Blog

  • Desembolsos crescem 35% e atingem R$ 37 bilhões

    Gazeta Mercantil  Editoria: Nacional   Página: A-4


    Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) cresceram 35,2% entre e janeiro e agosto de 2007 em relação a igual período de 2006, atingindo R$ 37 bilhões. As aprovações somaram R$ 55,2 bilhões até agosto, o que representa uma alta de 38,5% na mesma base de comparação, mantendo o processo de aceleração do crescimento dos projetos aprovados no BNDES em relação aos desembolsos.

    Gazeta Mercantil  Editoria: Nacional   Página: A-4


    Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) cresceram 35,2% entre e janeiro e agosto de 2007 em relação a igual período de 2006, atingindo R$ 37 bilhões. As aprovações somaram R$ 55,2 bilhões até agosto, o que representa uma alta de 38,5% na mesma base de comparação, mantendo o processo de aceleração do crescimento dos projetos aprovados no BNDES em relação aos desembolsos.


    Os enquadramentos somaram R$ 69,1 bilhões, um aumento de 16,8% em relação a igual período de 2006; e as consultas para novos financiamentos somaram R$ 75,6 bilhões, equivalente a um acréscimo de 23,1% ainda na mesma comparação.


    O setor de infra-estrutura manteve a posição de destaque no desempenho do BNDES, atingida recentemente, depois de um período de fraca demanda em 2006. De janeiro a agosto, o valor das aprovações para projetos de infra-estrutura aumentou 131,6% em relação a janeiro e agosto de 2006, somando R$ 22,7 bilhões. Os desembolsos para a área também cresceram, no caso 42,3%, somando R$ 13,2 bilhões, mas a um ritmo inferior ao apresentado pelos projetos aprovados.


    As liberações foram lideradas pelo setor de transporte terrestre (R$ 6,4 bilhões), também responsável pelo maior valor das aprovações, de R$ 8,5 bilhões (alta de 49,7%).


     


     


     


     


     


     

  • Juro médio de empréstimos cai para 7,25%

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-7


    A turbulência no mercado financeiro global em agosto, causada pela crise no mercado de hipotecas nos Estados Unidos, não impediu uma redução, ainda que pequena, das taxas de juros nas operações de empréstimos naquele mês ante julho.


    A taxa média cobrada nas linhas para pessoas físicas recuou 0,41%, de 7,28% para 7,25% ao mês, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-7


    A turbulência no mercado financeiro global em agosto, causada pela crise no mercado de hipotecas nos Estados Unidos, não impediu uma redução, ainda que pequena, das taxas de juros nas operações de empréstimos naquele mês ante julho.


    A taxa média cobrada nas linhas para pessoas físicas recuou 0,41%, de 7,28% para 7,25% ao mês, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). ‘A crise pressionou os juros no meio do mês, mas depois o mercado se acalmou’, explica Miguel de Oliveira, diretor-executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da entidade.


    Das seis linhas de crédito de pessoas físicas pesquisadas, apenas o cartão de crédito não teve as taxas reduzidas. O juro cobrado sobre saldos devedores de associados que utilizam o sistema rotativo manteve-se em 10,27% ao mês – o encargo é a segundo mais alto entre os produtos de crédito, ficando atrás apenas dos juros de empréstimos concedidos por financeiras, que são de 11,27% em média. O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) em bancos teve a maior queda no mês (-1,31%), de 3,05% para 3,01% (ver tabela).


    Embora seja a menor da série histórica da entidade, a taxa média da pessoa física ainda é alta, alerta Oliveira. Em termos anuais, é de 131,62%, enquanto a taxa básica (Selic) está em 11,25% ao ano. Desde setembro de 2005, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciou o corte dos juros, a taxa média de pessoa física recuou 6,73% e a Selic, 41,77%.


    ‘O consumidor deve evitar os empréstimos’, diz Oliveira. ‘Se for necessário assumir um crédito, é preciso pesquisar, porque as taxas variam muito no mercado, e contratar pelo menor prazo possível, para pagar menos juros.’


    De acordo com a Anefac, os juros médios de financiamento para o prazo de seis meses são de 3,84%, mas para 18 meses chegam a 6,83% ao mês. Oliveira diz que a tendência é os juros continuarem em queda porque a taxa básica real brasileira (descontada a inflação) continua entre as mais altas do mundo, os bancos têm interesse em ampliar o volume de empréstimos e as taxas dos empréstimos estão muito altas.


    ‘Há gordura para queimar’, ele diz. Oliveira ressalta ainda que a inadimplência está em queda – o índice recuou de 7,6% em dezembro para 7,1% em agosto -, o que contribui também para redução das taxas.


