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  • Alimentos ajudam e IGP-M desacelera

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-4


    O fim do choque de preços agrícolas no atacado fez com que a segunda prévia do Índice Geral de Preços – Mercado desacelerasse em outubro. A alta foi de 0,86%, pouco menos que o resultado de 1,05% de igual prévia de setembro. Para a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou ontem o índice, o cálculo preliminar mostra que o IGP-M de outubro deve ser menor que o de setembro (1,29%) e reforça as apostas de um resultado anual entre 5% e 6% para o índice em 2007.


     


     


     

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-4


    O fim do choque de preços agrícolas no atacado fez com que a segunda prévia do Índice Geral de Preços – Mercado desacelerasse em outubro. A alta foi de 0,86%, pouco menos que o resultado de 1,05% de igual prévia de setembro. Para a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou ontem o índice, o cálculo preliminar mostra que o IGP-M de outubro deve ser menor que o de setembro (1,29%) e reforça as apostas de um resultado anual entre 5% e 6% para o índice em 2007.


     


     


     

  • CMA pode estender a contratos em vigor direitos oferecidos a novos consumidores

    Em sua reunião dessa terça-feira (23), às 11h30, a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) examinará dois projetos de lei alterando o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

    Em sua reunião dessa terça-feira (23), às 11h30, a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) examinará dois projetos de lei alterando o Código de Defesa do Consumidor (CDC). O primeiro, de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), determina que, no fornecimento de bens e serviços de forma contínua, o fornecedor deverá estender, aos contratos em vigor, as condições oferecidas a novos consumidores.


    O PLS 45/06 tramita em decisão terminativa na CMA, com parecer favorável do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) e voto em separado pela rejeição, do senador Edison Lobão (DEM-MA), argumentando que a proposta pode inibir a liberdade de inovar e prejudicar a criatividade nos negócios.


    O segundo projeto, de autoria da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), acrescenta parágrafo ao Código de Defesa do Consumidor para impor, aos fornecedores, a obrigação de advertir o consumidor, por escrito e de forma clara e destacada, sobre seu direito de arrependimento, previsto no artigo 49 do CDC.


    O PLS 424/07 tramita na comissão também em decisão terminativa, com parecer favorável do senador Flávio Arns (PT-PR), que acrescenta uma emenda para aumentar, de sete para 90 dias, o prazo para o consumidor exercer seu direito de desistência caso não tenha sido adequadamente informado sobre ele.


    Agência Câmara, 23 de outubro de 2007.


     

  • Entidade “adianta” cadastro de bom pagador

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-4


    A ACSP (Associação Comercial de São Paulo) lançou ontem um produto de análise de risco de inadimplência com a ambição de adiantar o chamado cadastro positivo de crédito, uma base de dados que quando for aprovada trará informações hoje confidenciais sobre o nível de comprometimento de renda e hábitos de pagamento dos consumidores.


    Por meio de um software, os clientes receberão uma pontuação que levará em conta seu histórico de bom -ou mau- pagador, renda, dívidas assumidas, além de preferências de consumo.

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-4


    A ACSP (Associação Comercial de São Paulo) lançou ontem um produto de análise de risco de inadimplência com a ambição de adiantar o chamado cadastro positivo de crédito, uma base de dados que quando for aprovada trará informações hoje confidenciais sobre o nível de comprometimento de renda e hábitos de pagamento dos consumidores.


    Por meio de um software, os clientes receberão uma pontuação que levará em conta seu histórico de bom -ou mau- pagador, renda, dívidas assumidas, além de preferências de consumo. A pontuação funcionará como uma nota, que varia de 300 a 850 -quanto maior, menor o risco de calote.


    Segundo a associação, os clientes lojistas ou financeiros terão acesso apenas à pontuação do consumidor e não às informações propriamente ditas constantes dos bancos de dados, que levaram à atribuição da nota. Essa foi a forma encontrada pela ACSP de viabilizar a utilização das “informações positivas” sem dar margem a contestação judicial ou inviabilizar sua utilização por entraves comerciais ou operacionais, como um concorrente saber de informação confidencial de outro, o que só deve acontecer quando o cadastro positivo for adotado.


