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  • CARF/Fazenda Nacional x TV Globo Ltda

    1ª Turma da Câmara Superior

    PERC / Intempestividade

    Processo nº 13706.003001/00-93

    O relator, conselheiro André Mendes de Moura, negou o provimento ao recurso da Fazenda Nacional, que considerava o Pedido de Revisão de Ordem de Emissão de Incentivos Fiscais (Perc) da empresa como intempestivo.

    1ª Turma da Câmara Superior

    PERC / Intempestividade

    Processo nº 13706.003001/00-93

    O relator, conselheiro André Mendes de Moura, negou o provimento ao recurso da Fazenda Nacional, que considerava o Pedido de Revisão de Ordem de Emissão de Incentivos Fiscais (Perc) da empresa como intempestivo.

    Por unanimidade a turma acolheu o argumento de que não há, nos autos, prova da ciência formal do deferimento ou não do pedido para a contribuinte. Com isso, não seria possível considerar que o Perc foi apresentado fora do prazo. Agora o processo, que se inciou em 2000, volta à primeira instância para analisar se há direito ou não ao crédito.

  • CARF/Unisys Informática Ltda. x Fazenda Nacional

    1ª Turma da Câmara Superior

    IRPJ, IRRF e CSLL / Omissão / Variação Monetária

    Processo nº 13805.006918/96-37

    A discussão sobre o auto de infração, lavrado há 23 anos pela Receita Federal, chegou hoje a uma conclusão pela Câmara Superior: por unanimidade, a turma deu provimento ao recurso da contribuinte e cancelou a cobrança tributária em disputa.

    1ª Turma da Câmara Superior

    IRPJ, IRRF e CSLL / Omissão / Variação Monetária

    Processo nº 13805.006918/96-37

    A discussão sobre o auto de infração, lavrado há 23 anos pela Receita Federal, chegou hoje a uma conclusão pela Câmara Superior: por unanimidade, a turma deu provimento ao recurso da contribuinte e cancelou a cobrança tributária em disputa.

    A Unisys foi autuada por não oferecer à tributação a variação monetária ativa referente a depósitos judiciais, entre os anos de 1990 e 1994. Em 2016 o caso foi convertido em diligência, para que a Receita Federal se manifestasse sobre a documentação apresentada em sustentação oral.

    Hoje, a contribuinte reiterou que o laudo por ela presentado na última sustentação oral garantia que as variações monetárias não teriam efeitos fiscais e, portanto, não deveriam ser tributadas.

    A turma seguiu de maneira unânime o voto do presidente da 1ª Seção e relator do caso, conselheiro Rafael Vidal de Araújo, que deu provimento ao recurso da contribuinte, extinguindo a cobrança.

  • Projeto destina recursos do FAT para apoio tecnológico a microempresa

    O Projeto de Lei nº 177/19 destina 3% da arrecadação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para um programa de apoio à inovação tecnológica nas micro e pequenas empresas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

    O Projeto de Lei nº 177/19 destina 3% da arrecadação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para um programa de apoio à inovação tecnológica nas micro e pequenas empresas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

     

    Trata-se da reapresentação, pelo deputado Igor Timo (Pode-MG), de projeto elaborado pelo Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados e arquivado ao final da legislatura passada (PL 3.728/12). “O texto mantém-se politicamente conveniente e oportuno”, justifica o parlamentar.

     

    O projeto propõe a estruturação de programas de empreendedorismo, conduzidos prioritariamente pelos institutos federais de ensino tecnológico (Ifets), e um sistema de custeio de ações de suporte laboratorial e consultivo, mediante a oferta de recursos para equipar os centros vocacionais tecnológicos (CVTs) e prover bolsas aos professores e técnicos envolvidos com iniciativas de apoio tecnológico.

     

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Congresso deve ouvir a sociedade sobre a reforma da Previdência, afirma Davi

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse na noite de quinta-feira (14/02) que o Congresso deve ouvir a sociedade ao debater a proposta de reforma da Previdência, a ser encaminhada pelo governo na quarta-feira (20/02).

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse na noite de quinta-feira (14/02) que o Congresso deve ouvir a sociedade ao debater a proposta de reforma da Previdência, a ser encaminhada pelo governo na quarta-feira (20/02). Sobre a definição da idade mínima para a aposentadoria de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, anunciada nesta quinta, Davi avaliou que o governo fez uma opção e que agora cabe aos deputados e senadores promover a discussão democrática da reforma.

     

    “O Congresso, livremente, vai fazer o debate e a sua escolha. Eu sempre disse que todos nós estamos no mesmo barco. Além da reforma da Previdência, que é fundamental para as contas públicas, temos a reforma tributária, que é importante para desburocratizar o Estado brasileiro”,  afirmou.

     

    Ele voltou a ressaltar que o Senado vai “acompanhar pari passu o trâmite na Câmara”. Questionado se o governo havia feito algum contato com a Presidência do Senado, Davi informou que estava cuidando de questões internas da administração da Casa e que até aquele momento não havia sido contatado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

     

    “Precisamos mostrar a proposta para o Brasil e para o mundo. Os estados e os municípios estão quebrados. Precisamos mostrar a solução”, disse.

     

    Crise do governo

    Em relação à crise entre o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, e o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, o senador ponderou que a questão está fora da agenda do Congresso.

     

    “Isso é um problema do governo, e não do Senado. Como aliás devem achar os senadores. Eu tenho acompanhado pela imprensa.”

     

    Perguntado se uma possível queda do ministro Bebianno poderia atrapalhar o trâmite da proposta da Previdência, o presidente do Senado avaliou que não.

     

    “O ministro Bebianno foi nomeado pelo presidente, e não por um senador ou deputado federal. O governo é que tem de decidir se ele fica ou sai. Não é coisa do Parlamento”,  disse.

     

    Sobre a possibilidade de o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) solicitar um convite para o ministro falar ao Senado, Davi enfatizou que “qualquer senador tem o direito de solicitar, dentro do regimento, um convite ou convocação de um ministro”.

     

    Em relação às brigas internas dos membros do governo e dos familiares do presidente Bolsonaro, que se tornam públicas, Davi tornou a declarar o seu distanciamento.

     

    “A gente está tratando dos sonhos dos brasileiros que foram representados nas urnas no dia 7. Problema de relação todo governo teve. Em casa tem problema, as famílias têm problema, imagina no governo. O Senado vai debater os problemas do Brasil, não os problemas do governo”,  argumentou.

     

     

     

     

     

  • Carnaval vai movimentar R$ 6,78 bilhões e gerar 23 mil vagas

    O carnaval de 2019 deve impulsionar a receita das atividades turísticas no País, com uma alta de 2,0% na comparação com 2018, gerando movimentação financeira de R$ 6,78 bilhões, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A combinação de inflação baixa e dólar aproximadamente 20% mais caro, em relação ao início do ano passado, o que favorece os gastos com o turismo no território nacional, vai gerar o primeiro crescimento na receita do setor para o período festivo, após três anos de quedas consecutivas.

    O carnaval de 2019 deve impulsionar a receita das atividades turísticas no País, com uma alta de 2,0% na comparação com 2018, gerando movimentação financeira de R$ 6,78 bilhões, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A combinação de inflação baixa e dólar aproximadamente 20% mais caro, em relação ao início do ano passado, o que favorece os gastos com o turismo no território nacional, vai gerar o primeiro crescimento na receita do setor para o período festivo, após três anos de quedas consecutivas.

    “Neste ano, a massa de rendimentos está mais favorável e mais pessoas estão ocupadas. Isso, em um ambiente de inflação baixa e crédito mais barato, beneficia gastos não essenciais”, explica Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação. Para ele, a conjuntura econômica também favorece aumento do fluxo de turistas dentro do País.

    Geração de vagas

    Para atender ao aumento sazonal de demanda, a CNC estima a contratação de 23,6 mil trabalhadores temporários entre janeiro e fevereiro de 2019, alta de 23,4% em relação ao carnaval de 2018 (19,1 mil) e o maior contingente de temporários desde 2015 (21,2 mil). Com aproximadamente 18,4 mil vagas ofertadas, o segmento de serviços de alimentação deverá ser o responsável por cerca de 78% das oportunidades geradas.

    Segmentos em alta

    Os segmentos de alimentação fora do lar, como bares e restaurantes, devem movimentar R$ 4,1 bilhões, seguido pelo de transporte rodoviário, com R$ 859,3 milhões, e o de serviços de meios de hospedagem, que vão faturar R$ 774,3 milhões. Juntas, essas atividades vão responder por mais de 84% da receita gerada com o carnaval.

    Regiões

    Os Estados do Rio de Janeiro (R$ 2,1 bilhões) e de São Paulo (R$ 1,9 bilhão) vão ser responsáveis por 62% da movimentação financeira durante a folia, seguidos por Minas Gerais (R$ 615,5 milhões), Bahia (R$ 561,9 milhões), Ceará (R$ 320 milhões) e Pernambuco (R$ 217,6 milhões). Os demais estados, juntos, contabilizam pouco mais de R$ 1 bilhão de reais.

    Preços

    Os preços de 17 serviços mais demandados durante o carnaval registraram oscilação média de +4,3%, uma variação abaixo da média histórica para o período, com destaque para a queda no item excursões (-1,7%) e o aumento de apenas 2,6% nas diárias médias dos meios de hospedagem, como hotéis e pousadas. Já os preços dos bens com maior demanda no carnaval tiveram aumento de 11,1% em 12 meses, puxados pelos preços de combustíveis, como óleo diesel (+21,8%), gás veicular (+19,9%) e gasolina (+18,6%). Os itens como cerveja (-1,8%), carne de porco (-0,9%) e linguiça (-0,2%) estão mais baratos que em 2018.

  • Senadores querem fim de impasse sobre Lei Kandir neste semestre

     

     

    Uma divergência que se arrasta há mais de 20 anos, colocando em campos opostos os estados exportadores e a União, pode ter solução este ano: a elaboração de novos critérios para compensar estados exportadores pelas perdas com a isenção de ICMS. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), já informou que pretende pôr em votação em março o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 511/2018, que trata do assunto, regulamentando a Lei Kandir — que isenta de cobrança de ICMS os produtos exportados e determina a compensação dos estados prejudicados com essas isenções.

     

    A notícia chamou a atenção dos senadores, que escutam reclamações reiteradas de governadores e prefeitos e tentam resolver o problema.

     

    “Tudo depende, neste momento, do presidente da Câmara colocar em votação. A nova legislatura traz aspectos muito interessantes, visto que a renovação foi muito grande. Há uma compreensão sobre a importância do Pacto Federativo. Nossa expectativa, portanto, é de que possamos avançar”, afirmou à Agência Senado o senador Wellington Fagundes (PR-MT).

     

    O senador foi o relator do projeto que está para ser votado na Câmara. O PLP 511/2018 determina o pagamento de R$ 39 bilhões por ano aos estados exportadores a título de compensação.

     

    “É o apurado. Mas não acredito que o Congresso queira colocar a faca no pescoço do governo federal. O valor está posto e, certamente, será discutido e negociado até chegarmos a bom termo, que possa garantir a previsibilidade das transferências e permitir que os governos estaduais e municipais possam fazer seu planejamento. Aliás, sempre disse que o Brasil peca muito pela falta de um planejamento mais consistente. Portanto, nossa expectativa é de que votemos esse projeto, que possamos garantir um valor justo para quem tanto trabalha e exporta e, consequentemente, melhores condições aos cidadãos brasileiros”, afirmou.

     

    O senador Paulo Paim (PT-RS) também acredita que seja possível decidir o assunto no primeiro semestre. Segundo ele, o Rio Grande do Sul já perdeu R$ 50 bilhões no período.

     

    “É muito dinheiro. Na época, eu era deputado ainda, foi feita uma discussão para que o dinheiro de eventuais perdas fosse estornado para os cofres estaduais, mas não houve a devolução”, afirmou o parlamentar, que disse receber constantes cobranças de governadores e prefeitos.

     

    Segundo ele, o Parlamento não pode se omitir mais e deve definir a questão:

     

    “Nós é que fizemos a Lei Kandir. É uma omissão deixar outro órgão decidir algo que é de nossa responsabilidade. Por isso, o Parlamento tem que se posicionar, ainda que seja necessário rever mais à frente para melhorar o retorno para os estados”, opinou.

     

    Polêmica


    A Lei Kandir foi aprovada em 1996 no governo Fernando Henrique Cardoso, isentando do ICMS produtos e serviços destinados à exportação. As perdas de arrecadação dos estados exportadores, como Rio Grande do Sul, Pará e Mato Grosso, são compensadas pela União, sempre após muita negociação, ano a ano, durante a elaboração da Lei Orçamentária Anual.

