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  • Carta Mensal 753

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Carta Mensal 752

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Comissão do Código Comercial discutirá melhoria do ambiente de negócios no Brasil

    A Comissão Temporária para Reforma do Código Comercial (CCC) promove nesta quarta-feira (04/04) audiência pública sobre a uniformização das regras sobre operações societárias e a redução dos prazos prescricionais. Também será discutida a melhoria do ambiente de negócios no Brasil, conforme as convenções internacionais. A audiência pública será interativa, com início previsto para 14h30, no Plenário 19 da Ala Senador Alexandre Costa.

    A Comissão Temporária para Reforma do Código Comercial (CCC) promove nesta quarta-feira (04/04) audiência pública sobre a uniformização das regras sobre operações societárias e a redução dos prazos prescricionais. Também será discutida a melhoria do ambiente de negócios no Brasil, conforme as convenções internacionais. A audiência pública será interativa, com início previsto para 14h30, no Plenário 19 da Ala Senador Alexandre Costa.

    Foram convidados o vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana; o presidente da Comissão Especial de Análise do Novo Código Comercial do Conselho Federal da OAB, Gustavo Ramiro Costa Neto; o presidente da Associação Brasileira de Direito Marítimo, Luís Felipe Galante; o presidente da Associação Brasileira de Jurimetria, Marcelo Guedes Nunes, e Luiz Roberto Leven Siano, membro do Comitê Marítimo Internacional e Especialista em Direito Marítimo.

    A reforma do Código Comercial tramita na forma do PLS nº 487/2013, assinado pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), então presidente do Senado. O anteprojeto foi elaborado por uma comissão de juristas e agora está em em exame na comissão temporária, presidida pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE) e sob a relatoria do senador Pedro Chaves (PRB-MS).

    Como acompanhar e participar

    http://bit.ly/audienciainterativa

    www.senado.gov.br/ecidadania

  • Congresso deve derrubar veto ao Refis das pequenas empresas, prevê Eunício

    O presidente do Senado, Eunício Oliveira, disse em entrevista no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (02/04) que os parlamentares devem derrubar o veto presidencial (VET nº 5/2018) ao PLC nº 164/2017 — Complementar, que instituía o Refis para micros e pequenas empresas. O programa de refinanciamento — permitido às empresas optantes pelo regime de tributação Simples—, havia sido aprovado pelo Senado no final de 2017.

    O presidente do Senado, Eunício Oliveira, disse em entrevista no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (02/04) que os parlamentares devem derrubar o veto presidencial (VET nº 5/2018) ao PLC nº 164/2017 — Complementar, que instituía o Refis para micros e pequenas empresas. O programa de refinanciamento — permitido às empresas optantes pelo regime de tributação Simples—, havia sido aprovado pelo Senado no final de 2017.

    “Aproveitei essa conversa para vir falar com o presidente [Michel Temer] e avisá-lo de que vamos comandar o processo dessa derrubada dos vetos das micro e pequenas empresas por uma questão de justiça. Fizemos no Brasil 17 Refis, quando chegou na hora dos miúdos, dos pequenos — e eu sou contra por convicção o Refis — houve veto completo a pedido da área econômica”, argumentou.

    Eunício também afirmou que o veto parcial (VET Nº 4/2018) ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) Nº 56/2017, que reformulou a carreira de agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias, deve ser revisto. Entre os pontos rejeitados estão a carga horária de 40 horas, a indenização por transporte e as regras de cursos de formação continuada.

    “Temos outro veto que são dos homens e mulheres que vivem no dia a dia a luta da saúde, os agentes de saúde. Vamos fazer um trabalho para que esse veto seja revertido na noite de amanhã [3 de abril]”, respondeu aos jornalistas.

    Outro veto (VET Nº 8/2018) a ser pautado por Eunício é o que rejeitou uma série de dispositivos da matéria que instituiu o Programa de Regularização Tributária Rural para débitos acumulados com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). O PLC Nº 165/2017 foi aprovado pelo Senado em dezembro.

     

    Reforma Trabalhista

    Caso a Câmara envie ao Senado a Medida Provisória nº 808/2017 até uma semana antes de perder a vigência, o que ocorre no dia 23 de abril, a Casa a tratará como relevante e urgente e a votará, disse ainda Eunício. Ele informou que os senadores estão incomodados com a postura da Câmara dos Deputados de usar quase todo o prazo de vigência das medidas e enviá-las para a análise da Casa revisora quando estão prestes a vencer.

    A MP nº 808 alterou 17 artigos da reforma trabalhista (Lei nº 13.467/2017), mexendo em pontos considerados conflituosos. Ela garantiu, por exemplo, que grávidas não poderão trabalhar em ambientes insalubres, como previa o texto original.

