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  • Boletim Informativo Diário (BID) 120/2018

    DESTAQUES:

    Disponibilizado o Relatório Resumido da Execução Orçamentária do Governo Federal relativo ao mês de maio de 2018

    Divulgado o cronograma de pagamento dos rendimentos do Pis-Pasep para o exercício 2018/2019

    Regulamentada a atividade de produção de biocombustíveis e a autorização de operação da instalação produtora de biocombustíveis

    Decretado ponto facultativo nas repartições públicas estaduais e municipais no Rio de janeiro, no dia 02 de julho de 2018

    DESTAQUES:

    Disponibilizado o Relatório Resumido da Execução Orçamentária do Governo Federal relativo ao mês de maio de 2018

    Divulgado o cronograma de pagamento dos rendimentos do Pis-Pasep para o exercício 2018/2019

    Regulamentada a atividade de produção de biocombustíveis e a autorização de operação da instalação produtora de biocombustíveis

    Decretado ponto facultativo nas repartições públicas estaduais e municipais no Rio de janeiro, no dia 02 de julho de 2018

  • TV CNC | Eventos como alavanca da economia

    Para trocar experiências sobre a participação do segmento de eventos na macroeconomia e na cadeia produtiva do turismo, o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, realizou o seminário Eventos Como Alavanca da Economia, o primeiro evento da série Turismo – Eventos em Debate, que a Confederação irá promover ao longo de 2018.

    O presidente do Cetur/CNC, Alexandre Sampaio, lembrou que um melhor entendimento sobre o mercado é essencial para a sobrevivência e expansão dos eventos.

     

    Para trocar experiências sobre a participação do segmento de eventos na macroeconomia e na cadeia produtiva do turismo, o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, realizou o seminário Eventos Como Alavanca da Economia, o primeiro evento da série Turismo – Eventos em Debate, que a Confederação irá promover ao longo de 2018.

    O presidente do Cetur/CNC, Alexandre Sampaio, lembrou que um melhor entendimento sobre o mercado é essencial para a sobrevivência e expansão dos eventos.

     

  • Impactos da nova legislação trabalhista serão discutidos em seminário na Câmara na próxima terça

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove um seminário na terça-feira (03/07) sobre os impactos da nova legislação trabalhista (Lei nº 13.467/2017). O deputado Bohn Gass (PT-RS), um dos autores do requerimento para realização do evento, é contrário à reforma trabalhista feita no ano passado.

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove um seminário na terça-feira (03/07) sobre os impactos da nova legislação trabalhista (Lei nº 13.467/2017). O deputado Bohn Gass (PT-RS), um dos autores do requerimento para realização do evento, é contrário à reforma trabalhista feita no ano passado.

    Para ele, a promessa de aumento de empregos não se concretizou e as vagas existentes foram precarizadas. Ele defende dois caminhos para contornar a reforma: a aprovação do Estatuto do Trabalho, em análise no Senado; e a votação de propostas sobre o tema em tramitação na Câmara.

    “Vamos trabalhar para que este estatuto possa ter sua aprovação, que é, na verdade, uma nova CLT, e repor artigos retirados. E vamos reunir todos os projetos, de diferentes deputados, de diferentes partidos, e fazer uma articulação destes projetos para levar à votação na Câmara.”

    Bohn Gass vai participar de uma mesa sobre a qualidade do emprego após a reforma e os impactos econômicos. Também serão analisados pontos como a aplicação da reforma no sistema de Justiça, e a ação dos sindicatos e das centrais sindicais diante das mudanças.

    Outro requerente do seminário, o deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), que é presidente da Comissão de Trabalho, afirma que as divergências em torno da reforma são apenas ideológicas.

    Segundo ele, os direitos foram ampliados, “dando a segurança de que, através dos acordos coletivos de trabalho, com força de lei, possibilita ao trabalhador a forma mais vantajosa de usufruir destes direitos.”

    O ministro do Trabalho, Helton Yomura, vem afirmando que um dos indicadores de que a reforma trabalhista foi positiva está nos dados de crescimento do emprego com carteira assinada no País. O último registro, de maio, mostrou crescimento em relação a abril e, no ano, o saldo é de 381.166 postos de trabalho.

    Foram convidados para debater o tema com os parlamentares representantes do governo, de centrais sindicais e do Poder Judiciário.