     

    Os governadores e representantes dos estados exportadores argumentam que a compensação é insuficiente para cobrir as perdas, o que gera grandes prejuízos aos cofres estaduais. Outra queixa é que a compensação tem sido feita a partir de negociação anual com o Ministério da Fazenda para inclusão dos valores do Orçamento da União. No Orçamento de 2019, por exemplo, o valor sequer chegou a ser definido, à espera de cálculos que seriam realizados pelo Tribunal de Contas da União neste mês de fevereiro.

     

    Estreante no Senado, Zequinha Marinho (PSC-PA) disse que uma das prioridades de seu mandato seria um novo sistema de compensação aos estados. Segundo ele, o Pará já perdeu R$ 40 bilhões em duas décadas, visto que é um forte exportador de commodities, principalmente minério de ferro.

     

    “Técnicos do Tribunal de Contas da União [TCU] declararam que a União não precisaria compensar ninguém em função da Lei Kandir. Isso é, no mínimo, um absurdo. Vamos pedir uma audiência com o presidente [do TCU] José Múcio Monteiro, que foi deputado federal e é uma pessoa de bom senso. Precisamos conversar sobre esse tema, porque nos assusta muito quando uma instituição da envergadura do TCU vem a público fazer declaração nesse sentido”, afirmou.

     

    Segundo ele, o Comitê dos Secretários de Fazenda (Consefaz), que reúne todos os secretários dos governos estaduais, já apurou que, nos últimos 20 anos, o que foi repassado pela União a título de compensação só corresponde a 17,8% das perdas.

     

    “Ou seja, 82,2% deixaram de ser repassados. Isso significa algo em torno de R$ 550 bilhões. Os números são gigantescos”,  observou.

     

    Comissão mista


    O PLP 511/2018 é resultado do trabalho de uma comissão mista de senadores e deputados formada no ano passado, sob a relatoria de Wellington Fagundes (PR-MT).

     

    A comissão mista especial da Lei Kandir surgiu a partir de decisão do Supremo Tribunal Federal, que, ao julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão, deu prazo de 12 meses para que o Congresso Nacional editasse lei complementar como forma de regulamentar repasses de recursos da União aos estados em decorrência da desoneração do ICMS.

     

    A ação foi impetrada pelo Pará e outros 15 estados — Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe — e, segundo a decisão do STF, se o Legislativo não se manifestasse, caberia ao TCU fixar regras e calcular as cotas de cada ente da Federação.

     

    “De fato, a ação que resultou no trabalho de construir uma nova lei complementar se deu em função de omissão. Mas não creio que chegaremos ao ponto do TCU ter que editar uma norma sobre esse tema. Sabemos das dificuldades fiscais do País, mas creio que chegaremos a um bom entendimento com o governo, que seja justo e exequível”,  disse Wellington Fagundes.

     

    ICMS 


    Incidente sobre a circulação de mercadorias e serviços, o ICMS é a principal fonte de arrecadação dos Estados e do Distrito Federal. É um imposto de aplicação complexa — com alíquotas internas e interestaduais —, que também interessa muito aos municípios, visto que as prefeituras recebem 25% do total arrecadado, conforme o inciso IV do artigo 158 da Constituição.

     

    “Por muito anos, os municípios assumiram responsabilidades sem a devida contrapartida em função do centralismo tributário. Por isso, sou um municipalista convicto porque precisamos investir lá na base. Os prefeitos e vereadores recebem essa pressão e trazem suas angustias até nos. Quando o município deixa de receber a tributação, é o cidadão abrindo mão, em nome de um interesse maior da nação, de melhorias daquilo que lhe afeta diretamente. Por isso, lutamos tanto por essa compensação”, afirmou Wellington Fagundes.

     

     

  • Inaugurado Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, no Rio Grande do Norte

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, participou da inauguração, dia 14 de fevereiro, do Complexo Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, na Via Costeira de Natal (RN).

    O evento reuniu cerca de 400 pessoas entre autoridades políticas e lideranças empresariais, do turismo e de outros segmentos da economia, além de representantes do Sistema Comércio potiguar e de outros estados do País.

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, participou da inauguração, dia 14 de fevereiro, do Complexo Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, na Via Costeira de Natal (RN).

    O evento reuniu cerca de 400 pessoas entre autoridades políticas e lideranças empresariais, do turismo e de outros segmentos da economia, além de representantes do Sistema Comércio potiguar e de outros estados do País.

