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  • Presidente da CNC se reúne com Diretoria da CNA

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, visitou o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins. O encontro aconteceu em 21 de novembro, na sede da CNA, em Brasília.

    Os presidentes debateram temas comuns aos dois setores, além de reforçar a defesa dos interesses do setor produtivo e também do Sistema S. Além de João Martins, participaram do encontro os vice-presidentes da CNA Mário Borba, Muni Lourenço e Pio Guerra.

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, visitou o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins. O encontro aconteceu em 21 de novembro, na sede da CNA, em Brasília.

    Os presidentes debateram temas comuns aos dois setores, além de reforçar a defesa dos interesses do setor produtivo e também do Sistema S. Além de João Martins, participaram do encontro os vice-presidentes da CNA Mário Borba, Muni Lourenço e Pio Guerra.

    José Roberto Tadros tomou posse como presidente da CNC em 19 de novembro, e seu mandato a frente da CNC vai até novembro de 2022.

  • Relatório sobre novo Código Comercial é lido e votação fica para a próxima terça

    O relatório sobre o projeto (PLS nº 487/2013) que cria o novo Código Comercial foi lido pelo relator, senador Pedro Chaves (PSD-MS), nesta quarta-feira (21/11).

    Entre os principais pontos do relatório, de mais de 400 páginas, estão normas para o comércio eletrônico; relações de negócios entre empresas e microempresários do ramo do agronegócio; e maior segurança jurídica para investimentos de empresas estrangeiras que tenham filiais no País.

    A votação na comissão especial foi marcada para a próxima terça-feira (27).

    O relatório sobre o projeto (PLS nº 487/2013) que cria o novo Código Comercial foi lido pelo relator, senador Pedro Chaves (PSD-MS), nesta quarta-feira (21/11).

    Entre os principais pontos do relatório, de mais de 400 páginas, estão normas para o comércio eletrônico; relações de negócios entre empresas e microempresários do ramo do agronegócio; e maior segurança jurídica para investimentos de empresas estrangeiras que tenham filiais no País.

    A votação na comissão especial foi marcada para a próxima terça-feira (27).

  • Votação da nova lei de licitações é adiada novamente

    A comissão especial da proposta de nova lei de contratações públicas (PLs nº 1292/1995, nº 6814/2017 e outros 230 apensados) adiou mais uma vez a votação do parecer do relator, deputado João Arruda (MDB-PR). O substitutivo apresentado pelo relator revoga a atual Lei de Licitações e Contratos (nº 8.666/1993), a Lei do Pregão (nº 10.520/2002) e o Regime Diferenciado de Contratações (RDC, Lei nº 12.462/2011).

    A comissão especial da proposta de nova lei de contratações públicas (PLs nº 1292/1995, nº 6814/2017 e outros 230 apensados) adiou mais uma vez a votação do parecer do relator, deputado João Arruda (MDB-PR). O substitutivo apresentado pelo relator revoga a atual Lei de Licitações e Contratos (nº 8.666/1993), a Lei do Pregão (nº 10.520/2002) e o Regime Diferenciado de Contratações (RDC, Lei nº 12.462/2011).

    O texto de Arruda cria a figura do agente de licitação, responsável na administração pública por conduzir o processo licitatório e acompanhar a execução contratual. O agente deverá ser servidor ou empregado público do quadro permanente do órgão. Ele será auxiliado por uma equipe, mas responderá individualmente por seus atos. A exceção ocorre se ele for induzido ao erro pela equipe.

    A comissão volta a se reunir na próxima terça-feira (27), às 16 horas, no plenário 14.

  • Frente emite nota contra a Reforma da Previdência em tramitação no Congresso

    A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social emitiu uma nota pública que será entregue ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao presidente do Senado, Eunício de Oliveira, e ao presidente eleito, Jair Bolsonaro.