    “Não haverá um armazenamento de informação, que é proibido por acordo de confidencialidade. Vamos ter um beneficiamento e uma potencialização do [uso] do banco de dados do cliente. As informações transmitidas pela empresa têm seu sigilo preservado”, disse Carlos Celso Orcesi, superintendente jurídico da ACSP.


    De acordo com a associação, a ferramenta permitirá diminuir o risco de inadimplência e possibilitará às empresas trabalharem com juros menores ao consumidor. O produto será on-line e a consulta poderá ser feita pelos associados da ACSP em até três segundos.


    O projeto de lei do cadastro positivo tramita no Congresso desde 2003. No início de agosto, foi aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados. No início de 2007, a expectativa era que o cadastro entrasse em funcionamento até o final deste ano, mas isso não deve acontecer antes de meados de 2008


    Atualmente, a análise de crédito leva em conta apenas dados negativos -ou seja, de nome sujo- dos últimos cinco anos. Bancos e financeiras argumentam que não podem baixar mais os juros por não conhecerem melhor a situação do consumidor adimplente, aquele que paga suas contas em dia e tem renda suficiente para assumir mais dívida.


    Para Maria Inês Dolci, coordenadora da Pro Teste (associação de defesa do consumidor), apesar não ser instituída, a troca de “informações positivas” confidenciais acontece na prática entre lojas de varejo e mesmo financeiras. “Vemos isso por meio das reclamações que recebemos aqui. Mesmo sem ter o nome sujo, o consumidor tem o crédito negado em uma loja, depois em outra, e mais outra”, disse.


    A coordenadora da Pro Teste lembra que o Código de Defesa do Consumidor prevê que o cliente seja avisado caso tenha seu nome incluído em qualquer tipo de cadastro. Ela afirma que o consumidor tem o direito de conhecer a sua pontuação e saber claramente quais critérios levaram a recebê-la. “Até para poder se defender. Tem de ter um critério absolutamente transparente, para que não tenha um tratamento desigual. Hoje, eles já tem esses dados de bom pagador. Poderiam oferecer juros menores. Se é fato por que não colocam isso em prática?”, disse.


    Para o advogado Ricardo Castilho, sócio do escritório Castilho & Advogados Associados, o uso das “informações positivas” vai criar uma terceira categoria de consumidor, aquele que não é inadimplente, mas que também não tem dados de consumo que o levem a ter uma nota alta de “bom pagador”. “Temos hoje o bom e o mau pagador. Este “nada”, que não está nem em um nem em outro [segmento], partindo desde o princípio, fere a isonomia. O acesso ao crédito é um patrimônio do consumidor”, disse Castilho.


     

  • Marco Maciel anunciará cronograma de tramitação da CPMF

    O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Marco Maciel (DEM-PE), vai divulgar nesta terça-feira (23) o cronograma de tramitação da proposta da proposta de emenda à Constituição que prorroga a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011. O anúncio será feito em entrevista coletiva marcada para as 15h, na sala de reuniões do colegiado.

    O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Marco Maciel (DEM-PE), vai divulgar nesta terça-feira (23) o cronograma de tramitação da proposta da proposta de emenda à Constituição que prorroga a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011. O anúncio será feito em entrevista coletiva marcada para as 15h, na sala de reuniões do colegiado. Com a iniciativa, o senador pretende encerrar questionamentos sobre o momento em que a relatora da matéria, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), deve entregar sua análise à comissão e quando termina o prazo para a votação da PEC 89/07 no colegiado.


    A polêmica regimental é estimulada pelas divergências entre o governo e parte da oposição sobre o destino da CPMF. Para o governo, interessa votar rapidamente a matéria e garantir que o tributo possa ser cobrado desde o primeiro dia do próximo ano – a contribuição expira em 31 de dezembro e, caso sua prorrogação fique para janeiro, o governo terá de cumprir “noventa” antes de reiniciar os recolhimentos. Na oposição, há partidos dispostos a liberar suas bancadas na votação, mas o DEM já se posicionou contra a prorrogação e deve trabalhar para prolongar ao máximo a tramitação.


    Ao comentar as hipóteses para o andamento da matéria no Senado, a pedido de jornalistas, o secretário-adjunto da Secretaria Geral da Mesa, Paulo Mohn, lembrou que a CCJ tem prazo-limite de 30 dias para deliberar sobre propostas de emendas constitucionais, a partir da data de despacho da matéria ao colegiado. A regra consta do artigo 356 do Regimento Interno e foi adotada por meio de resolução que trata especificamente da tramitação de PECs. Caso a decisão não ocorra dentro desse tempo, como informou, o exame pode passar a ser feito diretamente em Plenário, por provocação do presidente da Casa -nesse momento, o senador Tião Viana (PT-AC), como interino.


    Dias úteis ou corridos: a questão


    A questão envolve decisão sobre a contagem do prazo, se é contado em dias corridos – mais curto, como interessa ao governo – ou se prevalece apenas a contagem dos dias úteis, ou seja, deixando de fora feriados e finais de semana. Na primeira hipótese, o prazo de votação na CCJ acabaria em 9 de novembro, uma sexta-feira, dando oportunidade para que a matéria seja chamada a Plenário já na segunda-feira seguinte (12).


    Se prevalecer a interpretação favorável aos dias úteis, o prazo final na comissão se estenderia até dia 30 de novembro. Indo a Plenário depois dessa data, os prazos de tramitação poderiam ser ainda dilatados mediante a apresentação de emendas quando aí estivesse sendo debatida. Os riscos para a aprovação ainda dentro do ano seriam ampliados porque, nesse caso, as emendas precisariam ser despachadas para exame prévio na CCJ.


    Embora o artigo 356 seja omisso quanto à forma de contagem, a defesa da contagem de prazo pelos dias úteis decorre da existência de artigo da Resolução 37, de 1995, que altera o Regimento Interno da Casa. Em seu artigo 4º, a resolução prevê esse critério. No entanto, Paulo Mohn diz ser questionável se essa norma pode ser aplicada às propostas de emenda à Constituição, diante da existência de legislação específica sobre a tramitação desse tipo de matéria. Para sanar a dúvida, a saída pode ser, como indica o secretário-adjunto, por meio de uma questão de ordem em Plenário.


    Em relação ao prazo para a apresentação do relatório à CCJ, Paulo Mohn diz que o Regimento Interno, no artigo 120, atribui ao relator metade do tempo concedido para deliberação pela comissão. Ou seja, 15 dias, com encerramento na quinta-feira (25) caso prevaleça o entendimento a favor dos dias corridos. Na hipótese de contagem por dias úteis, Kátia Abreu poderia apresentar seu exame ao colegiado, no limite extremo, até 1º de novembro.


    Agência Senado, 23 de outubro de 2007.

  • Mudanças Climáticas discute mercado de carbono

    A Comissão Especial Mista sobre Mudanças Climáticas realiza nesta terça-feira (23) audiência pública para discutir o mercado de carbono.

    A Comissão Especial Mista sobre Mudanças Climáticas realiza nesta terça-feira (23) audiência pública para discutir o mercado de carbono. Foram convidados a assessora técnica da Coordenação de Mudanças Globais do Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia Branca Americano; o coordenador de Projetos da Fundação Getúlio Vargas, Virgílio Horácio Samuel Gibbon; e o superintendente de vendas de crédito de carbono do Banco Real, Maurik Jehee.


    O mercado de créditos de carbono foi criado oficialmente em 1997, quando foi assinado o Protocolo de Quioto – que estabeleceu metas de redução de emissões de dióxido de carbono para os países mais industrializados do planeta. Para que esses países consigam atingir suas metas, o protocolo lhes permite comprar de outras nações, como o Brasil, os créditos de carbono.


    A reunião será realizada às 14h30, na sala 19 da ala Alexandre Costa, no Senado.


    Agência Câmara, 22 de outubro de 2007.

  • Projeto muda recolhimento de ISS sobre leasing

    A Câmara estuda o Projeto de Lei Complementar (PLP) 65/07, do deputado Carlito Merss (PT-SC), que estabelece o pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) no local do estabelecimento do tomador do serviço no caso de arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens.


    O leasing é um tipo de aluguel de um ativo fixo (equipamentos, veículos, computadores, etc.) por um prazo determinado.

    A Câmara estuda o Projeto de Lei Complementar (PLP) 65/07, do deputado Carlito Merss (PT-SC), que estabelece o pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) no local do estabelecimento do tomador do serviço no caso de arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens.


    O leasing é um tipo de aluguel de um ativo fixo (equipamentos, veículos, computadores, etc.) por um prazo determinado. Pode ser operacional – quando a empresa de leasing fica responsável pela manutenção do bem arrendado para o seu perfeito funcionamento – ou financeiro.


    O leasing financeiro é uma operação de financiamento sob a forma de locação, semelhante a um empréstimo que utiliza o bem como garantia. No final do contrato, a empresa contratante pode comprar o bem em questão, renovar o contrato ou devolver o bem ao dono original.


    Polêmica

    O projeto acrescenta dispositivo à Lei Complementar 116/03 que determina o pagamento do imposto ao município no qual o estabelecimento prestador do serviço esteja localizado. No entanto, a legislação atual define uma série de exceções à regra. “Essa solução não parece ter resolvido a polêmica, haja vista as continuadas disputas judiciais – que envolvem os mais diversos serviços previstos na lei”, ressalta Carlito Merss. Ele lembra que as empresas “continuam a discutir, essencialmente, em qual município ocorreu o fato gerador do imposto”.


    Guerra fiscal

    O deputado avalia ainda que o caso do arrendamento mercantil é “emblemático, pois, a despeito da prestação desse serviço ocorrer efetivamente nos diversos municípios em que estão localizados seus arrendatários, a arrecadação do imposto, nesse caso, tem sido toda direcionada ao município em que está localizada a sede da instituição prestadora do serviço”.


    A Lei Complementar 116/03 prevê 22 exceções à regra geral que especifica o local de prestação do serviço, para garantir que o tributo seja devido no efetivo local de ocorrência do fato gerador. Tais medidas servem “para evitar distorções que fomentam predatória e indesejável guerra fiscal”, segundo o parlamentar.


    Tramitação

    O projeto será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário.


    Agência Câmara, 22 de outubro de 2007.


     

  • Seminário discute investimentos em portos brasileiros

    A Frente Parlamentar em Defesa da Infra-estrutura Nacional realiza nesta terça-feira (23) seminário para discutir formas de garantir uma infra-estrutura eficiente para os portos e vias navegáveis brasileiros.

    O coordenador da frente, deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR), citou como exemplo da falta de planejamento para utilização do transporte hidroviário a ausência de eclusas que permitam a navegação dos rios da região Centro-Oeste. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos prevista para este ano na região Centro-Oeste é de 43 milhões de toneladas.

    A Frente Parlamentar em Defesa da Infra-estrutura Nacional realiza nesta terça-feira (23) seminário para discutir formas de garantir uma infra-estrutura eficiente para os portos e vias navegáveis brasileiros.

    O coordenador da frente, deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR), citou como exemplo da falta de planejamento para utilização do transporte hidroviário a ausência de eclusas que permitam a navegação dos rios da região Centro-Oeste. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos prevista para este ano na região Centro-Oeste é de 43 milhões de toneladas. Parte desse total poderia ser transportada pelos rios, diminuindo o fluxo de caminhões nas estradas e agilizando a chegada até os portos para exportação.

    Para Eduardo Sciarra, é preciso alterar a legislação do setor para tornar os portos e vias navegáveis mais interessantes para os investimentos. “O desenvolvimento do País passa pelos investimentos em infra-estrutura. Para isso, temos que eliminar os entraves burocráticos, de legislação e de segurança jurídica para que esses investimentos aconteçam de fato.”

    O seminário começa às 13h30, no Salão Nobre.


    Agência Câmara, 22 de outubro de 2007.




     

  • Fecomércio-MS participa do Salão de Turismo

    Terminam hoje, em Campo Grande, a Feira Internacional e o 1º Salão de Turismo do Mato Grosso do Sul, realizados pelo Senac do Estado, em parceria com a Fundação de Turismo. Inédito na região, a Feira e o Salão promoveram um festival de gastronomia e apresentações culturais, e tiveram como objetivo realizar rodadas de negócios e comercialização de artesanatos e produtos típicos.


    No estande decorado com motivos que remetiam à cultura local, o Senac do Mato Grosso do Sul disponibilizou aos visitantes informações sobre os cursos de educação profissional oferecidos no Estado.

    Terminam hoje, em Campo Grande, a Feira Internacional e o 1º Salão de Turismo do Mato Grosso do Sul, realizados pelo Senac do Estado, em parceria com a Fundação de Turismo. Inédito na região, a Feira e o Salão promoveram um festival de gastronomia e apresentações culturais, e tiveram como objetivo realizar rodadas de negócios e comercialização de artesanatos e produtos típicos.


    No estande decorado com motivos que remetiam à cultura local, o Senac do Mato Grosso do Sul disponibilizou aos visitantes informações sobre os cursos de educação profissional oferecidos no Estado. A entidade também realizou o lançamento do CD “Mato Grosso do Sul: 30 Anos de Sabor”, com receitas regionais.


    A abertura do evento contou com a presença do governador do Estado, André Puccinelli, da secretária estadual de Turismo, Nilde Brum, e do deputado federal Dagoberto Nogueira, que, entre outras autoridades, empresários e líderes sindicais, foram recebidos, no estande do Senac, pelo presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac do Mato Grosso do Sul, Sebastião Vieira D´Ávila.

  • CNC/Equifax no VIII Congresso do Sicomercio

    A Equipe CNC/Equifax estará presente no VIII Congresso do Sicomercio, que será realizado no período de 5 a 7 de novembro, realizando uma grande ação promocional e orientando os sindicatos e federações sobre os benefícios e funcionalidade dos produtos, bem como os novos meios de consulta disponibilizados pela Equifax.

    Haverá o sorteio de 10 impressoras e a distribuição de canetas e broches.

    A Equipe CNC/Equifax estará presente no VIII Congresso do Sicomercio, que será realizado no período de 5 a 7 de novembro, realizando uma grande ação promocional e orientando os sindicatos e federações sobre os benefícios e funcionalidade dos produtos, bem como os novos meios de consulta disponibilizados pela Equifax.

    Haverá o sorteio de 10 impressoras e a distribuição de canetas e broches. Para as federações que já comercializam o convênio, serão sorteados cinco moninores de LCD de 17″.

    Para participar dos sorteios das impressoras, basta preencher o cupom que será entregue no junto com o crachá de identificação.

    Fortaleça seu Sindicato! Fortaleça sua representatividade! Até o Sicomercio!!!!




    CNC/Equifax no VIII Sicomercio


    DIA 05/11


    10h às 11h30  Reunião CNC/Equifax com sorteio de prêmios

    14h às 15h   Conhecendo análise de crédito moderna e fácil


    DIA 06/11


    10h30 às 11h Agilidade na análise do crédito, conheça o SITEF

    16h às 16h30 Fechando negócios seguros, PDV/POS


    DIA 07/11


    10h15 às 10h45 CNC/Equifax: rápido, fácil e prático. Dicas para vender melhor

    16h às 16h30 Acumulando ganhos: conheça quem está vendendo os produtos CNC/Equifax

  • Rio Grande do Sul realiza nova edição do Prêmio CNC/Equifax

    A Federação do Comércio do Rio Grande do Sul realizará em novembro a segunda edição do Prêmio CNC/Equifax.

    A Federação do Comércio do Rio Grande do Sul realizará em novembro a segunda edição do Prêmio CNC/Equifax. Serão contemplados os cinco sindicatos e seus respectivos vendedores que tiverem o melhor desempenho no atingimento das metas estabelecidas para o período entre 1º de agosto e 14 de novembro.


    Fique de olho nos prêmios:


    Para os sindicatos:

    1º Lugar: Computador Intel D915 1GB

    2º Lugar: Câmera fotográfica digital 7.0 MP

    3º Lugar: Impressora multifuncional

    4º Lugar: Telefone sem fio com secretária eletrônica

    5º Lugar: DVD player


    Para o vendedor:

    1º Lugar: TV 29” tela plana

    2º Lugar: Câmera fotográfica digital 5.0 MP

    3º Lugar: Impressora multifuncional

    4º Lugar: DVD player

    5º Lugar: MP3 player 1Gb