter sido tranqüilo para quem foi às compras, inclusive abaixo da expectativa de público dos lojistas, nada parece comprometer a meta de crescimento de 10% a 12% nas vendas divulgada pela Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop).


    De acordo com levantamento feito pela entidade juntamente a 70 shoppings da capital paulista, no domingo (23), 3,7 milhões de pessoas passearam pelos corredores dos shoppings em busca das compras de última hora. Na segunda-feira (24), data em que os shoppings funcionaram até às 18 horas, mais 2 milhões de pessoas foram às compras.


    “As pessoas fizeram suas compras mais cedo em função das viagens de final de ano”, afirma o presidente da entidade, Nabil Sahyoun. Além do mais, aqueles que tiveram a impressão de shopping vazio devem considerar um outro fator: no último ano, 20 novos shoppings centers foram abertos no País, sem prejuízo para os mais antigos. “Houve uma melhor divisão de público”, afirma Sahyoun, que continuará acontecendo em 2008. “Pelo menos mais 17 shoppings serão abertos nos grandes centros.”


    De acordo com ele, “a taxa de juros mais baixa e a massa de população de renda baixa que voltou a comprar”, é responsável pela recuperação no consumo. Até então, o “melhor resultado do varejo de shoppings tinha sido um crescimento de 9% em 200¨0”, explica o empresário.


    Performance


    Em 2006, as vendas nos shopping centers registraram crescimento médio de 5% em relação à mesma data do ano anterior, segundo a Alshop.


    A entidade chegou a estimar crescimento de 7% para as vendas, mas reduziu para cerca de 4% a 5%, devido as vendas fracas. Aliás, o ano passado chegou a ser chamado pela Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP) do Natal da “oferta relâmpago”, devido ao grande número de promoções utilizadas pelos lojistas para tentar melhorar as vendas.


    Bem diferente deste ano, que deve marcar o fim das lembrancinhas. “Os eletroeletrônicos tiveram o melhor desempenho de vendas, especialmente câmeras digitais e TVs de plasma”, afirma Sahyoun. Computadores, com destaque para os “laptops”, e vestuário também estão na lista dos mais vendidos pelos lojistas associados à Alshop.


     


     

  • CAE decidirá no próximo semestre falta anual ao trabalho por motivo particular

    Proposta que se encontra pronta para votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pode garantir aos trabalhadores contratados pelo regime celetista o direito de faltar ao serviço um dia por ano, sem desconto no salário, para tratar de assuntos particulares. O exame do projeto (PLS 23/03), assinado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), deve ocorrer a partir de fevereiro, na retomada dos trabalhos após o recesso de fim de ano. A relatora, senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), ofereceu parecer favorável à aprovação.

    Proposta que se encontra pronta para votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pode garantir aos trabalhadores contratados pelo regime celetista o direito de faltar ao serviço um dia por ano, sem desconto no salário, para tratar de assuntos particulares. O exame do projeto (PLS 23/03), assinado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), deve ocorrer a partir de fevereiro, na retomada dos trabalhos após o recesso de fim de ano. A relatora, senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), ofereceu parecer favorável à aprovação.


    Na forma prevista pelo autor, o trabalhador não precisará apresentar qualquer justificativa para deixar de comparecer ao serviço. A única condição foi sugerida pela relatora, por emenda ao texto, no sentido de que o empregado apresente com 24 horas de antecedência uma comunicação de que irá faltar.


    Paulo Paim, na justificativa, afirma que o projeto atende a antiga reivindicação da classe trabalhadora. Segundo ele, a medida tem evidente alcance social, pois o trabalhador, “como ser humano que é, tem todo o direito de tratar de seus assuntos mais íntimos sem a necessidade de se justificar perante seu chefe ou qualquer outra autoridade constituída”.


    A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê algumas hipóteses de ausência ao trabalho, mas sempre com justificação por atestado ou documento válido. As ausências podem ocorrer, entre outras situações, no caso de morte de parentes, casamento e nascimento de filhos. Também são admitidas faltas por um dia, em cada 12 meses de trabalho, nos casos de doação voluntária de sangue, ou de até dois dias, para alistamento eleitoral.


    Trabalhador decide


    Patrícia Saboya observa que, nos termos defendidos por Paim, “o empregado será o único juiz de sua necessidade, fundamentado em razões de foro íntimo”. Em defesa da proposta, a relatora afirma que diversos países europeus adotam o direito a faltas não justificadas como forma de preservar a vida dos empregados.


    Para a senadora, o direito à falta não justificada é do interesse principalmente dos trabalhadores de baixa remuneração, normalmente sujeitos a jornadas de trabalho mais rígidas. Ela afirma que a medida traz um ganho para a qualidade de vida dos trabalhadores, sem representar custos elevados para os empregadores – compensado, como acredita, pela melhoria nas relações trabalhistas e pela motivação do empregado.


    A proposta de Paim chegou a ser agendada para votação oito vezes consecutivas desde setembro, mas não foi examinada devido ao elevado número de propostas relacionadas nas pautas da comissão. A matéria tramitava antes na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para decisão terminativa, mas levada ao exame da CAE em decorrência de requerimento apresentado em Plenário pelo senador Aloizio Mercadante (PT-SP). Depois, retornará à CAS para decisão final.


    Agência Senado, 21 de dezembro de 2007.




     

  • Senado encerra ano de trabalho legislativo na segunda-feira

    O Senado Federal encerrará as atividades deste ano na segunda-feira (24), em sessão não deliberativa marcada para as 9h. O período de funcionamento do Poder Legislativo é definido pela Constituição. O artigo 57 determina que o Congresso Nacional reúna-se anualmente no período de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. Caso o dia 22 caia em fim de semana, a Constituição estabelece que a última sessão deverá ocorrer no primeiro dia útil subseqüente.

    O Senado Federal encerrará as atividades deste ano na segunda-feira (24), em sessão não deliberativa marcada para as 9h. O período de funcionamento do Poder Legislativo é definido pela Constituição. O artigo 57 determina que o Congresso Nacional reúna-se anualmente no período de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. Caso o dia 22 caia em fim de semana, a Constituição estabelece que a última sessão deverá ocorrer no primeiro dia útil subseqüente. Como este ano o dia 22 será um sábado, o encerramento ocorrerá na segunda, 24.


    Da mesma forma, o início da próxima sessão legislativa, previsto para o dia 2 de fevereiro, um sábado, será adiado. Como na segunda e na terça-feiras subseqüentes, 4 e 5, ocorrerá o Carnaval, os senadores e deputados federais voltarão a trabalhar no dia 6 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas. Será realizada uma sessão solene do Congresso Nacional, no Plenário da Câmara dos Deputados, às 16h.


    Agência Senado, 21 de dezembro de 2007.


     

  • Comissão de Trabalho aprovou 320 propostas em 2007

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou cerca de 320 proposições ao longo de 2007. Entre elas, está a proposta que amplia, na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os critérios para a caracterização de uma atividade profissional como perigosa.

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou cerca de 320 proposições ao longo de 2007. Entre elas, está a proposta que amplia, na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os critérios para a caracterização de uma atividade profissional como perigosa. O texto garante ao trabalhador um adicional de 30% sobre o salário.


    A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Roberto Santiago (PV-SP), aos projetos de Lei 1033/03, da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), e 1562/07, do deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), que tramitam apensados.


    Outra matéria aprovada foi o PL 6297/05, que permite que o segurado do INSS ou o servidor público da União inclua o companheiro ou a companheira homossexual como seu dependente, desde que mantenham relação estável. A comissão ainda aprovou normas para as políticas públicas de prevenção e combate ao tráfico de seres humanos (PL 2845/03), e as regras para demissão do servidor público estável em caso de insuficiência de desempenho (PLP 248/98).


    Assistentes sociais

    Na lista de projetos aprovados, também estão a jornada de trabalho de 30 horas semanais para os assistentes sociais (PL 1890/07), e o texto que permite ao trabalhador ausentar-se do serviço, sem corte no salário, para fazer exame preventivo de câncer no colo do útero, na mama ou na próstata (PL 843/07).


    O presidente da comissão, deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), avalia que o saldo dos trabalhos foi positivo em 2007. “Encontramos a comissão com vários projetos engavetados e hoje não há mais nenhum. Tratamos de salário mínimo, da regulamentação da profissão de motoristas e da regulamentação de várias profissões. Aprovamos decreto autorizativo para a criação de mais de 18 faculdades federais. Enfim, foi um ano muito proveitoso”, afirmou.


    Audiências públicas

    A Comissão de Trabalho realizou 47 reuniões deliberativas em 2007. Já nas 42 audiências públicas e nos 2 seminários realizados, os deputados debateram com a sociedade civil temas polêmicos, como o Ato Médico (PL 7703/06), o direito de greve e as fundações estatais. Foram criadas ainda as subcomissões permanentes sobre serviços terceirizados, serviços na administração pública e economia solidária.


