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  • CARF/Fazenda Nacional (Embargante) x Oito Brasil Distribuidora Ltda.

    2ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    IPI / Fraude

    Processo nº: 10314.724465/2014-83

    2ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    IPI / Fraude

    Processo nº: 10314.724465/2014-83

    Por voto unânime, a turma não conheceu o recurso apresentado pela Fazenda Nacional. O relator do caso, conselheiro Diego Diniz Ribeiro, entendeu que os embargos de declaração, na maneira como foram apresentados, seriam completamente equivocados e, na esfera judicial, poderiam ser interpretados como um caso de litigância de má-fé.

    A fazenda buscava sanar suposta omissão da turma sobre um caso de interposição fraudulenta , derivada de uma operação de cessão de marca envolvendo a contribuinte. Segundo a Oito Brasil, o caso já transitou em julgados. A contribuinte expressou preocupação porque, caso o julgamento avançasse ao mérito, haveria violações ao Regimento Interno do Carf (RI-Carf), além da legislação do Processo Administrativo Fiscal (Decreto nº 70.235/1972) e ao Código de Processo Civil (CPC) e Código Tributário Nacional (CTN).

    A turma deliberou rapidamente após o voto de Diniz Ribeiro, que entendeu que o recurso seria “completamente” atécnico, e não teria outro objetivo a não ser discutir novamente o mérito da questão.

  • Plenário mantém tramitação de projeto que amplia combate ao tabagismo

    O Plenário do Senado rejeitou na terça-feira (19/06) o envio de projeto que amplia as medidas de combate ao fumo (PLS nº 769/2015) à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). A proposta está na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) e ainda será analisada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

    O Plenário do Senado rejeitou na terça-feira (19/06) o envio de projeto que amplia as medidas de combate ao fumo (PLS nº 769/2015) à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). A proposta está na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) e ainda será analisada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

    Apresentados pelo presidente da CRA, senador Ivo Cassol (PP-RO), que está licenciado, e pela senadora Ana Amélia (PP-RS), os requerimentos (RQS nº 304/2018 e RQS nº 375/2018) foram rejeitados por 38 votos contrários e 5 a favor. Assim, o projeto será devolvido para a CTFC, onde tramita sob a relatoria do senador Cristovam Buarque (PPS-DF).

    Ao defender o exame do projeto pela CRA, Ana Amélia disse que o texto tem repercussão social e no nível do emprego. Segundo a senadora, há municípios no Rio Grande do Sul que dependem em grande medida da produção do tabaco. Ela informou que em todo o Brasil são 566 municípios que produzem tabaco para a exportação. “Estou tratando do emprego de milhares de pequenos produtores. Não estou defendendo os interesses das indústrias de cigarro”, disse a senadora.

    Autor do projeto, o senador José Serra (PSDB-SP) pediu o voto contrário aos requerimentos. Ele disse que o Senado vem “dando voltas” desde 2015, quando o projeto foi apresentado, com medidas protelatórias que atrasam a votação do texto. De acordo com o senador, votar a favor dos requerimentos seria votar contra o combate ao tabagismo.

    O senador Humberto Costa (PT-PE) também se manifestou contrário aos requerimentos. Ele classificou o projeto como brilhante, lembrando que o consumo do tabaco vem diminuindo pela demonstração da íntima relação entre o fumo e graves doenças. “A questão da saúde se sobrepõe a qualquer outra”, argumentou o senador.

    Medidas

    O projeto estabelece a proibição de qualquer forma de propaganda, publicidade, promoção ou patrocínio de produtos fumígenos também nos locais de venda. Obriga, ainda, que as embalagens dos cigarros sejam padronizadas, mantendo as advertências quanto aos riscos e prejuízos do fumo, conforme regulamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    O texto proíbe o uso de substâncias sintéticas e naturais que possam intensificar, modificar ou realçar sabor ou aroma de cigarros ou outros produtos fumígenos. E prevê punição, com multa e pontos na carteira, do motorista que fumar ou permitir que passageiro fume em veículo que esteja transportando menores de 18 anos.