    A carta reitera a posição contrária de 270 deputados, 23 senadores e mais de 100 entidades classistas em relação à Reforma da Previdência enviada pelo governo do presidente Michel Temer ao Congresso (PEC nº 287/2016).

    A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social emitiu uma nota pública que será entregue ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao presidente do Senado, Eunício de Oliveira, e ao presidente eleito, Jair Bolsonaro.

    A carta reitera a posição contrária de 270 deputados, 23 senadores e mais de 100 entidades classistas em relação à Reforma da Previdência enviada pelo governo do presidente Michel Temer ao Congresso (PEC nº 287/2016).

    A carta argumenta que a atual versão do texto penaliza o trabalhador ao aumentar a idade mínima para se aposentar; reduzir os benefícios assistenciais para valor inferior ao salário mínimo; e desconsiderar a expectativa de vida de populações específicas.

    “A preocupação que a gente tem é que o futuro governo ainda pode tentar fazer algumas maldades, principalmente com os trabalhadores e servidores dessa chamada fase de transição”, disse o coordenador da Frente Parlamentar, deputado Arnaldo Faria de Sá (PP-SP). “A gente está aberto para discussão, mas não quer ser surpreendido por uma medida provisória que venha aumentar a alíquota, restringir ainda mais a questão das pensões e acabar com a concessão de benefícios já estabelecidos por lei pela Previdência Social.”

    Intervenção

    Faria de Sá acredita que será difícil votar a Reforma da Previdência no Plenário ainda neste ano, por conta da intervenção federal na área de segurança pública no Rio de Janeiro, prevista para durar até 31 de dezembro.

    A proposta de reforma em debate na Câmara modifica a Constituição e a própria Carta Magna veda modificações em seu texto em períodos de intervenção federal.

  • Senado aprova destinação de verba de loterias para a segurança pública

    O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (21/11) a medida provisória que destina parte dos recursos arrecadados com as loterias esportivas e federais para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). A proposta (MP nº 846/2018) também reformula o financiamento de diversos setores a partir da verba das loterias, como o esporte e a cultura.

    O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (21/11) a medida provisória que destina parte dos recursos arrecadados com as loterias esportivas e federais para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). A proposta (MP nº 846/2018) também reformula o financiamento de diversos setores a partir da verba das loterias, como o esporte e a cultura.

    A MP foi editada em agosto como uma nova versão da MP 841/2018, editada em junho e já sem validade. O novo texto surgiu de uma articulação dos ministérios da Cultura e do Esporte, após pressões de entidades dos dois setores, uma vez que a MP anterior diminuía os repasses das loterias para essas áreas para aumentar os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

    Como a medida provisória teve modificações na sua passagem pelo Congresso Nacional, o novo texto seguirá agora para sanção presidencial. Segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira, a votação do texto teve o apoio do atual ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e do futuro ministro da Justiça (que também será responsável pela área da segurança), Sérgio Moro.

    Destinações

    Dos recursos arrecadados com as loterias esportivas, a MP estabelece a transferência para o FNSP de 11,49% neste ano e 2% a partir de 2019. O fundo também receberá 5% dos recursos das loterias federais em 2018 e 2,22% a partir do ano que vem. Já para o Fundo Nacional de Cultura (FNC), a transferência será de 1% dos recursos das loterias esportivas. Dos recursos das loterias federais, a cultura também vai receber 0,5% a partir do ano que vem. O FNC ainda receberá 0,4% dos recursos da Lotex.

    A MP também estabelece que a participação do Ministério do Esporte na arrecadação das loterias esportivas será de 10% em 2018, caindo para 3,1% a partir de 2019. A cota do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) fica fixada em 1,63%, enquanto o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) fica com 0,96% dos recursos das loterias esportivas. A MP destina aos prêmios das loterias esportivas o valor referente a 37,61% até o final de 2018 e 55% a partir do ano que vem.