    “Nenhuma matéria pode chegar sempre às vésperas, sempre no mesmo dia [da Câmara]. Não sou eu, são os senadores que estão reclamando muito da Presidência em relação a colocar em pauta matérias de ultima hora. A Câmara fica 120, 118, 115 dias com a matéria e só chega no Senado no último dia. Se chegar com até sete dias, voto a MP”, salientou.

    MPs

    Eunício também cobrou que a Câmara dê encaminhamento à medida que impõe ritos e prazos para o envio da MP para análise do Senado. Um dos textos que aguardam análise dos deputados é a PEC nº 11/2011, do ex-senador José Sarney (PMDB-AP) — e que recebeu o número de PEC nº 70/2011 naquela Casa. Ela prevê que, em vez de uma comissão mista, a MP começará a ser discutida por uma comissão especial em cada Casa, mas irá direto ao Plenário se for esgotado o prazo no colegiado. Hoje, só vai ao Plenário da Câmara depois de aprovação da comissão mista.

    O texto também delimita prazos para a análise de cada uma das Casas. A Câmara terá 70 dias para analisar a MP. Depois, serão dados 30 dias para o Senado. Se o texto for modificado, a Câmara terá mais 20 dias para analisar as alterações. O prazo total permanece de 120 dias, mas o texto pode perder a validade com cem dias se nesse prazo não tiver sido votado nem na Câmara e nem no Senado.

  • Projeto institui lei para regular obrigações mercantis

    A Câmara dos Deputados analisa proposta que cria normas para regular as obrigações mercantis (PL nº 9324/2017). Apresentado pelo deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), o projeto regula todas as obrigações contraídas por empresários, relacionadas ao exercício de sua atividade econômica, e todos os atos de comércio praticados por quem não seja empresário.

    “Esperamos contribuir para a desejável segurança jurídica para as transações comerciais, com reflexos para o maior desenvolvimento econômico da nação”, justifica o parlamentar.

    A Câmara dos Deputados analisa proposta que cria normas para regular as obrigações mercantis (PL nº 9324/2017). Apresentado pelo deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), o projeto regula todas as obrigações contraídas por empresários, relacionadas ao exercício de sua atividade econômica, e todos os atos de comércio praticados por quem não seja empresário.

    “Esperamos contribuir para a desejável segurança jurídica para as transações comerciais, com reflexos para o maior desenvolvimento econômico da nação”, justifica o parlamentar.

    Princípios e interpretação

    Segundo o texto, as obrigações mercantis serão regidas pelos princípios da liberdade de contratar, da autonomia da vontade privada, da plena vinculação das partes ao contrato e da boa-fé.

    Os contratos mercantis deverão ser interpretados “no sentido que mais se aproxime da intenção manifesta das partes, em detrimento daquele resultante de interpretação literal”.

    A conduta das partes subsequente à contratação deverá ser considerada na interpretação das obrigações contratuais. Quando houver prática difundida em âmbito internacional, esta também deverá ser considerada para identificação dos padrões seguidos naquele segmento da atividade econômica.

    Contratos

    Conforme o projeto, os contratos mercantis não estarão sujeitos à forma ou meio específicos para sua formalização, exceto quando a lei expressamente assim o prever.

    Quando a contratação for feita entre ausentes, a formação do contrato poderá ser impugnada por uma das partes, provando que não se manifestou favoravelmente à contratação, desde que o faça antes de dar início à execução do contrato.

    A proposta fixa ainda que, salvo prova em contrário, presume-se que o contrato verbal será celebrado por prazo indeterminado, pelo preço de mercado e nas condições usualmente praticadas.

    De acordo com o texto, não se aplicará aos contratos mercantis, exceto em casos de extremada desproporcionalidade entre as prestações de cada um dos contratantes, o instituto da lesão.

    Os contratos mercantis poderão ser revistos quando o seu cumprimento se tornar demasiadamente oneroso para uma das partes, com extrema vantagem para a outra, em razão de fatos que alterem substancialmente o equilíbrio das prestações inicialmente pactuadas.

    Limitação de responsabilidade

    Pela proposta, no contrato mercantil será lícito estabelecer regra que limite o montante a ser indenizado em caso de dano causado durante a sua execução, sendo vedada a exclusão de responsabilidade de uma das partes. A limitação da indenização pactuada em contrato não será aplicada quando o dano decorrer de dolo da parte infratora.

    Vigência

    Segundo o texto, as normas do direito civil somente serão aplicáveis quando houver lacuna nas normas de direito comercial. Se aprovada, a lei vai entrar em vigor um ano após sua publicação oficial.