    Empresas


    No caso de pessoas jurídicas, segundo a pesquisa da Anefac, a taxa média caiu 0,24%, de 4,11%, em julho, para 4,10% ,em agosto. A taxa média do capital de giro caiu 0,51%, para 3,92% ao mês, e a da conta garantida teve redução de 0,55%, para 5,40%. Já os juros para desconto de duplicata subiram 0,58%, para 3,45%, e a taxa do desconto de cheque aumentou 0,55%, para 3,64%.




     


     




     


     

  • Comissão vota regras para sacolas de supermercados

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio pode votar na quarta-feira (19) o Projeto de Lei 1390/07, que torna obrigatória a impressão, em sacolas utilizadas por supermercados e outros estabelecimentos comerciais, de informações sobre volume, peso máximo suportável, composição, riscos à saúde, segurança do consumidor e restrições de uso. A proposta, do deputado Celso Russomanno (PP-SP), proíbe ainda o uso de sacolas sem alças para o acondicionamento de compras.


    O relator, deputado Fernando de Fabinho (DEM-BA), recomenda a aprovação do projeto.

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio pode votar na quarta-feira (19) o Projeto de Lei 1390/07, que torna obrigatória a impressão, em sacolas utilizadas por supermercados e outros estabelecimentos comerciais, de informações sobre volume, peso máximo suportável, composição, riscos à saúde, segurança do consumidor e restrições de uso. A proposta, do deputado Celso Russomanno (PP-SP), proíbe ainda o uso de sacolas sem alças para o acondicionamento de compras.


    O relator, deputado Fernando de Fabinho (DEM-BA), recomenda a aprovação do projeto. “São muitos os relatos de acidentes causados pela ruptura de sacolas plásticas em que o consumidor carrega suas compras, principalmente de supermercados”, afirma. Ele argumenta que o impacto financeiro para os supermercados será muito pequeno.


    Controle de preços

    Outro item da pauta é o Projeto de Lei 5194/05, do deputado Ronaldo Caiado (PFL-GO), que obriga os frigoríficos com registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF) a fornecer informações diárias ao Ministério da Agricultura sobre bovinos adquiridos para abate. Entre as informações exigidas estão as condições de pagamento e o preço da arroba ou do quilo do animal vivo de cada lote de bovinos adquirido, o peso médio dos animais do lote, e o nome, endereço e CPF ou CNPJ do vendedor. O relator, deputado Antônio Andrade (PMDB-MG).

  • Ensino médio é desafio da educação, afirma ministro

    O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que o maior desafio para o desenvolvimento da educação hoje é o fortalecimento do ensino médio – que é de responsabilidade dos estados. De acordo com o ministro, o governo federal vem promovendo desde 2003 uma série de ações para aumentar o acesso ao ensino superior e, assim, obter reflexos favoráveis no ensino médio. Como exemplos, Haddad citou a criação do Programa Universidade para Todos (Prouni), a abertura de novas universidades e ampliação do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

    O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que o maior desafio para o desenvolvimento da educação hoje é o fortalecimento do ensino médio – que é de responsabilidade dos estados. De acordo com o ministro, o governo federal vem promovendo desde 2003 uma série de ações para aumentar o acesso ao ensino superior e, assim, obter reflexos favoráveis no ensino médio. Como exemplos, Haddad citou a criação do Programa Universidade para Todos (Prouni), a abertura de novas universidades e ampliação do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). Fernando Haddad ressaltou, no entanto, que essas iniciativas ainda não tiveram resultado satisfatório.


    No âmbito do ensino médio propriamente dito, o ministro informou que o governo espera aumentar até 2010 o número de unidades da rede federal de ensino tecnológico. Em 2003, havia no País 140 unidades dessa modalidade de ensino. A expectativa do governo é aumentar esse número para 354.


    Fernando Haddad participa, na Comissão de Educação e Cultura, do Seminário Internacional sobre Ensino Médio Diversificado.


    Visão de sistema

    O representante da Unesco no Brasil, Vincent Defourny, afirmou no encontro que é imprescindível o desenvolvimento de uma visão sistêmica da educação. “Devemos cuidar de todos os níveis de educação ao mesmo tempo. O Brasil, como todos os países do mundo, precisa repensar o seu sistema educacional.”

  • Comissão debate ensino médio em seminário internacional

    A Comissão de Educação e Cultura em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), promove hoje o Seminário Internacional sobre Ensino Médio Diversificado. O evento faz parte do ciclo de debates “Educação no século 21: modelos de sucesso”. A primeira etapa, ocorrida em agosto, debateu modelos de reforma educacional desenvolvidos em outros países.