    O governo federal prevê que a MP das Loterias garantirá o repasse anual de cerca de R$ 1 bilhão para a área da segurança pública, R$ 630 milhões para o esporte e R$ 443 milhões para a cultura.

    Mudanças

    O relator da MP foi o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). Ele disse que as mudanças acrescentadas ao texto tornam a proposta ainda mais avançada.

    De acordo com a fórmula aprovada pelo Congresso, os recursos do FNSP não poderão ser contingenciados. O fundo deverá destinar no mínimo 50% da sua reserva para os estados e municípios. No caso dos estados, caso haja um fundo específico para a unidade da federação, a verba poderá ser encaminhada diretamente, sem passar pelo Tesouro.

    Outro acréscimo destacado por Flexa foi a garantia de que entre 10% e 15% do FNSP deverá financiar programas habitacionais e de melhoria da qualidade de vida para os profissionais de segurança pública. “Nunca houve essa preocupação. Eles protegem a vida de todos nós”, disse o senador.

    A MP beneficia também duas entidades sociais: anualmente, a renda de dois concursos da Loteria Esportiva dever seguir para a Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Fenapaes) e para a Cruz Vermelha. Já no relatório, Flexa destina a renda de três concursos ao ano para entidades sociais, ao incluir a Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi) como beneficiária.

    Flexa também trata de percentuais de distribuição do produto da arrecadação da loteria de prognóstico específico, beneficiando áreas como a segurança pública, a saúde e o Fundo Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Outra mudança no relatório foi a determinação de que entre 10% e 15% dos recursos lotéricos do FNSP sejam aplicados obrigatoriamente em programas habitacionais em benefício dos profissionais da segurança pública ou em programas de melhoria da qualidade de vida desses mesmos profissionais.

    Educação

    O relator ainda propõe a instituição de modalidade lotérica denominada apostas de quota fixa — que poderá ocorrer em meio físico ou eletrônico. Para as secretarias estaduais, distrital e municipais de educação, Flexa sugere o repasse de 1% do produto da arrecadação das loterias de quota fixa, quando a aposta for em meio físico, e 0,75%, quando em meio virtual. O valor será repassado às escolas que tiverem alcançado as metas estabelecidas para os resultados das avaliações nacionais da educação básica, conforme ato do Ministério da Educação.

    O relatório ainda estabelece que o Tribunal de Contas da União (TCU), sem prejuízo da análise das contas anuais de gestores de recursos públicos, deverá fiscalizar a aplicação dos recursos destinados ao COB, ao CPB, à Fenaclubes e a outras entidades ligadas ao esporte.

    Voto contrário

    O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) declarou voto contrário à MP 846. A razão foi um dispositivo que inclui na arrecadação a venda de bilhetes virtuais. Randolfe disse entender que isso representa a regulamentação dos jogos de azar online. Como não poderia destacar o trecho específico, o senador disse que preferiu rejeitar a proposta por inteiro.

  • Mudança de regras para o distrato de imóveis voltará para a Câmara

    O Senado concluiu nesta quarta-feira (21/11), a votação do projeto que fixa direitos e deveres das partes nos casos de rescisão de contratos de aquisição de imóveis em regime de incorporação imobiliária ou loteamento (PLC nº 68/2018). O texto aprovado mantém a previsão de que as construtoras fiquem com até 50% dos valores pagos pelo consumidor em caso de desistência da compra. O projeto voltará à Câmara dos Deputados.

    O Senado concluiu nesta quarta-feira (21/11), a votação do projeto que fixa direitos e deveres das partes nos casos de rescisão de contratos de aquisição de imóveis em regime de incorporação imobiliária ou loteamento (PLC nº 68/2018). O texto aprovado mantém a previsão de que as construtoras fiquem com até 50% dos valores pagos pelo consumidor em caso de desistência da compra. O projeto voltará à Câmara dos Deputados.

