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  • CNC projeta queda de 0,8% na receita do setor de serviços em 2018

    Mesmo apostando na preservação do cenário atual da economia, os resultados recentes do setor de serviços e as dificuldades de reativar investimentos levaram a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a manter uma projeção de queda de 0,8% no volume de receitas do setor ao fim deste ano. Se confirmado, esse resultado levaria o setor de serviços a registrar a quarta queda anual consecutiva no volume de receitas.

    Mesmo apostando na preservação do cenário atual da economia, os resultados recentes do setor de serviços e as dificuldades de reativar investimentos levaram a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a manter uma projeção de queda de 0,8% no volume de receitas do setor ao fim deste ano. Se confirmado, esse resultado levaria o setor de serviços a registrar a quarta queda anual consecutiva no volume de receitas.

    O reajuste da projeção da CNC se deu após a divulgação dos dados de março da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE, segundo a qual nos três primeiros meses deste ano o setor acumulou retração de 1,5% ante o mesmo período de 2017. Para a entidade, apesar das condições econômicas atuais mais favoráveis do que as dos últimos anos, principalmente quanto ao comportamento dos preços e ao nível da taxa básica de juros, as incertezas no cenário eleitoral parecem contaminar o nível de confiança no setor produtivo, inibindo a retomada consistente dos investimentos e, sobretudo, a reativação do mercado de trabalho, no qual os serviços respondem por cerca de 44% da ocupação formal do setor privado.

    Em março, o setor de serviços recuou 0,2% em relação a fevereiro, após registrar estabilidade em fevereiro (0,0%) e queda em janeiro (-1,9%). Em relação a março do ano passado, o volume de serviços diminuiu -0,8%, contra -2,3% em fevereiro e -1,5% em janeiro. A variação negativa foi acompanhada por três das cinco atividades investigadas, com destaque para serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,8%).

    Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, destaca que, embora a queda observada em março seja menor do que aquela registrada nos três primeiros meses do ano passado (-4,7%), o processo de recuperação do setor após crise tem se caracterizado pela lentidão. “Ao contrário de outras atividades nas quais é possível identificar tendências de crescimento, como a indústria e o comércio, os serviços ainda sofrem com o baixo nível de investimentos da economia e até mesmo com a percepção por parte das famílias de que ainda não é possível recuperar o ritmo do consumo de serviços não essenciais, uma vez que a PMS apura a receita dos serviços não financeiros, excluindo atividades de educação e saúde”, afirma Bentes.

    Acesse abaixo o estudo na íntegra.

  • Comissão discute parecer que muda a lei de licitações

    A comissão especial que analisa proposta de nova lei de licitações (PLs nº1292/1995, nº 6814/2017 e apensados) reúne-se nesta quarta-feira (16/05) para discutir e votar o parecer do relator, deputado João Arruda (PMDB-PR). O texto ainda não foi divulgado.

    A comissão especial que analisa proposta de nova lei de licitações (PLs nº1292/1995, nº 6814/2017 e apensados) reúne-se nesta quarta-feira (16/05) para discutir e votar o parecer do relator, deputado João Arruda (PMDB-PR). O texto ainda não foi divulgado.

    A comissão, criada em 2015, realizou diversas audiências públicas e seminários regionais para debater a proposta e ouvir críticas e sugestões dos diversos setores envolvidos. O Ministério Público Federal, por exemplo, propôs aos deputados que a nova lei de licitações torne o superfaturamento de compras públicas um crime específico, a fim de combater desvios no setor público. Já os empresários ouvidos pelos parlamentares defenderam a proibição da modalidade pregão em licitações para obras de engenharia.

    Pregão é a modalidade de licitação na qual a empresa vencedora é a que apresenta o menor preço para aquisição de bens, serviços e obras comuns. A disputa é feita por lances sucessivos, em sessão presencial ou eletrônica.

    Por sua vez os engenheiros ouvidos pela comissão criticaram a nova lei de licitações por manter a contratação integrada. Nesse tipo de contratação, o contratado fica responsável pela elaboração e o desenvolvimento dos projetos completo e executivo, além da execução de obras e serviços de engenharia.