    Participação popular

    O seminário, que ocorrerá durante toda o dia, está marcado para começar às 9 horas, no auditório Nereu Ramos. Os interessados poderão acompanhar o debate ao vivo e enviar perguntas, críticas e sugestões por meio do portal e-Democracia.

  • Comissão rejeita novas regras sobre obrigações mercantis

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços rejeitou na terça-feira (26/06) proposta que pretendia criar novas regras para orientar os contratos envolvendo o comércio de bens e serviços entre empresas ou entre empresas e consumidores. A matéria será arquivada, a menos que haja recurso ao Plenário.

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços rejeitou na terça-feira (26/06) proposta que pretendia criar novas regras para orientar os contratos envolvendo o comércio de bens e serviços entre empresas ou entre empresas e consumidores. A matéria será arquivada, a menos que haja recurso ao Plenário.

    O texto rejeitado (Projeto de Lei nº 9324/2017) previa, por exemplo, que os contratos mercantis não estariam sujeitos à forma ou meio específicos para sua formalização, exceto quando a Lei de Introdução às Obrigações Mercantis, que seria criada pelo projeto, exigisse.

    Além disso, a proposta fixava que o contrato verbal seria presumidamente celebrado por prazo indeterminado, por preço de mercado e nas condições usualmente praticadas, salvo prova em contrário.

    Segundo o autor, deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), o objetivo seria fazer com que os contratos mercantis servissem para aproximar a intenção manifesta das partes, independentemente da interpretação literal do texto. Ao recomendar a rejeição da proposta, o relator no colegiado, deputado Lucas Vergilio (SD-GO), destacou que já existem leis no ordenamento jurídico brasileiro que tratam das obrigações mercantis, como o Código Civil (10.406/02), além de leis específicas para determinados contratos.

    “Ao prever que as obrigações mercantis serão regidas pelos princípios da liberdade de contratar, da autonomia da vontade privada, da plena vinculação dos contratantes ao contrato e da boa-fé, o projeto se mostra desnecessário, em razão do que já está disposto no Código Civil”, disse.

  • Sumário Econômico 1533

    Novo ato normativo da Receita Federal sobre compensações tributárias – No último dia 14 de junho, a Receita Federal do Brasil (RFB) publicou a Instrução Normativa (IN) 1810, que trata de assunto relevante às empresas, especialmente as intensivas em mão de obra, como as prestadoras de serviços: disciplina regras de restituição e compensação tributária, dentre as quais as contribuições previdenciárias.

    Novo ato normativo da Receita Federal sobre compensações tributárias – No último dia 14 de junho, a Receita Federal do Brasil (RFB) publicou a Instrução Normativa (IN) 1810, que trata de assunto relevante às empresas, especialmente as intensivas em mão de obra, como as prestadoras de serviços: disciplina regras de restituição e compensação tributária, dentre as quais as contribuições previdenciárias. O texto aborda, entre outros detalhes que devem ser considerados, a possibilidade da compensação de débitos previdenciários com créditos de outros tributos administrados pela RFB, uma “unificação” dosregimes de compensação tributária (compensação cruzada* entre créditos fazendários e previdenciários) às empresas que já adotaram o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).

    Copa do Mundo 2018: uma em cada quatro famílias pretende consumir mais – Faltando poucos dias para o início do Mundial de Futebol da Rússia, pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que 24,0% das famílias brasileiras apresentam intenção de consumir itens relacionados ao Mundial de Futebol de 2018. Esse percentual representa menos da metade dos registros de intenções de consumo às vésperas da Copa realizada no Brasil em 2014 (50,1%). O levantamento da entidade foi realizado em todas as capitais do País e suas respectivas regiões metropolitanas, entrevistando cerca de 20 mil consumidores. Naturalmente, além do menor envolvimento da população com o próximo Mundial a se realizar no exterior, as condições de consumo em 2018 ainda se encontram menos favoráveis do que há quatro anos.