    O texto-base havia sido aprovado na terça-feira (20) e as emendas foram votadas nesta quarta. As mudanças aprovadas em Plenário foram as mesmas acatadas no relatório do senador Armando Monteiro (PTB-PE) e aprovadas há duas semanas pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), acrescidas de uma mudança de redação. No Plenário, na votação simbólica, as alterações foram rejeitadas, mas a verificação de quórum pedida pela senadora Simone Tebet (MDB-MS) levou à aprovação das emendas, por 32 votos a 23.

    “Eu gostaria de deixar bem claro que eu sou favorável a um projeto que dê segurança jurídica às incorporadoras, às imobiliárias, para que elas possam investir e voltar a gerar emprego. Nós não temos dúvida que o ramo da construção civil é o que mais emprega no Brasil. O problema é que o projeto, da forma como veio da Câmara, é inconstitucional, não garante segurança jurídica”, argumentou a senadora, autora de várias emendas.

    Para ela, as alterações acatadas por Armando Monteiro representam uma forma de reequilibrar o projeto, evitando cláusulas abusivas que poderiam gerar insegurança ao consumidor e, consequentemente, prejudicar as vendas.

    Emendas

    Uma das emendas de Simone Tebet aprovadas obriga os contratos a apresentarem um quadro-resumo com as condições das negociações. Esse quadro deve ter informações como preço, taxa de corretagem, forma de pagamento, índice de correção monetária, taxas de juros e as consequências da rescisão do contrato. Com isso, segundo o relator, incorporador e comprador não mais poderão alegar desconhecimento das principais obrigações contratadas.

    O relator também acolheu outra sugestão de Tebet para a cobrança da taxa de fruição relativa à ocupação do imóvel. A emenda fixa o índice de 0,5% do valor atualizado do contrato por mês. Atualmente, a Justiça tem reconhecido o direito de retenção do vendedor em 1% do valor do imóvel por mês, mesma percentagem prevista no PLC. A taxa de fruição deve ser paga a uma construtora pelo usufruto de um imóvel que foi ocupado por um comprador inadimplente. No caso do fim do contrato de compra de lotes, a taxa será de 0,75%.

    Também foi aprovada uma emenda que limita a dívida total aos valores já pagos pelo consumidor que deu causa à resolução do contrato. A ideia é impedir que o comprador fique com saldo negativo com a incorporadora. Outra emenda aprovada foi uma alteração de redação apresentada durante a votação pelo senador Romero Jucá (MDB-RR) para deixar claro que as multas previstas não se aplicam a financiamentos da Caixa Econômica, como os do programa Minha Casa Minha Vida.

    Defesa do consumidor

    O projeto, do deputado Celso Russomano (PRB-SP), havia sido rejeitado pela CAE em julho, mas um recurso fez com que voltasse para o Plenário, onde recebeu novas emendas. Com isso, o projeto foi analisado novamente pela comissão, que aprovou o relatório com as mudanças.

    Os senadores favoráveis ao texto alegam que o projeto atualiza as regras e dá segurança jurídica às construtoras e aos consumidores na hora da negociação. Por outro lado, vários parlamentares consideram o texto favorável demais às empresas. Um dos pontos mais criticados é a permissão para que as construtoras fiquem com até 50% dos valores pagos pelo consumidor em caso de desistência da compra.

    “Muitas construtoras, quando vendem o apartamento na planta e fazem o lançamento, já sabem que o cidadão que começou a pagar, ao chegar o momento de receber e fazer o financiamento na Caixa, não vai ter aprovado o financiamento, porque o cidadão não tem renda para tal. Num mato sem cachorro, o que faz o cidadão? Perde o seu imóvel e ainda é multado em 50%, uma multa absolutamente alta — disse o senador Magno Malta (PR-ES).