    A Comissão de Educação e Cultura em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), promove hoje o Seminário Internacional sobre Ensino Médio Diversificado. O evento faz parte do ciclo de debates “Educação no século 21: modelos de sucesso”. A primeira etapa, ocorrida em agosto, debateu modelos de reforma educacional desenvolvidos em outros países. A terceira, que se inicia em 15 de outubro, abordará a educação infantil.


    Especialistas dos EUA, da Alemanha, do Brasil e da Itália debaterão os novos paradigmas e avanços do ensino médio e da educação profissional no mundo, com base na seguinte questão: os jovens devem ser preparados para o acesso ao meio acadêmico ou para o mundo do trabalho e para o crescimento econômico?.


    Debaterão o tema o presidente do Conselho Consultivo das Faculdades Pitágoras, Cláudio de Moura Castro, e o doutor em educação pela Universidade da Califórnia Cândido Alberto Gomes. Entre os conferencistas internacionais estarão o finlandês Pasi Sahlberg, expert em política e reforma educacionais da European Training Foundation, com sede em Torino (Itália); e o alemão Thomas Deissinger, professor de educação para negócios e economia da Universidade de Konstanz.


    O presidente da Comissão de Educação, Gastão Vieira (PMDB-MA), observa que a experiência internacional sugere que o ensino médio deve ser diversificado, com diferentes opções. “Ainda que todas possam dar o direito ao vestibular, o que o aluno aprende e como ele pode usar o que aprendeu é diferente do ensino só acadêmico que temos ou do ensino profissionalizante mais tradicional.

  • Brasil cresce e consumo também

    Jornal do Commercio  Editoria: Opinião Página: A-17


    A economia brasileira atingiu de abril a junho o maior crescimento desde o segundo trimestre de 2004 (7,5%). O PIB apurou alta de 5,4% no segundo trimestre de 2007 em relação aigual período do ano passado. O destaque ficou por conta da oferta de produtos e serviços.

    Jornal do Commercio  Editoria: Opinião Página: A-17


    A economia brasileira atingiu de abril a junho o maior crescimento desde o segundo trimestre de 2004 (7,5%). O PIB apurou alta de 5,4% no segundo trimestre de 2007 em relação aigual período do ano passado. O destaque ficou por conta da oferta de produtos e serviços. O resultado é ainda mais positivo se pensarmos que os avanços no investimento em produção e em máquinas e equipamentos darão o devido suporte para o crescimento do consumo das famílias – o 15º consecutivo naquela base de comparação -, que resultou na variação positiva do comércio atacadista e varejista. Crescimento esse, que é reflexo da expansão da oferta de crédito e do aumento da renda dos trabalhadores.


    O cenário é positivo e a tendência é que a economia brasileira seguirá com uma inflação sob controle, mas com maiores níveis de produção e consumo. Além disso, os dados do PIB, conjugados à expectativa de uma safra agrícola recorde, segundo o próprio IBGE, tendem a indicar uma trajetória favorável para o crescimento da economia e a manutenção de um ambiente inflacionário sob controle.


    Para se ter uma idéia, a economia do Rio de Janeiro receberá, em termos regionais, o maior volume de investimentos da América Latina nos próximos quatro anos: US$ 20 bilhões, sem contar os US$ 31 bilhões especificamente para a exploração de petróleo, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico. Em Angra dos Reis, o Governo Federal aprovou recentemente a construção da usina nuclear de Angra 3. Empreendimentos como a Companhia Siderúrgica do Atlântico, o Complexo do Açu e as construções do Arco Rodoviário Metropolitano e do Pólo Petroquímico de Itaguaí, entre outros, abrem novas perspectivas de crescimento para os diversos setores da economia fluminense.


    Por outro lado, as taxas robustas de crescimento mundial nos últimos anos estão levando muitos países, especialmente a China, a adotarem medidas de restrição da atividade econômica. O Fundo Monetário Internacional (FMI) tende a alterar suas projeções de crescimento para a economia mundial, o que indica pressões relativamente menores sobre os preços. Ainda assim, os recentes aumentos das commodities agrícolas no cenário internacional justificam a atenção em relação à inflação.


    O País está forte, mas não imune. É preciso avançar em medidas estruturais e políticas macroeconômicas favoráveis, que estabeleçam uma melhor ambiência para os negócios. O Brasil precisa gastar de forma eficiente e gerar um aumento na poupança interna para consolidar o país na rota de um crescimento forte e sustentado.

  • Arrecadação federal cresce uma CPMF no 1º semestre

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-1 


    A arrecadação tributária federal cresceu R$ 36,01 bilhões somente no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2006. Foram R$ 305,53 bilhões neste ano, contra R$ 269,52 bilhões em 2006.


    Em termos nominais, esse valor adicional equivale a toda a receita prevista com a CPMF neste ano, que deverá alcançar cerca de R$ 36 bilhões.

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-1 


    A arrecadação tributária federal cresceu R$ 36,01 bilhões somente no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2006. Foram R$ 305,53 bilhões neste ano, contra R$ 269,52 bilhões em 2006.


    Em termos nominais, esse valor adicional equivale a toda a receita prevista com a CPMF neste ano, que deverá alcançar cerca de R$ 36 bilhões. Esse aumento indica que, mesmo se abrisse mão do tributo do cheque, o governo federal ainda teria folga de caixa.


    Os números sobre a arrecadação tributária no país foram divulgados ontem pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), entidade que reúne profissionais do setor que se dedicam a estudos tributários de natureza institucional, setorial e empresarial.


    Em porcentagem do PIB, a carga fiscal subiu para 36,39% neste ano, 0,78 ponto percentual acima dos 35,61% do primeiro semestre do ano passado, segundo o instituto.


    A Receita Federal não calcula a carga tributária do país por trimestre ou por semestre, mas uma vez por ano. Em julho, a Receita divulgou que a carga fiscal de 2006 foi de 34,23% do PIB, contra 33,38% em 2005. Pelos cálculos do IBPT, os números são um pouco maiores: 35,21% e 34,12%, respectivamente. Um dos motivos para a diferença é que a Receita não considera em seus cálculos os valores pagos como multas, juros e correção, além de não incluir as contribuições corporativas e as custas judiciais.


    Para chegar à carga tributária do país em proporção do PIB, o instituto soma a receita de todos os tributos federais, estaduais e municipais pagos num determinado período e divide o resultado pelo Produto Interno Bruto desse mesmo período.


    Nos seis primeiros meses do ano a receita tributária dos três níveis de governo somou R$ 446,34 bilhões. Com base nos números divulgados na quarta-feira pelo IBGE, o IBPT estimou que o PIB semestral foi de R$ 1,227 trilhão. Resultado: 36,39% de carga tributária.


    Normalmente, a carga tributária do primeiro semestre tende a ser maior do que a do respectivo ano. Isso ocorre porque entre janeiro e junho há a incidência de tributos que não costumam se repetir nos meses seguintes, como o IPVA (sobre veículos), IPTU (sobre imóveis) e o IR das pessoas físicas (a cota única é paga em abril). Prova disso é que, para o período de 12 meses até junho, a carga está em 35,62% do PIB.


    Todos os principais tributos tiveram aumentos no semestre, impulsionados pela expansão econômica, pela maior formalidade no emprego e pela alta na renda.


    Apesar da maior formalidade, o presidente do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, diz que “a carga tributária acentuada é o principal fator para o aumento do trabalho sem carteira assinada, que chega a quase 21 milhões de trabalhadores”.


    No plano federal, a receita cresceu 13,35% (nominal) e 9,16% (real). Apenas em valores reais, ou seja, já descontada a inflação, a União arrecadou mais R$ 25,64 bilhões no ano.


    O aumento da receita federal vem acompanhando os gastos do governo. No semestre passado, as despesas totais cresceram 12,7% em termos nominais, mesmo percentual das da Previdência. Os gastos com pessoal e encargos avançaram 12,8%, em decorrência principalmente dos reajustes salariais no Executivo. Os gastos da Previdência aumentaram devido ao reajuste do salário mínimo e ao maior número de benefícios da Lei Orgânica da Assistência Social pagos a portadores de deficiência e a idosos.


     




     




     

  • Planalto aceita negociar pontos da CPMF para aprová-la esta semana

    O Estado de São Paulo  Editoria: Nacional  Página: A-4  


    Para aprovar, esta semana, a emenda constitucional que prorroga a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá revogar medidas provisórias que trancam a pauta de votação da Câmara e já negociar com os senadores algum tipo de mudança na proposta.

    O Estado de São Paulo  Editoria: Nacional  Página: A-4  


    Para aprovar, esta semana, a emenda constitucional que prorroga a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá revogar medidas provisórias que trancam a pauta de votação da Câmara e já negociar com os senadores algum tipo de mudança na proposta. Com esta estratégia, o governo espera concluir em primeiro turno a votação da emenda até quinta-feira e evitar que, quando ela for para o Senado, seja modificada, tendo de voltar para a Câmara.