    Os deputados ouviram também o engenheiro e ex-deputado federal, Luís Roberto Ponte, autor do projeto que deu origem a atual Lei de Licitações (nº 8.666/1993). Ele defendeu a atualização na norma, mas ressaltou que, “se os seus dispositivos forem cumpridos, não há brecha para a corrupção” nos contratos licitatórios executados pelo poder público.

    A reunião será realizada no plenário 14 a partir das 16 horas.

  • Reforma Trabalhista gera desemprego e impede acesso à justiça, dizem debatedores

    A Reforma Trabalhista impede o acesso do trabalhador à Justiça, além de gerar desemprego e trabalho análogo à escravidão. Essa avaliação foi consensual entre os participantes da audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) nesta segunda-feira (14/05).

    A Reforma Trabalhista impede o acesso do trabalhador à Justiça, além de gerar desemprego e trabalho análogo à escravidão. Essa avaliação foi consensual entre os participantes da audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) nesta segunda-feira (14/05).

    O senador Paulo Paim (PT-RS), que solicitou o debate, disse que a reforma representa o contrário do que foi divulgado para conseguir a sua aprovação no Congresso. “Essa reforma é um vexame, pois funciona na contramão do que eles anunciaram. Aumenta o desemprego e a informalidade, além de reduzir a massa salarial”, enfatizou Paim durante a audiência.

    Justiça trabalhista

    O procurador Regional do Trabalho e coordenador nacional da Coordenadoria de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho do Ministério Público do Trabalho, Paulo Vieira, informou que a Reforma Trabalhista gerou uma redução de cerca de 50% dos processos de trabalho, porém restringe o acesso do trabalhador à Justiça.

    “Reduzir o número de processos é o objetivo de qualquer país civilizado. Esse objetivo só é positivo quando ele é alcançado pela evolução social a partir do cumprimento espontâneo da lei. Porém, quando isso vem através da vedação de acesso à Justiça e do impedimento da busca à reparação dos danos sofridos, principalmente dos mais pobres, é um retrocesso social, é um ato de opressão e de impedimento da plena cidadania para o trabalhador”, ressaltou.

    Para Paulo Vieira, existe uma alta rotatividade no mercado de trabalho. O Brasil, segundo ele, tem por ano um número que oscila entre 20 e 25 milhões de desligamentos de trabalhadores e, de cada 100 desligamentos, 85 casos não geram processo trabalhista, pois as partes se entendem.

    Segundo Marilane Teixeira, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade de Campinas (Cesit/Unicamp), a reforma está dando legitimidade e espaço para ampliar as formas de contratação e as jornadas de trabalho de maneira a prejudicar o trabalhador. “Conforme balanço do Ministério do Trabalho, nos últimos seis meses, foram registrados 223 instrumentos, entre acordos, convenções coletivas e termos aditivos, tratando da Reforma Trabalhista.”

    Informalidade

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em dezembro do ano passado, a população ocupada era de 92,1 milhões de brasileiros e os trabalhadores informais (sem carteira ou trabalho por conta própria) representavam 37,1% do total, ou 34,2 milhões, superando o contingente formal, que somava 33,3 milhões. De acordo com o instituto, foi a primeira vez na história que o número de trabalhadores sem carteira assinada superou o conjunto de empregados formais.

    O procurador Paulo Vieira comentou esses dados e acrescentou que a Reforma Trabalhista previa geração de mais de seis milhões de empregos. Porém, observou ele, hoje, o Brasil conta com 1,3% de desemprego a mais do que o ultimo trimestre do ano de 2017, o que significa 1,5 milhão a mais de pessoas desempregadas.

    “As previsões do PIB já foram revistas para baixo. O ex-presidente do Banco Central divulgou um estudo recente de que o PIB baixo é reflexo do trabalho informal. As pessoas só compram quando têm uma previsibilidade de renda.”

  • Direitos da pessoa com deficiência dominam pauta da CDH nesta quarta

    A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) tem reunião marcada para a quarta-feira (16/05), às 11h30, com uma pauta voltada para os direitos da pessoa com deficiência. Um dos projetos determina que as pesquisas feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou por outras instituições públicas de pesquisa, deverão gerar dados e informações sobre a aptidão para o trabalho das pessoas com deficiência (PLS nº 316/2016).

    A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) tem reunião marcada para a quarta-feira (16/05), às 11h30, com uma pauta voltada para os direitos da pessoa com deficiência. Um dos projetos determina que as pesquisas feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou por outras instituições públicas de pesquisa, deverão gerar dados e informações sobre a aptidão para o trabalho das pessoas com deficiência (PLS nº 316/2016).

    De iniciativa do senador Romário (Pode-RJ), o projeto tem objetivo de facilitar o cumprimento, pelas empresas, da legislação de cotas para pessoas com deficiência (Lei nº 13.146/2015). Segundo o autor, os empresários alegam não empregar deficientes habilitados porque eles não estavam disponíveis no mercado de trabalho, e não por preconceito. Por isso, afirma Romário, o problema a ser enfrentado é a coordenação entre os setores interessados. A pesquisa deverá informar onde estão as pessoas com deficiência, qual a sua qualificação e o que precisam para serem empregadas.

    O relator, senador Paulo Paim (PT-RS), é favorável à matéria, que é “repleta de méritos”. O senador, no entanto, apresentou ajustes ao texto para evitar questionamentos jurídicos ao projeto — que tramita em caráter terminativo. Se aprovado na CDH e não houver recurso para o Plenário, o projeto seguirá direto para a análise da Câmara dos Deputados.

    Crianças

    Outra proposta na pauta é o projeto que determina que os centros de compras, como shopping centers, que têm área de lazer infantil disponibilizem pelo menos 5% dos brinquedos com condições de acessibilidade para crianças com deficiência (PLS nº 382/2011). Do ex-senador Vital do Rêgo, a proposta tem voto favorável da relatora, senadora Regina Sousa (PT-PI).

    Na mesma reunião, a comissão ainda deve analisar o projeto que trata da obrigação de supermercados e aeroportos ofertarem carrinhos de compras adaptados para o transporte de crianças com deficiência (PLS 433/2017) e o que trata da obrigação de estabelecimentos públicos e privados ofertarem informações em formato acessível, inclusive mediante o uso do sistema braile (PLS nº 110/2018).

  • Proposta que altera Lei Kandir pode ser votada nesta terça

    A comissão mista do Congresso Nacional que analisa mudanças na Lei Kandir (Lei Complementar nº 87/1996) retomará nesta terça-feira (15/05), às 14h30, a análise de proposta que obriga a União a compensar estados e Distrito Federal por perdas com a desoneração do ICMS. O prazo de funcionamento do colegiado se encerra na quinta-feira (17), não cabendo mais prorrogação.

    A comissão mista do Congresso Nacional que analisa mudanças na Lei Kandir (Lei Complementar nº 87/1996) retomará nesta terça-feira (15/05), às 14h30, a análise de proposta que obriga a União a compensar estados e Distrito Federal por perdas com a desoneração do ICMS. O prazo de funcionamento do colegiado se encerra na quinta-feira (17), não cabendo mais prorrogação.

    A reunião do dia 9 acabou suspensa sem que o anteprojeto do relator, senador Wellington Fagundes (PR-MT), fosse analisado. O anteprojeto obriga a União a entregar anualmente R$ 39 bilhões a estados e ao Distrito Federal como compensação pela não incidência do ICMS – principal tributo estadual – sobre exportações de bens primários e semielaborados e sobre operações interestaduais destinadas à industrialização e à comercialização. O valor foi calculado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne secretários estaduais de Fazenda.

    Após anunciar avanços na negociação com o Ministério da Fazenda, Fagundes informou que o governo trabalhava em uma proposta alternativa para não haver vetos. A proposta do governo, apresentada ao colegiado na quinta-feira (10), acata duas mudanças prevista no texto de Fagundes: tornar obrigatório o pagamento do Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX), e corrigir os valores da compensação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

    O texto do Executivo, no entanto, determina que a União entregará anualmente aos estados e ao Distrito Federal apenas 10% (R$ 3,9 bilhões) da compensação prevista no relatório de Fagundes. Ambas propostas deverão ser objeto de análise na comissão mista.

    O montante proposto pelo governo federal corresponde à média da compensação paga pelo governo nos últimos anos. Além dos recursos orçamentários a título de compensação, a União vem repassando recursos do FEX, previstos pela Emenda Constitucional 42, e a parcela que estados e municípios têm que destinar ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

    Lei Kandir

    Aprovada em 1996, a Lei Kandir teve origem em um projeto de lei (PLP nº 95/1996) do então deputado federal Antonio Kandir (SP). A lei regulamentou o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas ficou mais conhecida por reduzir a arrecadação dos estados ao prever casos de isenção do ICMS. Para compensar as perdas, a Lei Kandir obrigou a União a incluir na lei orçamentária anual, até o ano de 2002, recursos específicos para ressarcir os cofres estaduais, conhecido como seguro receita.

    Posteriormente, a Lei Complementar nº 115/2002 estabeleceu um valor para distribuição em 2003. E, a partir de 2004, os repasses passaram a depender de negociação entre os governadores e o Ministério da Fazenda.

    Em 2016, ao julgar recurso do governo do Pará, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu ao Congresso Nacional prazo de um ano para aprovar uma lei fixando novos critérios para compensação. Os ministros decidiram também que, se o Congresso não aprovar a lei no prazo de um ano, caberá ao TCU fixar regras de repasse e calcular as cotas de cada estado.

    Como a súmula do STF foi publicada em agosto de 2017, o presidente do Congresso, Eunício Oliveira, estabeleceu o mês de agosto de 2018 como prazo limite para a aprovação da regulamentação da Lei Kandir.

  • Comissão debate ferramentas capazes de inovar plataformas por trás de moedas virtuais

    A Comissão Especial que analisa a regulamentação de moedas virtuais (como os bitcoins) e de programas de milhagem de companhias aéreas (PL nº 2303/2015) debate nesta quarta-feira (16/05) o uso de ferramentas e tecnologias capazes de inovar plataformas por trás de moedas virtuais. Serão debatidos o uso de dispositivos como “Arduíno”, que é uma plataforma que permite construir protótipos de hardware livre de placa única, e “Blockchain”, que é uma tecnologia que visa a descentralização de dados como medida de segurança.

    A Comissão Especial que analisa a regulamentação de moedas virtuais (como os bitcoins) e de programas de milhagem de companhias aéreas (PL nº 2303/2015) debate nesta quarta-feira (16/05) o uso de ferramentas e tecnologias capazes de inovar plataformas por trás de moedas virtuais. Serão debatidos o uso de dispositivos como “Arduíno”, que é uma plataforma que permite construir protótipos de hardware livre de placa única, e “Blockchain”, que é uma tecnologia que visa a descentralização de dados como medida de segurança.

    O deputado Alexandre Valle (PR-RJ), que propôs o debate, destaca que “os mecanismos visam maximizar dispositivo barato, funcional e programas de fácil acessibilidade a estudantes e projetistas amadores e também garantir mais segurança às transações digitais”, afirma.

    Foram convidados para o debate, entre outros:

    – o representante da empresa Online IPS BRAZIL, Witoldo Hendrich Júnior;

    – a diretora jurídica e de Operações da PrimeiroPay Latin America, Gabriela Vieira;

    – a representante da empresa ASTROPAY BRASIL LTDA, Fernanda Rachel Zago.

    O debate será realizado às 14 horas, em plenário a definir.

     

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Maio de 2018 – Informativo on-line

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 128 | Maio de 2018


    Educação/Cultura

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional (FNAP)

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 128 | Maio de 2018


    Educação/Cultura

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional (FNAP)

    Representante:

    Titular

    Ana Paula Tomazzetti Urroz Maciel Pinheiro

    Advogada

    Divisão Jurídica da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Empresas dos setores do Comércio detêm os maiores índices de contratação de aprendizes.

     

    Ministério da Cultura (MinC)

    Representação

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC)

    Representante:

    2º Suplente

    Gilberto Rodrigues Figueiredo

    Assessor Técnico em Música

    Sesc-DN

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    As limitações da Funarte foram apontadas como responsáveis pela redução de projetos que se beneficiariam com a Lei Rouanet.

     

    Infraestrutura

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Comissão Permanente Nacional Portuária (CPNP)

    Representante:

    Titular

    Luis Sérgio Soares Mamari

    Assessor Executivo

    Divisão de Saúde da CNC

    (Compareceu) 

    Saiba mais aqui:

    Comissão discute aplicação da NR-35 (Trabalho em Altura) nas embarcações durante visita técnica ao Porto de Vila do Conde, no Pará.

     

    Relações do Trabalho

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Conselho Nacional de Imigração (CNIg)

    Representantes:

    Titular

    Marjolaine Bernadette Julliard Tavares do Canto

    Chefe da Assessoria junto ao Poder Executivo da CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    Roberto Luis Lopes Nogueira

    Advogado da Divisão Sindical da CNC

    Saiba mais aqui:

    Conselho Nacional de Imigração apresentou minuta de decreto que dispõe sobre a sua organização e seu funcionamento, que segue em discussão no grupo de trabalho.

     

    Responsabilidade Social

    Ministério dos Direitos Humanos (MDH)

    Representação

    Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade)

    Representantes:

    Titular

    Alexandre Sampaio de Abreu

    Diretor da CNC

    Suplente

    Fernando Cesar Thiago de Mello

    Advogado

    Divisão Jurídica da CNC

    (Compareceu) 

    Saiba mais aqui:

    Discussão da proposta de regulamentação do art. 122 da Lei Brasileira de Inclusão, que versa sobre o tratamento diferenciado e favorecido às microempresas e empresas de pequeno porte.

     

    Saúde

    Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação

    Grupo de Trabalho Tripartite – Norma Regulamentadora de Limpeza Urbana

    Representantes:

    Titular

    Daniel da Silva Amado Felício

    Presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de Mato Grosso do Sul (Seac/MS)

    1º Suplente

    Alcir Campelo Mendes

    Presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Pará (Seac/PA)

    2º Suplente

    Luiz Carlos Poli

    Vice-Presidente de Limpeza Urbana da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac)

    Representante Técnico

    Luis Sérgio Soares Mamari

    Assessor Executivo

    Divisão de Saúde da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Sem consenso sobre as atividades existentes na limpeza urbana, Grupo de Trabalho Tripartite adia para a próxima reunião as discussões relativas à elaboração do texto da Norma.

     

    Ministério da Saúde (MS)

    Representação

    Comissão Intersetorial de Alimentação e Nutrição (Cian) do Conselho Nacional de Saúde (CNS)

    Representante:

    Titular

    Lilian Gullo de Almeida

    Nutricionista

    Sesc-DN

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Comissão realiza revisão do Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 Anos.

     

    Turismo

    Ministério do Turismo (MTur)

    Representação

    Conselho Nacional de Turismo (CNT)

    Representantes:

    Titular

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da CNC

    Suplente

    Eraldo Alves da Cruz

    Secretário Executivo do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    É lançado o novo Plano Nacional de Turismo 2018-2022, que prevê ampliar, até 2022, para 9 milhões o número de empregos gerados pelo setor.

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Maio de 2018

    Assessoria de Gestão das Representações | Maio de 2018

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Maio de 2018

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Turismo: Panoramas en debate – Impactos de la economía colaborativa

    La Confederación Nacional del Comercio de Bienes, Servicios y Turismo (CNC) orienta y defiende los derechos e intereses del empresariado nacional del sector del comercio de bienes, servicios y turismo. El Consejo Empresarial de Turismo y Hospitalidad (Cetur) de la CNC realiza la planificación y oferece apoyo a acciones para el crecimiento de la actividad turística en Brasil. El Cetur promueve el debate, la organización y la difusión de estúdios que evidencian la importancia del sector en el desarrollo económico y social del País.

    La Confederación Nacional del Comercio de Bienes, Servicios y Turismo (CNC) orienta y defiende los derechos e intereses del empresariado nacional del sector del comercio de bienes, servicios y turismo. El Consejo Empresarial de Turismo y Hospitalidad (Cetur) de la CNC realiza la planificación y oferece apoyo a acciones para el crecimiento de la actividad turística en Brasil. El Cetur promueve el debate, la organización y la difusión de estúdios que evidencian la importancia del sector en el desarrollo económico y social del País.

    Nos gustaría aprovechar la oportunidad para compartir nuestro recien lanzado estudio sobre los Impactos de la Economía Compartida, una compilación de las discusiones llevadas a cabo durante 2017 en la serie de seminarios de Turismo – Panoramas en Debate, celebrada en nuestro auditório en Rio de Janeiro. Además de traer la visión de 27 expertos, representantes de segmentos como restauración, transporte y hospitalidad, el documento ofrece recomendaciones para el mercado general del turismo, las ciudades y los legisladores locales y nacionales.

    Entre los principales invitados internacionales, la Organización Mundial del Turismo (OMT), representada por su Director de Competitividad, John Kester, contribuyó con el tema presentando una investigación sobre el impacto de la economía colaborativa en el turismo mundial. Dan Peltier, periodista de Skift, presentó los principales resultados del estudio Skift Megatendencias. El turismo brasileño, a su vez, estuvo representado por sus principales entidades e investigadores.

    A través de iniciativas como las contenidas en este documento, Cetur / CNC enfatiza la importancia de equilibrar las disrupciones del mundo actual con la realidad de las empresas turísticas formales, que abarcan más de 60 segmentos, pagan impuestos, generan empleos e ingresos para el país. Al hacerlo, reafirma su papel como foro empresarial calificado para el debate y la formulación de una propuesta para aumentar el turismo.

    Les deseamos una buena lectura!

     

    Alexandre Sampaio de Abreu

    Presidente del Consejo Empresarial de Turismo y Hospitalidad

  • Tourism: Scenarios in Debate – Impacts of the Sharing Economy

    The National Confederation of Commerce, Services and Tourism (CNC) guides and defends the rights and interests of the Brazilian business community in the commerce of goods, services and tourism. CNC’s Tourism and Hospitality Business Council (Cetur) carries out planning and offers support to actions for the growth of the tourism business in Brazil. Cetur promotes the discussion, organization and dissemination of studies that demonstrate the importance of this sector in Brazil’s economic and social development.

    The National Confederation of Commerce, Services and Tourism (CNC) guides and defends the rights and interests of the Brazilian business community in the commerce of goods, services and tourism. CNC’s Tourism and Hospitality Business Council (Cetur) carries out planning and offers support to actions for the growth of the tourism business in Brazil. Cetur promotes the discussion, organization and dissemination of studies that demonstrate the importance of this sector in Brazil’s economic and social development.

    Speaking of such studies, we would like to take the opportunity to share the translations to our recently launched study on the Impacts of the Sharing Economy, a compilation of the discussions carried out throughout 2017 in the Tourism – Scenarios in Debate series of seminars, held in our Rio de Janeiro auditorium. In addition to bringing the vision of 27 experts, representatives of segments such as food, transportation and hospitality. The document offers recommendations that point out ways to the general tourism market, to the cities and to local and national legislators.

    Among the key international guests, the World Tourism Organization (UNWTO), represented by its Director of the Tourism Market Trends Programme, John Kester, contributed the theme by presenting a survey on the impact of collaborative economy on world tourism. Dan Peltier, Skift reporter, presented the main results of the Skift Megatrends study. Brazilian tourism, in turn, was represented by its main entities and researchers.

    Through initiatives such as those contained in this document, Cetur / CNC stresses the importance of balancing disruptions with the reality of formal tourism businesses, which encompass more than 60 segments, pay taxes, generate jobs and income for the country. In doing so, it reaffirms its role as a qualified business forum for the debate and formulation of a proposal to increase tourism.

    Should you have any questions or suggestions, do not hesitate to contact us at conselhodeturismo@cnc.org.br

    Best Regards,

     

    Alexandre Sampaio de Abreu

    President of the Tourism and Hospitality Business Council