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  • Câmara aprova projeto que regulamenta criação de empresas simples de crédito

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (11) o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 420/2014, que cria a figura da Empresa Simples de Crédito (ESC) para atuar na realização de operações de empréstimo, de financiamento e de desconto de títulos de crédito (factoring) exclusivamente para microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte. A matéria será enviada ao Senado.

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (11) o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 420/2014, que cria a figura da Empresa Simples de Crédito (ESC) para atuar na realização de operações de empréstimo, de financiamento e de desconto de títulos de crédito (factoring) exclusivamente para microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte. A matéria será enviada ao Senado.

    O projeto foi aprovado na forma de uma emenda do relator, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ). De acordo com o texto, a empresa atuará exclusivamente com recursos próprios e no âmbito do município em que tem sua sede e nas cidades limítrofes, sendo constituída apenas por pessoas físicas, que não poderão participar de mais de uma ESC.

    Sua atuação não poderá se confundir com a de um banco comum, pois o valor total das operações não poderá ser superior ao capital integralizado pelos sócios. Esse tipo de empresa, pensada para facilitar o acesso ao crédito pelas micro e pequenas empresas do Simples Nacional (Supersimples – Lei Complementar nº 123/2006), não poderá captar recursos como os bancos, seja em seu próprio nome ou de terceiros, e não poderá emprestar dinheiro a qualquer entidade pública de qualquer dos poderes.

    O limite de receita bruta anual que a ESC poderá obter, na forma de juros, será o mesmo para as empresas de pequeno porte (atualmente em R$ 4,8 milhões). O projeto também simplifica o registro das startups, empresas de inovação, principalmente na área de tecnologia. Para o relator, “o Brasil não pode perder mais um segundo em relação à formalização e ao apoio às startups”.

    Condições

    Nas suas operações, a ESC terá como única fonte de remuneração os juros, proibida a cobrança de quaisquer outros encargos, mesmo sob a forma de tarifas. A operação deverá ser formal, e a movimentação dos recursos exclusivamente por meio de transferências entre contas bancárias.

    Como garantia, a microempresa poderá oferecer bem ou ceder títulos de crédito (alienação ou cessão fiduciária). Toda operação deverá ser registrada em entidade registradora autorizada a funcionar pelo Banco Central (BC) ou pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    O projeto garante ao BC o acesso às informações desse registro para fins estatísticos e de controle macro prudencial do risco de crédito, destinado a evitar excesso de empréstimos. Segundo o texto, esse acesso não constitui violação de sigilo. Essas empresas estarão sujeitas aos regimes de recuperação judicial, extrajudicial e falimentar regulados pela Lei 11.101/05, além de ter de manter escrituração com observância das leis comerciais e fiscais. Elas não poderão pagar tributos por meio do Simples Nacional.

    Entretanto, certas regras desse regime tributário são estendidas a elas, como associativismo, estímulo à inovação e à capitalização, fiscalização orientadora, simplificação das relações de trabalho, alvará provisório e acesso à Justiça diferenciado. Quanto ao imposto devido, as empresas pagarão 38,4% de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e a mesma alíquota de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

    Crime

    Constituirá crime, com pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa, a transgressão de várias dessas regras, como transacionar apenas com micro e pequenas empresas, obedecer ao teto de empréstimos, não transacionar com o poder público e cobrar algo além dos juros.

    Startups

    Para simplificar a atuação legal de startups e empresas de inovação, o projeto cria o regime especial Inova Simples. Por meio dele, essas empresas terão um tratamento diferenciado que estimula sua criação, formalização, desenvolvimento e consolidação como agentes indutores de avanços tecnológicos e da geração de emprego e renda.

    As startups são definidas como empresas de caráter inovador destinadas a aperfeiçoar sistemas, métodos, modelos de negócio, de produção, de serviços ou de produtos já existentes (natureza incremental) ou para criar algo totalmente novo (natureza disruptiva).

    Esse tratamento diferenciado consiste em um rito sumário para abertura da startup, por meio do site Portal do Empreendedor. Nessa página, os responsáveis pela empresa deverão preencher dados de identificação, o objetivo da empresa, sua localização e declaração de que não produzirá barulho ou poluição para efeito de caracterização de baixo grau de risco.

    A sede poderá ser inclusive em parques tecnológicos, instituições de ensino, empresas juniores, incubadoras ou aceleradoras e espaços compartilhados de trabalho na forma de coworking.

