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  • Equifax espera crescer 100%

    Jornal do Commercio  Editoria: Rio de Janeiro  Página: A-15 


    A Equifax, empresa multinacional de banco de dados sobre crédito, espera crescer 100% em 2008. A empresa conta com rede de 4 mil usuários e pretende chegar ao final deste ano com 5 mil. A expectativa de um dos representantes da empresa, Alexandre Kanbach, da gerência de Alianças e Parcerias, é que o crescimento seja alavancado com a aliança com a Confederação Nacional do Comércio (CNC) .


    A parceria entre a Equifax e a CNC permitirá aos sindicatos buscar a auto-sustentação.

    Jornal do Commercio  Editoria: Rio de Janeiro  Página: A-15 


    A Equifax, empresa multinacional de banco de dados sobre crédito, espera crescer 100% em 2008. A empresa conta com rede de 4 mil usuários e pretende chegar ao final deste ano com 5 mil. A expectativa de um dos representantes da empresa, Alexandre Kanbach, da gerência de Alianças e Parcerias, é que o crescimento seja alavancado com a aliança com a Confederação Nacional do Comércio (CNC) .


    A parceria entre a Equifax e a CNC permitirá aos sindicatos buscar a auto-sustentação. “A CNC em bom tempo encontrou saída para o sistema sindical patronal, que está no começo do fim da contribuição sindical. Com a parceria, os sindicatos dão grande passo para conseguirem se sustentar”, disse o diretor de Tesouraria da Federação do Comércio (Fecomércio) de Goiás, Walter de Oliveira.


    Um dos diferenciais da base de dados da Equifax é a abrangência nacional, permitida justamente pela parceria com a CNC, entidade representativa de todos os sindicatos patronais e federações. Como disse o diretor da CNC e vice-presidente da Fecomércio do Estado de São Paulo, Marco Aurélio Sprovieri, preço baixo sem qualidade não seria diferencial. “Em relação à qualidade do produto ofertado, o preço é baixo.


    É produto que vale a pena e as entidades de São Paulo estão investindo com grande força nisso. “A quebra de paradigma é difícil e precisa de trabalho, que está sendo feito”, disse Sprovieri, em relação aos concorrentes, já consolidados no mercado.


    Para o presidente do Sindicato de Comércio Varejista de Santa Rosa (RS), Leonides Freddi, “a parceria veio em boa hora, não só por permitir que os sindicatos renda própria, mas porque os custos operacionais para as empresas que utilizarem os serviços de crédito são mais baixos”.


    A Equifax começou a atuar no Brasil no Rio Grande do Sul e no Paraná. Atualmente, já está presente em 18 estados vendendo o produto tanto com equipe própria, como junto às federações e sindicatos.


    A Equifax aproveitou o VIII Congresso do Sistema Confederativo de Representação Sindical do Comércio (VIII Sicomércio) para lançar dois produtos que devem ser de grande importância para a expansão da utilização dos serviços.


    O primeiro é o “Equifax Decisão”, que, com base diversa de variáveis, toma a decisão sobre concessão de crédito no lugar do varejista. A outra novidade é o “Equifax Verifica”, aparelho que verifica na hora as pendências de crédito a partir dos cheques lançados. Até então, todas as verificações precisavam ser feitas via internet, o que, em alguns casos, dificultava o acesso.


    “Este produto vai dar outro salto no número de acessos, porque facilita para quem não tem banda larga”, disse Kanbach.


     


     


     

  • Vendas crescem 2,1%

    Jornal do Commercio  Editoria: Rio de Janeiro  Página: A-15  


    O comércio do Estado do Rio de Janeiro registrou faturamento de 2,1% em setembro de 2007, sobre igual mês de 2006. Desde o início da série histórica da Fecomércio-RJ, iniciada em 2002, foi o segundo melhor desempenho para esse mês, quando um aumento de 2,6% foi apurado em setembro do ano passado. A Pesquisa Mensal do Comércio para 19 setores de atividade, agregados em 5 grupos, foi realizada em 2.138 estabelecimentos do Estado.