    A multa de até 50% é prevista no texto quando o empreendimento tiver seu patrimônio separado do da construtora, mecanismo chamado de patrimônio de afetação. O sistema foi criado após a falência da Encol no anos 90. Pois, com o patrimônio afetado, as parcelas pagas pelos compradores não se misturam ao patrimônio da incorporadora ou construtora e não poderão fazer parte da massa falida caso a empresa enfrente dificuldades financeiras. Para os demais casos, ou seja, fora do patrimônio de afetação, a multa prevista para o consumidor é de até 25%.

    Senadores como Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), José Pimentel (PT-CE), Reguffe (sem partido-DF) e Rose de Freitas (Pode-ES) disseram considerar o projeto prejudicial ao consumidor e declararam voto favorável às emendas como forma de atenuar esses prejuízos.

    Empregos

    O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), por sua vez, defendeu o texto e alegou que o projeto inibe uma “deformação” da economia brasileira. Ele lembrou que, em 2016, houve mais contratos de distrato do que contratos de compra e venda de imóveis, o que levou à desorganização de um dos segmentos que mais gera empregos no País.

    “É verdade que o senador Armando Monteiro incorporou algumas emendas, mas emendas acessórias, que não alteram o escopo e o objetivo desse projeto. Votar ‘sim’ [às emendas] significa submeter de novo este projeto à Câmara dos Deputados, é perder tempo, é não dialogar com a necessária segurança jurídica para que o empreendedor brasileiro possa continuar empreendendo, continuar prosperando, continuar gerando emprego”, disse Ferraço.

    Com as mudanças, a matéria volta à análise da Câmara.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 216/2018

    DESTAQUES:

    Fazenda institui Grupo de Trabalho com a finalidade de buscar o alinhamento da questão concorrencial e tributária na venda direta do etanol

    Divulgada a Tabela de Natureza Jurídica 2018

    Divulgadas as inclusões, exclusões e alterações nos códigos de subclasses da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE

    Conama estabelece padrões de qualidade do ar

    DESTAQUES:

    Fazenda institui Grupo de Trabalho com a finalidade de buscar o alinhamento da questão concorrencial e tributária na venda direta do etanol

    Divulgada a Tabela de Natureza Jurídica 2018

    Divulgadas as inclusões, exclusões e alterações nos códigos de subclasses da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE

    Conama estabelece padrões de qualidade do ar

  • Secretário de Turismo de Salvador fala de investimentos em reunião da CET

    O secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Cláudio Tinoco, apresentou, em 21 de novembro, na reunião da Câmara Empresarial de Turismo (CET) da Fecomércio-BA, as ações de promoção turística da capital baiana que estão sendo capitaneadas pela Prefeitura, a convite do coordenador da CET-BA, José Manoel Garrido.

    O secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Cláudio Tinoco, apresentou, em 21 de novembro, na reunião da Câmara Empresarial de Turismo (CET) da Fecomércio-BA, as ações de promoção turística da capital baiana que estão sendo capitaneadas pela Prefeitura, a convite do coordenador da CET-BA, José Manoel Garrido.

    O investimento no Marketing Digital foi o centro das atenções. “A falta de promoção dos atrativos da capital era uma queixa recorrente do trade turístico. Diante disso, traçamos uma estratégia de marketing digital, contratamos uma agência especializada para trabalhar de forma profissional e muito dinâmica o destino Salvador na internet”, destacou Tinoco.

    Como parte desse projeto, foi criado o novo perfil oficial, @visitsalvadordabahia, nas principais redes sociais: Facebook, Instagram e Twitter. Outra importante iniciativa foi o canal do Youtube – youtube.com/salvador. “Em poucos meses, já computamos mais de 20 mil curtidas na fanpage do Facebook. E o Instagram, criado em junho, já tem cerca de 6 mil seguidores”, informou o secretário, que tem como meta incluir Salvador no mesmo patamar dos destinos referência no uso de plataformas de promoção digital no mundo, que são hoje Singapura, Londres e Portugal.

    A websérie Cozinha Raiz, lançada em outubro com o viés do turismo gastronômico, foi uma das ações apresentadas, cujos dois primeiros episódios alcançaram mais de 1,6 milhão de visualizações.