    Os empreendedores poderão, opcionalmente, informar sobre a existência de apoio ou validação de instituto técnico científico ou acadêmico, institucional ou privado e outros agentes de pesquisa.

    Funcionamento

    Após a criação da empresa nessa página, ela deverá abrir conta bancária de pessoa jurídica para poder receber recursos de seus titulares, de investidor-anjo e/ou investidor domiciliado no exterior, de linha de crédito público ou privado e de outras fontes previstas em lei.

    Nesse mesmo portal do empreendedor, haverá espaço destinado a preencher dados para a comunicação imediata ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) do conteúdo inventivo resultante da iniciativa, se ocorrer, com o objetivo de agilizar registro de marcas e patentes. De qualquer maneira, os interessados poderão dar entrada ao pedido diretamente nesse órgão.

    De acordo com o texto, os recursos capitalizados não serão considerados renda e serão destinados exclusivamente ao custeio do projeto. Já a comercialização experimental do serviço ou produto será permitida até se atingir o valor do teto de receita bruta anual para o microempreendedor individual (MEI), atualmente de R$ 81 mil. Se ultrapassar esse limite, a empresa do Inova Simples deverá providenciar seu registro em junta comercial e seguir as exigências e regras estaduais e municipais.

    Caso a empreitada não resultar em êxito, a baixa do CNPJ será automática apenas com declaração no portal. Eventuais dívidas ou passivos assumidos em nome da startup passarão a seus titulares.

  • Seguridade aprova proposta que exige data de validade de forma legível nos remédios

    A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 8910/2017, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PV-SP), que determina que o número de lote e as datas de fabricação e validade dos medicamentos sejam impressas nos rótulos e embalagens de forma visível, ostensiva e acessível para o consumidor. A proposta inclui dispositivo na Lei de Vigilância Sanitária sobre Produtos Farmacêuticos (nº 6.360/1976).

    A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 8910/2017, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PV-SP), que determina que o número de lote e as datas de fabricação e validade dos medicamentos sejam impressas nos rótulos e embalagens de forma visível, ostensiva e acessível para o consumidor. A proposta inclui dispositivo na Lei de Vigilância Sanitária sobre Produtos Farmacêuticos (nº 6.360/1976).

    O texto foi aprovado na forma de substitutivo apresentado pela relatora, deputada Leandre (PV-PR). Ela acrescentou a determinação que as informações sobre lote e datas apareçam “em negrito e destacado” e “em cores que mantenham nítido contraste entre as informações impressas e o respectivo suporte da inscrição, sendo vedado o uso exclusivo de relevo positivo ou negativo.”

    O substitutivo incorpora ainda sugestão do PL nº 10.237/2018, do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), para que seja negado registro ao medicamento que não atenda as especificações relativas à veiculação do lote e das datas de fabricação e validade.

    “O fundamento principal é conferir maior segurança no momento do consumo de remédios e dar maior proteção ao consumidor”, disse Leandre. “Uma melhor acessibilidade de todos a certas informações é essencial para o consumo informado e para a proteção da saúde dos usuários”, continuou a relatora.

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Dezembro de 2018 – Informativo on-line

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Brasília|Nº 135|Dezembro de 2018

     

    Economia

    Movimento Brasil Competitivo (MBC)

    Representação

    Movimento Brasil Competitivo (MBC)

    Representantes:

    Titular

    José Roberto Tadros

    Presidente da CNC

    1º Suplente

    Roberto Nogueira Ferreira

    Consultor da Presidência da CNC

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Brasília|Nº 135|Dezembro de 2018

     

    Economia

    Movimento Brasil Competitivo (MBC)

    Representação

    Movimento Brasil Competitivo (MBC)

    Representantes:

    Titular

    José Roberto Tadros

    Presidente da CNC

    1º Suplente

    Roberto Nogueira Ferreira

    Consultor da Presidência da CNC

    Eventual

    Rubens Torres Medrano

    Diretor da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Movimento Brasil Competitivo (MBC) debateu sobre o desafio da gestão de pessoas no setor público

     

    Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

    Representação Eventual

    Reunião Técnica com a equipe da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Representante:

    Antonio Everton Chaves Junior

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Reunião Técnica com a OCDE, realizada no MDIC, discuti o atual cenário do micro, pequenas e médias empresas, tanto do comércio quanto da indústria no Brasil

     

    Educação/Cultura

    Ministério da Cultura (MinC)

    Representação

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC)

    Representante:

    2º Suplente

    Gilberto Rodrigues Figueiredo

    Assessor técnico em Música

    Departamento Nacional (DN) do Serviço Social do Comércio (Sesc-DN)

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Resultados da pesquisa sobre Patrimônio Imaterial e Conceito de Cultura realizadas na cidade de Goiás são apresentados para os comissários da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).

