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  • Adesão automática ao cadastro positivo vai à sanção presidencial

    A adesão automática de consumidores e empresas aos cadastros positivos de crédito segue para sanção presidencial. O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (13) mudanças nas regras do cadastro positivo, instrumento criado em 2011 para ser um banco de dados sobre bons pagadores, contrapondo-se aos famosos cadastros negativos (como Serasa e SPC), que registram maus pagadores.

    A adesão automática de consumidores e empresas aos cadastros positivos de crédito segue para sanção presidencial. O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (13) mudanças nas regras do cadastro positivo, instrumento criado em 2011 para ser um banco de dados sobre bons pagadores, contrapondo-se aos famosos cadastros negativos (como Serasa e SPC), que registram maus pagadores. O texto aprovado foi o PLP 54/2019, originado do substitutivo da Câmara dos Deputados ao PLS 212/2017-Complementar. Foram 66 votos favoráveis e 5 contrários.

     

    A matéria já havia sido aprovada mais cedo na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde o relator, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), concordou com as alterações feitas pelos deputados e não propôs novas mudanças. A proposta original é do ex-senador Dalirio Beber (SC). O objetivo do cadastro positivo é incentivar que bons pagadores tenham acesso a juros menores. Existente desde 2011, com participação voluntária dos clientes, o serviço é prestado por empresas especializas, que avaliam o risco de crédito de empresas e pessoas físicas baseadas em históricos financeiro e comercial.

     

    Privacidade


    A privacidade dos cidadãos e a segurança dos dados foram dois pontos sobre os quais houve mais debate durante tramitação do projeto no Congresso Nacional.

     

    De acordo com o texto aprovado, serão responsáveis solidários por eventuais danos morais aos consumidores (como vazamento de dados) o banco de dados, a fonte da informação e a pessoa física ou jurídica que consultou as informações. Também está no texto aprovado a exigência de que os gestores de bancos de dados realizem ampla divulgação das normas que disciplinam a inclusão no cadastro, bem como da possibilidade e formas de cancelamento prévio.

     

    Tanto pessoas físicas quanto pessoas jurídicas passarão a ter um cadastro aberto por gestoras de dados, que poderão receber informações das empresas em geral com as quais foram feitas transações comerciais, além das instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central (bancos, corretoras, financeiras, etc.) e as concessionárias de água, luz, gás, telecomunicações e assemelhados.

     

    A regra atual não permite a anotação de informação sobre serviço de telefonia móvel na modalidade pós-paga mesmo com autorização do cadastrado. Com a aprovação, essa restrição acaba e todos os serviços poderão ser anotados.

     

    Há também exigência para que o Banco Central encaminhe ao Congresso, no prazo de até 24 meses, relatório sobre os resultados alcançados com as alterações no cadastro positivo, com ênfase na ocorrência de redução ou aumento do spread bancário e na redução dos juros cobrados dos bons pagadores. Vários senadores disseram que o Banco Central já se comprometeu a começar a prestar essas informações ao Senado em seis meses.

     

    Tasso Jereissati reconheceu que o substitutivo da Câmara aperfeiçoou o texto original do Senado. Foram adotadas, por exemplo, regras mais explícitas sobre a possibilidade de o consumidor cadastrado, o tomador de crédito, cancelar sua inscrição no cadastro positivo. A saída poderá ser feita por meio físico, eletrônico ou telefônico, com direito a comprovante e de forma gratuita.

     

    Discriminação


    Também foram impostos limites à classificação e ao tratamento de dados pelos gestores desse cadastro, o que aumenta a segurança jurídica tanto dos clientes quanto dos operadores do sistema. Essas restrições pretendem impedir a discriminação a tomadores de crédito por questões de origem social e étnica; saúde; informação genética; sexo, convicções políticas, religiosas ou filosóficas.

     

    Tasso Jereissati afirmou que as alterações feitas pela Câmara vão melhorar a Lei nº 12.414, de 2011, que regula a formação e consulta a bancos de dados de consumidores bons pagadores. Isso é esperado, por exemplo, ao se submeter a solidariedade na responsabilização por erros de terceiros aos termos do Código de Defesa do Consumidor — CDC (Lei nº 8.078, de 1990). O senador lembrou que especialistas defenderam o cadastro positivo em audiências públicas.

     

    Os agentes que procederem à quebra de sigilo bancário dos cadastrados também sofrerão sanções previstas no CDC. No entanto, os procedimentos aplicáveis aos gestores de banco de dados que vazarem informações dos cadastrados estão entre os temas a serem posteriormente regulamentados pelo Poder Executivo.