  • CARF/TAM Linhas Aéreas S/A. x Fazenda Nacional

    2ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    PIS e Cofins / Creditamento

    Processos nº 10880.722355/2014-52 e mais 23 outros

    2ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    PIS e Cofins / Creditamento

    Processos nº 10880.722355/2014-52 e mais 23 outros

    “O transporte aéreo não se resume ao que ocorre dentro do avião, e sim a todo o sistema aeroportuário”. Com essa premissa, apresentada pelo patrono do caso, a TAM Linhas Aéreas (atual LATAM Airlines) teve autorizado o direito a apurar créditos sobre insumos para voos de carga nacionais e internacionais, além de voos de passageiros internacionais. O lote de 24 processos – de um total de 56 envolvendo a companhia – envolve uma cobrança próxima a R$ 200 milhões e é um leading case envolvendo a questão em empresas aéreas.

    A TAM utilizou-se de uma sustentação oral que durou quase uma hora para apresentar de seus argumentos. Após uma revisão de suas obrigações tributárias em 2011, a empresa entendeu que poderia pedir compensações sobre recolhimentos em uma serie de itens considerados como insumos essenciais ao seu trabalho – de tarifas aeroportuárias aos gastos com água embarcada, passando por custos de combustíveis de equipamentos localizados nos aeroportos e serviços de comissaria.

    A previsão estaria fundada em uma interpretação do artigo 10º, inciso XVI, da Lei nº 10.833/2003, que impede direito a créditos nas “receitas decorrentes de prestação de serviço de transporte coletivo de passageiros, efetuado por empresas regulares de linhas aéreas domésticas, e as decorrentes da prestação de serviço de transporte de pessoas por empresas de táxi aéreo”. Com isso, entendeu a TAM, não haveria impedimento para o direito em voos de passageiros internacionais e voos de cargas nacionais e internacionais, por expressa falta de previsão do legislador.

    Por maioria de votos, a turma entendeu que as receitas financeiras integram o cálculo de receita bruta, para fins de cálculo do rateio de crédito do PIS e da Cofins; que as receitas com transporte internacional são passíveis de creditamento; e que, para os voos que não se enquadram no previsto do inciso XVI, despesas podem ser creditadas, tais como tarifas aeroportuárias, valores sobre movimentação de malas e passageiros dentro de aeroporto, combustíveis de rampa e ônibus e pontes telescópicas utilizadas nos transportes de passageiros (conhecidas como fingers), materiais de voz, estadia de tripulação, comunicação de rádio, serviços de comissaria, gastos com voos cancelados ou interrompidos e vestimentas dos aeronautas (nos conformes da Lei nº 7183/1984, revogada em 2017).

    Dos diversos assuntos discutidos nos autos, a turma negou provimento ao contribuinte apenas em três momentos: nas despesas relativas à importação de bens e despesas sobre o despacho aduaneiro e em receitas de combustíveis de voos internacionais, por considerar que não houve apresentação probatória por parte da contribuinte. A Latam também não pode apurar créditos relacionados à aquisição de equipamentos de raio-x e de segurança patrimonial, além de valores sobre o treinamento destinados aos funcionários.

     

  • CARF/Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) x Fazenda Nacional

    2ª Turma da Câmara Superior

    PLR / regras claras e pagamento

    Processo nº 15504.723743/2011-19

    2ª Turma da Câmara Superior

    PLR / regras claras e pagamento

    Processo nº 15504.723743/2011-19

    Por voto de qualidade, a turma manteve a cobrança de contribuição previdenciária exigida pela Receita Federal sobre o programa de Participação nos Lucros e Resultado (PLR) implementado pela Cemig em 2007 e 2008. A Cemig parametrizou que a remuneração seria paga de acordo com um critério percentual de lucratividade, somado a uma parcela individual fixa por empregado. Além disso, o acordo foi assinado no final de cada ano.

    As conselheiras representantes dos contribuintes argumentaram que não cabe à fiscalização discutir se são válidas as regras fixadas no acordo, já que o termo foi chancelado tanto pelo sindicato quanto pela comissão de empregados. Além disso, as julgadoras entenderam que a assinatura do acordo pode ser feita até o pagamento do benefício, porque havia provas suficientes de que os funcionários já conheciam as regras, que foram repetidas de acordos anteriores.

    Porém, prevaleceu no colegiado o entendimento de que o programa estabelecia um critério muito genérico, que não premiava os funcionários pelo cumprimento individual de metas. Em vez disso, a gratificação seria igualitária e remuneraria a todos independentemente de como cada trabalhador influenciou no resultado observado pela empresa no período. Além disso, os conselheiros representantes da Fazenda Nacional consideraram que, para usufruir do benefício, a empresa deveria ter assinado os acordos antes do início do exercício correspondente.

