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  • Boletim Informativo Diário (BID) 142/2018

    DESTAQUES:

    Reconduzidos e designado representantes da Empresas (CNC) no Conselho de Recursos do Seguro Social no Distrito Federal

    Republicada norma que disciplina a fiscalização da aprendizagem profissional

    Alterada a composição do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual

    Convocada a eleição de entidades da sociedade civil organizada, sem fins lucrativos, com atuação no campo da promoção e defesa dos direitos da pessoa idosa, para compor o CNDI, referente à gestão 2018-2020

    DESTAQUES:

    Reconduzidos e designado representantes da Empresas (CNC) no Conselho de Recursos do Seguro Social no Distrito Federal

    Republicada norma que disciplina a fiscalização da aprendizagem profissional

    Alterada a composição do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual

    Convocada a eleição de entidades da sociedade civil organizada, sem fins lucrativos, com atuação no campo da promoção e defesa dos direitos da pessoa idosa, para compor o CNDI, referente à gestão 2018-2020

    Convocada as entidades habilitadas nos termos do Edital n.º 001/2018 a comparecerem à assembleia de eleição dos representantes da sociedade civil no CNDI, referente à gestão 2018-2020

  • Empresariado do turismo entrega pauta de demandas para presidenciáveis

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, ao lado do presidente em exercício da Fecomércio-PR, Paulo César Nauiack, entregou na terça-feira, dia 31 de julho, ao candidato à Presidência da República Álvaro Dias (Podemos) documento com as principais demandas do setor de turismo. O encontro aconteceu durante a passagem do candidato por Curitiba, no Paraná .

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, ao lado do presidente em exercício da Fecomércio-PR, Paulo César Nauiack, entregou na terça-feira, dia 31 de julho, ao candidato à Presidência da República Álvaro Dias (Podemos) documento com as principais demandas do setor de turismo. O encontro aconteceu durante a passagem do candidato por Curitiba, no Paraná .

    Além dos presidentes do Cetur/CNC e da Fecomércio-PR participaram da entrega o presidente do Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Curitiba (Seha), João Jacob Mehl, e o vice-presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Marco Antonio Fatuch.

    Já no Rio de Janeiro, o presidente da Associação Brasileira de Turismo Receptivo Internacional (Bito), Salvador Saladino, a presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Angela Costa, a presidente executiva do Rio Convention & Visitors Bureau (Rio CVB), Sonia Chami, e o secretário executivo do Cetur/CNC, Eraldo Alves da Cruz, entregaram documento com as demandas da cadeia produtiva do turismo ao candidato à Presidência Guilherme Boulos (PSOL) com a presença do deputado estadual do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, em evento na ACRJ, também em 31 de julho, pela manhã. 

    Freixo (Psol), Angela Costa (ACRJ), Boulos (Psol), Sonia (Rio CVB), Eraldo (Cetur) e Saladino (Bito)

    O documento Turismo: +desenvolvimento +emprego +sustentabilidade traz propostas elaboradas por 25 entidades nacionais e associações que representam a cadeia produtiva do turismo, com a coordenação do Cetur/CNC. O documento aponta caminhos para impulsionar a indústria do turismo como vetor da retomada do crescimento econômico e da geração de empregos por meio de cinco pilares de ação: infraestrutura, promoção, gestão e monitoramento, segurança jurídica e competitividade.

    “Reunimos em um texto com linguagem objetiva e prática as principais reivindicações do setor empresarial do turismo brasileiro. Ele está sendo entregue a todos os presidenciáveis. Queremos reafirmar a importância que o turismo pode ter no desenvolvimento do Brasil, colaborando efetivamente com a economia brasileira”, destacou Alexandre Sampaio.

    O candidato Álvaro Dias agradeceu a pauta e afirmou que, se eleito, vai estabelecer uma comunicação permanente com entidades representativas como as que compõem o Cetur/CNC.

    Para Guilherme Boulos, o turismo deve ter tratamento diferenciado por conta das possibilidades de crescimento que pode gerar ao País. Boulos destacou ainda a necessidade de melhorar a malha aérea regional, entre outras coisas. A mesma pauta será entregue aos demais candidatos à Presidência da República.