     

    O texto aprovado dá prazo de 90 dias para regular o funcionamento do cadastro positivo, exigindo que as instituições de crédito autorizadas pelo Banco Central forneçam informações relativas a suas operações aos bancos de dados em funcionamento. O gestor do cadastro não precisa ser registrado no BC, mas deverá fazer ampla divulgação das normas que disciplinam a inclusão nesse banco de dados, bem como das possibilidades e formas de cancelamento dessa inscrição.

     

    Vários senadores elogiaram a proposta, por entenderem que o aperfeiçoamento do cadastro positivo levará à diminuição dos altos juros cobrados no País pelos bancos e instituições financeiras. O senador Eduardo Braga (MDB-AM) disse que as mudanças darão ao Banco Central mecanismos para a redução das taxas de juros.

     

    “Os micro e pequenos empresários do País não aguentam mais pagar taxas de juros altas”,  afirmou Eduardo Braga.

     

    O senador Carlos Viana (PSD-MG) ressaltou que o cadastro positivo é uma demanda antiga do setor varejista brasileiro.

     

    Ilusões


    Por sua vez, o senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) sugeriu que os brasileiros não devem ter “grandes ilusões” de que os juros vão diminuir nos próximos meses. Segundo disse, as altas taxas de juros praticadas no Brasil têm “causas mais profundas”, principalmente o descontrole das finanças públicas.

     

    “Não nos iludamos, é preciso combater o déficit público se quisermos juros baixos”, disse Oriovisto.

     

    O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) também afirmou que “não vai se iludir” e disse duvidar que os juros cobrados dos cidadãos serão diminuídos.

     

    “As instituições financeiras já têm seus próprios cadastros, e os juros continuam altos”,  observou Veneziano.

     

    Lembrando que o cadastro positivo já existe desde 2011 e conta atualmente com 7 milhões de inscritos, o senador Weverton (PDT-MA) demonstrou receio de esse montante de informações sobre os clientes, pagadores e cidadãos ir para as mãos das instituições financeiras. Esse tipo de informação, com dados pessoais e de compras e pagamentos de pessoas, disse Weverton, tem um valor inestimável no mundo atual.

     

    “Qual desses 7 milhões tiveram benefícios por serem bons pagadores?”, questionou Weverton.

     

    O mesmo argumento foi usado pelo senador Vanderlan Cardoso (PP-GO).

     

    “Sete milhões de brasileiros já estão no cadastro positivo. E o que resolveu? Nada”, ponderou.

     

    O senador Esperidião Amim (PP-SC) também afirmou que apenas o aperfeiçoamento do cadastro positivo não vai resolver a questão dos altos juros brasileiros. Ele defendeu que as chamadas cooperativas de crédito tenham maior participação no mercado, como já acontece em Santa Catarina.

     

    Bancos


    Em seguida, o senador Jayme Campos (DEM-MT) disse que apenas os cinco grandes bancos brasileiros detêm mais de 80% das movimentações do País. Ele afirmou que mais de 60 milhões de brasileiros têm seus nomes em cadastros negativos de pagamento e que os juros altos estão quebrando pequenos e médios empresários. Acrescentou que os bancos são dos maiores devedores do INSS.

     

    O senador Major Olimpio (PSL-SP) afirmou que as mudanças trarão grandes benefícios para o País e ajudarão a aquecer a economia.

     

    Também debateram a proposta os senadores Paulo Rocha (PT-PA), Kátia Abreu (PDT-TO), Izalci Lucas (PSDB-DF), Rogério Carvalho (PT-SE), Eliziane Gama (PPS-MA), Reguffe (sem partido-DF), Álvaro Dias (Pode-PR), José Serra (PSDB-SP), Jorge Kajuru (PSB-GO), Roberto Rocha (PSDB-MA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Alessandro Vieira (PPS-SE), Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), Rodrigo Cunha (PSDB-AL), Rose de Freitas (Pode-ES) e outros.

     

    Autorização


    Atualmente, o registro de dados sobre pessoas e empresas nesse tipo de banco de dados somente pode ocorrer a partir de uma autorização expressa e assinada pelo cadastrado. Com a mudança, o sistema de registro passa a ter o mesmo mecanismo dos serviços de informações sobre maus pagadores, ou seja, não depende de autorização. Segundo o texto aprovado, a quebra de sigilo por parte dos gestores de banco de dados, como no caso de permitir o vazamento de informações sobre o cadastrado, será punida com reclusão de 1 a 4 anos e multa.