     

    Infraestrutura

    Comissão Portos (CPortos)

    Representação

    Comitê Executivo da Comissão de Portos

    Representante:

    Titular

    Izis Janote Ferreira

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Discussão sobre o aumento de 40% no adicional de risco aos trabalhadores portuários avulsos.

     

    Ministério das Cidades (MCidades)

    Representação

    Câmara Temática de Assuntos Veiculares (CTAV) do Conselho Nacional de Trânsito (Contran)

    Representantes:

    Titular

    Francisco Wagner de La Tôrre

    Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo (Sincopeças-SP)

    Suplente

    Rodrigo Otávio Carvalho Moreira

    Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos e Acessórios no Município do Rio de Janeiro (Sincopeças-RJ)

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Apresentação sobre o elevadíssimo número de acidentes com motocicletas no Brasil.

     

    Microempresa e Empresa de Pequeno Porte

    Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

    Representação

    Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE)

    Representantes:

    Titular

    Luiz Gastão Bittencourt da Silva

    Vice-presidente

    Administrativo da CNC

    (Compareceu)

    1º Suplente

    Antonio Everton Chaves Junior

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Retrospectiva das ações do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE) na IIª Reunião plenária do FPMPE.

     

    Relações do Trabalho

    Ministério do Trabalho

    Representação

    Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS)

    Representantes:

    Titular

    Abelardo Campoy Diaz

    Consultor da Vice-Presidência de Habitação Econômica do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP)

    (Compareceu)

    Suplente

    Cláudio Elias Conz

    Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco)

    Saiba mais aqui:

    Voto que propõe alterar o Programa de Crédito destinado às entidades hospitalares filantrópicas e sem fins lucrativos que participem de forma complementar do SUS – como no FGTS-Saúde foi retirado de pauta no CCFGTS.

     

    Presidência da República (PR)

    Representação

    Comitê Técnico-Institucional do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça

    Representante:

    Roberto Luis Lopes Nogueira

    Advogado da Divisão Sindical (DS) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça difunde novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional.

  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Dezembro de 2018 – Informativo on-line

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Brasília|Nº 135|Dezembro de 2018

     

    Economia

    Movimento Brasil Competitivo (MBC)

    Representação

    Movimento Brasil Competitivo (MBC)

    Representantes:

    Titular

    José Roberto Tadros

    Presidente da CNC

    1º Suplente

    Roberto Nogueira Ferreira

    Consultor da Presidência da CNC

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac|Brasília|Nº 135|Dezembro de 2018

     

    Economia

    Movimento Brasil Competitivo (MBC)

    Representação

    Movimento Brasil Competitivo (MBC)

    Representantes:

    Titular

    José Roberto Tadros

    Presidente da CNC

    1º Suplente

    Roberto Nogueira Ferreira

    Consultor da Presidência da CNC

    Eventual

    Rubens Torres Medrano

    Diretor da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Movimento Brasil Competitivo (MBC) debateu sobre o desafio da gestão de pessoas no setor público

     

    Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

    Representação Eventual

    Reunião Técnica com a equipe da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Representante:

    Antonio Everton Chaves Junior

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Reunião Técnica com a OCDE, realizada no MDIC, discuti o atual cenário do micro, pequenas e médias empresas, tanto do comércio quanto da indústria no Brasil

     

    Educação/Cultura

    Ministério da Cultura (MinC)

    Representação

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC)

    Representante:

    2º Suplente

    Gilberto Rodrigues Figueiredo

    Assessor técnico em Música

    Departamento Nacional (DN) do Serviço Social do Comércio (Sesc-DN)

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Resultados da pesquisa sobre Patrimônio Imaterial e Conceito de Cultura realizadas na cidade de Goiás são apresentados para os comissários da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).

     

    Infraestrutura

    Comissão Portos (CPortos)

    Representação

    Comitê Executivo da Comissão de Portos

    Representante:

    Titular

    Izis Janote Ferreira

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Discussão sobre o aumento de 40% no adicional de risco aos trabalhadores portuários avulsos.