     

  • CARF/BTG Pactual Corretora de Mercadorias Ltda e Fazenda Nacional x Ambas

    2ª Turma da Câmara Superior

    Multa / decadência da obrigação principal

    Processo nº 16327.001120/2009-28

    2ª Turma da Câmara Superior

    Multa / decadência da obrigação principal

    Processo nº 16327.001120/2009-28

    Se, com base na decadência, o Carf derrubar uma cobrança relativa a uma obrigação principal, está automaticamente decaída a multa por descumprimento de obrigação acessória? Por unanimidade, a turma entendeu que as duas autuações não estão obrigatoriamente ligadas em relação à decadência.

    Em outro processo do BTG, o conselho cancelou uma autuação lavrada contra o banco para cobrar contribuição previdenciária incidente sobre um programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2004. Como a corretora havia adiantado o pagamento de parte dos valores, o Carf aplicou o artigo nº 150 do Código Tributário Nacional (CTN), que estabelece uma contagem do prazo decadencial mais benéfica ao contribuinte.

    No processo julgado hoje, a turma apreciou se a decadência da obrigação principal é suficiente para derrubar a multa aplicada porque a corretora deixou de declarar à Receita Federal os valores devidos correspondentes à PLR. Como se trata de uma multa, o banco não adiantou o pagamento dos tributos a fim de permitir a aplicação do artigo 150. Assim, com base no artigo nº 173, o colegiado entendeu que a Receita cobrou a penalidade dentro dos cinco anos permitidos.

    Mantida a autuação da obrigação acessória, os conselheiros debateram se o programa oferecido pelo banco aos empregados cumpriu os critérios estabelecidos pela lei nº 10.101/2000. Como a turma considerou que a PLR desrespeitou a lei, a multa foi mantida.

     

  • Comissão vai avaliar Plano Nacional de Educação

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) vai avaliar este ano a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) de ampliar as vagas nas escolas para crianças até seis anos. Os senadores aprovaram na terça-feira (19/06) a política pública do Poder Executivo a ser acompanhada pelo colegiado.

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) vai avaliar este ano a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) de ampliar as vagas nas escolas para crianças até seis anos. Os senadores aprovaram na terça-feira (19/06) a política pública do Poder Executivo a ser acompanhada pelo colegiado.

    Previsto pela Constituição, o PNE define as diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implantação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis. Há quatro anos, a meta era de que, até 2016, todas as crianças de quatro a seis anos teriam acesso à educação infantil. Até 2023, as vagas em creches para crianças até três anos seriam ampliadas em 50%.

    A presidente da CE, senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), lembrou que há dificuldades para o cumprimento das metas do PNE. “Pelos desafios de cobertura enfrentados, a paralisação de obras, as dificuldades orçamentárias dos municípios e especialmente pela centralidade que a educação da primeira infância deve ter”, disse.

    A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) ponderou que há outras políticas públicas igualmente relevantes a serem esmiuçadas na Comissão de Educação, como as relativas ao ensino superior. Mas ela concordou com a prioridade à educação básica.

    “Em termos reais, as despesas discricionárias de custeio e investimento do Ministério da Educação sofreram redução de 44% entre 2014 e 2018. Caindo de R$ 39,5 bilhões para R$ 22 bilhões”, afirmou.

  • CARF/Deutsche Bank S.A. Banco Alemão x Fazenda Nacional

    2ª Turma da Câmara Superior

    PLR / LINDB

    Processo nº 16327.720468/2010-51

    2ª Turma da Câmara Superior

    PLR / LINDB

    Processo nº 16327.720468/2010-51

    Por voto de qualidade, a turma manteve a incidência de contribuição previdenciária sobre um plano de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) promovido pelo Deutsche Bank para remunerar os funcionários. Prevaleceu no colegiado o entendimento de que, para usufruir da isenção, o banco deveria ter assinado o acordo com empregados e com o sindicato antes de se iniciar o exercício ao qual se referia a remuneração.

    Por meio de uma petição e em sustentação oral, o banco solicitou que a turma aplicasse ao caso as recentes mudanças na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), alterada em abril pela lei nº 13.655/2018. Na visão do contribuinte, a nova lei vincula a revisão de atos administrativos à jurisprudência majoritária em vigor na época destes atos.

    O banco alegou que, antes de 2015, o Carf permitia a isenção à PLR apesar de o acordo ter sido assinado após o início do período. Nessa época, segundo a defesa, bastava que a empresa provasse que os empregados tinham conhecimento prévio das regras que balizariam a remuneração.