    Jornal do Commercio  Editoria: Rio de Janeiro  Página: A-15  


    O comércio do Estado do Rio de Janeiro registrou faturamento de 2,1% em setembro de 2007, sobre igual mês de 2006. Desde o início da série histórica da Fecomércio-RJ, iniciada em 2002, foi o segundo melhor desempenho para esse mês, quando um aumento de 2,6% foi apurado em setembro do ano passado. A Pesquisa Mensal do Comércio para 19 setores de atividade, agregados em 5 grupos, foi realizada em 2.138 estabelecimentos do Estado.


    “O comércio tem obtido sucessivos aumentos no faturamento no Estado do Rio de Janeiro. O avanço na oferta de crédito e a extensão nos prazos de pagamento contribuem para incrementar as vendas, especialmente com uma inflação no varejo sob controle”, explicou o presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz.


    Os grupos de Bens Não Duráveis obtiveram os melhores resultados, com expansão de 3,8% na receita, seguidos do Comércio Automotivo, com de 3% de avanço. Em contrapartida, os grupos Bens Semiduráveis e Bens Duráveis apresentaram queda de 1,3% em relação à igual período do ano passado. Já o grupo Combustíveis e Lubrificantes manteve-se estável na comparação.


    Os responsáveis pelos melhores desempenhos foram as Concessionárias de Veículos, com 5,6% de expansão, os Supermercados, com 4,4% e os Calçados, com 2,3%. Porém, apresentaram reduções no faturamento o Cine-Foto-Som e Óticas, Autopeças e Vestuário, com queda de 3,5%, 2,1% e 2,1%, respectivamente.


    A receita do comércio acumulou alta de 2% entre janeiro e setembro de 2007, em relação à igual período de 2006, quando foi registrado aumento de 1,2%. Assim como na análise mensal, os grupos Bens Não Duráveis e o Comércio Automotivo, também foram os responsáveis pelo desempenho favorável, ambos com avanço de 3,2%, enquanto os grupos Combustíveis e Lubrificantes, Bens Duráveis e Bens Semiduráveis apresentaram respectivamente 2,1%, 0,7% e 0,2% de queda no faturamento nos nove primeiros meses deste ano.


    No acumulado dos 12 meses anteriores, houve crescimento no faturamento de 2,1%, ficando também acima da taxa de 1,8% em igual período de 2006. “Com a proximidade do fim do ano e a expectativa, por parte dos empresários, de aumento nas vendas, é bastante provável que o comércio viva um ano bem melhor que o anterior”, disse Diniz sobre as perspectivas de faturamento para 2008.


     

  • Transição depende de gestão

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia  Página: A-5 


    O vice-presidente administrativo da CNC e presidente da Federação do Comércio do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), Flávio Sabbadini, considera que a melhoria no processo de gestão do Sistema CNC é de fundamental importância no processo de transição da cobrança de contribuição sindical ao que a Confederação defende como contribuição negocial.


    “Cobramos muito da organização sindical, do sistema como um todo, mas temos que mudar a nós mesmos”, afirmou em palestra para representantes de mais de 900 sindicatos d

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia  Página: A-5 


    O vice-presidente administrativo da CNC e presidente da Federação do Comércio do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), Flávio Sabbadini, considera que a melhoria no processo de gestão do Sistema CNC é de fundamental importância no processo de transição da cobrança de contribuição sindical ao que a Confederação defende como contribuição negocial.


    “Cobramos muito da organização sindical, do sistema como um todo, mas temos que mudar a nós mesmos”, afirmou em palestra para representantes de mais de 900 sindicatos de base, 27 federações nacionais e sete nacionais, ligadas ao comércio de bens, serviços e de turismo.