     

    Ministério das Cidades (MCidades)

    Representação

    Câmara Temática de Assuntos Veiculares (CTAV) do Conselho Nacional de Trânsito (Contran)

    Representantes:

    Titular

    Francisco Wagner de La Tôrre

    Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo (Sincopeças-SP)

    Suplente

    Rodrigo Otávio Carvalho Moreira

    Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos e Acessórios no Município do Rio de Janeiro (Sincopeças-RJ)

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Apresentação sobre o elevadíssimo número de acidentes com motocicletas no Brasil.

     

    Microempresa e Empresa de Pequeno Porte

    Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

    Representação

    Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE)

    Representantes:

    Titular

    Luiz Gastão Bittencourt da Silva

    Vice-presidente

    Administrativo da CNC

    (Compareceu)

    1º Suplente

    Antonio Everton Chaves Junior

    Economista

    Divisão Econômica (DE) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Retrospectiva das ações do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE) na IIª Reunião plenária do FPMPE.

     

    Relações do Trabalho

    Ministério do Trabalho

    Representação

    Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS)

    Representantes:

    Titular

    Abelardo Campoy Diaz

    Consultor da Vice-Presidência de Habitação Econômica do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP)

    (Compareceu)

    Suplente

    Cláudio Elias Conz

    Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco)

    Saiba mais aqui:

    Voto que propõe alterar o Programa de Crédito destinado às entidades hospitalares filantrópicas e sem fins lucrativos que participem de forma complementar do SUS – como no FGTS-Saúde foi retirado de pauta no CCFGTS.

     

    Presidência da República (PR)

    Representação

    Comitê Técnico-Institucional do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça

    Representante:

    Roberto Luis Lopes Nogueira

    Advogado da Divisão Sindical (DS) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça difunde novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional.

  • Comissão aprova relatório que prevê criação de fundação no lugar da Agência Brasileira de Museus

    A comissão mista da Medida Provisória (MP) nº 850/2018 aprovou na terça-feira (11/12) relatório preliminar em que contraria a intenção do governo em criar a Agência Brasileira de Museus (Abram), em substituição ao Ibram, que seria extinto.

    A comissão mista da Medida Provisória (MP) nº 850/2018 aprovou na terça-feira (11/12) relatório preliminar em que contraria a intenção do governo em criar a Agência Brasileira de Museus (Abram), em substituição ao Ibram, que seria extinto.

    Projeto de lei de conversão apresentado pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA) autoriza o Ibram a criar uma fundação sem fins lucrativos, de natureza privada, que terá a responsabilidade de arrecadar e gerir recursos para a aplicação no setor museológico, sem os controles burocráticos que atingem as entidades cuja personalidade é de direito público.

    O relatório da MP, ainda será votado nos Plenários do Senado e da Câmara. O prazo de vigência da medida, já prorrogado, expira em 18 de fevereiro de 2019.

    “Fez-se acordo com o governo para a não extinção do Ibram e a não criação da Abram, que seria uma agência que começaria do zero, requereria formação, criação de estrutura nova e cargos para realizar o trabalho junto aos museus. Assim, a solução encontrada pela senadora Lídice da Mata foi a criação de uma fundação de apoio que não está subordinada ao Orçamento público e ao teto de gastos, que iria gerir a renda dos museus, como bilheteria, venda de produtos e aluguel de espaços”, explicou o presidente da comissão mista, deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

    A destinação de parte dos recursos que seriam geridos pelo Sebrae à Abram, prevista no texto original da medida, foi retirada do projeto de lei de conversão. O texto encaminhado pelo governo alterava a proporção destinada ao Sebrae de 85,75% para 79,75% do adicional às alíquotas das contribuições sociais, passando a diferença de 6% a ser destinada à Abram. A proposição determinava ainda que o Sebrae deveria remanejar, transpor ou transferir para a Abram as dotações orçamentárias aprovadas no seu orçamento referentes ao exercício financeiro no qual a Abram viesse a ser instituída.

    Ao relatório da MP, lido pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), foram apresentadas 69 emendas, sendo que 33 foram incorporadas ao projeto de lei de conversão da medida, debatida em duas audiências públicas na comissão mista.

    Na avaliação de Lídice da Mata, a coexistência, no âmbito da União, de duas instituições voltadas ao setor museológico brasileiro, exigiria um estudo abrangente e aprofundado, que contemplasse um amplo diagnóstico do setor, para que se pudesse bem definir a distinção de objetivos e competências da autarquia e do serviço social autônomo, assim como as vantagens e desvantagens na adoção desse modelo. Não há dúvida de que o instrumento adequado para propor tal mudança seria um projeto de lei, que tramitasse regularmente nas duas Casas do Congresso Nacional, observou a senadora em seu voto.