    Marquezelli também destacou a atuação do Grupo de Trabalho Conjunto de Competitividade – integrado por deputados das comissões de Trabalho; e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio -, destinado a buscar soluções para os problemas que emperram a economia brasileira. “Realizamos mais de 20 reuniões, tentando eliminar os gargalos do País, para as quais trouxemos as 100 maiores empresas do Brasil”, afirmou.


    O presidente destacou que o grupo realizou gestões junto às agências nacionais de Transportes Aquaviários (Antaq); da Aviação Civil (Anac); e de Energia Elétrica (Aneel), entre outras, para poder resolver problemas e tentar melhorar o relacionamento com a população brasileira.


    Em 2007, a Comissão de Trabalho também promoveu o 1° Simpósio Nacional sobre a Regulamentação da Medicina.


    Agência Câmara, 20 de dezembro de 2007.


     




     

  • ESPECIAL CPMF

    A CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é uma cobrança que incide sobre todas as movimentações bancárias, exceto negociação de ações na Bolsa, saques de aposentadorias, seguro-desemprego, salários e transferências entre contas-correntes de mesma titularidade. Ela foi aprovada em 1993 e passou a vigorar no ano seguinte com o nome de IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira). Nessa época, a alíquota era de 0,25% e sua cobrança durou até dezembro de 1994 quando, como já estava previsto, o imposto foi extinto.

    A CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é uma cobrança que incide sobre todas as movimentações bancárias, exceto negociação de ações na Bolsa, saques de aposentadorias, seguro-desemprego, salários e transferências entre contas-correntes de mesma titularidade. Ela foi aprovada em 1993 e passou a vigorar no ano seguinte com o nome de IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira). Nessa época, a alíquota era de 0,25% e sua cobrança durou até dezembro de 1994 quando, como já estava previsto, o imposto foi extinto.


    Dois anos depois, em 1996, o governo voltou a discutir o assunto, com objetivo de direcionar a arrecadação desse tributo para a área da saúde. A partir desse momento, foi criada de fato a CPMF, que passou a vigorar em 1997 com alíquota de 0,2%.


    Em junho de 1999, a CPMF foi prorrogada até 2002, sendo que a alíquota passou a ser de 0,38%, e o objetivo alegado para essa elevação foi o de ajudar nas contas da Previdência Social. Em 2001, a alíquota caiu para 0,3%, mas, em março do mesmo ano, voltou a ser fixada em 0,38%. Em 2002, a CPMF foi prorrogada, o que ocorreu novamente em 2004.


    No final de 2000, o governo decidiu permitir o cruzamento de informações bancárias com as declarações de Imposto de Renda dos contribuintes. Assim, caso um contribuinte tenha declarado ser isento do IR e, ao mesmo tempo, movimentado milhões em sua conta bancária – que é possível saber de acordo com o valor de CPMF paga -, sua declaração corre o risco de ser questionada pela Receita Federal, caindo na chamada “malha fina”.


    A prorrogação da CPMF até 2011 foi aprovada pela Câmara dos Deputados na madrugada do dia 10 de outubro de 2007, em segundo turno, com 333 votos a favor (25 a mais do que o mínimo necessário), 113 contra, e duas abstenções. A matéria foi derrotada, no entanto, pelo Senado, na sessão plenária que começou no dia 12 de dezembro de 2007 e terminou na madrugada do dia seguinte. Nessa sessão, a prorrogação da cobrança da CPMF até 2011 perdeu por quatro votos (45 favoráveis e 34 contrários). Com esse resultado, a cobrança de 0,38% relativa à contribuição deixará de ser feita a partir do dia 1º de janeiro de 2008.


    Pelos cálculos do governo, a derrota da cobrança resultará numa perda de arrecadação de cerca de R$ 40 bilhões em 2008. Abaixo, os números sobre arrecadação e aplicações da CPMF, segundo informações do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi):


    * Arrecadação total da CPMF desde a sua criação, em 1996: R$ 201,2 bilhões;


    * R$ 33,5 bilhões foram desviados da função de financiar o setor da saúde só na última década;


    * R$ 35 bilhões é a previsão de arrecadação da CPMF em 2007;


    * R$ 23,3 bilhões da CPMF devem ser destinados à saúde e à Previdência Social em 2007;


    * R$ 32,9 bilhões foram gerados com a CPMF apenas em 2006;


    * R$ 5,7 bilhões da CPMF ficaram retidos no caixa no Tesouro Nacional só em 2006. A quantia equivale ao dobro dos investimentos da pasta da saúde em 2006;


    * 216,1% – foi o crescimento da receita gerada pela CPMF entre 1998 e 2006, enquanto o montante de tributos administrados pela Receita Federal evoluiu apenas 78,4% no mesmo período, em termos reais. (Helena Daltro Pontual).