    Completando o composto de meios digitais, o website de Salvador foi reformulado para aglutinar um rol de 200 experiências sugeridas aos turistas. “Seguindo uma tendência atual, saímos do conceito de destinos para o de experiências nas indicações aos internautas. Também estamos monitorando as resenhas dos turistas sobre a cidade em portais como o TripAdvisor, por meio do Programa de Otimização de Performance (POP), desde janeiro”, explicou o titular da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Salvador.

    Novos equipamentos

    Quanto à melhoria da infraestrutura, Cláudio Tinoco citou as obras de requalificação do Aeroporto de Salvador e a construção do novo Centro de Convenções, na Boca do Rio. “Somente no Centro Antigo, são previstos investimentos da ordem de R$ 200 milhões até 2020”, afirmou aos empresários do Turismo, destacando os projetos do Museu da Música Brasileira de Salvador e do Museu da História de Salvador e Arquivo Público Municipal, ambos na região do Comércio.

  • Intenção de consumo aumenta 1,1% em novembro

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 87,6 pontos em novembro de 2018, registrando alta de 1,1% em relação ao mês passado.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 87,6 pontos em novembro de 2018, registrando alta de 1,1% em relação ao mês passado.

    O levantamento mostra que o ICF foi puxado pelo crescimento dos componentes Perspectivas de Consumo (+3,4%), Compras a Prazo (+1,2%), Perspectiva Profissional (+1,0%) e Nível de Consumo Atual (+2,5%). Para a Confederação, o aumento deste último indicador pode estar relacionado às expectativas de acréscimo da renda com o recebimento do PIS, pagamento do 13º, estabilidade de preços, recuperação da economia e compras para o Natal.

    Na comparação com novembro de 2017, o índice aumentou 9,2%, com destaque para as percepções quanto ao Nível de Consumo Atual (+23,9%) e à Perspectiva de Consumo (+12,2%). “Em relação a novembro de 2017, as famílias se mostram mais satisfeitas. Ano passado predominava o número das que achavam que o nível de consumo seria menor (58,3%), e agora observamos que esse percentual caiu para 49,3%. Além disso, aumentou em 4,4 pontos percentuais o número de famílias (18,8%) que consideram que o nível de consumo vai crescer”, pontua Antonio Everton, economista da Confederação.

    No entanto, a CNC destaca que a última vez que o ICF ficou acima dos 100 pontos, nível considerado de satisfação, foi em abril de 2015 (102,9 pontos). “São 42 meses abaixo desta linha, o que demonstra que ainda perdura uma insatisfação das famílias em geral com relação ao padrão de gastos”, pondera o economista. Dos sete subíndices do ICF, Emprego Atual (113,1), Perspectiva Profissional (101,9) e Renda Atual (103,0) são os únicos acima de 100 pontos.

    Perspectivas para 2018 e 2019

    A Confederação observa que a conjuntura econômica tem-se revelado mais favorável do que no ano passado. Neste ano, o PIB deverá crescer 1,5%, enquanto em 2017 aumentou 1,0%. Para 2019 espera-se taxa maior, de +2,5%. Em linha, o mercado de trabalho está se recuperando: até setembro a economia gerou 719 mil postos de trabalho, cerca de 510 mil a mais do que em 2017. Essa movimentação deverá continuar nos próximos meses, influenciando positivamente o ICF.

    Nesse ambiente, a CNC revisou mais uma vez para cima a previsão de vendas do varejo em 2018 para 4,5%, estimando também em 5,2% as vendas para 2019. Diante de um cenário mais favorável, espera-se que as intenções de consumo continuem crescendo nos próximos meses, de maneira a refletir as expectativas do comportamento esperado para a economia.

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – novembro de 2018

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

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    Análise completa da ICF

    Gráficos do ICF

    ICF Série Histórica