    Entidades do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) que participaram da elaboração do documento:

    FNHRBS – Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares

    ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagem

    ABEAR – Associação Brasileira das Empresas Aéreas

    ABEOC – Associação Brasileira de Empresas de Eventos

    ABETA – Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura

    ABIH NACIONAL – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis

    ABLA – Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis

    ABOTTC – Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos e Culturais

    ABR – Associação Brasileira de Resorts – Resorts Brasil

    ABRACCEF – Associação Brasileira de Centros de Convenções e Feiras

    ABRACORP – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas

    ABRASEL NACIONAL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes

    ABRASTUR – Associação Brasileira de Turismo Social

    ABRATURR – Associação Brasileira de Turismo Rural

    ABREMAR – Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos

    ALAGEV – Associação Latino-Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas

    ANTTUR – Associação Nacional dos Transportadores de Turismo e Fretamento

    BITO – Associação Brasileira de Turismo Receptivo Internacional

    BRASIL C&VB – Brasil Convention & Visitors Bureau

    BRAZTOA – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo

    FOHB – Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil

    SEBRAE NACIONAL – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

    SINDEPAT – Sistema Integrado de Parques Temáticos e Atrações Turísticas do Brasil

    UBRAFE – União Brasileira dos Promotores de Feiras

    UNEDESTINOS – União Nacional dos CVBs e Entidades de Destinos

  • Boletim Informativo Diário (BID) 141/2018

    DESTAQUES:

    Aprovado o Regimento Eleitoral para as eleições do Conselho Nacional de Saúde do mandato do triênio 2018/2021, com o objetivo de regulamentar a eleição, entre outras, das entidades empresariais nacionais com atividades na área da saúde, entre elas a CNC

    Constituído Grupo de Estudo Tripartite – GET com o objetivo de aprofundar os estudos sobre medidas e procedimentos de prevenção referentes à exposição ocupacional a agentes cancerígenos, composto, entre outros, por representante da CNC

    DESTAQUES:

    Aprovado o Regimento Eleitoral para as eleições do Conselho Nacional de Saúde do mandato do triênio 2018/2021, com o objetivo de regulamentar a eleição, entre outras, das entidades empresariais nacionais com atividades na área da saúde, entre elas a CNC

    Constituído Grupo de Estudo Tripartite – GET com o objetivo de aprofundar os estudos sobre medidas e procedimentos de prevenção referentes à exposição ocupacional a agentes cancerígenos, composto, entre outros, por representante da CNC

    Secretaria de Inspeção do Trabalho disciplina a fiscalização da aprendizagem profissional

    CEF estabelece procedimentos pertinentes à geração e arrecadação da guia de recolhimento mensal e rescisório do FGTS durante período de adaptação à obrigatoriedade à prestação de informações pelo eSocial

  • Câmaras Brasileiras do Comércio – Relatório de atividades 2017

    Sintetiza as atividades Câmaras Brasileiras do Comércio da CNC, que tem como objetivo realizar estudos e fornecer sugestões para a ação política da Confederação, em apoio e defesa das categorias econômicas nelas representadas. Criadas para atender à execução de programas especiais de atuação da entidade nas áreas abrangidas e seus integrantes são empresários atuantes desses setores, representantes da CNC em órgãos governamentais, técnicos e diretores da entidade.

    Sintetiza as atividades Câmaras Brasileiras do Comércio da CNC, que tem como objetivo realizar estudos e fornecer sugestões para a ação política da Confederação, em apoio e defesa das categorias econômicas nelas representadas. Criadas para atender à execução de programas especiais de atuação da entidade nas áreas abrangidas e seus integrantes são empresários atuantes desses setores, representantes da CNC em órgãos governamentais, técnicos e diretores da entidade. 

  • Câmaras Brasileiras do Comércio – Relatório de atividades 2016

    Sintetiza as atividades Câmaras Brasileiras do Comércio da CNC, que tem como objetivo realizar estudos e fornecer sugestões para a ação política da Confederação, em apoio e defesa das categorias econômicas nelas representadas. Criadas para atender à execução de programas especiais de atuação da entidade nas áreas abrangidas e seus integrantes são empresários atuantes desses setores, representantes da CNC em órgãos governamentais, técnicos e diretores da entidade.

    Sintetiza as atividades Câmaras Brasileiras do Comércio da CNC, que tem como objetivo realizar estudos e fornecer sugestões para a ação política da Confederação, em apoio e defesa das categorias econômicas nelas representadas. Criadas para atender à execução de programas especiais de atuação da entidade nas áreas abrangidas e seus integrantes são empresários atuantes desses setores,  representantes da CNC em órgãos governamentais, técnicos e diretores da entidade.