    Porém, os conselheiros julgaram o recurso no mérito sem apreciar a possível aplicação da LINDB. Os julgadores não fizeram uma votação específica para deliberar se as mudanças recentes da LINDB teriam efeito no caso em análise. Por voto de qualidade, a turma manteve a cobrança fiscal devido à assinatura tardia do acordo.

     

     

  • CARF/Fazenda Nacional x Ipiranga Produtos de Petróleo S.A.

    2ª Turma da Câmara Superior

    PLR / documento apartado

    Processo nº 16682.721085/2013-02

    2ª Turma da Câmara Superior

    PLR / documento apartado

    Processo nº 16682.721085/2013-02

    Para evitar a incidência de contribuição previdenciária, a empresa precisa detalhar exaustivamente, no acordo assinado pelo sindicato, todos parâmetros do programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR)? Ou a companhia pode explicar as regras no termo de forma genérica, e destrinchar as metas mais especificamente apenas em documentos internos? A turma começou a debater a controvérsia, pedindo vista a conselheira Elaine Cristina Monteiro e Silva Vieira.

    A Ipiranga alegou que a PLR se baseava em um fator de desempenho da empresa e na performance de cada funcionário individualmente. Entre os indicadores que serviam de parâmetro empresarial, como exemplos a defesa citou o ganho de participação no mercado de óleos e combustíveis, a diminuição de custos logísticos e o maior faturamento com franquias. Como os critérios continham informações cruciais para a empresa, a companhia não detalhou todas as regras no acordo que seria disponibilizado ao sindicato, já que o documento poderia ser consultado por empresas concorrentes.

    Entretanto, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) argumentou que a empresa impunha os critérios unilateralmente. Como os detalhes sobre as regras de remuneração variável foram excluídos do termo assinado pelo sindicato, a PGFN entendeu que não teria ocorrido uma negociação efetiva quanto aos critérios, de forma que a PLR teria descumprido os quesitos impostos pela legislação para afastar a incidência.

    Vieira pediu vista durante uma discussão sobre o conhecimento. A relatora do caso, conselheira Ana Paula Fernandes, afirmou que o acórdão paradigma apresentado pela PGFN debatia se a PLR em análise havia apresentado aos funcionários regras claras e objetivas que balizariam a remuneração variável, ao passo que a decisão recorrida tratava da possibilidade de detalhar as regras em um documento apartado. A relatora negou haver semelhança fática entre os acórdãos e votou pelo não conhecimento do recurso.

     

  • Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho

     

    A Presidência da República realizou solenidade de abertura das Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, dia 19/06. As jornadas têm como objetivo levar à população informação, discutindo e explicando os aspectos que englobam a nova lei trabalhista aos operadores de direito e à população geral.

     

    A Presidência da República realizou solenidade de abertura das Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, dia 19/06. As jornadas têm como objetivo levar à população informação, discutindo e explicando os aspectos que englobam a nova lei trabalhista aos operadores de direito e à população geral.

    O projeto de âmbito nacional para explicar a nova lei trabalhista, corporificada na Lei nº 13.467/2017, marca o primeiro aniversário da lei que modernizou as relações de trabalho no Brasil. As Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho são uma série de 16 eventos que serão promovidos nas capitais brasileiras, além de outros que acontecerão em dezenas de cidades no interior dos estados. Elas contarão com conferencistas, entre eles desembargadores do Trabalho e ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

    Segundo a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, a nova lei trabalhista reduziu pela metade o número de processos trabalhistas, tornando o Brasil o melhor ambiente de negócios da América Latina e o segundo do mundo na atração de investimentos.

    Representando a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o vice-presidente da entidade e presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, declarou que vê a iniciativa como algo essencial, “porque, apesar do esforço que fizemos aqui no Congresso junto com todas essas entidades, com várias discussões, onde eu mesmo participei em cerca de dez encontros, há ainda quem diga que essa lei não foi amplamente discutida”.

    Para ele, a lei é uma mudança significativa para todos que coloca o País no caminho certo, alinhado com outras nações que já fizeram esse tipo de reforma, e faz com que essas relações – entre empregadores e empregados – sejam mais amenas.

    Adelmir explicou: “Tínhamos um entrave a essa legislação que impedia determinados avanços. Muitos falam que a lei não foi discutida com a população. Ora, ela foi discutida nos ambientes representativos institucionais, foi amplamente discutida no Congresso Nacional (o legítimo representante da população)”.