    Funcionamento da fundação

    Com 11 artigos, o projeto de lei de conversão apresentado à MP 850/2018 autoriza o Ibram a instituir fundação privada, com a finalidade de arrecadação, gestão e aplicação de fundos e recursos relativos aos museus brasileiros. A fundação será instituída por prazo indeterminado, e com patrimônio inicial integrado por bens previstos em regulamento.

    Os recursos e benefícios geridos pela fundação podem ser repassados a instituições públicas e a instituições privadas sem fins lucrativos, que sejam enquadradas nos termos previstos no Estatuto de Museus (Lei nº 11.904/2009), ou a instituições sem fins lucrativos definidas no artigo 50 da norma. Às instituições privadas com finalidade lucrativa será permitido o repasse em formato de empréstimo para consolidação de unidade museológica, desde que aberta ao acesso público.

    Os recursos captados pela fundação poderão ser utilizados em atividade de contrapartida a outros fundos ou que preveja contrapartida, atuando de forma equivalente a fundos complementares, correspondentes ou em modalidade de cofinanciamento.

    Competirá à fundação, após entendimento formalizado com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), colaborar na reconstrução e modernização do Museu Nacional, assim como na restauração e recomposição do seu acervo museal e bibliográfico, inclusive por meio da instituição de fundo patrimonial privado com o objetivo de arrecadar, gerir e destinar doações de pessoas físicas e jurídicas privadas.

    A fundação poderá celebrar acordos com instituições museológicas, suas mantenedoras, instituições de apoio e fundos patrimoniais, no intuito do cumprimento de seus objetivos. Poderá, ainda, transferir recursos com contrato de financiamento a fundo perdido ou por via de empréstimos reembolsáveis, conforme dispuser o regulamento.

    O patrimônio da fundação será integrado também por dotações consignadas na lei orçamentária anual da União e seus créditos adicionais; contribuições, subvenções, auxílios, legados, doações de pessoas físicas e jurídicas de natureza pública ou privada, nacionais ou internacionais, nos termos da legislação em vigor; resultado das aplicações em títulos públicos federais, obedecida a legislação vigente sobre a matéria; incentivos fiscais; saldos de exercícios anteriores; doações voluntárias de organizações sociais autônomas; e recursos de outras fontes.

    Apresentação de projetos

    Poderão propor projetos à fundação toda pessoa física ou jurídica legitimamente interessada e, em especial, o Ibram e as instituições museológicas, por sua iniciativa ou via instituições apoiadoras. Os recursos patrimoniais geridos pela fundação só podem ser aplicados em projetos aprovados pelo Comitê de Investimento.

    As instituições museológicas, para habilitarem-se a receber recursos geridos pela fundação, deverão apresentar plano de atividades e de aplicação detalhada dos recursos. O Conselho de Administração deve efetuar avaliações, de forma a verificar a fiel aplicação dos recursos, observadas as normas e os procedimentos a serem definidos em regulamento e na legislação em vigor.

    A instituição recebedora de recursos e executora de projetos museológicos, cuja avaliação não for aprovada pelo Conselho de Administração, fica inabilitada ao recebimento de novos recursos enquanto não houver reavaliação da decisão inicial, em decorrência da comprovação da regular utilização dos recursos a ela transferidos.

    A governança da fundação, bem como o acompanhamento e o controle da repartição, transferência e aplicação dos recursos patrimoniais por ela geridos, deve ser exercida por seu Conselho de Administração.

    A destinação dos recursos e a aprovação de projetos são efetuadas pelo Comitê de Investimentos. Caberá ao Ministério Público Federal zelar pela fundação, nos termos do artigo 66 do Código Civil. A pessoa física pode deduzir do imposto sobre a renda devido, apurado na Declaração de Ajuste Anual, o valor total das doações e dos patrocínios.

    As doações à fundação podem assumir as seguintes espécies de atos gratuitos: transferência de quantias em dinheiro; transferência de bens móveis ou imóveis; comodato ou cessão de uso de bens imóveis ou equipamentos; realização de despesas em conservação, manutenção ou reparos nos bens móveis, imóveis e equipamentos; e fornecimento de material de consumo.

  • Perdas e Desperdícios de Alimentos Estratégias para Redução

    O Centro de Estudos e Debates Estratégicos, ligado à Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, em conjunto com o deputado Evair de Melo (PP-ES), lançou a publicação intitulada “Perdas e Desperdícios de Alimentos”. O livro dispõe de um capítulo dedicado à atuação do Sesc contra a fome e o desperdício de alimentos.