  • Exportações devem ter crescimento de 3,1% em 2018

    Em 2018, as exportações brasileiras devem chegar a US$ 224,445 bilhões, um aumento de 3,1% em relação ao ano passado, segundo projeções da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) sobre a balança comercial para este ano.

    O crescimento das exportações, apesar da recessão e do baixo crescimento econômico brasileiro nos últimos anos, deverá ser possível por conta da forte elevação das cotações de petróleo no primeiro semestre de 2018, da quebra da safra de soja na Argentina, do aumento dos preços de óleos e combustíveis e das vendas de plataformas de petróleo.

    Em 2018, as exportações brasileiras devem chegar a US$ 224,445 bilhões, um aumento de 3,1% em relação ao ano passado, segundo projeções da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) sobre a balança comercial para este ano.

    O crescimento das exportações, apesar da recessão e do baixo crescimento econômico brasileiro nos últimos anos, deverá ser possível por conta da forte elevação das cotações de petróleo no primeiro semestre de 2018, da quebra da safra de soja na Argentina, do aumento dos preços de óleos e combustíveis e das vendas de plataformas de petróleo.

    Segundo a análise da entidade, as importações devem atingir US$ 168,130 bilhões, com expansão de 11,5% comparado com o mesmo período. Os números indicam um superávit comercial de US$ 56,315 bilhões, porém com queda de 15,9%. “Mesmo sendo menor, pode-se avaliar como um robusto superávit e que pode ser comemorado, mas sem esquecer que será obtido com baixos volumes de exportação e importação”, destaca José Augusto de Castro, presidente da AEB.

    O levantamento projeta ainda uma corrente de comércio de US$ 392,575 bilhões para 2018. Será maior que os US$ 368,499 bilhões apurados em 2017, mas ainda longe do recorde de US$ 482,292 bilhões, obtidos em 2011.

    As exportações brasileiras de manufaturados, de acordo com os dados da AEB, ficarão estagnadas pelo quinto ano consecutivo. “Nossas exportações ficarão inferiores aos valores de 2007, especialmente após a crise argentina deflagrada no primeiro semestre de 2018”, frisa José Augusto de Castro.

    A avaliação também não é animadora para 2019, pois a Argentina, principal destino destas exportações, terá baixo crescimento econômico ou uma possível recessão, com elevada desvalorização cambial, superior a 50%, déficit comercial e desemprego, que impactarão negativamente suas importações, afetando diretamente as exportações brasileiras de manufaturados. “Em 2017, a Argentina recuperou o posto de maior país importador de manufaturados brasileiros, perdido em 2014 para os Estados Unidos. Porém, a crise naquele país reverterá o cenário positivo do primeiro semestre de 2018, voltando à segunda posição”, explica Castro.

    O presidente da AEB elenca também uma série de situações que poderá causar reflexos no comércio internacional, entre elas os impactos gerados pela guerra comercial envolvendo EUA, China e União Europeia; a crise nuclear EUA x Irã; os fatores com reflexos nas cotações e quantum das commodities; além da grave crise econômica, comercial e cambial da Argentina, do reduzido crescimento do PIB brasileiro e da desvalorização do real.

    Cenários

    A concentração nos três principais produtos de exportação crescerá ainda mais em 2018, com soja, petróleo e minério de ferro atingindo recorde de 30,5%, consolidando a elevada dependência das commodities nas exportações e no superávit comercial. Esses dados reforçam a necessidade urgente de reformas estruturais para reduzir o Custo-Brasil e gerar competitividade nas exportações de manufaturados. “Hoje entre os dez principais produtos exportados pelo Brasil, nove são commodities e apenas um, automóveis, é manufaturado”, destaca Castro.

    A soja, pelo quarto ano consecutivo, será o principal produto de exportação do Brasil, agora com o petróleo na segunda posição e minério de ferro em terceiro. Até a terceira semana de julho, foram embarcados 54 milhões de toneladas de soja em grão, representando 76% dos 71 milhões de toneladas previstas para embarque em 2018.

    O documento divulgado pela AEB projeta que a taxa cambial para o fim de 2018 será diretamente influenciada pelo nível dos juros nos Estados Unidos e pelo resultado das eleições presidenciais no Brasil. A perspectiva é que oscile entre o mínimo de R$ 3,50 e R$ 4,00, com impactos limitados e localizados nas exportações e importações.

