2ª Turma da 4ª Câmara da 1ª Seção
IRPJ e CSLL / Ágio / Impossibilidade
Processo nº 16682.722732/2016-38
2ª Turma da 4ª Câmara da 1ª Seção
IRPJ e CSLL / Ágio / Impossibilidade
Processo nº 16682.722732/2016-38
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IRPJ e CSLL / Ágio / Impossibilidade
Processo nº 16682.722732/2016-38
2ª Turma da 4ª Câmara da 1ª Seção
IRPJ e CSLL / Ágio / Impossibilidade
Processo nº 16682.722732/2016-38
O novo líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), afirma que a prioridade será aprovar a reforma da Previdência. Ele diz que vê como vantagem ser um deputado de primeiro mandato a ocupar a liderança do governo e defende uma nova relação entre os poderes Executivo e Legislativo, com negociações voltadas para o interesse público e não ao oferecimento de vantagens pessoais. “Não participei de nenhuma articulação no passado do modo como era feito no passado”, afirmou.
O novo líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), afirma que a prioridade será aprovar a reforma da Previdência. Ele diz que vê como vantagem ser um deputado de primeiro mandato a ocupar a liderança do governo e defende uma nova relação entre os poderes Executivo e Legislativo, com negociações voltadas para o interesse público e não ao oferecimento de vantagens pessoais. “Não participei de nenhuma articulação no passado do modo como era feito no passado”, afirmou.
Major Vitor Hugo é advogado e consultor legislativo concursado da Câmara dos Deputados desde 2015, na área de defesa nacional e segurança pública, além de ser oficial superior das Forças Especiais e Estado-Maior do Exército Brasileiro, na reserva não remunerada.
Confira a entrevista com o líder do governo para a Agência Câmara.
Quais as prioridades do governo para a Câmara dos Deputados?
Eu vou trabalhar com uma base aliada, que a gente acredita que seja de 10 ou 12 partidos, e mais alguns partidos que vão trabalhar com apoio condicionado. Além de uma oposição com 8 partidos. Como líder do governo, nossa prioridade é trabalhar pela aprovação dos projetos do governo na Câmara.
O orçamento continua com deficit elevado. O Congresso já aprovou o teto de gastos, e o governo eleito planeja uma agenda de privatizações. Como equilibrar o orçamento e dar condições para que o País volte a crescer?
O trabalho está sendo feito pelo Ministério da Economia. Vale ressaltar que o papel de líder do governo é diferente do papel de porta-voz do governo, de maneira que outras medidas econômicas vão ser apresentada pelo Ministério da Economia, e mesmo acompanhando as reuniões ministeriais é importante que o ministério centralize essas informações, para que não haja nenhum tipo de ruído.
E em relação à reforma da Previdência e à reforma tributária?
Em relação à reforma da Previdência, existem várias formas de se fazer. Há um projeto do governo anterior que pode ser alterado por emendas no Plenário, o governo pode mandar alguma proposta nova. Isso está sendo estudado e vai ser definido. É prematuro que eu transmita qualquer informação a esse respeito. Já em relação à reforma tributária, sem sombra de dúvida, é importante, mas o governo entende que a reforma tributária vem na sequência da reforma da Previdência. A primeira reforma é a da Previdência, mas a tributária está no radar. Temos uma legislação complexa e redundante, tem um custo muito grande, as obrigações acessórias são altas, os empresários gastam tempo e dinheiro, o cidadão também. Então, até mesmo para melhorar o ambiente de negócio, é importante que haja uma simplificação tributária. Isso está no radar, mas vai ser apresentado no momento oportuno.
O senhor teme ser criticado por ser líder e ser um deputado de primeiro mandato?
É um novo momento da política brasileira, que está sendo construído em função da atuação do presidente, que montou o ministério de forma técnica, sem o toma lá, dá cá. Nós temos uma série de problemas, e a gente precisa virar a página. Esse desafio da construção de uma nova relação entre o Legislativo e o Executivo não é algo que vai ser do presidente Bolsonaro e muito menos do líder do governo. É algo que o País deseja, é um grande desafio, e a oportunidade está nas nossas mãos de fazer uma nova política, de que as articulações sejam voltadas para o interesse público e não ao oferecimento de vantagens pessoais. Nesse contexto geral, se quer criar uma nova relação. Ser um deputado de primeiro mandato é uma vantagem, não participei de nenhuma articulação no passado no modo que era feito no passado. Tenho condição de construir com os novos parlamentares uma nova maneira de fazer política. As críticas vão acontecer, mas nenhum líder seria uma unanimidade.