    Embora tenha desmentido que vá aceitar modificações na emenda constitucional da CPMF, o governo sabe que não a aprovará no Senado se insistir em mantê-la do jeito que está. Não há, ainda, a fórmula do que o governo cederá, pois a negociação com os senadores terá início hoje e se estenderá por toda a semana. Líderes governistas não excluem a possibilidade de o valor da alíquota ficar em 0,36% (hoje são 0,38%), já no ano que vem. “Acredito que há condições de se aprovar a CPMF na Câmara apesar da resistência da oposição. Agora tudo vai depender da estratégia do governo em relação às medidas provisórias”, afirmou o deputado José Eduardo Martins Cardozo (PT-SP).


    Quatro MPs têm de ser votadas na Câmara antes da apreciação da emenda da CPMF. Lula deverá revogar três delas – apenas uma, a que abre crédito extraordinário no valor de R$ 6,3 bilhões a ministérios para a continuidade de ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), deverá ser votada.


    “Não é a primeira vez que o governo faz revogação de medida provisória. É uma demonstração de que as MPs não são tão relevantes como o governo faz parecer”, disse o líder do PSDB, deputado Antonio Carlos Pannunzio (SP). A oposição avisa que vai lançar mão de manobras regimentais para atrasar a votação da CPMF. “Vamos fazer de tudo para ganhar tempo. Vamos obstruir as sessões de todas as formas possíveis”, afirmou o tucano. “Com a obstrução da oposição, o governo tem de ir para a luta, para o combate”, observou o líder do PDT, deputado Miro Teixeira (RJ).


    Com a CPMF, os aliados têm mais uma oportunidade de barganharem os cargos prometidos pelo governo e a chance de conseguirem a liberação de verbas orçamentárias para seus redutos eleitorais . Na Câmara, o governo precisa de 308 votos do total de 513, em dois turnos de votação, para aprovar a CPMF. No Senado são necessários 49 votos do total de 81, também em dois turnos.


    A pedido do Planalto, o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), marcou oito sessões de votação para esta semana – as chamadas sessões deliberativas. Em uma semana normal, há três sessões desse tipo. A idéia é votar a MP do crédito extraordinário de R$ 6,3 bilhões amanhã. A emenda que prorroga a CPMF entra na pauta da Câmara na sessão extraordinária marcada para a noite de amanhã. Mas a proposta deverá começar a ser votada somente na quarta.


    O governo terá duas semanas para votar a emenda da CPMF, em dois turnos, na Câmara. Caso contrário, o calendário do Planalto será outra vez atropelado por MPs.


     

  • Bens e serviços ficam mais acessíveis

    O Estado de São Paulo  Editoria: Especial  Página: H-2


    O telefone e o computador continuam sendo as novas vedetes entre os bens adquiridos pelas famílias brasileiras. O primeiro ainda tem abrangência muito maior, enquanto o segundo se mantém como um equipamento para poucos no País. A velocidade na disseminação do serviço telefônico nos últimos anos foi impressionante: em 2001, 58,9% dos domicílios eram dotados de um aparelho desse tipo; em 2006, esse porcentual havia crescido para 75,2%.


    O aumento, verificado ano a ano, tornou-se mais intenso a partir de 2004.

    O Estado de São Paulo  Editoria: Especial  Página: H-2


    O telefone e o computador continuam sendo as novas vedetes entre os bens adquiridos pelas famílias brasileiras. O primeiro ainda tem abrangência muito maior, enquanto o segundo se mantém como um equipamento para poucos no País. A velocidade na disseminação do serviço telefônico nos últimos anos foi impressionante: em 2001, 58,9% dos domicílios eram dotados de um aparelho desse tipo; em 2006, esse porcentual havia crescido para 75,2%.


    O aumento, verificado ano a ano, tornou-se mais intenso a partir de 2004. No Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a parcela de lares com telefone superou 80%. No Norte e Nordeste, não chegou a 60%. A propriedade de microcomputador acentua ainda mais as diferenças regionais.


    Enquanto no Sudeste 29,2% dos domicílios são dotados de computador, 23,1% deles com acesso à internet, no Nordeste a quantidade de casas com o equipamento representa apenas um terço disso (9,7%), e só 6,9% com acesso à internet.


    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o aumento da oferta de telefones móveis celulares no País foi determinante para o crescimento da presença de telefones nos domicílios. De outro lado, o porcentual de domicílios com telefone fixo convencional caiu de 51,1% em 2001 para 47,4% em 2006. O porcentual de domicílios que tinham apenas telefone móvel celular em 2001 era de 7,8% e em 2006, de 27,8%. Os domicílios que somente tinham telefone fixo convencional passaram de 27,9% para 11% no período.


    Saneamento


    Os dados da Pnad revelam avanço geral no acesso a bens e serviços no País, mas não mostram nenhum grande salto. A questão do saneamento básico ilustra bem o ritmo lento dos benefícios.


    A rede de esgoto sanitário, por exemplo, atendia em 2001 66,8% dos domicílios brasileiros. No ano passado, não passava de 71,3% – no Nordeste, ficou em 48,5% e no Centro-Oeste, em 44,4%.


    O abastecimento de água também ainda não está próximo do atendimento integral à população. Em 2006, ficou em 84,2%, apenas 2,9 ponto porcentual acima do atendimento registrado cinco anos antes. Na região Norte urbana, o fornecimento de água encanada não chega a 70% (68,9%). A coordenadora de emprego e rendimento do IBGE, Márcia Quintslr, observou que são necessárias políticas públicas para reduzir a desigualdade regional que prossegue nesse tipo de serviço.


    A exemplo do que já tinha ocorrido em 2005, Rondônia, Acre e Pará foram os Estados que registraram a menor cobertura de abastecimento de água potável. Em Rondônia, o atendimento ainda não conseguiu atingir 40% das casas. No outro extremo, no Distrito Federal e em São Paulo, a rede de água chega a 90% dos domicílios. Surpreendentemente, um Estado nordestino também se aproxima dessa marca: Sergipe, com 89,2%.


    TV e Freezer


    A presença do aparelho de televisão nos domicílios continua crescendo. Em 2006, 93,5% dos domicílios brasileiros tinham televisão, ante 89,1% em 2001. No caso desse bem de consumo, as diferenças regionais existem, mas são menores do que as apuradas nos outros bens de consumo duráveis. No Nordeste, 86,8% dos domicílios tinham TV em 2006, enquanto no Sudeste eram 96,8%.


    A proporção de domicílios com geladeira e máquina de lavar cresceu, mas o racionamento de energia elétrica de 2001parece ter tirado o freezer dos sonhos de consumo das donas de casa. Foi o único dos eletrodomésticos pesquisados a registrar queda: em 2001, 18,8 % dos domicílios tinham freezer; em 2006, eram 16,4%.


    No que diz respeito aos domicílios com rádio, os porcentuais permaneceram praticamente inalterados de 2001 para 2006, quando 88% dos domicílios brasileiros tinham esse produto. O menor porcentual estava no Norte (76%, sem contabilizar a área rural) e o maior no Sul (94,3%).


    De 2005 para 2006, foram observados os seguintes porcentuais de domicílios com esses bens duráveis: fogão (97,5% e 97,7%); geladeira (88% e 89,2%); máquina de lavar roupa (35,8% e 37,5%) e freezer (16,7% e 16,4%). As diferenças regionais, também no caso desses bens, persistem. Enquanto no Nordeste 74,3% dos domicílios tinham geladeira em 2006, no Centro-Oeste, onde foi registrado o maior porcentual, eram 92,8%.


    No caso de máquina de lavar roupa, o porcentual de domicílios com esse bem no Nordeste (11,9%) foi quase cinco vezes inferior ao do Sul (54,2%) e do Sudeste (50,1%).


     

  • Varejo espera Natal forte e antecipa pedidos à indústria

    Valor Econômico   Editoria: Brasil  Página: A-3 


    Animado com as taxas chinesas de crescimento das vendas domésticas – no primeiro semestre a alta superou 13% -, parte do varejo decidiu antecipar suas encomendas à indústria e outra parcela aumentou a participação de importados no mix de produtos oferecidos aos consumidores.

    Valor Econômico   Editoria: Brasil  Página: A-3 


    Animado com as taxas chinesas de crescimento das vendas domésticas – no primeiro semestre a alta superou 13% -, parte do varejo decidiu antecipar suas encomendas à indústria e outra parcela aumentou a participação de importados no mix de produtos oferecidos aos consumidores. A rede Lojas Cem já encaminhou à indústria uma previsão de vendas que embute alta de 15% sobre dezembro de 2006, enquanto a gaúcha Colombo antecipou em 20 dias o início de suas encomendas, planejando vender 10% mais no Natal – o dobro da taxa registrada no ano passado. No Paraná, a própria indústria sugeriu aos executivos da rede Gazin, que comprassem mais – e logo. E as 132 unidades da Lojas Maia espalhadas pelo Nordeste se preparam para um crescimento de 20% nas vendas de fim de ano em relação ao mesmo período de 2006.  


    A Lojas Colombo, maior rede de eletroeletrônicos e móveis do Rio Grande do Sul, começou na semana passada a programação de encomendas para o fim do ano. Os pedidos estão sendo encaminhados aos fornecedores com 15 a 20 dias de antecedência, disse o diretor comercial da empresa, Arnildo Heimerdinger, que prevê uma expansão de 10% na receita bruta em 2007, sobre R$ 1,2 bilhão em 2006.  


    A Lojas Renner, principal varejista de vestuário e acessórios com sede no Sul, manteve o cronograma das encomendas entre julho e agosto, mas o diretor administrativo e de relações com investidores, José Carlos Hruby, admite que pode ocorrer falta de alguns itens em janeiro ou fevereiro.  


    Na Colombo, as vendas acumuladas das 340 lojas em cinco Estados nos oito primeiros meses aumentaram 8% em relação a 2006. De acordo com Heimerdinger, a expansão está sendo puxada pelas linhas de televisores LCD e informática, com alguns produtos até 50% mais baratos do que no ano passado. Neste fim do ano a Colombo pretende repetir a contratação temporária de 600 a 700 pessoas, o equivalente a cerca de 10% do quadro fixo de funcionários.  


    Na Lojas Cem, a queda nos preços é apontada por Valdemir Coleone, supervisor geral, como um dos fatores que fizeram com que as vendas crescessem 8% neste ano. Hoje, segundo ele, seus preços estão, em média, 9% mais baratos do que no mesmo período do ano passado. O real valorizado aumentou a concorrência no mercado interno e baixou os preços. A linha mais beneficiada foi a marrom, que engloba televisores, DVDs e aparelhos de som. Ela ficou cerca de 25% mais barata.  


    A Renner espera um crescimento de 10% a 12% pelo critério de vendas nas mesmas lojas (que considera os pontos com pelo menos 13 meses de operação). Até junho o índice foi de 9,3%, mas Hruby antevê um segundo semestre “muito positivo”. “Os consumidores estão confiantes na economia”, disse ele, para quem o próximo Natal tem tudo para ser o melhor dos últimos cinco anos e sem pressões dos fornecedores por aumentos de preços. Com 87 lojas (serão 91 até o fim do ano), a Renner deve contratar mais temporários do que os 1,9 mil do ano passado.  


    Até agora, o crescimento da Havan, rede de lojas de departamento, está em 35% e a expectativa é que ele ganhe força com a proximidade do Natal e pela abertura de quatro lojas nos próximos três meses, somando 14 em Santa Catarina e Paraná. Entre os produtos que estão puxando o desempenho estão brinquedos, cujas vendas subiram 90% em relação a 2006, e artigos de cama, mesa e banho e utilidades para o lar, com alta de 60%.  


    Edson Diegoli, diretor administrativo, credita o bom desempenho à conjuntura econômica, em especial ao aumento da renda e ao crédito. Segundo ele, foi reforçado o cartão Havan, administrado pela própria rede, que já responde por 35% das vendas totais – em 2006, era 25%. No cartão, a política tem sido agressiva, com compras em cinco vezes sem juros em diversos itens da loja, e em dez vezes para móveis. Com previsão de um Natal 50% mais forte do que o de 2006, a rede resolveu antecipar as encomendas junto à indústria. As compras começaram em agosto, um mês antes do tradicional período.  


    É justamente o alongamento do prazo das compras que, junto com a expansão do crédito, tem permitido ao varejo mostrar taxas de crescimento tão vigorosas, explica Maurício Moura, professor do Ibmec-SP. O economista confessa que no começo deste ano estava preocupado com o destino das taxas de inadimplência. “Nos últimos três anos tivemos um incremento jamais visto no crédito e não sabíamos como o consumidor brasileiro reagiria a isto”, diz o economista. Até agora, felizmente, o número de dívidas em atraso está sob controle e, ao mesmo tempo, a renda do trabalhador tem aumentado. Moura espera que o ritmo de crescimento mantenha-se forte até o final do ano e projeta alta de 12,5% nas vendas do varejo.  


    Este cenário positivo fez com que ns últimos dez dias, o departamento de compras da rede Gazin, que possui 125 lojas no interior do Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônia e Amazônia, recebesse orientação de representantes de três indústrias para que comprasse mais. Segundo a gerente comercial, Armelinda Michelan, as sugestões foram feitas pelos fabricantes das marcas Semp Toshiba, LG e Cônsul.  


    “Estamos reforçando os pedidos”, diz ela, que não teme desabastecimento justamente porque sentiu que os fornecedores estão atentos ao ritmo de consumo. O planejamento anual da Gazin previa crescimento de 20% em 2007. Armelinda disse que o resultado do primeiro semestre, quando o crescimento registrado foi de 6%, pode atrapalhar os planos. A reação começou mesmo no segundo semestre.  


    A Lojas Maia, instalada no Nordeste, já fez as encomendas para garantir vendas 20% maiores no fim de ano. “Até agora, crescemos nesse ritmo. E a conjuntura econômica aponta para a continuação dessa trajetória”, diz Marcelo Maia, diretor comercial da Lojas Maia.  


    Entre os itens que mais devem vender neste ano, Maia lista os telefones celulares e computadores. Para esse produtos, as encomendas foram reforçadas: 40% maiores na comparação com o ano passado. O ritmo de contratação de funcionários temporários para a época de festas também subiu. No ano passado foram 450 pessoas, e agora serão de 600 a 700 temporários.  


    Câmbio permite ampliação do mix de importados com itens mais caros

    Nas redes que vendem grandes quantidade de produtos importados, a participação destes produtos no total das vendas estará ainda maior neste ano. O dólar mais baixo permitiu a importação de itens que antes eram considerados muito caros pelos clientes. A a queda nos preços também ampliou a procura pelos produtos que já ocupavam as prateleiras.  


    A Doural, que fica na Rua 25 de Março, em São Paulo, e vende de eletrodomésticos a itens de cama, mesa e banho, aumentou de 30% para 40% a participação dos importados em seu mix de produtos. Fernando Abdala, proprietário da loja, conta que o desempenho das vendas superou suas expectativas. O crescimento entre janeiro e agosto foi de 40%, o dobro do projetado pelo empresário do início de 2007.  


    “Espero que o cenário fique melhor e o crescimento chegue a 60% até o final do ano”, diz. Ele explica que as vendas são sustentadas pelo parcelamento do pagamento. A Doural vende em até seis vezes sem juros, no cartão de crédito e no cheque. As compras feitas pelo site da loja, porém, podem ser parceladas em dez vezes.  


    Com essas perspectivas bastante otimistas, Abdala já calcula que precisará aumentar seu quadro de funcionários em pelo menos 20% no final do ano. “Acho que neste ano vou precisar de mais temporários do que no ano passado. O problema é encontrar pessoal qualificado”, diz.  


    Na Lojas Maia a participação dos importados ainda é pequena, mas quintuplicou do ano passado para cá. Eles estão representando 5% das vendas deste varejista instalada no Nordeste, enquanto em 2006 não passavam de 1%. O nível alcançado neste ano é igual àquele do período do Plano Real. “A tendência é que a quantidade de itens importados suba ainda mais se o câmbio permanecer no patamar atual”, diz Marcelo Maia, diretor comercial da rede. A importação é principalmente de eletroportáteis.  


    Na Spicy, que vende eletrodomésticos e utensílios domésticos para um público de alta renda, os números são bons, no entanto, o otimismo não impera. De janeiro a agosto deste ano, as vendas aumentaram 8%, percentual considerado abaixo do ideal, diz Jean Paul Rebetz, gerente de marketing da rede. Este número refere-se às mesmas lojas. Ainda assim, a rede abriu duas lojas neste ano, uma no shopping Leblon, no Rio, e outra na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, rua nobre do comércio de São Paulo.  


    O gerente diz que no começo do ano estava muito confiante, mas que a crise internacional abalou suas perspectivas. Ele explica que seus clientes “são muito antenados e que colocaram o pé no freio”. Por isso, não espera que o ano feche com ganho nas vendas superior a 6% nas mesmas lojas. Quando são incluídas as filiais abertas neste ano, a projeção sobe para uma alta de 12%. Atualmente, 95% dos produtos vendidos pela Spicy são importados.  


    A rede de lojas Salfer, com sede em Joinville (SC), começou a sentir uma reação mais forte nas vendas somente a partir de julho, tendo confirmado essa tendência em agosto. Nestes meses, ela vendeu um volume cerca de 10% superior ao de igual período do ano passado, e acredita que acabará fechando o ano com crescimento de 10% sobre 2006.  


    Segundo o diretor corporativo e de qualidade, Valdemiro Hafemann, a empresa não previa um cenário tão bom no início do ano, mas sentiu reflexos da melhora de renda e dos juros mais baixos. Nos municípios agrícolas do interior de Santa Catarina, a empresa vem sentindo reação da agricultura, que viveu uma boa colheita, longe da seca dos últimos anos.