    Tramitação

    A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Proposta prevê que empresas comprovem, em negociações coletivas, a contratação de aprendizes

    Nas negociações coletivas, o sindicato profissional poderá exigir do empregador que comprove a contratação de aprendizes e de pessoas com deficiência exigida pela legislação, caso o Projeto de Lei nº 9030/2017 seja aprovado pela Câmara dos Deputados.

    Apresentado pelo deputado Roberto Sales (PRB-RJ), o projeto altera a reforma trabalhista (Lei nº 13.467/2017). O parlamentar ressalta que nem sempre as empresas cumprem as determinações legais e que a fiscalização trabalhista nem sempre é capaz de acompanhar todas as infrações cometidas.

    Nas negociações coletivas, o sindicato profissional poderá exigir do empregador que comprove a contratação de aprendizes e de pessoas com deficiência exigida pela legislação, caso o Projeto de Lei nº 9030/2017 seja aprovado pela Câmara dos Deputados.

    Apresentado pelo deputado Roberto Sales (PRB-RJ), o projeto altera a reforma trabalhista (Lei nº 13.467/2017). O parlamentar ressalta que nem sempre as empresas cumprem as determinações legais e que a fiscalização trabalhista nem sempre é capaz de acompanhar todas as infrações cometidas.

    A Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei nº 5.452/1943) determina que as empresas são obrigados a empregar e matricular nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem (Senac, Senai, Senat, Senar e Sescoop) – ou, na falta desses, em cursos de instituições de ensino – número de aprendizes equivalente a 5%, no mínimo, e 15%, no máximo, dos trabalhadores existentes no estabelecimento.

    Já a Lei nº 8.213/1991, que trata dos Benefícios da Previdência Social, estabelece que a empresa com 100 ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência.

    Para Sales, o projeto de lei, se aprovado, permitirá que o sindicato profissional, caso verifique que a empresa não observa os dispositivos legais referentes à contratação de aprendizes e pessoas com deficiência, tome as providências administrativas e processuais cabíveis para proteger os direitos dos trabalhadores.

    A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Informe Sindical 292

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Procedimento para o desconto da contribuição sindical do trabalhador após a reforma trabalhista – A Lei nº 13.467/2017 (reforma trabalhista), vigente desde 11/11/2017, alterou a redação dos artigos 545, 578, 579, 582, 583, 587 e 602 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que dispõem sobre a contribuição sindical. A mudança substancial foi tornar facultativo o seu pagamento e, por conta disso, está o mesmo condicionado à autorização expressa da categoria econômica ou profissional (art. 579 da CLT), motivo pelo qual todo o procedimento previsto na norma celetista deve ser observado pelas entidades sindicais. Por conta desse novo marco legal, surgiram inúmeras dúvidas acerca da forma como se daria a obtenção da manifestação dos trabalhadores, se por assembleia geral ou específica realizada pelo respectivo sindicato laboral, ou se a mesma deve ser expressa e individual de cada trabalhador, conforme determina a nova redação do art. 582 da CLT.

    Liminar do TRT da 12ª Região considera constitucional o desconto da contribuição sindical dos empregados condicionado à autorização expressa – Em recente decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 12ª Região (Santa Catarina), datada de 27/02/2018, proferida pelo desembargador Marcos Vinicius Zanchetta, nos autos do Mandado de Segurança nº 0000094-60.2018.5.12.0000, impetrado pelo Município de Lajes, suspendeu-se os efeitos de uma tutela antecipada concedida pela 1ª Vara do Trabalho de Lages, que determinara o desconto da contribuição sindical para cada um dos servidores do município, sem a necessidade da prévia e expressa declaração, conforme determina o artigo 582 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com a nova redação dada pela Lei nº 13.467/2017.

    Empresa que atrasou homologação de rescisão contratual não pagará multa do art. 477 da CLT – A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) isentou a Megaware Industrial Ltda. Do pagamento da multa prevista no parágrafo 8º do artigo 477 da CLT a uma prestadora de serviços que teve a rescisão contratual homologada fora do prazo legal. A decisão segue o entendimento do TST de que, tendo havido o pagamento das verbas rescisórias no prazo, a homologação tardia não gera a multa. A trabalhadora foi contratada pela Gester – Gestão de Serviços Terceirizados Ltda. para prestar serviços como auxiliar de produção na Megaware, fábrica de equipamentos de informática em Belo Horizonte (MG). Na reclamação trabalhista, ela pleiteou, entre outras parcelas, a multa do parágrafo 8º do artigo 477 da CLT, sustentando que a rescisão foi homologada depois do prazo de dez dias ali previsto.

