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  • CNC divulga amanhã resultados da ICF de ABRIL

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 18 de abril, os resultados de ABRIL da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, o economista Antonio Everton Chaves Junior estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 18 de abril, os resultados de ABRIL da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, o economista Antonio Everton Chaves Junior estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

  • Comissão do Código Comercial faz audiência sobre a solução de conflitos empresariais

     

    A Comissão Temporária de Reforma do Código Comercial promove na quarta-feira (18/04) uma audiência pública interativa para tratar da solução de conflitos empresariais e dos títulos de crédito. A reunião tem início às 14h30, na sala 15 da Ala Senador Alexandre Costa.

     

    A Comissão Temporária de Reforma do Código Comercial promove na quarta-feira (18/04) uma audiência pública interativa para tratar da solução de conflitos empresariais e dos títulos de crédito. A reunião tem início às 14h30, na sala 15 da Ala Senador Alexandre Costa.

    Foram convidados os professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Arnoldo Wald (Direito Civil) e Sérgio Campinho (Direito Comercial); a presidente do Comitê Brasileiro de Arbitragem, Flávia Bittar Neves; o representante da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e membro do Conselho Superior de Direito da Fecomércio-SP, Fernando Passos; e o desembargador Newton de Lucca, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que abrange os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

    A reforma do Código Comercial tramita na forma do PLS nº 487/2013, assinado pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), então presidente do Senado. O anteprojeto foi elaborado por uma comissão de juristas, e agora encontra-se em exame na comissão temporária. Relator da proposta, o senador Pedro Chaves (PRB-MS) pretende concluir seu trabalho até o final de junho.

    Como acompanhar e participar

    http://bit.ly/audienciainterativa

    www.senado.gov.br/ecidadania

     

  • Autor da Lei de Licitações participa de debate sobre mudanças na legislação

    A comissão especial que analisa a nova Lei de Licitações (PL nº 1292/1995) discute a proposta nesta tarde com o autor do projeto que deu origem à lei que regula as compras públicas (nº 8.666/1993), Luis Roberto Ponte. Na semana, representantes de entidades da sociedade civil cobraram mais mecanismos de transparência e controle social na nova proposta.

    A comissão especial que analisa a nova Lei de Licitações (PL nº 1292/1995) discute a proposta nesta tarde com o autor do projeto que deu origem à lei que regula as compras públicas (nº 8.666/1993), Luis Roberto Ponte. Na semana, representantes de entidades da sociedade civil cobraram mais mecanismos de transparência e controle social na nova proposta.

    O relator da matéria, deputado João Arruda (PMDB-PR), afirmou que quer incluir na proposta a possibilidade de acompanhamento em tempo real das obras e do contrato da empresa vencedora através do portal da transparência, seja federal, estadual ou municipal. “É preciso uma nova cultura.”

    Além de Luis Ponte, foram convidados para o debate desta tarde:

    – o presidente da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF (Anape), Telmo Lemos Filho;

    – a superintendente de Parcerias e Concessões do Piauí, Viviane Moura Bezerra;

    – o consultor Legislativo da Câmara dos Deputados Magno Antonio Correia de Mello.

    A audiência será realizada a partir das 14h30 no plenário 14.

     

  • Finanças aprova autorização para título de crédito para operação de comércio exterior

    A Comissão de Finanças e Tributação aprovou na quarta-feira (11/04) o Projeto de Lei Complementar nº 382/17, do deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), que autoriza a criação de título de crédito (Letra de Comércio Exterior – LCE) para financiar operações de comércio exterior brasileiro. O objetivo é dinamizar e reduzir custos financeiros para esse tipo de operação. A LCE será lastreada – terá o crédito garantido – por operações contratadas de comércio exterior. Pela proposta, o título não se constitui operação de empréstimo ou adiantamento nem título financeiro (ação ou obrigação).

    A Comissão de Finanças e Tributação aprovou na quarta-feira (11/04) o Projeto de Lei Complementar nº 382/17, do deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), que autoriza a criação de título de crédito (Letra de Comércio Exterior – LCE) para financiar operações de comércio exterior brasileiro. O objetivo é dinamizar e reduzir custos financeiros para esse tipo de operação. A LCE será lastreada – terá o crédito garantido – por operações contratadas de comércio exterior. Pela proposta, o título não se constitui operação de empréstimo ou adiantamento nem título financeiro (ação ou obrigação).

    A comissão retirou a extensão à LCE de todos os incentivos fiscais e tributários dados a financiamentos para o comércio exterior.

    Entidade de administração

    O texto também permite criar associação ou fundação para implantar e administrar sistema de registro, custódia e compensação específico da LCE. Essa entidade deverá ser responsável por intermediar o comércio exterior por atividades como contratação de seguro de crédito, emissão eletrônica de documentos e gestão e monitoramento de pagamentos e recebimentos das empresas participantes.

    A entidade será a representante legal das empresas nas operações de comércio exterior, inclusive contratos de câmbio de compra e venda das moedas estrangeiras envolvidas nas operações respectivas.

    Segundo o relator, deputado Lucas Vergílio (SD-GO), o projeto gerará impacto econômico extremamente relevante por quatro canais distintos. “Estímulo a empresas de pequeno e médio porte a exportarem; diversificação da pauta de exportações brasileiras; aumento das exportações; e busca de soluções privadas para destravar a economia.”

    A criação de uma entidade sem fins lucrativos privada, custeada pelos serviços prestados e sem recursos governamentais se alinha com a atual situação fiscal do País, segundo Vergílio. “A grave crise econômica e as questões fiscais estruturais geraram sucessivos e expressivos déficits primários desde 2014, levando a dívida pública a uma trajetória insustentável”, disse.

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e regime de prioridade e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O projeto já foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços.

  • CCJ vota possibilidade de jovens anteciparem testes para obter carteira de motorista

    Jovens com menos de 18 anos poderão antecipar etapas do processo de obtenção da carteira de motorista. O projeto de lei (PLS nº 58/2017) do senador Dário Berger (PMDB-SC) altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997) para permitir que algumas exigências, como a frequência a aulas teóricas e a realização do exame psicotécnico, possam ser cumpridas três meses antes de o candidato completar 18 anos está na pauta da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) desta quarta-feira (18), a partir das 10h.

    Jovens com menos de 18 anos poderão antecipar etapas do processo de obtenção da carteira de motorista. O projeto de lei (PLS nº 58/2017) do senador Dário Berger (PMDB-SC) altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997) para permitir que algumas exigências, como a frequência a aulas teóricas e a realização do exame psicotécnico, possam ser cumpridas três meses antes de o candidato completar 18 anos está na pauta da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) desta quarta-feira (18), a partir das 10h.

    Em relação às aulas práticas e ao exame de direção veicular, o projeto determina que só poderão ser realizados após o futuro motorista atingir a maioridade penal. O PLS nº 58/2017 também admite a antecipação dos mesmos requisitos para quem quiser mudar a habilitação para as categorias D (ônibus) e E (veículo com dois reboques acoplados), para as quais o CTB exige idade mínima de 21 anos.

    Na avaliação de Dário, a modificação no CTB vai desburocratizar o processo de retirada da habilitação para os jovens. “Reduziríamos significativamente a angústia dos candidatos à primeira habilitação nos exames teóricos, importantes sobre todos os pontos de vista, e que não raras vezes conduzem a reprovação em razão desse estado de espírito. Ao permitirmos que o jovem inicie antecipadamente o processo, estaremos aumentando as suas chances de poder dirigir o mais próximo possível da data permitida em lei”, considerou o autor do projeto.

    Os argumentos apresentados convenceram o relator, senador Randolfe Rodrigues (Rede – AP), a recomendar a aprovação da medida. “É bastante razoável que o candidato realize as etapas do processo de habilitação, exceto aulas práticas e exame de direção veicular, nos três meses anteriores à data em que complete 18 anos”, concordou Randolfe.

    O relator defendeu ainda a antecipação do processo para os candidatos às habilitações nas categorias D e E, “dada a carência de motoristas profissionais em muitas regiões do Brasil”. O PLS nº 58/2017 é terminativo na CCJ, ou seja, caso aprovado, será enviado à Câmara dos Deputados. No entanto, recurso apoiado por nove senadores pode levá-lo a ser avaliado em Plenário.

    Transporte de crianças

    Outra proposta sobre trânsito na pauta da comissão é o projeto de lei da Câmara (PLC nº 46/2017) que obriga a realização de testes de impacto com assentos para transporte de crianças em veículos. A proposta recebeu parecer favorável da relatora, senadora Simone Tebet (PMDB-MS).

    Os assentos infantis vêm em diferentes variedades: bebê-conforto, cadeira especial ou assento de elevação. Segundo o projeto, eles terão que receber certificação de órgãos e entidades de controle de qualidade, após a realização de testes de impacto frontal e lateral. A proposta também modifica o CTB, incluindo a medida.

    Simone considerou a mudança trazida pelo PLC nº 46/2017 “conveniente e oportuna”. Conforme observou, o dispositivo de retenção dos assentos infantis automotivos é equipamento necessário para o transporte seguro de crianças até sete anos. Ao limitar o deslocamento do corpo, reduz os riscos de ferimentos em caso de colisões ou freada brusca.

    “A importância do uso de um equipamento de qualidade evidencia-se pelo fato dos acidentes de trânsito serem a principal causa de morte na faixa etária de 1 a 14 anos no Brasil, de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran)”, acrescentou Simone no parecer.

    Apesar de os dispositivos de retenção de assentos infantis já estarem regulamentados pelo Inmetro e pelo Contran em nível infralegal, a relatora do PLC nº 46/2017 avaliou como importante que a obrigatoriedade de certificação desses mecanismos seja inserida no CTB. A medida entraria em vigor no prazo de 180 dias.

    Gerência no setor público

    Também na pauta da CCJ a proposta que regulamenta o modelo gerencial de administração no setor público. O PLS nº 459/2016, do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), normatiza o chamado “contrato de desempenho” – instrumento necessário para viabilizar o novo modelo de gestão – de órgãos e entidades da administração pública.

    O contrato de desempenho foi criado pela Emenda Constitucional 19, para propiciar autonomia gerencial, orçamentária e financeira a órgãos e entidades da administração direta e indireta. Isso seria possível mediante contrato firmado entre seus administradores e o poder público, onde estariam fixadas as metas de desempenho a serem alcançadas. A EC nº 19/1998 previa, entretanto, a edição de lei para regulamentar o contrato de desempenho, missão assumida, agora, pelo PLS nº 459/2016.

    “Com a regulamentação do contrato de desempenho, o Congresso certamente dará um passo decisivo para a efetiva implementação da administração gerencial no Brasil, com relevantes ganhos de eficiência, economicidade e transparência na gestão pública”, acredita Anastasia.

    Pelo PLS 459/2016, o contrato de desempenho equivale a acordo celebrado entre entidade ou órgão “supervisor” e outro que esteja na condição de “supervisionado”, por meio dos administradores, para estabelecimento de metas de desempenho, prazos de execução e indicadores de qualidade a serem alcançados.

    Para o supervisionado, esse contrato será condição para que possa desfrutar de “flexibilidades e autonomias especiais”, como, por exemplo, o direito de receber e aplicar receitas de fontes não-orçamentárias. A relatora, senadora Simone Tebet (PMDB-MS), fez algumas modificações ao texto, como a que limita o alcance do projeto à administração direta dos três Poderes da União e às autarquias e fundações públicas federais.

    A proposta terá decisão terminativa na CCJ. Se for aprovada e não houver recurso para que seja votada pelo Plenário do Senado, poderá seguir para a Câmara dos Deputados. A reunião ocorrerá na sala 3 da Ala Senador Alexandre Costa.

  • Participantes de audiência pedem gestão descentralizada de fundo para o Pantanal

    A gestão e proteção do bioma Pantanal foi debatida nesta segunda-feira (16/04) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Autoridades governamentais, produtores agropecuários, ambientalistas e pantaneiros participaram de audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente (CMA). Entre as sugestões dos participantes, está a adoção de gestão descentralizada para o Fundo Pantanal.

    A gestão e proteção do bioma Pantanal foi debatida nesta segunda-feira (16/04) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Autoridades governamentais, produtores agropecuários, ambientalistas e pantaneiros participaram de audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente (CMA). Entre as sugestões dos participantes, está a adoção de gestão descentralizada para o Fundo Pantanal.

    A audiência foi requerida pelo senador Pedro Chaves (PRB-MS), relator do Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 750/2011, que institui a Política de Gestão e Proteção do Bioma Pantanal. A proposta cria o Fundo Pantanal, para apoiar atividades de fiscalização ambiental; a pesquisa para conservação e uso sustentável da biodiversidade; e recuperação de áreas desmatadas e degradadas. Além disso, delimita o Pantanal como a área situada em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, correspondente às planícies inundáveis periodicamente, formadas pela Bacia do Alto Paraguai.

    Pedro Chaves ressaltou que a proposta preenche uma lacuna na legislação federal específica para o Pantanal, o que dará segurança jurídica no uso sustentável da região. O senador também concordou com a sugestão de adotar uma gestão descentralizada do fundo a ser criado. “Quem vai fazer a gestão do Fundo? A ideia, em princípio, é do BNDES fazer a gestão. Mas eu acho que é muito boa a ideia de que a gente possa descentralizar e trazer para o próprio estado fazer esta gestão”, defendeu.