    Seminário discute aprimoramento da regulação de mini e microgeração distribuída – Nos dias 20 e 21 de junho de 2018, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizou em Brasília, Distrito Federal, o Seminário Internacional de Micro e Minigeração Distribuída, com o objetivo de discutir, junto a diversos setores, a regulação instituída pela Resolução Normativa da Aneel nº 482/2012, levando em conta não apenas a experiência brasileira desde sua aplicação, mas também as práticas internacionais de políticas públicas para o setor. O seminário faz parte da Agenda Regulatória 2018-2019 da instituição, que conta também com a Consulta Pública nº 10/2018 (aberta de 25/05/2018 a 17/07/2018) com base na Nota Técnica n° 0062/2018 e na Análise de Impacto Regulatório. A regulação atual para Geração Distribuída (GD), desde 17 de abril de 2012, quando entrou em vigor, permite ao consumidor brasileiro gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada, fornecendo o excedente para a rede de distribuição de sua localidade, por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE).

  • Boletim Informativo Diário (BID) 119/2018

    DESTAQUES:

    BCB fixa meta de inflação em 3,75% para 2021

    ANSS disciplina normas sobre planos privados de assistência suplementar à saúde

    CODEFAT aprova a Prestação de Contas do FAT relativa ao exercício de 2017

    Disciplinado o pagamento do Abono Salarial referente ao exercício de 2018/2019

    Estabelecido o custo aluno/hora médio para as ações no âmbito do Programa Nacional de Qualificação Social e Profissional – Qualifica Brasil

    DESTAQUES:

    BCB fixa meta de inflação em 3,75% para 2021

    ANSS disciplina normas sobre planos privados de assistência suplementar à saúde

    CODEFAT aprova a Prestação de Contas do FAT relativa ao exercício de 2017

    Disciplinado o pagamento do Abono Salarial referente ao exercício de 2018/2019

    Estabelecido o custo aluno/hora médio para as ações no âmbito do Programa Nacional de Qualificação Social e Profissional – Qualifica Brasil

    Instituído Grupo de Trabalho com a finalidade de reanalisar as certidões sindicais suspensas, em razão de possíveis irregularidades

  • Sistema Fecomércio-AM lamenta perda de vice-presidente

    O Sistema Fecomércio-AM (Sesc, Senac, Centro do Comércio e Instituto de Pesquisas Empresariais do Amazonas) declarou luto e pesar pelo falecimento de José dos Santos da Silva Azevedo, empresário e vice-presidente das entidades, na tarde de 23 de junho.

    O Sistema Fecomércio-AM (Sesc, Senac, Centro do Comércio e Instituto de Pesquisas Empresariais do Amazonas) declarou luto e pesar pelo falecimento de José dos Santos da Silva Azevedo, empresário e vice-presidente das entidades, na tarde de 23 de junho.

    Nascido em 1933, em Portugal, Azevedo imigrou para o Brasil ainda criança e no Amazonas construiu sua história consubstanciada com o desenvolvimento e a defesa comercial do estado. Há 32 anos, integrava o Sistema Fecomércio-AM e será sempre lembrando pela sua integridade, benevolência, proatividade e empreendedorismo. Além de empresário, José de Azevedo era fundador do grupo TV La, cônsul honorário de Portugal em Manaus, vice-presidente da Fecomércio-AM, conselheiro do Sesc e Senac no estado e presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Estado do Amazonas (Sindivarejista AM). O empresário deixa esposa, quatro filhos e nove netos.

     

  • Comissão pode votar na próxima semana parecer sobre preços mínimos para fretes no transporte de cargas

    A comissão mista de deputados e senadores encarregada de analisar a Medida Provisória (MP) nº 832/2018, que estabelece preços mínimos para os fretes dos caminhoneiros, quer acelerar os seus trabalhos. O objetivo é votar no colegiado já na próxima terça-feira (03/07) o parecer do deputado Osmar Terra (MDB-RS), que será favorável à MP.

    Ele espera que a medida provisória, que ajudou a encerrar a última greve dos caminhoneiros, seja votada no Plenário da Câmara na quarta-feira (04/07). Assim, a matéria poderia ser analisada pelo Senado antes do recesso parlamentar.

    A comissão mista de deputados e senadores encarregada de analisar a Medida Provisória (MP) nº 832/2018, que estabelece preços mínimos para os fretes dos caminhoneiros, quer acelerar os seus trabalhos. O objetivo é votar no colegiado já na próxima terça-feira (03/07) o parecer do deputado Osmar Terra (MDB-RS), que será favorável à MP.

    Ele espera que a medida provisória, que ajudou a encerrar a última greve dos caminhoneiros, seja votada no Plenário da Câmara na quarta-feira (04/07). Assim, a matéria poderia ser analisada pelo Senado antes do recesso parlamentar.

    O plano anterior da comissão era realizar duas audiências públicas – com representantes do governo e do setor de combustíveis — pela manhã e pela tarde na terça que vem e só votar a MP no colegiado no dia seguinte. Porém, diante da urgência do tema, Osmar Terra anunciou que esses dois debates acontecerão no período da manhã. E o relatório, que vai incluir as informações trazidas nos debates, será votado pelo colegiado na tarde da própria terça-feira.

    “Assim, poderemos votar a MP na quarta-feira no Plenário da Câmara e agilizar a votação no Senado, nem que seja para a semana seguinte. Temos de estar com esse processo resolvido até o dia 17”, explicou Osmar Terra.

    O mais importante, de acordo com ele, é garantir a existência dos preços mínimos de fretes. Uma vez que esse ponto, já previsto na MP em vigor, fique assegurado de forma permanente em lei, o relator acredita que as empresas, o governo e os caminhoneiros poderão fazer novos ajustes no setor de transportes. “Tem que ser um entendimento bom para todos os lados, porém respeitando o custo mínimo do frete. Esse é o caminho que estamos pensando”, ressaltou.

    Questão de sobrevivência

    Na terça-feira (26/06), a comissão mista realizou duas audiências no Senado, pela manhã e pela tarde, para discutir a medida provisória com representantes dos caminhoneiros e dos empresários que contratam os seus serviços. Cerca de 25 caminhoneiros argumentaram que a fixação de preços mínimos dos fretes é a solução para as dificuldades da categoria. Eles argumentaram que atualmente os profissionais autônomos têm de escolher entre comprar alimentos ou fazer a manutenção adequada dos veículos.

    “Vivemos quase mendigando em relação ao frete que nos pagam hoje. O nosso dia-a-dia é muito sofrido. Tenho que fazer seis viagens por semana para garantir o sustento da minha família”, contou Joel Almir Rocha, de Santa Catarina.

    Ele disse que a medida provisória, ao contrário do que alegam representantes do empresariado, não estabelece um tabelamento de preços. “É um piso, é como se fosse um salário mínimo que vai assegurar a nossa dignidade de ter um trabalho decente, poder renovar o caminhão, fazer as manutenções, levar dinheiro para casa”, explicou.

    Constitucionalidade

    O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros, José da Fonseca Lopes, defendeu a MP e afirmou que não deveria haver questionamentos do empresariado sobre a constitucionalidade da medida. “Pode haver situações excepcionais de intervenção estatal legítima em matéria de preços. A MP é essencial para reorganizar um mercado deteriorado, em que os princípios da proteção do trabalhador e da valorização do trabalho não estão atendidos”, salientou.

    Na avaliação do presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Ijuí (RS), Carlos Alberto Litti Dahmer, inconstitucional seria deixar trabalhadores passarem fome. “Não se trata da mão invisível do mercado, mas da exploração extrema de uma categoria. Não queremos ficar ricos, e sim sobreviver”, comentou.

    “Não estamos conseguindo nos manter e não fizemos paralisação para apertar o governo. Iríamos parar por pane seca, por falta de dinheiro para colocar óleo diesel. Não temos mais condições de trabalho”, acrescentou Nelson de Carvalho Junior, do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Volta Redonda e Região Sul Fluminense.

    O presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Francisco Beltrão e Região do Sudoeste do Paraná, Jamir Botega, destacou que poderá haver novas greves caso o preço mínimo de frete não seja garantido. “Não é ameaça. Se nós não conseguirmos fazer com que se cumpra uma lei, uma tabela, daqui a pouco acontecerá uma nova paralisação, e os prejuízos serão maiores”, alertou.

    Durante a audiência, os representantes dos caminhoneiros afirmaram que em alguns lugares do País, como no Porto de Paranaguá (RJ), trabalhadores que exigem o cumprimento da tabela de preço mínimo de frete chegam a ser ameaçados de morte.

    MP

    A MP nº 832/2018 institui a Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, com a finalidade de promover condições razoáveis à realização de fretes no território nacional. Conforme o texto, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicará duas tabelas por ano (dias 20 de janeiro e 20 de julho) com os preços mínimos dos fretes por quilômetro rodado, levando em conta o tipo de carga (geral, a granel, frigorificada, perigosa e neogranel) e, prioritariamente, os custos do óleo diesel e dos pedágios.