    “Estamos inaugurando um espaço de saber e conhecimento, que deverá ter a missão de multiplicar as ações educacionais para o aprimoramento da atividade turística do Estado. Fruto de uma parceria exitosa do Governo do Rio Grande do Norte com o Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-RN, certamente esta será uma unidade de referência para reforçar o competente trabalho desenvolvido pelo Senac”, disse José Roberto Tadros.

    Ao lado do presidente da CNC, estiveram presentes ao lançamento a governadora do RN, Fátima Bezerra; o vice-presidente Financeiro da Confederação e presidente da Fecomércio Acre, Leandro Domingos Teixeira Pinto; o vice-presidente da CNC e presidente da Fecomércio Piauí, Francisco Valdeci de Sousa Cavalcante; o presidente da Fecomercio Pará, Sebastião de Oliveira Campos; o presidente da Fecomércio Rio, Antonio Florencio de Queiroz Jr; e o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, entre outros convidados.

    O evento foi conduzido pelo presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac/RN, Marcelo Fernandes de Queiroz. “Este complexo atuará como manancial para suprir o mercado com uma mão de obra de excelência, cuja qualidade certamente irá se refletir na melhoria dos produtos e serviços ofertados pelas empresas que atuam no turismo do Rio Grande do Norte”, afirmou.

    O Hotel-Escola Senac Barreira Roxa é formado pelo hotel-escola e por um centro de formação profissional. As obras e a aquisição de equipamentos permitirão a expansão das matrículas do Senac no segmento de turismo, hospitalidade e lazer em mais de 40%, chegando a duas mil pessoas atendidas por ano, somente em Natal.

    Mérito Jessé Freire

    A noite também foi marcada pela entrega do Mérito Jessé Freire, a maior honraria oferecida aos empresários de destaque no Rio Grande do Norte. Foram homenageados o presidente de Honra da CNC, Antonio Oliveira Santos, e o atual presidente da entidade, José Roberto Tadros.

    Ainda durante a cerimônia, Marcelo Queiroz destacou que a inauguração do Complexo reflete o trabalho do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac/RN no apoio ao desenvolvimento social e econômico do Estado e na excelência da ações, projetos e atividades implementadas pelas entidades, sobretudo no ano em que a entidade complexa 70 anos de atuação. Queiroz falou também sobre o portfólio do Senac para o turismo, formado por mais de 100 cursos, e a parceria existente com a Alemanha, que foi premiada nacionalmente pelo Ministério do Turismo como a melhor iniciativa de capacitação profissional do Brasil.

    “Em momentos como este, é preciso um olhar para o futuro, em busca do desenvolvimento, que acontece principalmente com a geração de empregos. Por isso, este é um equipamento tão importante. Não é um hotel qualquer, é uma escola de turismo, um centro voltado para a formação de profissionais para um dos setores que consideramos uma das principais prioridades, enquanto mola propulsora para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

    Complexo une modernidade e funcionalidade

    O Hotel-Escola Senac Barreira Roxa possui 52 unidades habitacionais e pode acomodar até 150 leitos. Dispõe de salão de jogos, academia de ginástica, espaço infantil, baby copa e área de lazer. Todos os ambientes foram rigorosamente preparados para receber pessoas com dificuldades de acessibilidade. Também conta com Restaurante, Café e Bar, espaços que estarão plenamente abertos ao público a partir de março, com cardápios que privilegiam ingredientes locais, a partir de releituras que consideram técnicas da cozinha contemporânea.

    O Barreira Roxa possui ainda um moderno Centro de Eventos, com diversos espaços que podem acomodar eventos para até 500 pessoas. No novo Centro de Educação Profissional, são duas Cozinhas Pedagógicas, Laboratório de Panificação e Confeitaria e Laboratório de Alimentos e Bebidas, além de seis salas de aula e uma biblioteca com os principais títulos dos segmentos de turismo, hospitalidade, gastronomia e lazer.

  • Sumário Econômico 1562

    Percentual de famílias com dívidas aumenta em janeiro de 2019 – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 60,1% em janeiro de 2019, o que representa um aumento em relação aos 59,8% observados em dezembro de 2018. Entretanto, houve redução em relação a janeiro de 2018, quando o indicador alcançou 61,3% do total de famílias.

    Percentual de famílias com dívidas aumenta em janeiro de 2019 – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 60,1% em janeiro de 2019, o que representa um aumento em relação aos 59,8% observados em dezembro de 2018. Entretanto, houve redução em relação a janeiro de 2018, quando o indicador alcançou 61,3% do total de famílias. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também aumentou em janeiro de 2019 na comparação com o mês imediatamente anterior, passando de 22,8% para 22,9% do total. Houve queda, porém, do percentual de famílias inadimplentes em relação a janeiro de 2018, que havia registrado 25,0% do total. Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes diminuiu, em ambas as bases de comparação, passando de 9,2% em dezembro para 9,1% do total em janeiro de 2019.

    Operações de crédito crescem 5,5% em 2018 – Dados mais recentes divulgados pelo Banco Central mostraram que o saldo das operações de crédito do sistema financeiro teve aumento de 1,8% em dezembro de 2018 contra o mês imediatamente anterior, o segundo mês consecutivo de alta. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 3,3 trilhões no último resultado do ano, representando 47,4% do Produto Interno Bruto (PIB). No acumulado do ano, a variação foi de +5,5%, contra uma variação de -0,5% observada em 2017. Os empréstimos às pessoas jurídicas aumentaram 1,9% no ano, representando 45,1% do saldo geral e 21,4% do PIB, e suavizaram o crescimento de 8,6% nos empréstimos às pessoas físicas, os quais correspondem a 54,9% do total e 26,1% do PIB.

    O Fórum das MPEs, mudanças e ações – Na nova estrutura do Ministério da Economia, o Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (MPEs) continuará sob o guarda- -chuva da Secretaria das MPEs (agora, Subsecretaria de Desenvolvimento da Micro e da Pequena Empresa, Empreendedorismo e Artesanato), que se tornou uma subsecretaria de uma das sete secretarias especiais criadas pelo novo governo: a de Produtividade, Emprego, Competitividade e Desburocratização. Desde que foi instalado em 2000, já passou de três o número de mudanças havidas no Fórum.

    Produção industrial – De acordo com as análises do mercado, os indicadores de atividade econômica apontam para uma recuperação gradual da economia brasileira influenciada pelo aumento da demanda interna. Além do ritmo lento de recuperação do mercado de trabalho, o setor industrial segue operando com um nível de utilização de capacidade bastante inferior à sua média histórica. Embora algumas atividades venham se beneficiando da melhora da demanda, como os setores de bens de capital e bens de consumo duráveis, a trajetória de evolução da produção industrial em 2018 tem sido modesta.

  • Câmaras Brasileiras do Comércio – Relatório de atividades 2018

    Sintetiza as atividades Câmaras Brasileiras do Comércio da CNC, que tem como objetivo realizar estudos e fornecer sugestões para a ação política da Confederação, em apoio e defesa das categorias econômicas nelas representadas. Criadas para atender à execução de programas especiais de atuação da entidade nas áreas abrangidas e seus integrantes são empresários atuantes desses setores, representantes da CNC em órgãos governamentais, técnicos e diretores da entidade.

    Sintetiza as atividades Câmaras Brasileiras do Comércio da CNC, que tem como objetivo realizar estudos e fornecer sugestões para a ação política da Confederação, em apoio e defesa das categorias econômicas nelas representadas. Criadas para atender à execução de programas especiais de atuação da entidade nas áreas abrangidas e seus integrantes são empresários atuantes desses setores, representantes da CNC em órgãos governamentais, técnicos e diretores da entidade.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 031/2019

    DESTAQUES:

    Instituído o Grupo de Gestão do Aplicativo Anatel Comparador – GAAC que será responsável por coordenar a disponibilização à sociedade, por parte da Anatel, de um comparador online de ofertas de telecomunicação

    Divulgado memorando que busca fortalecer a cooperação em matéria comercial e econômica e promover a expansão e a diversificação do comércio entre o MERCOSUL e a União Econômica Euroasiática

    Revogada a norma que instituiu a Comissão Organizadora para elaboração do 1º Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar

    DESTAQUES:

    Instituído o Grupo de Gestão do Aplicativo Anatel Comparador – GAAC que será responsável por coordenar a disponibilização à sociedade, por parte da Anatel, de um comparador online de ofertas de telecomunicação

    Divulgado memorando que busca fortalecer a cooperação em matéria comercial e econômica e promover a expansão e a diversificação do comércio entre o MERCOSUL e a União Econômica Euroasiática

    Revogada a norma que instituiu a Comissão Organizadora para elaboração do 1º Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar