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  • Lideranças rurais debatem em Dourados o Código Comercial

    O Senado Federal realiza audiência pública para debater o projeto do novo Código Comercial (PLS 487/2013), na Câmara Municipal de Dourados (MS), na sexta-feira (15/06), a partir das 20h, hora de Brasília — 19h, em Mato Grosso do Sul.

    O Senado Federal realiza audiência pública para debater o projeto do novo Código Comercial (PLS 487/2013), na Câmara Municipal de Dourados (MS), na sexta-feira (15/06), a partir das 20h, hora de Brasília — 19h, em Mato Grosso do Sul.

     

    A audiência, uma reivindicação dos vereadores, foi proposta pelo senador Pedro Chaves (PRB-MS), relator da matéria. O foco do debate, além da atualização do atual Código que é de 1850, será a definição de regras para o agronegócio e a sua inclusão como atividade comercial.

     

    Pedro Chaves explicou que o ciclo de audiências públicas realizado em todo o País tinha sido encerrado, mas setores ligados ao agronegócio solicitaram a audiência em Dourados.

     

    “Mostra a organização da classe e a necessidade de garantia jurídica para um dos setores mais importantes para a economia”, comentou o senador.

     

    O parlamentar acrescentou que o Código Comercial não abrange o agronegócio e suas relações comerciais e trabalhistas são regidas pelo Código Civil. Com isso, produtores questionam a insegurança jurídica tanto na venda de bens e serviços como na contratação de prestadores de serviço.

     

    “Dourados é um polo do agronegócio não apenas para Mato Grosso do Sul, mas para todo o País, e, por isso, é importante ouvir os produtores para a elaboração de um código atualizado e que dará segurança para o setor” , ressaltou o senador.

     

    Para o debate, foram convidados: Fábio Ulhoa Coelho, professor de Direito Comercial da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); Márcio Eduardo de Barros, vice-reitor da Universidade Federal da Grande Dourados; Alexandre Mantovani, conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Mato Grosso do Sul; Lucio Damalia, presidente do Sindicato Rural de Dourados; e Ana Paula Iung de Lima, assessora parlamentar, especialista em Direito Empresarial.

     

    COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR


    http://bit.ly/audienciainterativa

     www.senado.gov.br/ecidadania

  • Especialistas sugerem contratação de mais aprendizes pelo poder público

    Especialistas ouvidos em audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara, na quinta-feira (14/06), avaliam que a contratação pela administração pública de aprendizes pode reduzir o número de jovens fora do mercado de trabalho. A comissão promoveu debate sobre alterações na legislação vigente. Foi a segunda audiência pública sobre o tema nesta semana na Câmara.

    Especialistas ouvidos em audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara, na quinta-feira (14/06), avaliam que a contratação pela administração pública de aprendizes pode reduzir o número de jovens fora do mercado de trabalho. A comissão promoveu debate sobre alterações na legislação vigente. Foi a segunda audiência pública sobre o tema nesta semana na Câmara. Na terça-feira (12/06), o assunto foi debatido na Comissão de Educação.

     

    A Lei de Aprendizagem ou Lei do Aprendiz (Lei nº 10.097/00) surgiu com o objetivo de combater o trabalho infantil e promover a inserção social e no mercado de trabalho de jovens a partir dos 16 anos.

     

    Na prática, a lei enfrenta dificuldades, e a principal delas é a falta de cumprimento das cotas. Hoje, as empresas devem reservar, no mínimo, 5% de suas vagas para os aprendizes, mas apenas um terço das vagas está preenchido. No setor público, estão somente 2,5% dos aprendizes.

     

    Representante do Ministério do Trabalho na audiência, Antônio Alves Júnior defendeu que o setor público empregue mais aprendizes para reduzir o trabalho infantil.

     

    “Dos 2,6 milhões de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, 2,2 milhões já têm idade para ser aprendiz, ou seja, para 81% das crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, a gente já tem uma resposta na legislação, basta a gente obrigar a aplicação”, defendeu.

     

    A procuradora do Trabalho Mariane Josviak destacou que, no Paraná, uma lei estadual permite a contratação dos jovens pelo setor público.

     

    O deputado Celso Jacob (MDB-RJ) afirmou que investimentos em educação são fundamentais para diminuir os recursos gastos no combate à violência.

     

    Cotas

     

    Representante do Ministério Público do Trabalho, Dulce Martini ressaltou que, se as empresas realmente cumprissem a cota prevista na Lei do Aprendiz, o Brasil teria três milhões de vagas para jovens entre 14 e 24 anos no mercado de trabalho. No entanto, três milhões é o número de aprendizes contratados desde 2005 até abril deste ano, no País.

     

    Depoimentos

     

    Jovens presentes ao debate relataram suas experiências com a aprendizagem. “Antes de me tornar jovem aprendiz eu tive que passar por alguns processos, e o primeiro deles foi a necessidade”, relatou Daniela Cabral.

     

    “Além das práticas que temos no emprego, temos aulas teóricas. A minha instituição me oferece aulas de informática, de empreendedorismo, leis trabalhistas, o que é muito importante para nós jovens da periferia que não temos dinheiro para pagar aulas extras”, disse David Vieira.

     

    “Não aprendemos só o conteúdo básico como português e matemática, a gente também aprende muito sobre ética e moral”, completou Joyce Helen.

  • Projeto aprovado determina que franqueador não responde por dívida trabalhista de franqueado

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou, na quarta-feira (13/06), o Projeto de Lei nº 8.201/17, que determina que a relação entre franqueador (o dono da marca) e franqueado (o que implanta a loja) não configura grupo econômico para fins trabalhistas.

     

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou, na quarta-feira (13/06), o Projeto de Lei nº 8.201/17, que determina que a relação entre franqueador (o dono da marca) e franqueado (o que implanta a loja) não configura grupo econômico para fins trabalhistas.

     

    O objetivo da proposta é deixar claro que o franqueador não é responsável pelos débitos trabalhistas do franqueado. Pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, Decreto-Lei nº 5.452/43), o grupo econômico se responsabiliza pelos débitos trabalhistas das suas empresas subsidiárias.

     

    A proposta altera a Lei das Franquias (8.955/94) e foi apresentada pelo deputado Augusto Carvalho (SD-DF), que aproveitou a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre o assunto. O texto recebeu parecer favorável da deputada Keiko Ota (PSB-SP). Ela apresentou um substitutivo que mantém a ideia original de Carvalho, mas deixa a redação mais clara.

     

    O texto original estabelece que a franquia não caracteriza relação de subordinação, de prestação de serviços ou de terceirização. Para Ota, esta redação é dúbia e pode levar ao entendimento de que o franqueado não se subordina às determinações do franqueador. O sistema de franchising trabalha com o conceito de negócio uniformizado, pelo qual o dono da marca define as normas e padrões que devem ser obrigatoriamente seguidos pelos franqueadores.

     

    Tramitação

     

    O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Chega ao Senado projeto com regras para desistência de compra de imóvel

     

    Chegou ao Senado na quinta-feira (14/06) o projeto que define regras para a desistência da compra de imóvel na planta (PLC 68/2018), o chamado distrato. Aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada, a matéria já foi encaminhada à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde aguarda designação de relator.

     

    Chegou ao Senado na quinta-feira (14/06) o projeto que define regras para a desistência da compra de imóvel na planta (PLC 68/2018), o chamado distrato. Aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada, a matéria já foi encaminhada à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde aguarda designação de relator.

     

    Na terça-feira (12/06), o presidente do Senado, Eunício Oliveira, recebeu a visita do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, e do presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antonio de Souza. Eles estavam acompanhados de representantes do setor imobiliário e pediram uma rápida tramitação do projeto. Eunício disse que o Congresso tem o dever de ajudar a destravar a economia, mas os parlamentares têm responsabilidade fundamental com o consumidor. Segundo o presidente, os senadores vão ouvir todos os setores envolvidos para garantir segurança jurídica e condições justas a empresários e consumidores.

     

    Já na quarta-feira (13/06), foi a vez do presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, Luiz Antonio França, e outros representantes do setor imobiliário visitarem o presidente do Senado. Eles também vieram pedir rapidez na aprovação do projeto. Segundo Luiz França, a maior parte do distrato tem sido feita por investidores especulativos, o que acaba prejudicando o consumidor realmente interessado em morar no imóvel, pois muitas construtoras quebram porque ficam sem dinheiro para cumprir a obra devido à alta desistência sem uma contrapartida financeira suficiente.

      

    Direito à desistência 


    De iniciativa do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), a matéria trata de prazos, condições de entrega do imóvel e multas em caso de distrato, tanto por parte do comprador quanto por parte da construtora. Russomanno lembra que ainda não há uma lei que trate do assunto e, muitas vezes, os casos de desistência vão parar na Justiça. O deputado aponta que, diante da ausência de regulação, as pessoas que não têm condição financeira de ir à Justiça acabam sem condição de receber de volta os valores que já foram pagos. Daí a importância do projeto.

     

    O texto estabelece que o consumidor tem o direito de desistir da compra do imóvel, inclusive se já estiver morando na casa ou no apartamento. Nesse caso, a construtora pode descontar prejuízos pelo uso do imóvel. Pelo projeto, se houver atraso de mais de seis meses na entrega das chaves, o comprador poderá desfazer o negócio e terá direito a receber tudo o que pagou de volta, além da multa acordada, em até 60 dias. Se mesmo com o atraso a pessoa quiser continuar com o imóvel, a construtora terá que pagar multa de 1% a cada mês a mais de atraso na entrega das chaves.

     

    Se o negócio for desfeito por causa do comprador, este terá direito à restituição das quantias que houver pagado diretamente ao incorporador, corrigidas monetariamente. O valor devolvido, no entanto, terá desconto da comissão de corretagem e do valor da multa — que não poderá exceder a 25% da quantia já paga. O Judiciário hoje costuma decidir entre 10% e 25% para o valor da multa. O projeto ainda permite que as construtoras fiquem com até 50% dos valores pagos pelo consumidor em caso de desistência, quando o empreendimento tiver seu patrimônio separado do da construtora, mecanismo chamado de patrimônio de afetação.

     

  • Sumário Econômico 1531

    Privatização da Eletrobras – A Eletrobras é a maior empresa brasileira de geração de energia elétrica, atende 1/3 do consumo anual de eletricidade do País. Atualmente, a companhia é uma holding composta por várias outras empresas subsidiárias que atuam nas três fases da cadeia produtiva da energia elétrica – geração, transmissão, distribuição. O governo federal detém 60% das ações da estatal, sendo a União dona de 41% e o BNDES dos outros 19%. Além disso, em nome do governo brasileiro, a Eletrobras participa com a metade do capital de Itaipu Binacional.

    Privatização da Eletrobras – A Eletrobras é a maior empresa brasileira de geração de energia elétrica, atende 1/3 do consumo anual de eletricidade do País. Atualmente, a companhia é uma holding composta por várias outras empresas subsidiárias que atuam nas três fases da cadeia produtiva da energia elétrica – geração, transmissão, distribuição. O governo federal detém 60% das ações da estatal, sendo a União dona de 41% e o BNDES dos outros 19%. Além disso, em nome do governo brasileiro, a Eletrobras participa com a metade do capital de Itaipu Binacional. Em agosto de 2017, o governo anunciou pacote polêmico de privatização de parte da Eletrobras em processo de desestatização das seis empresas de distribuição, através de transferência do controle acionário. Desde então, o pacote de privatização tem sido muito discutido, como parte do Programa de Parceria de Investimentos (PPI). O mercado julga a MP positiva, pois tornará a Eletrobras mais eficiente e menos sujeita a decisões políticas. Sindicatos de empregados e uma parcela de outros analistas consideram que a privatização poderia ser mais bem discutida.

    PIB do primeiro trimestre confirma lentidão da recuperação econômica – Dentre as 12 atividades pesquisadas, o comércio registrou o maior avanço na comparação com o mesmo período do ano passado. Entretanto, apesar do resultado dentro do esperado, crise de abastecimento de maio leva a CNC a revisar de +2,4% para +2,1% projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2018. Segundo dados das Contas Nacionais divulgados em 30/05 pelo IBGE, a economia brasileira cresceu pelo quinto trimestre consecutivo, avançando 0,4% na comparação com os três últimos meses de 2017, já descontados os efeitos sazonais. O nível de produção da economia brasileira ainda se encontra 5,8% abaixo do anterior à crise econômica. O PIB acumulado dos últimos 12 meses (R$ 6,6 bilhões) contabiliza avanço real de 1,3%.

    Percentual de famílias com dívidas diminuiu em maio de 2018 – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 59,1% em maio de 2018, o que representa uma queda em relação ao patamar observado em abril de 2018. Houve redução também em relação a maio de 2017, quando o indicador alcançou 60,7% do total de famílias. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também diminuiu em maio de 2018 na comparação mensal, passando de 25,0% para 24,2% do total. Também houve queda do percentual de famílias inadimplentes em relação a maio de 2017, que havia registrado 25,5% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes passou de 10,3% em abril para 9,9% em maio de 2018, apresentando queda também em relação aos 10,1% de maio de 2017.

  • Mundial de futebol deverá movimentar R$ 252 milhões nos bares e restaurantes do Brasil

    O Mundial de Futebol na Rússia começou e, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), deve gerar um aumento de R$ 251,7 milhões no faturamento das atividades especializadas em serviços de alimentação, como bares e restaurantes.

    Comparada aos R$ 399 milhões faturados durante o Mundial de 2014, a movimentação financeira apresentará variação de -36,9%. Descontada a inflação do período, a queda chega a -51,4% em termos reais, aponta a CNC.

    O Mundial de Futebol na Rússia começou e, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), deve gerar um aumento de R$ 251,7 milhões no faturamento das atividades especializadas em serviços de alimentação, como bares e restaurantes.

    Comparada aos R$ 399 milhões faturados durante o Mundial de 2014, a movimentação financeira apresentará variação de -36,9%. Descontada a inflação do período, a queda chega a -51,4% em termos reais, aponta a CNC.

    Os estados de São Paulo (R$ 82,1 milhões) e Rio de Janeiro (R$ 40,3 milhões) deverão concentrar quase metade (48,6%) do faturamento total esperado pelo segmento. Em termos reais, as maiores quedas de receita em relação ao Mundial de 2014 deverão ocorrer no Rio Grande do Sul (-73,9%), Pernambuco (-70,1%) e Minas Gerais (-70,0%).

    “Ainda tentando se reerguer após a recente crise econômica, os serviços de alimentação fora do domicílio não contarão com o fluxo turístico nacional e, principalmente, internacional de quatro anos atrás, quando o Brasil sediou o Mundial”, afirma Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC. Por outro lado, mesmo com as condições atuais menos favoráveis que em 2014, o aumento da movimentação de clientes nesses estabelecimentos nos meses de junho e julho corresponderá a quase 3,3% do faturamento médio mensal normal do setor.

    Atualmente, o segmento fatura R$ 146 bilhões anuais e os gastos dos brasileiros em restaurantes, bares e lanchonetes correspondem, em média, a 9,0% do orçamento familiar, à frente, por exemplo, dos serviços de educação (5,0%), saúde (5,7%), transportes (4,7%) e serviços pessoais (6,8%).

    Intenção de consumo das famílias na Copa

    Pesquisa nacional recém-divulgada pela CNC aponta que 9,9% das famílias brasileiras residentes nas capitais pretendem realizar algum tipo de gasto com esses produtos por conta do Mundial de 2018. Dentre estas, 1,9% pretende fazê-lo em bares e restaurantes.

    Embora, neste ano, a intenção de consumo de alimentos e bebidas no domicílio deva se manter em linha com a expectativa relatada antes do Mundial de 2014 (53,2% contra 53,4%, respectivamente), para as famílias de maior poder aquisitivo, houve aumento na preferência pelo consumo doméstico (de 40,4% em 2014 para 50,6% em 2018).

    Já o consumo de alimentos em bares e restaurantes revela uma menor propensão de gastos independentemente da faixa de renda. Belém (31,3%), Curitiba (24,9%) e Salvador (24,6%) apresentaram as maiores intenções de gasto com alimentos e bebidas fora do domicílio no Mundial deste ano.

    Brasil 2014 x Rússia 2018

    Apesar da recente desaceleração dos preços, serviços de alimentação fora do domicílio deverão faturar menos da metade do total de receitas obtidas durante o Mundial de 2014.

    Nos últimos quatro anos, esses serviços acumulam variação média de 29,9% contra um avanço de 25,9% no IPCA. Entre as regiões cobertas pelo índice de inflação, as maiores altas de preços dos serviços de alimentação no período ocorreram no Distrito Federal (+60%) e no Rio Grande do Sul (+37%). Bahia (+24,7%) e Goiás (+26,5) registraram as menores altas.

    Reflexo da queda na demanda ocorrida nos últimos anos, os reajustes de preços de serviços de alimentação passaram a acontecer de forma menos intensa a partir de 2017, convergindo para o ritmo de avanço da inflação geral nos últimos 12 meses encerrados em abril (2,7%).

    Acesse abaixo a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

  • CNC participa da 107ª Conferência da Organização Internacional do Trabalho

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) fez parte da representação das confederações patronais brasileiras que participaram da 107ª Conferência Anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT), realizada de 28 de maio a 8 de junho em Genebra, na Suíça. 

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) fez parte da representação das confederações patronais brasileiras que participaram da 107ª Conferência Anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT), realizada de 28 de maio a 8 de junho em Genebra, na Suíça. 

    A Conferência foi promovida no Palácio das Nações Unidas e reuniu mais de cinco mil pessoas, representantes de trabalhadores, empresários e governos de 187 países-membros da Organização. Este ano, coube à Confederação Nacional da Indústria (CNI) a representação das Confederações da Agricultura e Pecuária (CNA), dos Transportes (CNT) e do Sistema Financeiro (CNF), além da CNC. 

    Pela Confederação, compuseram a delegação de empregadores brasileiros os vice-presidentes da entidade, Josias Albuquerque e Luiz Gastão Bittencourt; o presidente da Federação Nacional das Empresas de Vigilância, Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Jeferson Furlan Nazário; o presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edgar Segato Neto; o vice-presidente da Fecomércio-SP, Ivo Dall’Acqua Júnior; o Conselheiro Emérito da CNI, Albano Franco, a chefe de Gabinete da Fecomércio-PE, Josicleide Moreira Pimentel; e a chefe e a advogada da Divisão Sindical da CNC, Patricia Duque e Lidiane Nogueira, respectivamente. 

    Vitória da modernização

    Um dos pontos que ganharam grande destaque na 107ª Conferência foi a denúncia apresentada por representante de trabalhadores de que o Brasil teria descumprido a Convenção 98 da OIT, que trata da aplicação dos princípios do direito de sindicalização e de negociação coletiva nas relações laborais. 

    Após as informações prestadas pelo governo brasileiro, a OIT não encontrou elementos suficientes que pudessem respaldar a denúncia e apenas pediu informações adicionais até novembro de 2018, para conhecer melhor os aspectos da modernização trabalhista promovida pelo País por meio da Lei nº 13.467, de julho do ano passado. A decisão, tomada pela Comissão de Aplicação de Normas da Organização em 7 de junho, acaba com especulações de que o País estaria eliminando direitos trabalhistas a partir das modificações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). 

    “Estamos muito satisfeitos com o resultado. Após ouvir os argumentos dos trabalhadores, dos empregadores e do governo, a Comissão decidiu apenas solicitar informações adicionais ao governo brasileiro”, disse o ministro do Trabalho, Helton Yomura. No documento, a OIT pede o detalhamento e a análise dos termos da aplicação dos princípios da “negociação coletiva livre e voluntária na reforma trabalhista”, além de informações sobre as “consultas tripartites com os interlocutores sociais a respeito da reforma trabalhista”. 

    No dia 4 de junho, a CNC ofereceu um jantar em Genebra que contou com a presença da embaixadora Maria Nazareth Farani Azevedo, representante permanente do Brasil junto à ONU e demais organismos internacionais em Genebra, do ministro do Trabalho, Helton Yomura, dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Breno Medeiros e Maria Cristina Peduzzi e dos presidentes da CNI e da CNF, Robson Braga de Andrade e José Ricardo da Costa Aguiar Alves, respectivamente.

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 109/2018

    DESTAQUES:

    Sancionada lei dispondo sobre a possibilidade de movimentação da conta do PIS/Pasep

    Regulamentado o saque do saldo por qualquer titular de conta individual do Fundo PIS-Pasep

    Regulamentada a forma de divulgação de novas versões corretivas e evolutivas dos leiautes e manuais do eSocial

    Alterado o Decreto do Município do Rio de janeiro estabelecendo que a nova tarifa dos ônibus passa a vigorar a partir da zero hora do dia 17 de junho de 2018

    DESTAQUES:

    Sancionada lei dispondo sobre a possibilidade de movimentação da conta do PIS/Pasep

    Regulamentado o saque do saldo por qualquer titular de conta individual do Fundo PIS-Pasep

    Regulamentada a forma de divulgação de novas versões corretivas e evolutivas dos leiautes e manuais do eSocial

    Alterado o Decreto do Município do Rio de janeiro estabelecendo que a nova tarifa dos ônibus passa a vigorar a partir da zero hora do dia 17 de junho de 2018

  • CNC projeta queda de 0,5% nas vendas do setor de serviços este ano

    O volume de receitas do setor de serviços avançou 1,0% em abril na comparação com março, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14/06) pelo IBGE. A alta de abril representa o melhor resultado do setor de serviços desde novembro de 2017, quando registrou +1,0%. Na comparação com abril de 2017, as receitas de serviços teve alta de 2,2%, a maior desde março de 2015.

    O volume de receitas do setor de serviços avançou 1,0% em abril na comparação com março, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14/06) pelo IBGE. A alta de abril representa o melhor resultado do setor de serviços desde novembro de 2017, quando registrou +1,0%. Na comparação com abril de 2017, as receitas de serviços teve alta de 2,2%, a maior desde março de 2015. E com o resultado divulgado pelo IBGE, impulsionado pelo avanço do grupo transportes (+4,4%), o volume de receitas das atividades envolvidas na pesquisa registrou seu melhor resultado para meses de abril desde 2013 (+7,9%).

     Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ainda não é possível confirmar o início do processo de recuperação do nível de atividade nos serviços. Nos quatro primeiros meses do ano, o setor acumulou retração de 0,6% ante o mesmo período de 2017, queda inferior àquela percebida nos mesmos períodos dos três últimos anos.

     “Dentre as atividades que compõem o setor produtivo, as de serviços são aquelas com maior dificuldade em recuperar o crescimento. Além do fraco nível geral de atividade econômica interna, a carência de investimentos, decorrentes das incertezas relacionados ao quadro político de 2018, ainda se coloca como um obstáculo à recuperação das atividades contempladas na PMS, uma vez que a maior parte das receitas geradas tem origem na prestação de serviços entre as empresas”, afirma Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação. Ele explica que, mesmo considerando a preservação do cenário favorável em relação ao comportamento dos preços e aos custos dos investimentos para a segunda metade de 2018, e a menor previsibilidade decorrente das indefinições do quadro político, as incertezas deverão continuar promovendo a volatilidade cambial e inibindo os investimentos.

     Diante desse cenário, a expectativa da CNC é de que a variação do volume de receitas do setor de permaneça no terreno negativo (-0,5%).

    Clique aqui para acessar o estudo completo.

     

     

     

  • CNC projeta queda de 0,5% nas vendas do setor de serviços este ano

    O volume de receitas do setor de serviços avançou 1,0% em abril na comparação com março, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14) pelo IBGE. A alta de abril representa o melhor resultado do setor de serviços desde novembro de 2017, quando registrou +1,0%. Na comparação com abril de 2017, as receitas de serviços teve alta de 2,2%, a maior desde março de 2015.

    O volume de receitas do setor de serviços avançou 1,0% em abril na comparação com março, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14) pelo IBGE. A alta de abril representa o melhor resultado do setor de serviços desde novembro de 2017, quando registrou +1,0%. Na comparação com abril de 2017, as receitas de serviços teve alta de 2,2%, a maior desde março de 2015. E com o resultado divulgado pelo IBGE, impulsionado pelo avanço do grupo transportes (+4,4%), o volume de receitas das atividades envolvidas na pesquisa registrou seu melhor resultado para meses de abril desde 2013 (+7,9%). 

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ainda não é possível confirmar o início do processo de recuperação do nível de atividade nos serviços. Nos quatro primeiros meses do ano, o setor acumulou retração de 0,6% ante o mesmo período de 2017, queda inferior àquela percebida nos mesmos períodos dos três últimos anos. 

    “Dentre as atividades que compõem o setor produtivo, as de serviços são aquelas com maior dificuldade em recuperar o crescimento. Além do fraco nível geral de atividade econômica interna, a carência de investimentos, decorrentes das incertezas relacionados ao quadro político de 2018, ainda se coloca como um obstáculo à recuperação das atividades contempladas na PMS, uma vez que a maior parte das receitas geradas tem origem na prestação de serviços entre as empresas”, afirma Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação. Ele explica que, mesmo considerando a preservação do cenário favorável em relação ao comportamento dos preços e aos custos dos investimentos para a segunda metade de 2018, e a menor previsibilidade decorrente das indefinições do quadro político, as incertezas deverão continuar promovendo a volatilidade cambial e inibindo os investimentos. 

    Diante desse cenário, a expectativa da CNC é de que a variação do volume de receitas do setor de permaneça no terreno negativo (-0,5%). 

    Acesse abaixo o estudo na íntegra.