    O texto determina que representantes das cooperativas de transporte de cargas e dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos participarão da fixação dos preços mínimos. A MP também estabelece que os preços fixados pela ANTT terão natureza vinculativa, e a não observância deles sujeitará o infrator a indenizar o transportador pelo dobro do que seria devido, descontado o valor já pago.

  • Comissão aprova normas para exposição e venda de produtos sem glúten

    A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou, com mudanças, o Projeto de Lei nº 8565/2017, do Senado, que obriga os estabelecimentos que vendem alimentos a oferecer, em gôndolas específicas, produtos adequados para o consumo de pessoas com doença celíaca. Os portadores dessa doença têm reações adversas ao glúten, proteína encontrada em cereais como o trigo, o centeio e a cevada.

    A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou, com mudanças, o Projeto de Lei nº 8565/2017, do Senado, que obriga os estabelecimentos que vendem alimentos a oferecer, em gôndolas específicas, produtos adequados para o consumo de pessoas com doença celíaca. Os portadores dessa doença têm reações adversas ao glúten, proteína encontrada em cereais como o trigo, o centeio e a cevada.

    De acordo com o substitutivo aprovado pela comissão, de autoria do deputado Mandetta (DEM-MS), um regulamento a ser elaborado depois da transformação da proposta em lei indicará uma cota mínima de produtos sem glúten a ser oferecida, a depender do tamanho e do tipo do estabelecimento. Além disso, os comerciantes que vendem alimentos “in natura” deverão informar, nos locais onde ficam expostos esses artigos, a presença ou ausência de glúten.

    Dia Nacional

    Ao aproveitar pontos de outros projetos que tramitam em conjunto, o substitutivo do relator também cria o “Dia Nacional da Pessoa com Doença Celíaca”, a ser celebrado em 20 de maio de cada ano, em todo o território nacional. A ideia é aproveitar essa data para realizar ações relacionadas à luta contra a doença.

    O texto aprovado pela comissão também cria a Política Nacional de Apoio às Pessoas com Doença Celíaca, que terá objetivos como a divulgação de informações sobre a doença, incluindo seus sintomas, frequência na população e forma de controle; e a garantia de acesso dos pacientes a políticas públicas diferenciadas.

    O Poder Público ficará obrigado a fornecer merenda diferenciada para estudantes com doença celíaca matriculados na rede pública de ensino. O substitutivo considera como direito da pessoa com essa doença o acesso regular a alimentos sem glúten.

    Tramitação

    O projeto, que precisa ser votado no Plenário da Câmara, ainda será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Seguridade aprova inclusão de turismo como direito fundamental do idoso

    A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (27/06) o Projeto de Lei nº 655/2015, do deputado Luiz Nishimori (PR-PR), que inclui o turismo como direito fundamental do idoso. A proposta altera o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) para incluir o turismo entre as obrigações prioritárias a serem garantidas aos maiores de 60 anos, como trabalho, lazer, esporte e cultura.

    A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (27/06) o Projeto de Lei nº 655/2015, do deputado Luiz Nishimori (PR-PR), que inclui o turismo como direito fundamental do idoso. A proposta altera o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) para incluir o turismo entre as obrigações prioritárias a serem garantidas aos maiores de 60 anos, como trabalho, lazer, esporte e cultura.

    Segundo a relatora, Flávia Morais (PDT-GO), “há uma carência de produtos e serviços turísticos especialmente destinados ao consumo pelo público idoso, assim como de infraestrutura e equipamentos adequados para a sua faixa etária em cidades, destinos e pontos turísticos, bem como em hotéis, bares, restaurantes e congêneres”.

    A deputada apresentou um substitutivo que não altera a proposta original, mas deixa claro que o Estatuto deve atribuir expressamente ao idoso o direito fundamental ao turismo, além de encarregar o poder público de fomentar a participação dos idosos na atividade turística.

    A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Tramitação

    O projeto é idêntico ao PL nº 7534/2014, do ex-deputado Helcio Silva, que foi arquivado ao final da legislatura passada. Outro projeto idêntico (PL nº 682/2015), do deputado Chico D’Angelo (PDT-RJ), foi rejeitado pela Comissão de Turismo.