    “O elevado Custo-Brasil mantém o País excluído das cadeias globais de valor e, indiretamente, provoca seu isolamento comercial, resultando em baixo volume de exportações de produtos manufaturados e perda de empregos qualificados”, salienta Castro, que acrescenta ainda que “os dados projetados para 2018 sinalizam que o Brasil continuará ocupando, respectivamente, a 25ª posição no ranking de exportação e 27ª, na importação, além de manter a estagnada participação de 1,1% nas exportações mundiais”, conclui.

     

  • Turismo fecha mais de 7 mil postos de trabalho em junho

    O setor de turismo no Brasil fechou o mês de junho de 2018 com saldo negativo de 7.743 postos de trabalho, com ajuste sazonal. Segundo o estudo Empregabilidade no Turismo, produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os serviços ligados ao turismo continuaram amargando prejuízos, uma vez que se manteve a tendência do desemprego do mês anterior. Em maio, o número de desempregados foi um pouco maior, atingindo 8.754 trabalhadores.

    O setor de turismo no Brasil fechou o mês de junho de 2018 com saldo negativo de 7.743 postos de trabalho, com ajuste sazonal. Segundo o estudo Empregabilidade no Turismo, produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os serviços ligados ao turismo continuaram amargando prejuízos, uma vez que se manteve a tendência do desemprego do mês anterior. Em maio, o número de desempregados foi um pouco maior, atingindo 8.754 trabalhadores. Nesses dois meses, o desemprego acumulou 16,5 mil pessoas, reflexo do tamanho do ajuste de diminuição de custos que as empresas realizaram.

    O resultado entre admissões/demissões no 1º semestre atingiu -11.689, menor do que o verificado no mesmo período do ano passado (-13.061). Em 2016, a economia do turismo brasileiro gerou 37.392 novos postos, apesar da recessão. Isso ocorreu porque as empresas do setor de serviços demoraram a reduzir o contingente de pessoal.

    “No curto prazo, a melhora do setor vai depender do otimismo dos consumidores quanto às perspectivas do mercado de trabalho, à estabilidade dos preços e à folga para gastos novos nos orçamentos. Também vai depender da capacidade de a economia voltar a crescer”, projeta o economista da CNC Antonio Everton. “Enquanto isso não acontece, o emprego no turismo continuará sofrendo as oscilações da conjuntura econômica, retrato do desempenho das empresas do setor”, completa.

    Resultado por estado

    O estudo aponta que o desemprego atingiu todas as regiões, com destaque para Sul (-2.049) e Sudeste (-3.853). Nos sete estados que compõem as duas áreas, o Espírito Santo foi a exceção, onde o emprego cresceu com pouca expressão (+10 pessoas).

    Por força do desequilíbrio fiscal e das dificuldades empresariais inerentes à repercussão do aumento da violência, o desemprego prevaleceu no Rio de Janeiro (-2.244), seguido de São Paulo (-1.456).

    Em junho, poucos estados registraram superávit na conta emprego no turismo: Amazonas (152), Maranhão (53), Mato Grosso (33) e Goiás (67). O Ceará ficou em primeiro (479). Ajudam a explicar: o clima, as condições naturais e os efeitos benéficos do investimento, tanto privado quanto público.

    Setores

    O levantamento mostra um movimento atípico em relação à empregabilidade nos segmentos. Agentes de viagens (+71), cultura e lazer (+49), assim como locadoras de veículos (+33), empresas aéreas de transporte de passageiros (+305) e ferrovias (+111), foram os segmentos que mais empregaram. Já hospedagem e alimentação impulsionaram o desemprego (-6.269).

    Balanço do 1º semestre

    De janeiro a junho de 2018, apesar do resultado negativo (-11.689), o emprego foi puxado pela movimentação do mercado de trabalho de São Paulo (+7.656). Em contraposição, o Rio de Janeiro foi o estado que mais cortou oportunidades de trabalho (-6.968). Mesmo fenômeno se repetiu em 12 meses, quando se compara junho/18 com junho/17. São Paulo foi o local onde o nível de emprego mais avançou, enquanto as empresas turísticas localizadas no Rio de Janeiro foram as mais afetadas pela queda das vendas.

    Neste ano, o dólar subiu pouco mais de 18,0%, atrapalhando as escolhas das famílias ao onerar o custo da viagem internacional.

    “O consumidor nacional revelou-se cauteloso em virtude da baixa confiança com relação à economia. Além disso, a retração do mercado de trabalho junto com a alta da inflação e a baixa confiança para o consumo desaceleraram as vendas das atividades do setor”, pondera Antonio Everton.