    Segundo Sabbadini, a contribuição sindical, cuja cobrança ainda é feita de forma ineficiente no Brasil, tende a desaparecer, provavelmente, até 2011. Até lá, ele defende a busca de alternativas que ajudem a manter atuantes os sindicatos patronais.


    “Uma das características do movimento sindical é a defesa dos interesses de terceiros. Temos mandato e no nosso caso a maior preocupação é com o acionista principal, a empresa. Temos que trabalhar para aumentar a longevidade do setor e um dos mecanismos para alcançar esse objetivo é fortalecer o processo de gestão. Assim estaremos contribuindo para reduzir a taxa de mortalidade empresarial”, enfatizou.


    Além do choque de gestão, os desafios que o Sistema CNC precisa enfrentar para fortalecer seus elos, na opinião de Sabbadini, passam pela defesa da redução das taxas de juros e da carga tributária, pela discussão da reforma trabalhista, entre outros temas de grande relevância.


    “A contribuição sindical é a contrapartida pela defesa dos interesses coletivos. Associada a essa postura, implementamos outras ações como os produtos e serviços oferecidos pelos sindicatos. Com isso, enxergamos as empresas como clientes e conquistamos cada vez mais força. Temos competência, talento e paixão para exercer essas e outras funções, talvez o que esteja nos faltando seja metodologia. Por isso estamos investindo na criação de métodos de trabalho e atuação unificados em todo o Brasil” , defendeu Sabbadini.


    Segundo o vice-presidente administrativo da CNC existem 3,5 mil sindicatos na área empresarial no Brasil, além de 14 mil sindicatos laborais. A Confederação, conforme salientou, considera que da negociação entre empregados e empresários pode surgir a contribuição negocial, cuja cobrança, deverá trazer mais avanços ao movimento sindical no futuro.


    “Até 2011 esperamos que governo, empresários, trabalhadores e a sociedade em geral cheguem a um consenso em relação ao processo de substituição da contribuição sindical”, concluiu.


     


     

  • Plano Estratégico para 2007-2020

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia  Página: A-5 


    O VIII Congresso do Sistema Confederativo de Representação Sindical do Comércio (VIII Sicomércio) tem como um dos principais objetivos a elaboração do esboço do Plano Estratégico para o período 2007-2020. Os representantes de 900 sindicatos elaboraram e discutiram ontem sugestões para promover a auto-suficiência e a gestão profissional das entidades. O objetivo do encontro foi planejar o futuro e buscar o melhor caminho a ser seguido.

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia  Página: A-5 


    O VIII Congresso do Sistema Confederativo de Representação Sindical do Comércio (VIII Sicomércio) tem como um dos principais objetivos a elaboração do esboço do Plano Estratégico para o período 2007-2020. Os representantes de 900 sindicatos elaboraram e discutiram ontem sugestões para promover a auto-suficiência e a gestão profissional das entidades. O objetivo do encontro foi planejar o futuro e buscar o melhor caminho a ser seguido.


    De acordo com o Vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), que promoveu o evento, Lélio Vieira Carneiro, a CNC está no topo da pirâmide sindical, e, por isso, tem o dever de possibilitar que as entidades representativas tenham a capacidade de estabelecer planos para os próximos anos.


    “A Confederação Nacional é entidade estruturada e, como algumas federações ainda são frágeis e alguns sindicatos, fracos, precisamos dar subsídio para que possam trabalhar para fortalecer as empresas e os setores. O encontro é a oportunidade de compartilhamento de experiências e discussão de idéias”, disse Carneiro.


    Planejamento


    O presidente da Federação do Comércio do Mato Grosso, Pedro Nadaf, concordou. “O planejamento estratégico direciona a construção da unidade de linguagem entre as entidades representativas. O encontro objetiva despertar nas lideranças empresariais a importância da representatividade”, disse.


    A discussão visou criar ferramentas para prestar serviços que facilitem o empresário, como sistema de crédito e financeiro, por exemplo. As principais bandeiras levantadas por Nadaf são as reformas tributária e previdenciária, além de políticas trabalhistas mais flexíveis.


    As funções sindicais têm mudado de perfil, não por mudança de vocação da entidade representativa, mas pelas mudanças da economia e da sociedade brasileiras. A função do sindicato é ordenar e representar o setor empresarial, assim como criar ambiente mais favorável para que a condição empresarial se desenvolva.


    Para o presidente da Fecomércio do Amazonas, José Roberto Tadros, que também atua na CNC, o encontro tem como objetivo estruturar sindicatos e federações para que tenham visão de futuro e planejamento estratégico.


    “É necessário que se tenha sindicalismo adequado à realidade atual. O Sicomércio é muito importante para que cada sindicato entenda sua missão e objetivos e possa traçar estratégias”, disse Tadros.


    Representativas


    De acordo com o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, Norton Luiz Lenhart, é necessário que as entidades sejam qualificadas e representativas.


    “Cerca de 94% dos mais de 90 milhões de empresas brasileiras são pequenas e microempresas, que necessitam deste apoio, porque não têm estrutura para lutarem sozinhas”, disse Lenhart.


    De acordo com Tadros, da Fecomércio do Amazonas, o comércio poderia, sozinho, empregar toda a população economicamente ativa do País.


    “Entre países desenvolvidos, cerca de 75% do PIB (Produto Interno Bruto) vem de comércio e serviços. A indústria não tem tanto peso assim”, disse, ressaltando a importância da discussão para o setor.


    Com as mudanças na economia mundial, os sindicatos passam a ter funções diferenciadas, como representar um segmento específico dentro do Congresso Nacional, por exemplo.


    “É preciso atuar junto ao Executivo, ao Legislativo e até ao Judiciário, em favor do segmento empresarial que lhe competir”, disse o presidente.


     




     

  • Otimismo justificado

    Jornal do Commercio  Editoria: Opinião  Página: A-17  


    Artigo do presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos 


    O PIB brasileiro deverá chegar, ao final do ano, a um nível de crescimento entre 4% e 5%, mais próximo de 5%, como resultado da boa performance de praticamente todos os ramos das atividades econômicas. O setor agropecuário recuperou-se dos anos ruins de 2005 e 2006, e deverá exibir uma expansão de 5% na safra 2007/2008.

    Jornal do Commercio  Editoria: Opinião  Página: A-17  


    Artigo do presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos 


    O PIB brasileiro deverá chegar, ao final do ano, a um nível de crescimento entre 4% e 5%, mais próximo de 5%, como resultado da boa performance de praticamente todos os ramos das atividades econômicas. O setor agropecuário recuperou-se dos anos ruins de 2005 e 2006, e deverá exibir uma expansão de 5% na safra 2007/2008. O comércio está crescendo à taxa chinesa anual de 9%, puxando a indústria de bens de consumo duráveis, especialmente os eletrônicos e a indústria automobilística, cujas vendas registraram uma espantosa velocidade de 27%, de janeiro a setembro. As exportações estão perdendo um pouco de fôlego, mas ainda assim, crescem 15%, enquanto as importações disparam na expansão de cerca de 30%, tanto de bens de consumo, como de equipamentos e matérias primas.


    As taxas de desemprego continuam altas, mas em declínio, recuando ao nível de 9%. De outro lado, estão aumentando as contratações, principalmente com carteira assinada. O aumento generalizado do salário mínimo e o crescimento econômico melhoraram o nível de renda do trabalhador, transformando o mercado interno em fator de expansão mais importante que o mercado externo.


    Um dos fatores decisivos na escalada da recuperação é a expansão do crédito em cerca de 25%, nos últimos 12 meses, com destaque para os empréstimos às pessoas físicas, inclusive consignados (+30%) e das liberações recordes do BNDES, da CEF e do Banco do Brasil.


    A inflação, situada em cerca de 4% (IPCA), perdeu força, definitivamente, independentemente da atuação do Banco Central, sem dúvida, porém, beneficiada pela artificial taxa de câmbio, que resulta, em boa medida, do ingresso de capitais favorecidos por uma desnecessária isenção tributária. Verificou-se, em certo momento, uma pressão inflacionária dos preços agrícolas, do leite e derivados, visivelmente de efeitos sazonais, já superados.


    Nos setores empresariais, assim como entre os consumidores, existe um clima de forte otimismo em relação a 2008, a julgar pelos resultados esperados dos investimentos na infra-estrutura dos transportes e da geração de energia. Ao que tudo indica, o próximo ano deverá repetir a boa performance econômica de 2007.


    As turbulências político-partidárias ocorridas durante o ano e nem mesmo a crise imobiliária iniciada nos Estados Unidos foram capazes de alterar o rumo dos acontecimentos no Brasil. E ao que tudo indica a economia brasileira, a partir dos resultados obtidos em 2007, poderá estar ingressando em um círculo virtuoso, em que a estabilidade monetária, o fortalecimento do balanço de pagamentos, o aumento do nível de emprego e da renda, irão propiciar a realização de novos investimentos, nacionais e estrangeiros, e um maior equilíbrio fiscal, capaz de assegurar um desenvolvimento sustentável, por um longo período de tempo.


    É sobre esta base que está construído o clima de otimismo dos produtores e dos consumidores brasileiros.


     

  • CNC busca modelo de excelência em gestão

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia   Página: A-5


    Parceria da Confederação Nacional do Comércio (CNC) com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) pretende contribuir para o fortalecimento de modelo de excelência em gestão dos sindicatos patronais, federações, entre outros segmentos do Sistema CNC.

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia   Página: A-5


    Parceria da Confederação Nacional do Comércio (CNC) com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) pretende contribuir para o fortalecimento de modelo de excelência em gestão dos sindicatos patronais, federações, entre outros segmentos do Sistema CNC. Software de avaliação do processo de gestão das organizações, apresentado ontem pelos parceiros, durante programação do VIII Congresso do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (VIII Sicomércio), é uma das principais ferramentas para alcançar esse objetivo.


    O evento aberto na segunda-feira última será encerrado hoje, no Hotel Sofitel, onde estão reunidos cerca de mil participantes de todo o Brasil. Segundo informou o superintendente geral da FNQ, Antonio Tadeu Pagliuso, os novos paradigmas da gestão das organizações exigem mudanças na percepção de valor dos ativos, flexibilidade no processo de liderança, acesso universal ao conhecimento e olhar abrangente sobre o próprio segmento de negócio.


    O aprendizado e a valorização do conteúdo intelectual também são ferramentas essenciais para que empresas e organizações tenham vida longa, segundo o especialista.


    Qualidade


    Pagliuso disse que as empresas ou organizações sem qualidade serão excluídas pelo próprio mercado. “Além da qualidade dos produtos, a qualidade no relacionamento com a sociedade é essencial. No que se refere às marcas e à imagem de determinado grupo, é cada vez mais importante a percepção dos valores intangíveis. São esses valores que levam consumidores a optar por certos produtos e serviços cujo valor agregado pode ser a preocupação socioambiental, disse ele.


    Pagliuso citou na sua palestra o sucesso da Natura, como exemplo de empresa que vem se destacando pela construção de imagem de negócio que explora de forma sustentável os recursos naturais, respeita consumidores e conhecimentos tradicionais das comunidades.


    Pagliuso disse que o software apresentado aos participantes do VIII Sicomércio vai ajudar a todos a enxergarem melhor os potenciais e desafios que precisam enfrentar. Pagliuso espera que o processo de auto-avaliação das organizações leve à participação em massa das empresas de comércio, serviços e turismo, ao Prêmio Nacional da Qualidade, organizado pela Fundação Nacional da Qualidade.


    “Essa ferramenta já foi utilizada por mais de 100 mil pequenas e microempresas em quatro anos”, observou.


    Dependendo do interesse de cada organização em aprofundar o auto-conhecimento do seu processo de gestão, a auto-avaliação permitida pelo software desenvolvido pela FNQ, agora disponível para o Sistema CNC, pode levar de meia hora a oito horas. Segundo Pagliuso, o Sistema CNC poderá contar com curso virtual gratuito, realizado pela FNQ e que já formou mais de 30 mil pessoas nos últimos dois anos. “Uma vez por mês realizamos encontros presenciais com empresários e gestores que vão falar de suas práticas de gestão”, acrescentou.


    O especialista colocou à disposição dos participantes do Congresso um conjunto de dez publicações com conceitos e práticas de gestão que podem ser baixados gratuitamente do site da FNQ. “Pesquisa recente desenvolvida entre o Sebrae e o Instituto Vox Populi indicou que a mortalidade das pequenas e microempresas foi reduzida em 50% nos últimos dois anos. A melhoria no processo de gestão empresarial foi apresentada como um dos fatores que contribuíram para esse fenômeno”, concluiu Pagliuso.


     


     

  • Terceiro dia do VIII Sicomercio: resultados e troca de conhecimento

    A programação do terceiro e último dia do VIII Congresso do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (VIII Sicomercio) mostra que a hora é de reunir os resultados do trabalho realizado pelos principais líderes do comércio do país, com tempo ainda para mais troca de experiências e de conhecimento.


    Pala manhã houve a implementação do plano estratégico das entidades e a apresentação do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS).

    A programação do terceiro e último dia do VIII Congresso do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (VIII Sicomercio) mostra que a hora é de reunir os resultados do trabalho realizado pelos principais líderes do comércio do país, com tempo ainda para mais troca de experiências e de conhecimento.


    Pala manhã houve a implementação do plano estratégico das entidades e a apresentação do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS). A parte da tarde começa com a entrega do material produzido no dia anterior pelos congressistas, pela equipe do Departamento de Planejamento (Deplan) da CNC: na terça-feira foram avaliadas as gestões dos sindicatos e federações que compõem o Sistema S pelos próprios representantes das entidades, que também elaboraram propostas de planejamento estratégico individuais, sob a égide do Planejamento Estratégico da CNC para 2007-2020.


    A partir das 15h será realizada palestra com o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, do Grupo Gerdau, que falará sobre Excelência na Gestão Empresarial, e com o consultor Max Gehringer, que abordará o tema Empresas do Futuro, na conferência que marca o encerramento do VIII Sicomercio.     

  • Representantes de federações e sindicatos do comércio avaliam próprias gestões e elaboram proposta de Planejamento Estratégico

    Representantes dos sindicatos e das federações (nacionais e estaduais) do comércio de todo o Brasil participam neste momento de uma das fases mais importantes do VIII Congresso do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio, oVIII Sicomercio: a aplicação prática dos conceitos e idéias sobre Excelência na Gestão Sindical, abordados e analisados durante a manhã desta terça-feira. A proposta, que está sendo conduzida pelo assessor José Paulo da Rosa, se divide em duas partes: Diagnóstico e Alinhamento Estratégico.

    Representantes dos sindicatos e das federações (nacionais e estaduais) do comércio de todo o Brasil participam neste momento de uma das fases mais importantes do VIII Congresso do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio, oVIII Sicomercio: a aplicação prática dos conceitos e idéias sobre Excelência na Gestão Sindical, abordados e analisados durante a manhã desta terça-feira. A proposta, que está sendo conduzida pelo assessor José Paulo da Rosa, se divide em duas partes: Diagnóstico e Alinhamento Estratégico.


    Diagnóstico


    A primeira parte do trabalho, realizada na parte da manhã, consistiu em uma auto-avaliação por parte dos representantes das entidades que compõem o Sistema S; através de uma apostila, a Guia de Excelência Sindical, os representantes dos sindicatos e federações puderam diagnosticar a gestão das próprias entidades que representam. Durante esta fase dos trabalhos também foram analisados a constituição, a evolução e o detalhamento do Planejamento Estratégico do Sistema CNC.


    Alinhamento Estratégico


    Já na parte da tarde os congressistas receberam três apostilas – Base Estratégica, Mapa Estratégico e Projetos Estratégicos. Todos os documentos buscam alinhar as diretrizes de cada entidade às do Planejamento Estratégico da CNC, abordando, respectivamente, a Missão, a Visão e os Princípios e Bandeiras de cada federação ou sindicato; os objetivos e projetos estratégicos de cada entidade. No caso dos sindicatos, por exemplo, a missão sugerida na apostila é “assegurar às empresas representadas as melhores condições para gerar resultados positivos e desenvolver a sociedade”. Cabe aos representantes da entidades validarem ou não a sugestão, ou ainda oferecem alternativas à proposta inicial. A partir deste ponto as apostilas seguem para os digitadores, que entregarão amanhã (07/11) um documento reunindo todas as escolhas tomadas.  


    “O Sistema é forte, representativo, mas não podemos baixar a guarda”, comentou José Paulo, para uma platéia lotada e participativa. O trabalho dos representantes sindicais foi conduzido e auxiliado por facilitadores do Departamento de Planejamento (Deplan) da CNC.

  • Superintendente da FNQ fala sobre “Excelência em Gestão” no VIII Sicomercio

    A primeira palestra do segundo dia de atividades do VIII Sicomercio foi do superintendente geral da Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), Antonio Tadeu Pagliuso, sobre o tema Transformando as Organizações por Meio da Excelência em Gestão. O especialista abordou – junto a uma platéia de representantes sindicais do comércio de bens, serviços e turismo do país – temas ligados ao conceito de Excelência em Gestão, utilizado em todo o mundo para aperfeiçoar gestões organizacionais de grupos de várias naturezas.

    A primeira palestra do segundo dia de atividades do VIII Sicomercio foi do superintendente geral da Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), Antonio Tadeu Pagliuso, sobre o tema Transformando as Organizações por Meio da Excelência em Gestão. O especialista abordou – junto a uma platéia de representantes sindicais do comércio de bens, serviços e turismo do país – temas ligados ao conceito de Excelência em Gestão, utilizado em todo o mundo para aperfeiçoar gestões organizacionais de grupos de várias naturezas.


    “A Excelência em uma organização depende fundamentalmente de sua capacidade de perseguir seus propósitos em completa harmonia com seu ecossistema, ou seja, com o crescimento conjunto de sociedade, fornecedores, clientes etc.”, afirmou Pagliuso. O executivo apresentou inicialmente um histórico das atividades da FNQ, para em seguida citar cases de empresas que no passado alcançaram sucesso, mas que não asseguraram longevidade em suas áreas por não considerar novos paradigmas em suas estruturas.


    Mudança de Paradigmas: evolução das organizações


    Pagliuso elencou exemplos de mudanças de paradigmas nas empresas, entre eles de estabilidade, mudança progressiva e linearidade (no passado) para turbulência, descontinuidade e mudança exponencial (atualmente); de crescimento linear e acesso restrito para crescimento exponencial e acesso universal; e de máquina como metáfora, sistema isolado e independente para sistema vivo, ecossistema, interdependência e adaptabilidade. “A FNQ entende as organizações como sistemas vivos”, reiterou.


    Antonio Pagliuso apresentou um estudo elaborado a partir de uma amostra de 130 demonstrativos contábeis de empresas membros da FNQ, com o objetivo de avaliar o desempenho destas com o das demais empresas de três setores de atuação – comércio, serviços e indústria. Foi analisada a evolução do faturamento dos participantes, considerando uma variação acumulada e descontada a inflação (IGP-M). Os índices econômicos-financeiros das empresas participantes da Fundação foram comparados aos desempenhos das empresas do setor em que atuam, de 1999 a 2006.


    Qualidade no relacionamento: diferencial para o comércio


    No comércio, foram comparadas 10 empresas-membros da FNQ com 854 grandes empresas do setor e com um universo geral de 18.809 empresas comerciais. O resultado mostra que as empresas membros da FNQ e usuárias do modelo de Excelência na Gestão obtiveram 85,5% de alta em seus faturamentos no período analisado, contra 51,9% de aumento das grandes empresas e elevação de 40,5% do universo geral do setor.


    “Hoje, a qualidade de produção ou serviço não é mais o diferencial para o mercado, de modo geral. Isso é pagina virada”, afirmou Pagliuso. “Qual é o grande diferencial para as empresas, então? Um bom exemplo é a qualidade de relacionamento, que é de forte impacto para o comércio, a rede de relacionamento das pessoas”, complementou.


    Após a participação de Pagliuso, o vice-presidente Administrativo da CNC e presidente da Fecomércio-RS, Flávio Sabbadini, apresentou o painel Relacionamento Empresa e Entidade Sindical. “Vamos mergulhar no nosso mundo, o das organizações sindicais”, anunciou. “A origem do nosso trabalho é a empresa”, continuou, para abordar a relação entre as empresas, sindicatos e clientes. Sabbadini abordou temas como as contribuições sindical, assistencial e confederativa, além dos produtos que geram sustentabilidade ao comércio (como a parceria CNC-Equifax) e representatividade (negociação coletiva, combate à informalidade).


    As atividades do VIII Sicomercio continuam na parte da tarde, com exercícios sobre Excelência na Gestão Sindical. 

  • Excelência sindical em pauta no segundo dia do VIII Sicomercio

    O segundo dia de atividades do VIII Congresso do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (VIII Sicomercio) será baseado no ciclo de palestras Excelência na Gestão Sindical, resultado de uma parceria da Confederação Nacional do Comércio (CNC) com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), que abrange toda a programação desta terça-feira.

    O segundo dia de atividades do VIII Congresso do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (VIII Sicomercio) será baseado no ciclo de palestras Excelência na Gestão Sindical, resultado de uma parceria da Confederação Nacional do Comércio (CNC) com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), que abrange toda a programação desta terça-feira. O Congresso acontece até amanhã no Hotel Sofitel, no Rio de Janeiro.


    Criada em 1991 por representantes de organizações brasileiras dos setores público e privado, a Fundação Nacional da Qualidade é uma entidade privada e sem fins lucrativos, cuja missão é disseminar fundamentos que viabilizem a otimização e aumento de competitividade das organizações. As primeiras palestras acontecem pela manhã, sobre a própria FNQ e sobre  Relacionamento Empresa-Sindicato. O tema que será trabalhado na parte da tarde é Excelência em Gestão Sindical.   


    Amana Key


    No primeiro dia do evento, Oscar Motomura, fundador do Grupo Amana Key (dedicado à criação de soluções e conhecimento na área de gestão, estratégia e liderança), abordou em linhas gerais o planejamento estratégico do Sistema CNC, do qual participou, auxiliando os executivos da Confederação Nacional do Comércio em relação a temas abordados nos últimos congressos do Sistema Confederativo do Comércio, trabalho que resultou nas metas traçadas para o período 2007-2020. 


    “A característica principal desse evento é fazer acontecer”, afirmou Motomura. Segundo ele, todo trabalho que está sendo realizado é parte de um processo que começou há 35 anos. “Durante todos esses anos o Sistema CNC está focado em gestão e a forma que direcionamos esse processo definirá os resultados”, disse o especialista.