     

    Regulamento definirá os procedimentos aplicáveis aos gestores na hipótese de vazamento, inclusive quanto à forma de comunicação aos órgãos responsáveis pela sua fiscalização. Deverá prever ainda o que ocorrerá no caso de desobediência dos pedidos de cancelamento e da proibição de uso de dados não permitidos.

     

    A única autorização expressa mantida pelo projeto é aquela exigida para o fornecimento, a outros consulentes, do histórico de crédito do cadastrado, formado por dados relacionados aos empréstimos e financiamentos.

     

    Nota de crédito

    A partir dos dados obtidos, o gestor poderá criar uma nota ou pontuação de crédito, única informação que poderá ser dada a consulentes que realizarem transações com o cadastrado, exceto no caso da autorização explícita do cadastrado para o fornecimento de seu histórico de crédito.

     

    Caso a pessoa ainda não tenha um cadastro em determinado banco de dados, ela deverá ser comunicada da abertura de seu cadastro em banco de dados e da possibilidade de compartilhamento com outros bancos similares. Esse comunicado terá de ocorrer em até 30 dias por meio físico ou eletrônico informado pela fonte de dados e listar os canais disponíveis para o possível cancelamento do cadastro.

     

    As informações, entretanto, somente poderão ser liberadas para os consulentes após 60 dias da abertura do cadastro. Além de continuar com o direito de acessar gratuitamente as informações sobre ele existentes no banco de dados, o cadastrado poderá obter o cancelamento ou a reabertura do cadastro.

     

    Cancelamento


    O pedido de cancelamento do cadastro poderá ser feito pela pessoa cadastrada a qualquer momento. O gestor de banco de dados que receber a solicitação deverá encerrar o cadastro em até dois dias úteis e transmitir a solicitação aos demais gestores, que devem fazer o mesmo em igual prazo. Se a pessoa que pediu o cancelamento de seu cadastro quiser, o gestor terá, obrigatoriamente, de fornecer confirmação desse cancelamento.

     

    O texto determina ainda que o gestor deverá realizar automaticamente o cancelamento dos registros de pessoa natural ou jurídica que tenha manifestado previamente a vontade de não ter aberto seu cadastro. Esse cancelamento implica a impossibilidade de uso das informações do histórico de crédito pelos gestores, inclusive para calcular a nota ou pontuação de crédito de outros cadastrados.

     

     

    Por outro lado, o texto aprovado retira a obrigação de o gestor de banco de dados informar ao cadastrado sobre os destinatários dos dados em caso de compartilhamento.

     

  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Março de 2019 – Informativo on-line

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Nº 137|Março 2019

     

    ECONOMIA

    Ministério da Economia

    Representação

    Conselho Nacional de Previdência (CNP)

    Representante:

    Titular

    Titular

    Roberto Nogueira Ferreira

    Consultor da Presidência da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Nº 137|Março 2019

     

    ECONOMIA

    Ministério da Economia

    Representação

    Conselho Nacional de Previdência (CNP)

    Representante:

    Titular

    Titular

    Roberto Nogueira Ferreira

    Consultor da Presidência da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Reunião Ordinária do Conselho Nacional da Previdência (CNP) debate os resultados do RGPS no ano de 2018 e Medida Provisória 871.

     

    MEIO AMBIENTE

    Ministério do Meio Ambiente

    Representação

    Subgrupo Temático de Praias (SGT-Praias)

    Representantes:

    Titular

    Marcos Pompeu de Sousa Brasil

    Secretário executivo

    Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Fecomércio-CE

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Subgrupo Temático de Praias (SGT-Praias) discute a possiblidade de parceria com o Sistema CNC-Sesc-Senac para as ações previstas no Projeto Orla.

     

    MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

    Ministério da Economia

    Representação

    Comitê Temático de Investimento, Financiamento e Credito do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE)

    Representantes:

    Titular

    Antonio Everton Chaves Junior

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    (Compareceu)

    1º Suplente

    Bruno Pereira Fernandes

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    2º Suplente

    José da Silva

    Especialista executivo

    Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Projeto de Lei do Marco Legal de Recuperação Judicial das Micro e Pequenas Empresas (MPE), tem apoio do novo Governo.

     

    Ministério da Economia

    Representação

    Comitê Temático de Racionalização Legal e Burocrática do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE)

    Representantes:

    Titular

    Evandro Américo Costa

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    1º Suplente

    Antonio Everton Chaves Junior

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    (Compareceu)

    2º Suplente

    José da Silva

    Especialista executivo

    Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    CNC é reeleita para mais um mandato de 2 (dois) anos à frente da Coordenação pela iniciativa privada no Comitê Temático de Investimento, Financiamento e Credito do FPMPE.

     

    RESPONSABILIDADE SOCIAL

    Ministério da Justiça e Segurança Pública

    Representação

    Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP)

    Representantes:

    Titular

    Renato Muller da Silva Opice Blum

    Advogado

    Membro do Conselho Superior de Direito da Fecomércio-SP

    Suplente

    Antonio Florêncio de Queiroz Júnior

    2º Diretoria Administrativo da CNC

    Rita de Cássia Marques do Nascimento

    Analista Técnica

    Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP) retoma as atividades de 2019.


    RELAÇÕES DO TRABALHO

    Ministério da Economia

    Representação

    Comissão Tripartite do Programa de Alimentação do Trabalhador (CTPAT)

    Representantes:

    Titular

    Artur Renato Brito de Almeida

    Presidente do Sindicato das Empresas de Refeição-Convênio do Estado de São Paulo

    (Compareceu) 

    Suplente

    Wilson Vettorazzo Calil

    Presidente

    Sindicato dos Restaurantes Bares e Similares do Espírito Santo (SINDBARES) / Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL)

    Saiba mais aqui:

    Comissão Tripartite do Programa de Alimentação do Trabalhador (CTPAT) defini os requisitos de segurança para utilização de aplicativos de celular como documentos de legitimação para mais de uma modalidade de execução do PAT.

     

    Relações Internacionais

    Confederação Nacional das Indústrias (CNI)

    Representação

    Coalizão Empresarial Brasileira (CEB)

    Representantes:

    Titular

    Rubens Torres Medrano

    Vice-Presidente da Fecomércio – SP e Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio (CBCex) da CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    Izis Janote Ferreira

    Economista

    Divisão Econômica da CNC

    Saiba mais aqui:

    Reunião Ordinária da Coalizão Empresarial Brasileira (CEB) com a preocupação do enfoque brasileiro na abertura comercial, com possíveis reduções horizontais das alíquotas, em impostos que tangem os bens de capital e os bens de informática e telecomunicações.


    Saúde

    Ministério da Economia

    Representação

    Grupo de Estudo Tripartite (GET) – Agentes Cancerígenos

    Representantes:

    Titular

    Luis Sérgio Soares Mamari

    Assessor Executivo

    Gerência de Saúde – Serbem da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Grupo de Estudo Tripartite (GET) decide apresentar à Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), proposta de criação de um “comitê de especialistas”.

  • Relator da reforma da Previdência só será designado quando chegar a proposta dos militares

    O novo presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), anunciou logo após ser eleito que vai aguardar a chegada da proposta do governo para a aposentadoria dos militares para designar o relator da reforma da Previdência.

     

    O novo presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), anunciou logo após ser eleito que vai aguardar a chegada da proposta do governo para a aposentadoria dos militares para designar o relator da reforma da Previdência.

     

    Francischini disse acreditar que a espera não atrasará o cronograma inicial da votação da proposta na CCJ, prevista para o fim do mês. Segundo ele, a reforma da Previdência dos militares deve ser enviada pelo governo ao Congresso no dia 20, tempo suficiente para o relator preparar seu parecer.

     

    O presidente da comissão, que vai analisar apenas a constitucionalidade da reforma da Previdência, e não o mérito da proposta, admitiu que escolher o relator apenas quando o governo apresentar o projeto para os militares é um desejo dos líderes dos partidos.

     

    “Em reunião com os líderes, eu já tive o aceno de que eles gostarão mesmo de esperar a tramitação a partir da reforma dos militares. Não a votação, a tramitação. Eu acho prudente esperar a reforma dos militares. O parecer do relator na questão da admissibilidade na comissão é bastante agilizado, é uma questão de poucas laudas. Então eu acredito que a maior parte dos deputados aqui na CCJ já tem uma opinião previamente formada sobre o assunto, então a questão de designar o relator e ter o relatório é uma questão que não demorará muito tempo. É uma questão bastante ágil. Eu acredito que no máximo dois dias, não mais que isso.”

     

    A oposição apresentou requerimento para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, compareça à comissão para explicar a proposta. O presidente da CCJ disse considerar a iniciativa uma busca de diálogo e não uma pressão sobre o governo.

     

     

    Felipe Francischini não quis antecipar o nome do relator, disse que está conversando com os integrantes da comissão, mas que prefere um parlamentar mais experiente para a função.

     

  • Comissão da reforma da Previdência no Senado deverá ser instalada nesta quinta

    A comissão especial do Senado que acompanhará o andamento da reforma da Previdência será formada logo após a instalação da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, prevista para acontecer ainda na quarta-feira (13).

    A comissão especial do Senado que acompanhará o andamento da reforma da Previdência será formada logo após a instalação da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, prevista para acontecer ainda na quarta-feira (13).

     

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, voltou a declarar aos jornalistas, na quarta-feira, que, assim que ocorrer a instalação do colegiado da Câmara, reunirá os líderes partidários do Senado para receber as indicações e instituir a comissão especial de acompanhamento da PEC 6/2019, o que poderá ocorrer ainda na quinta-feira (14).

     

    Davi disse ainda que a vinda de governadores e prefeitos para discutir o pacto federativo não interferirá no processo. Ele avaliou que o tema poderá ser discutido no Senado, enquanto a Câmara dos Deputados se dedicar à reforma da Previdência.

     

    “O pacto federativo é uma discussão que estados e municípios debatem há muitos anos. Recursos têm que estar onde estão as necessidades das pessoas: nas cidades, nas ruas, nos bairros, nos estados. A União concentra a arrecadação, e a discussão do pacto é justamente para definir essa distribuição.”

  • Aprovada pela CE a criação da Semana Global do Empreendedorismo

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou na terça-feira (12) o relatório da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), favorável à criação da Semana Global do Empreendedorismo no Brasil.

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou na terça-feira (12) o relatório da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), favorável à criação da Semana Global do Empreendedorismo no Brasil.

     

    Segundo o texto do PLS 146/2018, a Semana Global será realizada anualmente, durante a terceira semana de novembro. O objetivo é a promoção, em todo o País, de seminários, palestras, debates e outras atividades para disseminar e estimular a cultura empreendedora. A Semana servirá também para a divulgação de políticas públicas que promovam melhorias no ambiente empreendedor, além do apoio às entidades dedicadas ao empreendedorismo.

     

    Maria do Carmo citou dados do Serviço de Apoio às Pequenas e Micro Empresas (Sebrae), mostrando que, todos os anos, cerca de 600 mil empreendimentos são abertos no País. Apresentou também a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Segundo o monitor de empreendedorismo global, o Brasil ocupa a primeira posição no que se refere à abertura de novos empreendimentos.

     

    “Este levantamento examina o número de novos negócios em relação à população economicamente ativa. Existe na sociedade brasileira uma enorme vontade de empreender, de inovar. Faltam apenas as condições para que estas iniciativas possam enfrentar as dificuldades da burocracia estatal e do mercado”,  afirmou a senadora.

     

    A análise da criação da Semana Global do Empreendedorismo segue agora para a Câmara dos Deputados.

  • Participação de Bolsonaro é decisiva para a reforma da Previdência, diz Rodrigo Maia

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse na quarta-feira (13) que uma participação mais efetiva do presidente da República, Jair Bolsonaro, facilitará a aprovação da reforma da Previdência – Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19. Com a instalação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), a PEC começará oficialmente a tramitar.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse na quarta-feira (13) que uma participação mais efetiva do presidente da República, Jair Bolsonaro, facilitará a aprovação da reforma da Previdência – Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19. Com a instalação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), a PEC começará oficialmente a tramitar.


    “Bolsonaro já começou e vai ampliar a participação dele. Eu já disse ao ministro Paulo Guedes [da Economia] que a participação do presidente não é importante, é decisiva”, afirmou. “Sem a liderança de quem encaminhou e assinou a PEC, fica sempre uma contradição sobre prioridades e interesses do próprio governo”, acrescentou Maia, que recebeu o ministro da Economia para um almoço na residência oficial hoje. “Ele [Guedes] está muito bem na economia e na articulação política”, elogiou o presidente da Câmara.

     

    Orçamento


    Maia declarou ainda que não conversou com Guedes sobre uma possível “contaminação” da análise da reforma da Previdência pela intenção do Planalto de encaminhar outra PEC propondo a desvinculação de receitas e despesas do Orçamento. “Só tem que avaliar quais são os impactos, se tem alguma contaminação, mas eu não vejo problema de ela (PEC) tramitar no Senado”, comentou Maia.

     

    Para a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), a intenção do governo de propor a desvinculação do Orçamento pode favorecer o apoio de prefeitos e governadores para a reforma da Previdência. “Eu conversei ontem inclusive com o Davi Alcolumbre [presidente do Senado] sobre esse assunto, mas nada vai ser decidido sem que nós sentemos à mesa e cheguemos a um consenso junto ao presidente da Câmara”, disse.

     

    A PEC que prevê ampla desvinculação acaba com a previsão de gastos obrigatórios no Orçamento, como os atuais em saúde e educação, e, como valeria também para estados e municípios, interessa a prefeitos e governadores cujas administrações estão em dificuldades financeiras.

     

    Hasselmann ponderou, no entanto, que o presidente da Câmara já havia demonstrado receio de que o avanço da PEC da desvinculação atenda ao pleito de prefeitos e governadores e os faça deixar de lado a reforma da Previdência.

     

    “Um governador desvincular o orçamento no seu estado talvez resolva o problema dos quatro anos dele e ele possa abrir mão da Previdência. Eu só tenho essa preocupação”, disse Maia ontem em entrevista.

     

    Na quarta-feira, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, declarou que a proposta para desvincular o Orçamento não será enviada no curto prazo, contrariando a afirmação feita pelo ministro Paulo Guedes, da Economia, que previa a apresentação do texto em abril.

  • Comissões permanentes da Câmara elegem seus presidentes

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados elegeu na quarta-feira (13) seu novo presidente: o deputado Felipe Francischini (PSL-PR). Ele foi eleito com 47 votos; outros 15 votos foram em branco e 2 nulos.

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados elegeu na quarta-feira (13) seu novo presidente: o deputado Felipe Francischini (PSL-PR). Ele foi eleito com 47 votos; outros 15 votos foram em branco e 2 nulos.

     

    A deputada Bia Kicis (PSL-DF) foi eleita 1ª vice-presidente com 39 votos. A votação também teve 22 votos em branco e 2 votos nulos. A eleição na CCJ ocorreu com cédulas de papel, após problemas na urna eletrônica.

     

    A Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara, elegeu na quarta-feira (13) seu novo presidente: o deputado Antonio Brito (PSD-BA). Foram 47 votos a favor e três em branco. Para a 1ª vice-presidência, foi eleito o deputado Alexandre Serfiotis (PSD-RJ); para 2ª vice, Marx Beltrão (PSD-AL); para a terceira, Misael Varella (PSD-MG).

      

    A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, da Câmara, elegeu na quarta-feira (13) a deputada Professora Marcivânia (PCdoB-AP) para a presidência do colegiado. Para a 1ª vice-presidência foi eleita a deputada Flávia Morais (PDT-GO). O deputado Mauricio Dziedricki (PTB-RS) foi eleito para a 2ª vice. Os deputados tiveram 18 votos a favor e um voto em branco.

      

    O deputado Léo Motta (PSL-MG) foi eleito, na quarta-feira (13), presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. Márcio Labre (PSL-RJ) será o 1º vice – não houve candidatos a 2º e 3º vices.

     

    A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara elegeu na quarta-feira (13) seu novo presidente: o deputado Fausto Pinato (PP-SP). Para a 1ª vice-presidência, foi eleito o deputado Neri Gueller (PP-MT); para a 2ª vice, Luiz Nishimori (PR-PR) e, para a 3ª vice, José Mário Schreimer (DEM-GO). Os deputados foram eleitos com 45 votos a favor e 2 brancos.

     

    O deputado Eli Corrêa Filho (DEM-SP) é o novo presidente da Comissão de Viação e Transportes da Câmara.

     

    A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, da Câmara, elegeu na quarta-feira (13) seu novo presidente: o deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA). O 1º vice-presidente será o deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA).

     

    O deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) foi eleito na quarta-feira (13) presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. A 1ª vice-presidente será a deputada Rose Modesto (PSDB-MS), e a 2ª vice será Alice Portugal (PCdoB-BA).

     

    O deputado Átila Lins (PP-AM) foi escolhido para comandar a Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia, da Câmara. O deputado Sidney Leite (PSD-AM) foi eleito vice-presidente.

     

    O deputado Silas Câmara (PRB-AM) foi eleito, na quarta-feira (13), presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. Os três vice-presidentes serão escolhidos na próxima reunião do colegiado, no dia 20.

     

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, da Câmara, elegeu na quarta-feira (13) como presidente o deputado Bosco Saraiva (SD-AM). Para 1º vice, foi eleito o deputado Otaci Nascimento (SD-RR).

     

    A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado elegeu na quarta-feira (13) o deputado Capitão Augusto (PR-SP) para presidente. Para 1º vice-presidente, foi eleito o deputado Fernando Rodolfo (PR-PE); para 2º vice, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP); e para 3º vice, o deputado Capitão Fábio Abreu (PR-PI).

     

    O deputado Pr. Marco Feliciano (Pode-SP) foi eleito, na quarta-feira (13), para presidir a Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara.

     

    O deputado Sergio Souza (MDB-PR) foi eleito, na quarta-feira (13), presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. Giovani Feltes (MDB-RS) será o 1º vice; Júlio Cesar (PSD-PI), o 2º vice; e Vinicius Farah (MDB-RJ), o 3º vice.

     

    A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher elegeu por unanimidade, com 13 votos, a deputada Luisa Canziani (PTB-PR) para presidente do colegiado. Canziani é a mais jovem presidente de comissão na história do Parlamento. A presidente não estava presente, por estar em missão oficial, mas agradeceu a eleição por vídeo transmitido durante a sessão.

     

    A Comissão de Turismo da Câmara elegeu hoje o deputado Newton Cardoso Jr. (MDB-MG) para presidi-la neste ano. O deputado foi eleito com 15 votos. O colegiado também elegeu os deputados Leur Lomanto Júnior (DEM-BA) para 1º vice-presidente, Herculano Passos (MDB-SP) para 2º vice-presidente e João Marcelo Souza (MDB-MA) para 3º vice-presidente.

     

    O deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE) foi eleito hoje presidente da Comissão do Esporte da Câmara. O parlamentar recebeu os 15 votos do colegiado. A Comissão já escolheu seus três vice-presidentes: Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS); Fabio Reis (MDB-SE); e Afonso Ham (PP-RS).

     

    O deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP) foi eleito por unanimidade, com 11 votos, na quinta-feira (14), para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da Câmara dos Deputados.

     

    A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional elegeu o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para presidir o colegiado. O deputado foi eleito com 25 votos. Oito parlamentares votaram em branco. A comissão elegeu também o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) para 1º vice-presidente.

     

    A Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara dos Deputados, elegeu na quinta-feira (14) o deputado João Maia (PR-RN) para presidi-la neste ano. Maia foi eleito por unanimidade, com 18 votos. As eleições para a 1ª e 2ª vice-presidências serão realizadas posteriormente pelo colegiado.

     

    A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados elegeu na quinta-feira (14) sua nova presidente: a deputada Benedita da Silva (PT-RJ). Ela recebeu 11 de votos, e dois parlamentares votaram em branco. A deputada Maria do Rosário (PT-RS) foi eleita para a 1ª vice-presidência e a deputada Áurea Carolina (Psol-MG), para a 2ª vice.

     

    A Comissão de Legislação Participativa (CLP) adiou para a próxima semana a escolha de seu presidente. A reunião foi encerrada por falta de quórum e reagendada para a próxima quarta-feira (20), às 14 horas. Ontem 14 comissões definiram seus dirigentes, ao longo desta manhã outros dez colegiados elegeram seus presidentes.

     

    Em 2019, a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, da Câmara dos Deputados, estará sob a direção da deputada Lídice da Mata (PSB-BA). A deputada foi eleita com 12 votos. A 1ª vice-presidência ficou com o deputado Denis Bezerra (PSB-CE).

     

    A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara será presidida neste ano pelo deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP). Foram 14 votos a favor e um branco. A eleição para vice-presidentes ocorrerá posteriormente.

     

    A Comissão de Legislação Participativa (CLP) adiou para a próxima semana a escolha de seu presidente. A reunião foi encerrada por falta de quórum e reagendada para a próxima quarta-feira (20), às 14 horas. Ontem 14 comissões definiram seus dirigentes, ao longo desta manhã outros dez colegiados elegeram seus presidentes.

       

    Fonte: Agência Câmara com adaptações da Assessoria Legislativa da CNC.

  • CNC Notícias 218

    Realidade compartilhada

    Como, de uma forma leve, real e moderna, mostrar o impacto das ações do Sesc e do Senac na vida das pessoas? Deixando-as contar suas experiências por si próprias. Nada mais efetivo do que a verdade, a espontaneidade e a vontade de fazer acontecer, de promover a mudança.

    Realidade compartilhada

    Como, de uma forma leve, real e moderna, mostrar o impacto das ações do Sesc e do Senac na vida das pessoas? Deixando-as contar suas experiências por si próprias. Nada mais efetivo do que a verdade, a espontaneidade e a vontade de fazer acontecer, de promover a mudança.

    Com esse foco, a CNC, junto às federações do comércio e aos departamentos nacionais e às unidades regionais do Sesc e do Senac, desenvolveu a campanha #EuSouSescSenac. A mobilização virtual alcançou mais de 2,5 milhões de pessoas nas redes sociais – entre Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn –, e teve mais de 294 mil reações dos usuários, entre curtidas, comentários e compartilhamentos. Saiba na matéria de capa desta edição da CNC Notícias os detalhes da iniciativa e conheça as histórias emocionantes de transformação.

    A vontade de fazer acontecer também moveu o presidente da CNC, José Roberto Tadros, bem como sua Diretoria, em diversas ações institucionais. Seja em reuniões e recepções com autoridades, seja na mentoria do protocolo de intenções assinado entre o governo do Distrito Federal, o Sesc e o Senac-DF para oferta de qualificação profissional, seja patrocinando a criação do Conselho Superior e da Câmara de Resolução de Conflitos Trabalhistas (CRCTrab) da entidade, os líderes empresariais expandem frentes, conceitos e estratégias para defesa dos empresários e da sociedade como um todo.

    Os detalhes de tudo isso você encontra na edição que tem em mãos da CNC Notícias. E, claro, também as iniciativas na área de turismo e as ações das federações e das unidades do Sesc e do Senac por todo o Brasil.

    Boa leitura!

  • Gestão Compartilhada avança e integra Sesc e Senac em Goiás

    Um detalhamento da Gestão Compartilhada Sesc/Senac foi apresentado para os gestores das unidades de todo o estado, durante reunião na sede da Fecomércio Goias, realizada no dia 7 de março, na sede da federação, em Goiânia. O projeto, que está em implantação há seis meses, já atingiu um terço das metas e tem como principais características a desburocratização, a economia nos processos e a inovação da gestão.

    Um detalhamento da Gestão Compartilhada Sesc/Senac foi apresentado para os gestores das unidades de todo o estado, durante reunião na sede da Fecomércio Goias, realizada no dia 7 de março, na sede da federação, em Goiânia. O projeto, que está em implantação há seis meses, já atingiu um terço das metas e tem como principais características a desburocratização, a economia nos processos e a inovação da gestão.

    Ao abrir a solenidade, que lotou o auditório da Federação, o presidente do Sistema Fecomercio-Sesc-Senac-GO, Marcelo Baiocchi, disse que o objetivo do encontro foi alinhar ações e atualizar os coordenadores, gerentes e diretores sobre as etapas da nova configuração que está sendo construída. “Ao propormos esta mudança, sabíamos que não seria fácil executar, porque precisamos passar por uma quebra de paradigma”, recordou, reforçando que trabalha com gestão de resultados.

    Baiocchi ressaltou que o processo de compartilhamento de gestão exige um comprometimento dos gestores com o processo, que já mostra avanços, mas que ainda trará muitas outras melhorias. “É preciso entender que agora somos uma única instituição. A ideia é criar uma estrutura forte, que seja perene”, assinalou, sobre o objetivo estratégico de consolidar a unidade do sistema, blindando a oferta de serviços contra crises externas.

    O Diretor Regional do Sesc e do Senac em Goiás, Leopoldo Veiga Jardim, ressaltou que o processo de gestão compartilhada é um projeto inovador e que pode ser modelo para unidades de todo o Brasil. “Goiás está saindo na frente nesse processo”, disse

    O novo modelo de gestão que integra o Sesc/Senac tem como direcionamentos o compartilhamento das funções administrativas e operacionais; a integração da cúpula estratégica das duas casas; e a responsabilização das unidades pelos resultados de negócios. Em ações de inovação da gestão, pautadas na tecnologia, com redução da estrutura administrativa e economia de insumos, é projetado um ganho de R$ 3 milhões/ano, além de uma consequente melhoria do atendimento e da qualidade do serviço prestados.

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 046/2019

    DESTAQUES:

    Promulgado o Tratado entre a República Federativa do Brasil e a República da Costa Rica sobre Cooperação Jurídica Internacional em Matéria Civil.

    Governo extingue cargos em comissão e funções de confiança e limita a ocupação, a concessão ou a utilização de gratificações.

    Divulgada Portaria que disciplina o funcionamento do Conselho Gestor de que trata art. 31 do Decreto nº 9.557, que estabelece requisitos obrigatórios para a comercialização de veículos no País.

    DESTAQUES:

    Promulgado o Tratado entre a República Federativa do Brasil e a República da Costa Rica sobre Cooperação Jurídica Internacional em Matéria Civil.

    Governo extingue cargos em comissão e funções de confiança e limita a ocupação, a concessão ou a utilização de gratificações.

    Divulgada Portaria que disciplina o funcionamento do Conselho Gestor de que trata art. 31 do Decreto nº 9.557, que estabelece requisitos obrigatórios para a comercialização de veículos no País.

    A Subsecretaria de Gestão Estratégica foi designada para coordenar as ações técnicas e administrativas do Conselho Nacional de Turismo – CNT.