    Clique aqui para acessar a análise completa da Divisão Econômica da CNC

    O economista Antonio Everton está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9364.

     

  • Turismo fecha mais de 7 mil postos de trabalho em junho

    O setor de turismo no Brasil fechou o mês de junho de 2018 com saldo negativo de 7.743 postos de trabalho, com ajuste sazonal. Segundo o estudo Empregabilidade no Turismo, produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os serviços ligados ao turismo continuaram amargando prejuízos, uma vez que se manteve a tendência do desemprego do mês anterior. Em maio, o número de desempregados foi um pouco maior, atingindo 8.754 trabalhadores.

    O setor de turismo no Brasil fechou o mês de junho de 2018 com saldo negativo de 7.743 postos de trabalho, com ajuste sazonal. Segundo o estudo Empregabilidade no Turismo, produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os serviços ligados ao turismo continuaram amargando prejuízos, uma vez que se manteve a tendência do desemprego do mês anterior. Em maio, o número de desempregados foi um pouco maior, atingindo 8.754 trabalhadores. Nesses dois meses, o desemprego acumulou 16,5 mil pessoas, reflexo do tamanho do ajuste de diminuição de custos que as empresas realizaram.

    O resultado entre admissões/demissões no 1º semestre atingiu -11.689, menor do que o verificado no mesmo período do ano passado (-13.061). Em 2016, a economia do turismo brasileiro gerou 37.392 novos postos, apesar da recessão. Isso ocorreu porque as empresas do setor de serviços demoraram a reduzir o contingente de pessoal.

    “No curto prazo, a melhora do setor vai depender do otimismo dos consumidores quanto às perspectivas do mercado de trabalho, à estabilidade dos preços e à folga para gastos novos nos orçamentos. Também vai depender da capacidade de a economia voltar a crescer”, projeta o economista da CNC Antonio Everton. “Enquanto isso não acontece, o emprego no turismo continuará sofrendo as oscilações da conjuntura econômica, retrato do desempenho das empresas do setor”, completa.

    Resultado por estado

    O estudo aponta que o desemprego atingiu todas as regiões, com destaque para Sul (-2.049) e Sudeste (-3.853). Nos sete estados que compõem as duas áreas, o Espírito Santo foi a exceção, onde o emprego cresceu com pouca expressão (+10 pessoas).

    Por força do desequilíbrio fiscal e das dificuldades empresariais inerentes à repercussão do aumento da violência, o desemprego prevaleceu no Rio de Janeiro (-2.244), seguido de São Paulo (-1.456).

    Em junho, poucos estados registraram superávit na conta emprego no turismo: Amazonas (152), Maranhão (53), Mato Grosso (33) e Goiás (67). O Ceará ficou em primeiro (479). Ajudam a explicar: o clima, as condições naturais e os efeitos benéficos do investimento, tanto privado quanto público.

    Setores

    O levantamento mostra um movimento atípico em relação à empregabilidade nos segmentos. Agentes de viagens (+71), cultura e lazer (+49), assim como locadoras de veículos (+33), empresas aéreas de transporte de passageiros (+305) e ferrovias (+111), foram os segmentos que mais empregaram. Já hospedagem e alimentação impulsionaram o desemprego (-6.269).

    Balanço do 1º semestre

    De janeiro a junho de 2018, apesar do resultado negativo (-11.689), o emprego foi puxado pela movimentação do mercado de trabalho de São Paulo (+7.656). Em contraposição, o Rio de Janeiro foi o estado que mais cortou oportunidades de trabalho (-6.968). Mesmo fenômeno se repetiu em 12 meses, quando se compara junho/18 com junho/17. São Paulo foi o local onde o nível de emprego mais avançou, enquanto as empresas turísticas localizadas no Rio de Janeiro foram as mais afetadas pela queda das vendas.

    Neste ano, o dólar subiu pouco mais de 18,0%, atrapalhando as escolhas das famílias ao onerar o custo da viagem internacional.

    “O consumidor nacional revelou-se cauteloso em virtude da baixa confiança com relação à economia. Além disso, a retração do mercado de trabalho junto com a alta da inflação e a baixa confiança para o consumo desaceleraram as vendas das atividades do setor”, pondera Antonio Everton.

  • Empregabilidade no Turismo – 1º semestre de 2018

    O estudo Empregabilidade no Turismo foi produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

    O estudo Empregabilidade no Turismo foi produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

  • Síntese da Conjuntura 31/07/2018

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.