    O PLS nº 750/2011 é de autoria do senador licenciado Blairo Maggi e já foi aprovado nas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Econômicos (CAE). Pedro Chaves pretende realizar outras audiências para discutir a Política de Gestão e Proteção do Bioma Pantanal antes de apresentar seu relatório na Comissão de Meio Ambiente.

  • Terceira fase do eSocial começa em 1º de maio para grandes empresas

    Começa no dia 1º de maio deste ano a terceira fase de implantação do eSocial para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões. Agora, essas companhias deverão incluir informações relativas às suas folhas de pagamento no sistema, os chamados “eventos periódicos”. 

    Começa no dia 1º de maio deste ano a terceira fase de implantação do eSocial para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões. Agora, essas companhias deverão incluir informações relativas às suas folhas de pagamento no sistema, os chamados “eventos periódicos”. 

    O Comitê Gestor do eSocial orienta que os dados dos eventos de folha devem abranger todo o mês de maio, desde o dia 1º e, caso haja desligamento entre 1º e 7 de maio, o evento deverá ser enviado a partir do dia 8, incluindo as informações de verbas rescisórias. Os eventos não periódicos, como admissões, afastamentos e férias, além dos eventos iniciais e de tabelas, continuam sendo recebidos pelo sistema.

    Confira a seguir o cronograma de implantação: 

    Grupo 1 – Empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões

    Fase 1: janeiro/2018 – apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas.

    Fase 2: março/2018 – nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos.

    Fase 3: maio/2018 – torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento.

    Fase 4: julho/2018 – substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada.

    Fase 5: janeiro/2019 – na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador. 

    Grupo 2 – Demais empresas privadas, incluindo Simples, MEIs e pessoas físicas (que possuam empregados)

    Fase 1: julho/2018 – apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas.

    Fase 2: setembro/2018: nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos.

    Fase 3: novembro/2018 – torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento.

    Fase 4: janeiro/2019: – substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social) e compensação cruzada.

    Fase 5: janeiro/2019 – na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador. 

    Grupo 3 – Entes públicos

    Fase 1: janeiro/2019 – apenas informações relativas aos órgãos, ou seja, cadastros de empregadores e tabelas.

    Fase 2: março/2019 – nesta fase, entes passam a ser obrigados a enviar informações relativas aos servidores e seus vínculos com os órgãos (eventos não periódicos). Ex: admissões, afastamentos e desligamentos.

    Fase 3: maio/2019 – torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento.

    Fase 4: julho/2019 – substituição da GFIP (guia de informações à Previdência) e compensação cruzada.

    Fase 5: julho/2019 – na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.

     

    Com informações da Fecomércio-SP.

  • Acompanhamento dos acidentes de trabalho auxilia empresariado e sociedade

    Representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Sistema Comércio participaram, no dia 8 de março, em Brasília, de uma reunião no Ministério da Fazenda, coordenada pelo procurador do Trabalho Luiz Fabiano de Assis, com a finalidade de apresentar os levantamentos feitos pelo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho para criação de um banco de dados de acompanhamento dos acidentes de trabalho.

    Representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Sistema Comércio participaram, no dia 8 de março, em Brasília, de uma reunião no Ministério da Fazenda, coordenada pelo procurador do Trabalho Luiz Fabiano de Assis, com a finalidade de apresentar os levantamentos feitos pelo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho para criação de um banco de dados de acompanhamento dos acidentes de trabalho. O Observatório é uma ferramenta do Ministério Público do Trabalho (MPT), concebida em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que permite, por meio de cruzamento de dados e estatísticas, monitorar informações sobre acidentes de trabalho e seus impactos na saúde e economia. 

    São entidades parceiras no Observatório a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério da Saúde, a Secretaria Nacional da Previdência Social, governos estaduais e municipais. Pela Confederação, participou Luis Sérgio Soares Mamari, assessor executivo da Divisão de Saúde da CNC. Também estiveram presentes ao encontro José Almeida de Queiroz, consultor da Presidência da Fecomércio-PE, Marcelo Nascimento, advogado da Fecomércio-MG, e Regina Almeida de Queiroz, assessora Jurídica da Associação Catarinense de Supermercados (Acats). 

    Importância do tema 

    Alguns dados apresentados durante o encontro chamam a atenção para a necessidade de monitoramento de informações sobre acidentes de trabalho. Estatísticas de 2012 a 2017 mostram que o custo de despesas com acidentes de trabalho (benefícios, hospitalizações, tratamentos e medicamentos) foi de R$ 26 bilhões; durante o mesmo período, foram contabilizados 646 mil acidentes de trabalho por ano; 315 milhões de dias de ausência do trabalho; e 15 mil mortes notificadas.

    “O sistema é de extrema valia a toda a sociedade, apresentando dados precisos que muito podem auxiliar o setor empresarial na identificação, estratificação e distribuição regional dos acidentes de trabalho, seus fatores de risco e na implementação de medidas e programas preventivos. De maneira objetiva, o sistema apresenta informações sobre acidente de trabalho, podendo, inclusive, de modo comparativo, realizar pesquisas por setor, tipos de acidente, custos, dentre outros”, afirma Alexandre de Marca, chefe da DSRH.

     

  • Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho auxilia empresariado e sociedade

    Representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Sistema Comércio participaram, no dia 8 de março, em Brasília, de uma reunião no Ministério da Fazenda, coordenada pelo procurador do Trabalho Luiz Fabiano de Assis, com a finalidade de apresentar os levantamentos feitos pelo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho para criação de um banco de dados de acompanhamento dos acidentes de trabalho.

    Representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Sistema Comércio participaram, no dia 8 de março, em Brasília, de uma reunião no Ministério da Fazenda, coordenada pelo procurador do Trabalho Luiz Fabiano de Assis, com a finalidade de apresentar os levantamentos feitos pelo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho para criação de um banco de dados de acompanhamento dos acidentes de trabalho. O Observatório é uma ferramenta do Ministério Público do Trabalho (MPT), concebida em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que permite, por meio de cruzamento de dados e estatísticas, monitorar informações sobre acidentes de trabalho e seus impactos na saúde e economia. 

    São entidades parceiras no Observatório a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério da Saúde, a Secretaria Nacional da Previdência Social, governos estaduais e municipais. Pela Confederação, participou Luis Sérgio Soares Mamari, assessor executivo da Divisão de Saúde da CNC. Também estiveram presentes ao encontro José Almeida de Queiroz, consultor da Presidência da Fecomércio-PE, Marcelo Nascimento, advogado da Fecomércio-MG, e Regina Almeida de Queiroz, assessora Jurídica da Associação Catarinense de Supermercados (Acats). 

    Importância do tema 

    Alguns dados apresentados durante o encontro chamam a atenção para a necessidade de monitoramento de informações sobre acidentes de trabalho. Estatísticas de 2012 a 2017 mostram que o custo de despesas com acidentes de trabalho (benefícios, hospitalizações, tratamentos e medicamentos) foi de R$ 26 bilhões; durante o mesmo período, foram contabilizados 646 mil acidentes de trabalho por ano; 315 milhões de dias de ausência do trabalho; e 15 mil mortes notificadas. “O sistema é de extrema valia a toda a sociedade, apresentando dados precisos que muito podem auxiliar o setor empresarial na identificação, estratificação e distribuição regional dos acidentes de trabalho, seus fatores de risco e na implementação de medidas e programas preventivos. De maneira objetiva, o sistema apresenta informações sobre acidente de trabalho, podendo, inclusive, de modo comparativo, realizar pesquisas por setor, tipos de acidente, custos, dentre outros”, afirma Alexandre de Marca, chefe da DSRH.

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 070/2018

    DESTAQUES:

    Acordo reconhece a validade dos documentos de identificação pessoal de cada Estado Parte e Associado do MERCOSUL, como Documento de Viagem hábil para o trânsito de nacionais e/ou residentes regulares dos Estados Partes e Associados do MERCOSUL em seus territórios

    Notificado Representante Legal do Sindicato Empresarial do Comércio Atacadista de Tecidos, Vestuário, Confecções, Armarinhos, Adorno e Acessórios de Cianorte e Região, para apresentar a documentação solicitada, sob pena de indeferimento do citado pedido

    DESTAQUES:

    Acordo reconhece a validade dos documentos de identificação pessoal de cada Estado Parte e Associado do MERCOSUL, como Documento de Viagem hábil para o trânsito de nacionais e/ou residentes regulares dos Estados Partes e Associados do MERCOSUL em seus territórios

    Notificado Representante Legal do Sindicato Empresarial do Comércio Atacadista de Tecidos, Vestuário, Confecções, Armarinhos, Adorno e Acessórios de Cianorte e Região, para apresentar a documentação solicitada, sob pena de indeferimento do citado pedido

    Requeridos pedidos de registro sindical pelos Sindicatos das Empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de Petróleo – SINEGÁS; de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Serras Verdes – MG; e Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Varginha – SEHAV