    Agência Senado, 20 de dezembro de 2007.


     




     

  • Fecomércio-RJ: expansão de consumo da classe C vai movimentar vendas de Natal

    Neste ano, 54% da população do país vão presentear alguém no próximo dia 25 de dezembro contra 50% do ano passado. A informação consta de recente pesquisa da Federação do Comércio do Rio de Janeiro, realizada em parceria com a Ipsos Public Affairs. Segundo as entidades, o Natal deste ano será marcado pela expansão de consumo da classe C, cujo avanço subiu de 54%, em 2006, para 60% em 2007.


    Passou de 3,6 (dado de 2006) para 3,9 o número médio de pessoas que cada entrevistado da classe C vai presentear.

    Neste ano, 54% da população do país vão presentear alguém no próximo dia 25 de dezembro contra 50% do ano passado. A informação consta de recente pesquisa da Federação do Comércio do Rio de Janeiro, realizada em parceria com a Ipsos Public Affairs. Segundo as entidades, o Natal deste ano será marcado pela expansão de consumo da classe C, cujo avanço subiu de 54%, em 2006, para 60% em 2007.


    Passou de 3,6 (dado de 2006) para 3,9 o número médio de pessoas que cada entrevistado da classe C vai presentear. Além disso, o gasto médio dessa classe social aumentou – de R$ 150,20 para R$ 159,60, acima da média nacional, que é de R$ 144,60.


    “O saldo de empregos formais gerados entre janeiro e novembro deste ano, no Brasil, foi de 1,94 milhão, contra 1,55 milhão registrado em igual período de 2006. O desemprego passou de 9,8%, em outubro de 2006, para 8,7%, no mesmo mês deste ano. De janeiro a outubro, a média do rendimento real do trabalhador no agregado das seis maiores regiões metropolitanas do Brasil cresceu 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Por isso, a classe C tem condições, hoje, de presentear um número maior de pessoas ao mesmo tempo em que gasta mais com os presentes”, explica Orlando Diniz, presidente da Fecomércio-RJ.


    13º salário


    A parcela de consumidores da classe C que pretende utilizar, parcial ou integralmente, o 13º salário para pagar os presentes de Natal também subiu: de 28% em 2006 para 34% neste ano. Na média, 32% dos brasileiros pretendem utilizar o abono para ajudar nas compras. E, entre os que vão presentear, a preferência nacional é pelas lembrancinhas (50%), roupas e acessórios (38%) e brinquedos (25%). Esse perfil de consumo foi pressionado pela entrada de um número maior de pessoas da classe C no mercado consumidor, tanto que a parcela de entrevistados dessa classe social que vai adquirir presentes de menor valor passou de 39% para 50%, de um Natal para outro. Já roupas e acessórios caiu de 41% para 38% e brinquedos subiu de 21% para 27%.


    “Esse é o Natal que consolida a participação de um grupo que ficou muito tempo à margem do mercado consumidor e agora conquistou o seu espaço. Por ser uma realidade recente, é natural que a ‘lembrancinha’ ainda seja uma opção. Seja a escolha um presente mais em conta ou não, o fato é que a participação da classe C incrementou o volume de recursos movimentados pelo comércio”, ressalva Diniz.


    Pagamento à vista


    O pagamento à vista foi a escolhido por 83% dos brasileiros. Na classe C, essa foi a opção de 79% dos entrevistados, mesmo percentual do ano anterior. Contudo, houve uma expansão na parcela de usuários de cartão de crédito nessa classe, seja à vista ou parcelado. Na primeira modalidade, subiu de 5% para 8% e na segunda, de 6% para 8%.


    O levantamento foi realizado em mil domicílios distribuídos em 70 cidades e 9 regiões metropolitanas brasileiras de 23 a 29 de novembro.

  • Equipamentos agilizam a consulta a cheques

    Para agilizar as consultas aos dados de cheques e dar mais segurança na hora da venda, o projeto CNC/Equifax fechou convênio com duas das maiores empresas fornecedoras de terminais de consulta, a Perto e a Nonus.

    Para agilizar as consultas aos dados de cheques e dar mais segurança na hora da venda, o projeto CNC/Equifax fechou convênio com duas das maiores empresas fornecedoras de terminais de consulta, a Perto e a Nonus. Por meio do convênio, os empresários do comércio poderão utilizar dois dos mais modernos periféricos disponíveis no mercado, de acordo com suas necessidades e tecnologia disponível, para acessar dos dados dos produtos Equifax Decisão, Equifax Verifica, Equifax Cheque e Equifax Cheque Completo.

    Serão disponibilizados os terminais GuardCheck, da Nonus, e o modelo 502SMLC, da Perto. O GuardCheck foi projetado para aceitar diversos serviços financeiros de análise de crédito. De fácil instalação, precisa apenas estar conectado a uma tomada de força e a uma linha telefônica. Quando não utilizado não prende a linha telefônica, podendo ser compartilhado com outros equipamentos (telefones, fax, terminais de cartão de crédito etc). Para os clientes CNC/Equifax, o valor de aquisição do GuardCheck é de R$ 533,80 (frete incluso) e pode ser dividido em até três vezes iguais (para 30, 60 e 90 dias).

    Já o modelo 502SMLC da Perto é uma leitora e impressora de cheques que permite, além da consulta, a emissão de cheques pré-datados, a antecipação de recebíveis e a compensação eletrônica, custódia, garantia e truncagem eletrônica de cheques. O equipamento também funciona conectado à linha telefônica e está sendo disponibilizado aos parceiros CNC/Equifax pelo valor de R$ 1.199 (frete à parte), divididos em até seis vezes nos cartões Visa e Diners, em até 12 vezes no Mastercard, ou em 12, 18, 24 e 36 vezes para quem possui o cartão BNDES.

    Detalhes sobre as condições para aquisição dos periféricos podem ser obtidos com o representante do convênio CNC/Equifax na sua Federação ou com Miguel Nicoletti e Renata Balthazar, na Gerência do Projeto CNC/Equifax, nos telefones (21) 3804-9200, ramal 468, e (21) 3804-9344. Para mais informações sobre os equipamentos disponíveis, acesse www.nonus.com.br e www.perto.com.br.

  • Feliz 2008!

    A Equipe CNC/Equifax deseja a todos um Natal de muita paz e luz. Que em 2008 nossa parceria possa colher ainda mais frutos e ótimos negócios! Boas vendas!!!

    A Equipe CNC/Equifax deseja a todos um Natal de muita paz e luz. Que em 2008 nossa parceria possa colher ainda mais frutos e ótimos negócios! Boas vendas!!!

  • Sesc de Sergipe inicia negociações para a construção de centro de convenções em Aracaju

    O presidente da Federação do Comércio do Estado de Sergipe, Hugo França, entregou prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, nesta quinta-feira, 20 de dezembro, o protocolo de intenções para a construção, em parceria entre o Sesc e a prefeitura, de um novo centro de convenções na cidade.


    Pelo acordo, a prefeitura concederia o terreno, de mais de 11 mil metros quadrados, e o Sesc de Sergipe arcaria com as despesas relacionadas às obras e infra-estrutura.

    O presidente da Federação do Comércio do Estado de Sergipe, Hugo França, entregou prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, nesta quinta-feira, 20 de dezembro, o protocolo de intenções para a construção, em parceria entre o Sesc e a prefeitura, de um novo centro de convenções na cidade.


    Pelo acordo, a prefeitura concederia o terreno, de mais de 11 mil metros quadrados, e o Sesc de Sergipe arcaria com as despesas relacionadas às obras e infra-estrutura. Depois de pronto, o novo espaço contará, em seus 6 mil metros quadrados de área construída, com cinco auditórios climatizados que permitirão a realização de feiras, congressos, convenções e exposições.


    “Trata-se de um projeto arrojado que ajudará no crescimento da cidade”, afirmou Edvaldo Nogueira, acrescentando que o documento seria encaminhado aos técnicos da prefeitura, para análise.


    Ações na comunidade


    Como parte de sua missão de oferecer bem-estar social às comunidades carentes dos municípios em que atua e proporcionar a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo, o Sesc de Sergipe ofereceu-se para construir uma quadra de esportes em um bairro da periferia de Aracaju, cujos custos de construção serão de responsabilidade da entidade. A iniciativa surpreendeu o prefeito, Edvaldo Nogueira: “Fico feliz e surpreso com a notícia, principalmente porque não é comum ao poder público ganhar “presentes” como este”, afirmou.