    E complementou: “O que se discute é a representação, então creio que essa argumentação não procede, uma vez que foram realizados inúmeros seminários, encontros. Mas, se as pessoas que ali estavam não representam suas instituições, isso é outra questão”.

    Segundo Santana, a iniciativa das Jornadas é uma oportunidade de explicar bem o que é essa reforma e seus benefícios, que não tirou direitos; pelo contrário, ampliou-se a oportunidade de trabalhos, a oportunidade da aquisição de direitos. Impedir os entraves que muitas vezes levavam as empresas para a informalidade porque a legislação era ultrapassada.

    “É um momento em que temos que dissipar essas dúvidas, porque na verdade a reforma significa avanço, melhoria e coloca o Brasil num patamar aceitável nas relações entre empregadores e empregados”, finalizou.

    TST

    Alexandre Agra, ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), lembrou: “Já vivemos um momento difícil em todo o mundo, em que a revolução tecnológica exclui os trabalhadores do ambiente de trabalho e os substitui por máquinas, uma situação com a qual nós precisamos conviver”.

    Ele disse que, por parte do Judiciário, espera-se que a reforma trabalhista possa se adequar às transformações sociais por meio do teletrabalho, das novas reformas de trabalho, fazendo com que trabalhadores e empregadores se tornem parceiros no desenvolvimento do País.

    “Acho que seria interessante estabelecermos um sistema alternativo de remuneração que não ficasse baseado apenas no trabalho por oito horas, seria interessante uma remuneração por produtividade em que a empresa pudesse produzir mais, o que a interessaria e também ao trabalhador. E também dar um tratamento diferenciado às pequenas empresas, que são responsáveis por 70% da empregabilidade, de forma que possamos trazê-las para a economia formal.”

    MT

    O ministro do Trabalho, chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Ronaldo Fonseca, declarou: “Num dia especial como hoje, para nós que iniciamos essa jornada pelo Brasil, é interessante destacar que, quando esta reforma foi proposta, o País passava um momento difícil, com mais de 14 milhões de famílias sem nenhum membro empregado, pessoas que precisavam de um emprego para sobrevivência”.

    Segundo ele e os demais conferencistas, um dos maiores inimigos do trabalhador e do empregador é a desinformação. “Essa reforma mexeu com mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), teve a honra de preservar todos os direitos constitucionais dos trabalhadores brasileiros. Por isso, hoje a Secretaria-Geral da Presidência está presente para parabenizar os atores importantes desse processo – aqueles que geram empregos e os trabalhadores do nosso país.”

    Legislativo

    Ronaldo Nogueira, presidente da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, disse que o momento é importante para o Brasil, pois pode celebrar a modernização da legislação trabalhista. “Depois de 75 anos, o Brasil se coloca ao lado de países modernos que chegaram à condição de pleno emprego”.

    Ele lembrou que, na data de 22 de dezembro de 2016, foi apresentado ao Brasil o que foi construído por meio de diálogo com o movimento sindical do Brasil, trabalhadores e empregadores, resultando em um texto de consenso.

    “A modernização trabalhista foi consolidada em três eixos: proteção de direitos; segurança jurídica; e geração de empregos – com proteção de direitos, desenvolvimento e justiça social”, disse.

    “Celebramos o futuro, celebramos um novo Brasil”, concluiu.

     

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Junho de 2018 – Informativo on-line

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 129 | Junho de 2018


    Infraestrutura

    Ministério das Cidades (MCID)

    Representação

    Câmara Temática de Assuntos Veiculares do Conselho Nacional de Trânsito (Contran)

    Representantes:

    Titular

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 129 | Junho de 2018


    Infraestrutura

    Ministério das Cidades (MCID)

    Representação

    Câmara Temática de Assuntos Veiculares do Conselho Nacional de Trânsito (Contran)

    Representantes:

    Titular

    Francisco Wagner de La Tôrre

    Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo (Sincopeças-SP)

    Suplente

    Rodrigo Otávio Carvalho Moreira

    Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos e Acessórios no Município do Rio de Janeiro (Sincopeças-RJ)

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Realizada em Brasília a 18ª Reunião da Câmara Temática de Assuntos Veiculares do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

     

    Meio Ambiente

    Ministério do Meio Ambiente (MMA)

    Representação

    Grupo de Trabalho RoHS Brasil

    Representante:

    Titular

    Bernardo Rodrigues Souto

    Advogado da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis)

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Laboratórios para a certificação de produtos pode ser a limitação para o programa RoHS Brasil (Restrictions of the Use of Certain Hazardous Substances).