    O Centro de Estudos e Debates Estratégicos, ligado à Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, em conjunto com o deputado Evair de Melo (PP-ES), lançou a publicação intitulada “Perdas e Desperdícios de Alimentos”. O livro dispõe de um capítulo dedicado à atuação do Sesc contra a fome e o desperdício de alimentos.

    Durante a solenidade, o Diretor-Geral do Departamento Nacional do Sesc, Carlos Artexes, foi representado pela Gerente de Assistência da Diretoria de Saúde, Assistência e Lazer, Ana Cristina Barros. O evento contou a presença de parlamentares e consultores da Câmara dos Deputados. Estiveram presentes, além de Evair Melo (PP-ES), idealizador do evento, o Presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ) e os seguintes deputados: Arnaldo Jardim (PPS-SP), Valdir Colatto (MDB-SC) e Nelson Marquezelli (PTB-SP).

    Fonte: Assessoria Legislativa CNC

  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Dezembro de 2018

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Dezembro de 2018

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Dezembro de 2018

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Dezembro de 2018

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Dezembro de 2018

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Dezembro de 2018

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • CNC Notícias 216

    A CNC Notícias chega a dezembro trazendo em sua capa reportagem sobre a apresentação da nova Diretoria e do Conselho Fiscal da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A CNC Notícias chega a dezembro trazendo em sua capa reportagem sobre a apresentação da nova Diretoria e do Conselho Fiscal da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A cerimônia, realizada em Brasília, com a presença do presidente da República, Michel Temer, além de líderes sindicais, autoridades e demais convidados, mostra que dentre as bandeiras das novas lideranças da entidade máxima de representação do empresário do comércio de bens, serviços e turismo está a de contribuir, cada vez mais, para que o País avance em temas extremante inadiáveis, sobretudo no tocante a criar um ambiente seguro para que o empreendedorismo prospere, beneficiando a reboque a economia e toda a sociedade.

    Em entrevistas, o presidente eleito da Confederação, José Roberto Tadros, e seu vice-presidente Administrativo, Luiz Gastão Bittencourt, apontam opiniões sobre o cenário atual brasileiro e os caminhos que vão trilhar, com o comprometimento e experiência necessários a quem busca não só manter um grande legado, como também ampliá-lo.

    Também com os olhos no futuro, o ex-ministro da Fazenda e consultor Econômico da Confederação, Ernane Galvêas, acena em carta aberta ao novo ministro da pasta no governo eleito de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, desejando sorte na gestão que começa em janeiro do ano que vem. A visita que o vice-presidente da República eleito, General Hamilton Mourão, fez à CNC, em Brasília, também ganha espaço na edição, além das notícias sobre economia, turismo e o Sistema Comércio.

    Boa leitura e feliz 2019!

     

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  • CNC Notícias 216

    A CNC Notícias chega a dezembro trazendo em sua capa reportagem sobre a apresentação da nova Diretoria e do Conselho Fiscal da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A CNC Notícias chega a dezembro trazendo em sua capa reportagem sobre a apresentação da nova Diretoria e do Conselho Fiscal da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A cerimônia, realizada em Brasília, com a presença do presidente da República, Michel Temer, além de líderes sindicais, autoridades e demais convidados, mostra que dentre as bandeiras das novas lideranças da entidade máxima de representação do empresário do comércio de bens, serviços e turismo está a de contribuir, cada vez mais, para que o País avance em temas extremante inadiáveis, sobretudo no tocante a criar um ambiente seguro para que o empreendedorismo prospere, beneficiando a reboque a economia e toda a sociedade.

    Em entrevistas, o presidente eleito da Confederação, José Roberto Tadros, e seu vice-presidente Administrativo, Luiz Gastão Bittencourt, apontam opiniões sobre o cenário atual brasileiro e os caminhos que vão trilhar, com o comprometimento e experiência necessários a quem busca não só manter um grande legado, como também ampliá-lo.

    Também com os olhos no futuro, o ex-ministro da Fazenda e consultor Econômico da Confederação, Ernane Galvêas, acena em carta aberta ao novo ministro da pasta no governo eleito de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, desejando sorte na gestão que começa em janeiro do ano que vem. A visita que o vice-presidente da República eleito, General Hamilton Mourão, fez à CNC, em Brasília, também ganha espaço na edição, além das notícias sobre economia, turismo e o Sistema Comércio.

    Boa leitura e feliz 2019!

     

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