E a relação com a oposição?
A oposição no regime democrático é bem-vinda, as críticas ajudam que um texto seja melhor e a oposição vai fazer o seu trabalho. A legitimidade do governo vem do maior número de votos que a população deu, tivemos 57 milhões do presidente da República, temos a segunda maior bancada da Câmara e podemos ser a maior. Queremos que a oposição faça seu papel e que não seja uma oposição que ache que tudo o que o governo encaminhe seja ruim, porque não é verdade. Então pode ter alguma divergência para que eles discutam com a intenção de melhorar as propostas.
Está sob análise, na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), proposta que incentiva a construção de edificações sustentáveis, com fins de geração de energia elétrica. De autoria da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), o PLS nº 284/2018 também estabelece a divulgação, nos meios de comunicação, de práticas de sustentabilidade ambiental nas edificações, buscando a redução do consumo de energia, além da concessão de incentivos fiscais para projetos de edificação urbana que implantem sistemas próprios de geração.
Está sob análise, na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), proposta que incentiva a construção de edificações sustentáveis, com fins de geração de energia elétrica. De autoria da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), o PLS nº 284/2018 também estabelece a divulgação, nos meios de comunicação, de práticas de sustentabilidade ambiental nas edificações, buscando a redução do consumo de energia, além da concessão de incentivos fiscais para projetos de edificação urbana que implantem sistemas próprios de geração.
Em sua justificativa, Rose de Freitas afirma que os sistemas de geração de energia foram simplificados nas últimas décadas, possibilitando que, em pequenas edificações, seja implantado um sistema próprio. Ela considera que a sociedade precisa ser orientada e perceber essa nova possibilidade tecnológica, e defende que o governo também deve seguir a mesma orientação.
O texto aguarda designação de relator na CI e, depois, será analisado em caráter terminativo pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR)
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Com ajuda da Black Friday em novembro, varejo consolida recuperação e tem o melhor novembro em quatro anos – De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro, o volume de vendas dos dez segmentos que integram o comércio varejista no conceito ampliado avançou 1,5% em relação ao mês anterior, já descontados os efeitos sazonais.
Com ajuda da Black Friday em novembro, varejo consolida recuperação e tem o melhor novembro em quatro anos – De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro, o volume de vendas dos dez segmentos que integram o comércio varejista no conceito ampliado avançou 1,5% em relação ao mês anterior, já descontados os efeitos sazonais. Esse foi o melhor resultado nesse tipo de comparação desde 2014, quando o indicador mensal avançou no mesmo ritmo (+1,5% em relação a outubro daquele ano). Os destaques de novembro foram os segmentos de artigos de uso pessoal e doméstico (+6,0%) e móveis e eletrodomésticos (+5,0%). Esses segmentos são, tipicamente, aqueles mais impactados pelo aumento das vendas decorrentes da Black Friday, evento caracterizado por ações coordenadas de promoções em diversos segmentos do varejo, mas, especialmente, naqueles de linha branca e eletroeletrônicos.
Intenção de Consumo das Famílias avançou 5,1% em janeiro – Elevação de 5,1% na Intenção de Consumo das Famílias (ICF) em janeiro surpreende, ultrapassando a variação de dezembro do ano passado (4,2%), tornando-se a maior alta mensal da série iniciada em janeiro de 2010. A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apurou que o índice apresentou variação histórica no primeiro mês de 2019, a mais alta em 109 meses. Além da continuidade da melhoria da economia brasileira, a essa variação podem ser creditadas a confiança e as expectativas das famílias com relação aos rumos da economia com o novo governo. No contexto de perspectivas mais otimistas e favoráveis ao consumo, aliado à tentativa de se gerar melhores condições para o investimento, a CNC revisou sua previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) no corrente ano um pouco acima do mercado: +2,6%. Além disso, espera aumento do volume de vendas do varejo em 4,8% em 2018; e 5,5% em 2019.
FMI reduz expectativa de crescimento da economia mundial de 2019 – Na edição de janeiro de 2019 do World Economic Outlook (WEO), o Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para 3,7% a expectativa de crescimento para a economia mundial, 0,2 ponto percentual (p.p.) abaixo da projeção da sua última edição, divulgada em outubro do ano passado. Na publicação, a instituição avalia que a revisão reflete os efeitos negativos da guerra comercial entre Estados Unidos e China, a desaceleração de alguns países-chave no final de 2018, além das condições financeiras menos favoráveis. O FMI também avaliou que o balanço de riscos tende para o lado negativo, ou seja, alguns fatores podem fazer com que o crescimento seja ainda menor do que o esperado. O aumento das tarifas de importação no comércio entre Estados Unidos e China pode ter desdobramentos maiores. Adicionalmente, as condições financeiras podem se tornar menos favoráveis, com redução da liquidez internacional. Outro risco negativo consiste na dificuldade de um acordo satisfatório entre Reino Unido e União Europeia.
Investimentos chineses no Brasil – Os investidores chineses consideram o Brasil o principal país na América Latina, recebendo 55% dos investimentos direcionados para o continente. As explicações para esse fato, além do tamanho e da posição geográfica e de ter o maior Produto Interno Bruto (PIB) da região, foram o afastamento da influência estadunidense e o recente cenário de crises políticas e econômicas no Brasil. Atualmente, de acordo com a base de dados consolidada do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), apenas quatro das 27 unidades federativas do Brasil não possuem algum tipo de presença dos investimentos chineses.
Mercado de trabalho (PNAD) – A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) é uma velha conhecida dos economistas brasileiros. Ela é a principal fonte de informações econômicas e sociais do País. A partir de 2015, informações da PNAD sobre o mercado de trabalho começaram a ser divulgadas em bases mensais, substituindo a antiga Pesquisa Mensal de Emprego (PME), no que passou a ser conhecida como PNAD Contínua, cuja série se inicia em março de 2012. Ao contrário da PME, cujas informações cobriam seis regiões metropolitanas no País, a PNAD investiga perto de 210 mil domicílios em cerca de 3.500 municípios, objetivando uma visão muito mais ampla do mercado de trabalho brasileiro.
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, recebeu na CNC, em Brasília, o presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, nesta quinta-feira, 24 de janeiro. O encontro também contou com a presença do presidente das Federação das Câmaras de comércio exterior (FCCE), Paulo Fernando Marcondes Ferraz.
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, recebeu na CNC, em Brasília, o presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, nesta quinta-feira, 24 de janeiro. O encontro também contou com a presença do presidente das Federação das Câmaras de comércio exterior (FCCE), Paulo Fernando Marcondes Ferraz.
DESTAQUE:
Alterada a regulamentação da Lei de Acesso à Informação
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Um projeto de lei da Câmara proíbe que empresas “adimplentes e de boa-fé” sejam excluídas do Programa de Recuperação Fiscal (Refis). A regra vale mesmo que as parcelas pagas pelas pessoas jurídicas não sejam consideradas suficientes para amortizar a dívida com a União. O PLC nº 115/2018 foi aprovado em dezembro do ano passado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e está pronto para ser votado em Plenário.
Um projeto de lei da Câmara proíbe que empresas “adimplentes e de boa-fé” sejam excluídas do Programa de Recuperação Fiscal (Refis). A regra vale mesmo que as parcelas pagas pelas pessoas jurídicas não sejam consideradas suficientes para amortizar a dívida com a União. O PLC nº 115/2018 foi aprovado em dezembro do ano passado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e está pronto para ser votado em Plenário.
O Refis foi instituído em 2000 para permitir a regularização de débitos com a Receita Federal, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e o Instituto Nacional do Seguro Social. De acordo com o programa, as parcelas a serem pagas são calculadas com base em percentuais da receita bruta mensal das empresas, sem a fixação de prazo máximo para quitação da dívida.
O autor da proposta alerta que um ato da Secretaria da Receita Federal prevê a exclusão de empresas com parcelas de valor considerado insuficiente para amortizar o total da dívida. O deputado Jutahy Junior (PSDB-BA) classifica o ato como uma “arbitrariedade”.
O relator da matéria, senador Valdir Raupp (MDB-RO), concorda: “O avanço da regulamentação infralegal é indevido e causador de insegurança jurídica. É ilícito que sejam criadas condições não previstas em lei para excluir empresas do programa de parcelamento. A pessoa jurídica que esteja adimplente e norteada pela boa-fé mediante recolhimento de parcelas mensais não pode ser penalizada pelo valor eventualmente baixo de cada prestação”, argumenta Raupp.