     

    Microempresa e Empresa de Pequeno Porte

    Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

    Representação

    Comitê Temático de Racionalização Legal e Burocrática do FPMEPP

    Representantes:

    Titular

    Evandro Américo Costa

    Economista

    Divisão Econômica da CNC

    (Compareceu)

    1º Suplente

    Antonio Everton Chaves Junior

    Economista

    Divisão Econômica da CNC

    2º Suplente

    José da Silva

    Especialista Executivo

    Assessoria de Gestão das Representações da CNC

    Saiba mais aqui:

    Retrospectiva da atuação do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMEPP), no ano de 2017 e as perspectivas para o ano de 2018.

     

    Relações do Trabalho

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Comissão Nacional Tripartite (CNT) da Norma Regulamentadora 06 (NR-06) – Equipamento de Proteção Individual (EPI)

    Representante:

    Titular

    Luis Sérgio Soares Mamari

    Assessor Executivo

    Gerencia de Saúde da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Produtos ou equipamentos não relacionados no Anexo I da NR-06 são analisados para que sejam considerados como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

     

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Conselho Curador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro)

    Representante:

    Titular

    José Carlos Canesin

    Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Sertãozinho

    Diretor da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP)

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Situação delicada da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) é discutida na Reunião Ordinária do Conselho Curador da Fundacentro.

     

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS)

    Representantes:

    Titular

    Abelardo Campoy Diaz

    Consultor da Vice-Presidência de Habitação Econômica do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP)

    (Compareceu)

    Suplente

    Cláudio Elias Conz

    Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção

    Saiba mais aqui:

    Votos aprovados na 163ª Reunião Ordinária do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS).

     

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Conselho Nacional de Imigração (CNIg)

    Representantes:

    Titular

    Marjolaine Bernadette Julliard Tavares do Canto

    Chefe da Assessoria junto ao Poder Executivo da CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    Roberto Luis Lopes Nogueira

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    Saiba mais aqui:

    Conselho Nacional de Imigração (CNIg) realiza sua IV Reunião Ordinária no ano de 2018.

     

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Grupo de Trabalho Confederativo sobre o eSocial

    Representante:

    Titular

    Antônio Lisboa Cardoso

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Sugestões da bancada dos empregadores apresentadas à Coordenação do GT-Confederativo do e-Social.

     

    Relações Internacionais

    Confederação Nacional da Indústria (CNI)

    Representação

    Coalizão Empresarial Brasileira (CEB)

    Representantes:

    Titular

    Rubens Torres Medrano

    Vice-Presidente da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) e Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio Exterior

    (Compareceu)

    Suplente

    Izis Janote Ferreira

    Economista

    Divisão Econômica da CNC

    Saiba mais aqui:

    Mercosul – Aliança do Pacífico buscam reforçar os vetores da integração para fortalecer os laços com os países da América Latina.

     

    Responsabilidade Social

    Ministério da Justiça (MJ)

    Representação

    Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP)

    Representante:

    Titular

    André Luiz Roncatto

    Suplente da Diretoria da CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    Fernando Cesar Thiago de Mello

    Advogado

    Divisão Jurídica da CNC

    Saiba mais aqui:

    Conselho discute sobre a responsabilidade compartilhada das plataformas de comércio eletrônico.

     

    Discussão sobre a reativação do Diretório Nacional de Combate à Falsificação de Marcas.

     

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti)

    Representantes:

    Titular

    Kelly Lima Teixeira

    Assessora Técnica da Gerência de Desenvolvimento Educacional do Senac-DN

    1ª Suplente

    Daniele Bernardino Pereira de Sales

    Assessora Técnica da Gerência de Desenvolvimento Educacional do Senac-DN

    (Compareceu)

    2º Suplente

    Antônio Lisboa Cardoso

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    Saiba mais aqui:

    Comissão discute ações da matriz operacional do Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador (PNPETI).

     

    Ministério dos Direitos Humanos (MDH)

    Representação

    Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade)

    Representantes:

    Titular

    Alexandre Sampaio de Abreu

    Diretor da CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    Fernando Cesar Thiago de Mello

    Advogado

    Divisão Jurídica da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Discussão da proposta do novo Regimento Interno do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade).