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  • STJ/Fazenda Nacional x Pisani Plásticos S.A. – Fazenda Nacional x Agrícola Colferai Ltda

    1ª Turma

    Parcelamento simplificado / Limite de valor

    REsp 1.693.538/RS

    Resp 1.739.641/RS

    Relator: Gurgel de Faria

    1ª Turma

    Parcelamento simplificado / Limite de valor

    REsp 1.693.538/RS

    Resp 1.739.641/RS

    Relator: Gurgel de Faria

    Por unanimidade, ao julgar os dois processos em conjunto, a turma impediu que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Receita Federal estabeleçam, por meio de portaria, um limite de valor para entrada no parcelamento simplificado instituído pela lei nº 11.941/2009. Com base nos artigos nº 153 e 155 do Código Tributário Nacional (CTN), os ministros entenderam que o teto só poderia ser definido por meio de lei. Para os magistrados, a administração tributária só poderia instituir, em portaria, o valor da prestação mínima e o número de parcelas.

    Por meio da portaria conjunta PGFN-RFB nº 15/2009, o fisco atribuiu o limite máximo de R$ 1 milhão aos créditos tributários que podem ser inscritos no parcelamento simplificado. A decisão proferida hoje pela Corte considerou ilegal o teto financeiro estabelecido pela norma e permitiu o ingresso no programa às duas empresas que são parte nos processos.

    O parcelamento simplificado existe desde 2009. Além de permitir que a negociação para adesão seja feita pela internet, o programa autoriza a adesão do contribuinte sem apresentar garantia idônea. Em sustentação oral, um procurador da Fazenda Nacional argumentou que o parcelamento é voltado para pequenos contribuintes, a exemplo de pessoas físicas ou pequenas empresas.

    Nesse sentido, a PGFN defendeu que a lei delegou à administração tributária a competência de estabelecer condições e limites para a adesão ao parcelamento. Se a restrição de valor for retirada, alega a Fazenda, grandes devedores poderiam incluir débitos independentemente de prestação de garantia, já que a legislação traz apenas parâmetros mínimos para o ingresso.

    Ao defender a tese na 1ª e na 2ª instância, a procuradoria vem perdendo grande parte dos julgamentos. A PGFN aguarda a publicação do acórdão para definir se recorrerá da decisão proferida pelo STJ.

     

  • Sumário Econômico 1532

    Intenção de gastos das famílias recuou 0,5% em junho – Os efeitos da recente melhora no mercado de trabalho foram percebidos positivamente na Intenção de Consumo das Famílias (ICF) através do crescimento dos indicadores de emprego (+0,5%) e renda (+0,2%). Por outro lado, as perturbações na economia com a greve dos caminhoneiros, a escassez na distribuição de produtos e a disparada do dólar afetaram as perspectivas, sobretudo de consumo e a disposição para compra de bens duráveis.

    Intenção de gastos das famílias recuou 0,5% em junho – Os efeitos da recente melhora no mercado de trabalho foram percebidos positivamente na Intenção de Consumo das Famílias (ICF) através do crescimento dos indicadores de emprego (+0,5%) e renda (+0,2%). Por outro lado, as perturbações na economia com a greve dos caminhoneiros, a escassez na distribuição de produtos e a disparada do dólar afetaram as perspectivas, sobretudo de consumo e a disposição para compra de bens duráveis. Com os resultados de junho, o índice ICF completou 38 meses abaixo dos 100 pontos (zona de indiferença), mostrando a insatisfação persistente das famílias quanto às condições de consumo. Ainda que neste ano a economia venha crescendo gradualmente, as perspectivas profissionais não se apresentaram favoráveis (-0,4%) em junho, principalmente para as famílias que ganham até dez salários mínimos (-0,8%).

    Estoques do varejo ainda estão aquém do adequado em 17 estados – Levantamento da CNC, apurado em todas as capitais do Brasil, mostra que, no início de junho, comerciantes de 17 unidades da Federação ainda consideravam seus estoques aquém dos níveis normais. Duas semanas após a crise de desabastecimento decorrente da greve dos caminhoneiros, 15,2% ritmo de vendas já foi praticamente normalizado entre os varejistas especializados na comercialização de bens de consumo não duráveis, justamente os primeiros a sentirem os efeitos da crise de desabastecimento. A situação dos estoques, no entanto, revela situações distintas, tanto no plano regional quanto nas categorias de uso do varejo. Pode-se dizer que o equilíbrio dos estoques em relação ao ritmo de vendas já foi praticamente normalizado entre os varejistas especializados na comercialização de bens de consumo não duráveis, justamente os primeiros a sentirem os efeitos da crise de desabastecimento. Segundo 11,8% desses entrevistados, o nível dos estoques ainda se encontra abaixo do adequado – percentual semelhante à média trimestral anterior à crise de abastecimento (11,2%). Ainda assim, em alguns estados, a percepção de baixa nos estoques ainda é significativa.

    Produção industrial registra maior crescimento mensal do ano – Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE, a produção industrial teve aumento de 0,8% em abril, frente a março, com ajuste sazonal. Apesar do resultado positivo, a indústria extrativa revelou comportamento estável, enquanto a de transformação aumentou 0,8%. Dentre as categorias de uso analisadas, a de bens de capital (+1,4%) e a de bens de consumo duráveis (+2,8%) registraram as maiores variações. Bens de consumo semi e não duráveis subiram menos, 0,5%, e, com isso, a categoria de bens de consumo avançou 0,4%. Bens intermediários cresceram 1,0% nessa base de comparação. Além do valor mensal positivo, na comparação com abril de 2017, houve aumento ainda maior, de 8,9%. Ele é o mais intenso desde abril de 2013 (+9,8%).

    Energia solar fotovoltaica – A utilização de energia tem sido cada vez mais presente e essencial na vida de todos. Com o desenvolvimento de novas tecnologias e o surgimento de novas necessidades, aliado ao crescimento populacional, um dos grandes desafios hoje encontrados é a incerteza com relação à disponibilidade futura de energia frente à demanda, principalmente devido ao intensivo uso de fontes não renováveis. Diante dessa realidade, novas fontes têm sido buscadas como forma não só de diversificar as matrizes energéticas, como também desenvolver alternativas que busquem redução dos seus impactos, principalmente de ordem ambiental. A geração de energia solar é sem dúvida uma excelente alternativa para garantir o fornecimento de eletricidade Há algum tempo, a energia solar no País ultrapassou a marca de 1,5 GW de capacidade instalada. Neste ano, deverá fechar com 2,4 GW, graças à contribuição decorrente dos investimentos das usinas solares fotovoltaicas dos leilões de energia de reserva de 2014 e 2015.

  • CBCGAL debate os impactos da reforma trabalhista nas negociações sindicais

    A reforma trabalhista, instituída pela Lei nº 13.467/17, trouxe mudanças para as relações de trabalho e também realizou indiretamente alterações nas relações sindicais. A Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios (CBCGAL) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), coordenada por João Francisco Micelli Vieira, debateu, em 13 de junho, como as mudanças estão impactando nas negociações sindicais, a extensão e os limites do negociado sobre o legislado.

    A reforma trabalhista, instituída pela Lei nº 13.467/17, trouxe mudanças para as relações de trabalho e também realizou indiretamente alterações nas relações sindicais. A Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios (CBCGAL) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), coordenada por João Francisco Micelli Vieira, debateu, em 13 de junho, como as mudanças estão impactando nas negociações sindicais, a extensão e os limites do negociado sobre o legislado. Além disso, trouxe também atualizações em temas como a logística reversa de embalagens e o acompanhamento de projetos legislativos.

    Transferência de responsabilidade – uma questão a ser enfrentada

    A reforma trabalhista acabou com a obrigatoriedade do pagamento da contribuição sindical patronal e laboral, agora condicionado à autorização prévia e expressa das empresas e dos trabalhadores. Os sindicatos do segmento de gêneros alimentícios relataram a dificuldade de realizar as Convenções Coletivas de Trabalho (CCT), pois os sindicatos laborais procuram incluir cláusulas obrigando as empresas a descontarem de seus funcionários a contribuição sindical, sob o argumento de que a assembleia geral dos trabalhadores substituiria essa autorização prevista na lei.

    Representante do Carrefour, Douglas de Souza Soares relatou que está enfrentando decisões judiciais que autorizam, com cláusula de oposição do empregado, esse desconto da contribuição sindical. Segundo Álvaro Luiz Bruzadin Furtado, do Sincovaga-SP, existe uma insegurança jurídica que precisa ser verificada. “Estamos vivendo problemas de conflito com os sindicatos. A jurisprudência indica que desconto de empregado só com autorização expressa e explícita, e os sindicatos dos empregados dizem que não, que as empresas não podem obstar ao exigir essa autorização. O que fazemos?”, questionou.

    Segundo esclareceu o advogado da Divisão Sindical da CNC, Roberto Lopes, esta cláusula estaria transferindo uma obrigação do sindicato laboral para o patronal, e o desconto também pode ser questionado judicialmente. “O inciso XXVI do artigo 611-B da CLT considera esse tipo de cláusula objeto ilícito de negociação, podendo ser anulada pelo Judiciário, pois o trabalhador não pode sofrer, sem sua anuência prévia e expressa, qualquer cobrança ou desconto salarial estabelecidos em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho. Nesse tipo de situação, aconselho que a empresa ingresse com uma ação de consignação em pagamento e deposite em juízo o valor descontado dos trabalhadores, sob o fundamento de que está sendo compelida a descontar a contribuição sindical diferente de como determina a lei”, indicou Roberto Lopes. Ele completa ainda que o posicionamento da Justiça do Trabalho sempre foi o de anular essas cláusulas, citando o Precedente Normativo do Tribunal Superior do Trabalho (TST) nº 119.

    Reforma trabalhista garante a negociação

    A CBCGAL convidou a doutora em Direito e desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ) da 1ª Região, Vólia Bomfim, para falar sobre as principais alterações no direito material trazidas pela Reforma Trabalhista. Ela abordou temas como a ampliação da terceirização e o contrato de trabalho intermitente, focando também nas questões referentes à negociação coletiva. Com a nova lei, as convenções e acordos coletivos ganham destaque nas negociações.

    Para Vólia, com a reforma trabalhista, os empresários ganham a oportunidade de trazer suas pautas para a negociação. “Cada empresa sabe o que é necessário e mais importante flexibilizar. O empresário tem que olhar para si, levar para o sindicato suas demandas e, a partir daí, apontar as prioridades”, sugeriu a desembargadora. Para ela, com o fim da vigência das normas anteriores, é o momento de “recomeçar a negociação com todos os pontos reivindicados por ambas as partes, não mais só pela pauta dos trabalhadores, mas também pela pauta dos empresários.”

    Limites do judiciário sobre a negociação

    Segundo a Dra. Vólia Bomfim, com a garantia da liberdade de negociação coletiva, o juiz só pode declarar nula uma cláusula de convenção e acordo coletivo se três pontos forem violados, de acordo com o art. 104 do Código Civil. “Só pode anular se uma das partes for incapaz, o que não é o caso, já que o sindicato é pessoa jurídica, e a empresa também. Segundo ponto, pode anular se o negócio jurídico, a convenção ou acordo, não for feito na forma que a lei determina. Aí tem que preencher os requisitos do artigo 612 da CLT para fazer a convenção coletiva e o acordo na forma da lei. E o terceiro requisito é que o objeto contido na convenção ou acordo tem que ser lícito. E quem diz o que é objeto ilícito, e portando tudo que não está ali é lícito, é o artigo 611-B, trazido com a Reforma Trabalhista. E, é claro, se a convenção ou acordo violar a Constituição, aí também anula”, esclareceu Vólia.

    Para evitar que a convenção seja declarada nula, a desembargadora orienta que os sindicatos patronais se atentem à “forma” na hora da negociação. Para isso, é preciso verificar questões como: não negociar se o sindicato ex adverso não for reconhecido; verificar o estatuto do sindicato e garantir que o quórum estipulado esteja garantido, ou as decisões não terão validade; verificar se a convocação foi feita indicando o assunto e respeitando o tempo mínimo entre a convocação e a assembleia; e pedir a ata da sessão. “Peguem a cópia de todos os documentos para o caso de pedido de nulidade da norma”, orientou Vólia.

    Contrato de trabalho intermitente

    Vólia destaca que o contrato de trabalho intermitente não foi regulamentado de forma completa, e a CLT deverá ser aplicada nessas lacunas. O empresário que utilizar o contrato intermitente vai enfrentar inseguranças jurídicas, por isso é essencial inserir em norma coletiva – acordo ou convenção – as situações não regulamentadas e que geram risco trabalhista. “Enquanto não tiver acordo ou convenção coletiva regulamentando todos os direitos e situações, eu não contrataria, porque não se sabe se ele (o colaborador) entra para a cota de aprendiz, de deficiente, de cartão de ponto, de Cipa, se em caso de acidente e gravidez há estabilidade ou não. Há inúmeras controvérsias que podem gerar uma demanda trabalhista muito grande para a empresa”, explicou a desembargadora.

    Logística reversa de embalagens

    A especialista executiva da CNC Cristiane Soares, da Assessoria de Gestão das Representações (AGR), fez um breve relato sobre a logística reversa (LR) pós-consumo de embalagens em geral. Segundo Cristiane, apesar do investimento de mais de R$ 2 bilhões realizado pelos integrantes da Coalizão Embalagens, responsável pela LR de embalagens em geral, ainda falta um longo caminho para alcançar a meta de recuperar 20% das embalagens. Para ela, uma das dificuldades de avançar na LR está relacionada a não implementação dos Planos Municipais de Resíduos Sólidos, que estabeleceriam, entre outras atribuições do Poder Público, a coleta seletiva. Cristiane lembrou que a LR é um trabalho complementar à coleta seletiva. “Uma embalagem de lasanha não será descartada em partes pelo consumidor, separando a parte interna da externa, e entregue nos postos da logística reversa, mas a coleta dessa embalagem será realizada pela coleta seletiva municipal.”

    Acompanhamento de matérias legislativas

    Assessor legislativo, Reiner Leite explicou que a Assessoria Legislativa (Apel) da CNC identificou 70 projetos de lei no Congresso que afetam a categoria, e quase 100% deles são prejudiciais, transferindo responsabilidades do Estado aos empresários e onerando a atividade. Leite sugeriu a criação de uma agenda legislativa positiva junto aos parlamentares, com um ato solene de entrega dessa agenda que identifica projetos que prejudicam o segmento. “Acho importante que a CBCGAL seja proativa no sentido de propor projetos de lei”, disse o assessor.

    Funcionamento dos supermercados nos domingos e feriados

    Segundo o Decreto 9.127/2017, os supermercados estariam aptos a abrir em domingos e feriados, independentemente de convenção coletiva (CCT). Já a Lei nº 10.101/2000 permite o funcionamento, desde que previsto na CCT. No entanto, como lembrou Roberto Lopes, existem decisões em duas direções diferentes nas estâncias jurídicas, e a grande maioria determina a necessidade do funcionamento estar previsto na CCT. “Por cautela e por princípio de razoabilidade, sugerimos manter a CCT”, disse o advogado da Divisão Sindical da CNC.

    Iniciativas da CNC para apoiar a negociação patronal

    A chefe da Divisão Sindical (DS) da CNC, Patrícia Duque, lembrou que a Confederação realiza o levantamento de convenções coletivas do comércio que são realizadas em todo o País e estão reunidas no Sistema da Negociação Coletiva do Comércio (SNCC). “Seria vantajoso vocês terem isso na mesa de negociação para que haja parâmetros do que já é negociado”, lembrou Patrícia.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 114/2018

    DESTAQUES:

    Determinada a suspensão provisória da emissão de certidões sindicais em razão de possíveis irregularidades

    Prefeitura do Rio de Janeiro sedia o I Fórum de Discussão sobre Comércio Justo e Ético entre União Européia e Brasil

    DESTAQUES:

    Determinada a suspensão provisória da emissão de certidões sindicais em razão de possíveis irregularidades

    Prefeitura do Rio de Janeiro sedia o I Fórum de Discussão sobre Comércio Justo e Ético entre União Européia e Brasil

  • Informe Representações 491

    Assessoria de Gestão das Representações 21/06/2018 – nº 491

    ATUAÇÃO DA CNC

    NOTÍCIAS

    ICMBio anuncia concessões de serviços à visitação

    Assessoria de Gestão das Representações 21/06/2018 – nº 491

    ATUAÇÃO DA CNC

    NOTÍCIAS

    ICMBio anuncia concessões de serviços à visitação

    O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realiza durante o mês de junho audiências públicas para concessão de serviços em cinco parques nacionais. As novas concessões serão oferecidas nos parques nacionais dos Lençóis Maranhenses (MA), Jericoacoara (CE), do Itatiaia (RJ), da Serra da Bodoquena (MS) e do Caparaó (MG).

    Entre os serviços que serão concedidos estão atividades de turismo, hospedagem, acampamento, venda de ingressos, comércio de alimentos e bebidas, souvenirs e venda de ingressos. Veja mais >

    AGENDA DAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS

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    Jericoacoara

    Dia: 21 de junho

    Horário: 14 às 18 horas

    Local: Polo de Apoio à Criança e ao Adolescente de Jericoacoara (Vila de Jericoacoara) – Jericoacoara-CE

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    Itatiaia

    Dias: 27 e 28 de junho

    Horário: 8 às 18 horas

    Local: Parque Nacional do Itatiaia – Espaço Ecoartes (Estrada Parque Nacional Km 8,5) – Itatiaia-RJ

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    Bodoquena

    Dia: 28 de junho

    Horário: 17h30 às 19h30

    Local: Auditório da Secretaria Municipal de Turismo – Bonito-MS (Rua Coronel Pilád Rebuá, 1.780 – Centro)

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    Caparaó

    Dia: 29 de junho

    Horário: 13h30 às 18 horas

    Local: Auditório do Parque Nacional de Caparaó (Rua Vale Verde s/nº, Zona Rural) – Caparaó-MG

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Informe Representações 490

    Assessoria de Gestão das Representações 19/06/2018 – nº 490

    ATUAÇÃO DA CNC

    MERCADO COMUM DO SUL (MERCOSUL)

    Conselho de Câmaras de Comércio do Mercosul (CCCM) e Foro Consultivo Econômico-Social do Mercosul (FCES)

    Assessoria de Gestão das Representações 19/06/2018 – nº 490

    ATUAÇÃO DA CNC

    MERCADO COMUM DO SUL (MERCOSUL)

    Conselho de Câmaras de Comércio do Mercosul (CCCM) e Foro Consultivo Econômico-Social do Mercosul (FCES)

    Rubens Torres Medrano, diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e coordenador da Câmara Brasileira de Comércio Exterior da CNC, representará a Confederação no Conselho de Câmaras de Comércio (CCCM) e no Foro Consultivo Econômico Social do Mercosul (FCES).

    O CCCM analisa pontos em comum e harmoniza as posições das Câmaras de Comércio, objetivando a atuação no âmbito do Mercosul.

    O FCES emite recomendações da iniciativa privada ao Grupo do Mercado Comum, aos demais órgãos do Mercosul, promovendo o progresso econômico e social e propondo normas e políticas socioeconômicas em matéria de integração.

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

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  • Greve dos caminhoneiros ainda impacta estoques do varejo

    A greve dos caminhoneiros, em maio, ainda mostra reflexos no abastecimento de produtos no varejo, de acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No início de junho, comerciantes de 17 estados do País apontaram que seus estoques estavam abaixo do considerado ideal. A pesquisa mostra que, duas semanas após a crise de desabastecimento, 15,2% dos varejistas brasileiros ainda consideram que o nível dos seus estoques está aquém do adequado. Nos três meses anteriores à paralisação, esse percentual foi, em média, de 13,8%.

    A greve dos caminhoneiros, em maio, ainda mostra reflexos no abastecimento de produtos no varejo, de acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No início de junho, comerciantes de 17 estados do País apontaram que seus estoques estavam abaixo do considerado ideal. A pesquisa mostra que, duas semanas após a crise de desabastecimento, 15,2% dos varejistas brasileiros ainda consideram que o nível dos seus estoques está aquém do adequado. Nos três meses anteriores à paralisação, esse percentual foi, em média, de 13,8%.

    Segundo cálculos da CNC, entre os dias 21 de maio e 4 de junho, somente nos segmentos de supermercados (R$ 2,8 bilhões) e de combustíveis (R$ 2,4 bilhões), o varejo perdeu R$ 5,2 bilhões em cinco estados: São Paulo (R$ 2,6 bilhões); Minas Gerais (R$ 700 milhões); Rio de Janeiro (R$ 628 milhões); Bahia (R$ 596 milhões); Paraná (R$ 547 milhões); e Distrito Federal (R$ 155 milhões).

    A sensação de desabastecimento é mais forte no comércio de bens duráveis, no qual 17,2% dos entrevistados relataram níveis baixos dos estoques nas lojas, contra 15,4% na média do trimestre anterior às paralisações. Já no comércio de bens não duráveis, 11,8% dos entrevistados apontaram que os estoques estavam abaixo do considerado adequado, contra 11,2% na média do trimestre anterior.

    Em termos regionais, o desabastecimento de bens duráveis foi maior em Florianópolis (SC), onde 28,2% dos comerciantes apontaram estoques abaixo do ideal no período; Curitiba (PR), com 23,5%; Palmas (TO), com 22,3%; e Boa Vista (RR), com 19%. Já no comércio de bens não duráveis, os comerciantes que estão sentindo mais os estoques baixos estão em Natal (RN), onde 16,4% deles apontaram abastecimento abaixo do ideal; Belém (PA) e Cuiabá (MT), com 12,3%; e Aracaju (SE), onde 11,5% dos entrevistados relataram baixo estoque.

    Clique aqui para acessar a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

    O economista Fabio Bentes está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

     

     

  • Informe Representações 489

    Assessoria de Gestão das Representações 19/06/2018 – nº 489

    ATUAÇÃO DA CNC

    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, representará a Confederação no evento Solenidade de abertura das Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho.

    Assessoria de Gestão das Representações 19/06/2018 – nº 489

    ATUAÇÃO DA CNC

    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, representará a Confederação no evento Solenidade de abertura das Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho.

    O evento será realizado hoje, dia 19 de junho, às 17 horas, na Câmara dos Deputados, em Brasília-DF.

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Informe Representações 488

    Assessoria de Gestão das Representações 15/06/2018 – nº 488

    NOTÍCIAS

    SECRETARIA DE GOVERNO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Inscrições abertas para o Prêmio ODS Brasil

    Estão abertas as inscrições para o Prêmio ODS Brasil – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Assessoria de Gestão das Representações 15/06/2018 – nº 488

    NOTÍCIAS

    SECRETARIA DE GOVERNO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Inscrições abertas para o Prêmio ODS Brasil

    Estão abertas as inscrições para o Prêmio ODS Brasil – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU).

    A iniciativa tem como foco o incentivo, a valorização e a visibilidade a práticas que contribuam para o alcance dos objetivos e metas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

    O Prêmio contribuirá também para a formação de um “banco de práticas”, referência na implementação e disseminação da Agenda 2030.

    As inscrições vão até o dia 29 de junho.

    Clique aqui para mais informações>

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

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    agr@cnc.org.br

  • Informe Representações 487

    Assessoria de Gestão das Representações 13/06/2018 – nº 487

    ATUAÇÃO DA CNC

    DIÁRIO OFICIAL (DOU)

    Artigos da lei para pessoas com deficiência são regulamentados

    Dois decretos que regulamentam artigos da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI – Lei nº 13.146/2015) foram publicados no Diário Oficial da União, na terça-feira (12).

    Assessoria de Gestão das Representações 13/06/2018 – nº 487

    ATUAÇÃO DA CNC

    DIÁRIO OFICIAL (DOU)

    Artigos da lei para pessoas com deficiência são regulamentados

    Dois decretos que regulamentam artigos da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI – Lei nº 13.146/2015) foram publicados no Diário Oficial da União, na terça-feira (12).

    Um dos artigos que será regulamentado é o 122, que dispõe sobre o tratamento diferenciado, simplificado e favorecido às microempresas e às empresas de pequeno porte, no que diz respeito à acessibilidade.

    Outro regulamentado é o artigo 44, que dispõe sobre a reserva de espaços e assentos em teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares para pessoas com deficiência.

    Clique aqui para mais informações>

    Energias renováveis ganham isenção de ICMS em todo o Brasil

    O Convênio ICMS nº 42/2018, publicado no Diário Oficial da União do dia 17 de maio, oficializou a adesão dos Estados do Amazonas, Paraná e Santa Catarina ao Convênio ICMS nº 16/2015, que autoriza os governos estaduais a isentarem o ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural, por meio da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica.

    Com isso o benefício está valendo para todos os estados da Federação, abrangendo 100% da população, empresas e produtores rurais do País.

    No entanto, a Aneel identificou barreiras e está analisando o aprimoramento da Resolução Normativa nº 482/2012, buscando refletir as novas condições de produção de energia, nova barreira tributária para o avanço das fontes renováveis nos estados.

    Inep – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

    Publicado relatório do 1º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação – 2014/2016

    Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o relatório do 1º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação: biênio 2014-2016.

    Das 20 metas previstas, nenhuma foi cumprida integralmente. Entre elas, está a meta da educação profissional que deveria ter triplicado as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público.

    Clique para acesso à integra do relatório>

    AGENDA

    20/06

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    Reunião Colegiada do Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional (FNAP), no Ministério do Trabalho – Brasília-DF

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

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