    JURISPRUDÊNCIA:

    •“A) AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. JUSTA CAUSA. B) RECURSO DE REVISTA. RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. JUSTA CAUSA.”

    •“JUSTA CAUSA. ATO DE IMPROBIDADE. FURTO. PEQUENO VALOR. ESTABILIDADE PROVISÓRIA. MEMBRO DA CIPA.”

  • Boletim Informativo Diário (BID) 060/2018

    DESTAQUES:

    Divulgado o Relatório Resumido da Execução Orçamentária do Governo Federal para o mês de fevereiro de 2018

    Nomeado novo Ministro de Estado dos Transportes, Portos e Aviação Civil

    Nomeado novo Ministro de Estado da Saúde

    Designados representantes da Fecomércio-MT para o Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso

    DESTAQUES:

    Divulgado o Relatório Resumido da Execução Orçamentária do Governo Federal para o mês de fevereiro de 2018

    Nomeado novo Ministro de Estado dos Transportes, Portos e Aviação Civil

    Nomeado novo Ministro de Estado da Saúde

    Designados representantes da Fecomércio-MT para o Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso

  • Comissão da Lei de Licitações ouve representantes de seguradoras e da indústria nesta semana

    A comissão especial que analisa a nova proposta de Lei de Licitações (PL nº 1292/1995, nº 6814/2017 e apensados) realiza duas novas audiências nesta semana. Nesta terça-feira (03/04), os deputados vão ouvir, a pedido do relator, deputado João Arruda (PMDB-PR), e do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC):

    – o presidente da Comissão de Riscos de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), Roque de Holanda Melo;

    A comissão especial que analisa a nova proposta de Lei de Licitações (PL nº 1292/1995, nº 6814/2017 e apensados) realiza duas novas audiências nesta semana. Nesta terça-feira (03/04), os deputados vão ouvir, a pedido do relator, deputado João Arruda (PMDB-PR), e do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC):

    – o presidente da Comissão de Riscos de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), Roque de Holanda Melo;

    – o presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), Paulo Pereira;

    – o coordenador da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor), André Dabus;

    – o jurista Murilo Queiroz Melo Jacoby Fernandes.

    Já na quarta-feira serão ouvidos, por sugestão dos deputados João Paulo Papa (PSDB-SP), Toninho Wandscheer (Pros-PR), Joaquim Passarinho (PSD-PA), Bebeto (PSB-BA), Valdir Colatto e João Arruda:

    – o presidente do Conselho de Administração da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Rodrigues Martins;

    – o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), Evaristo Augusto Pinheiro Camelo;

    – o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), Carlos Roberto Soares Mingione;

    – o presidente da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações de Classe de Infraestrutura (Brasinfra), Emir Cadar Filho;

    – o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan.

    As duas audiências serão realizadas no plenário 14, a partir das 14h30.

    “O novo marco legal sobre licitações e contratos da administração pública é de fundamental importância para o desenvolvimento nacional e carece de avanços institucionais significativos capazes de dar à nação um sistema de compras públicas moderno e eficiente”, afirma Colatto.

    No fim do mês passado, em audiência na comissão, o Ministério Público Federal propôs que a nova lei de licitações torne o superfaturamento de compras públicas um crime específico, a fim de combater desvios no setor público.

  • Subcomissão debate sistema de inspeção do trabalho em audiência interativa

    Debater a inspeção do trabalho no Brasil é o objetivo da audiência pública interativa que a Subcomissão Temporária do Estatuto do Trabalho promove nesta terça-feira (03/04), a partir das 9h. Presidida pelo senador Telmário Mota (PTB-RR), a subcomissão funciona no âmbito da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

    Debater a inspeção do trabalho no Brasil é o objetivo da audiência pública interativa que a Subcomissão Temporária do Estatuto do Trabalho promove nesta terça-feira (03/04), a partir das 9h. Presidida pelo senador Telmário Mota (PTB-RR), a subcomissão funciona no âmbito da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

    Foram convidados para o debate o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Guilherme Guimarães Feliciano, o procurador do Trabalho Paulo Douglas Almeida de Moraes, o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Carlos Fernando da Silva Filho, e a secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, Maria Teresa Pacheco Jensen.

    Também devem participar representantes da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (Abrat) e da Associação Latino-Americana de Juízes do Trabalho (Alit). Foram convidados ainda representantes da CUT, CTB, UGT, CSB, CGTB, CSP, Força Sindical, Intersindical e Nova Central.

    O Sistema Federal de Inspeção do Trabalho (Sfit) é um instrumento da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que oferece suporte para o planejamento da fiscalização de todas as delegacias e subdelegacias regionais do trabalho, agências de atendimento do trabalhador e órgãos do ministério envolvidos na área.

    Requerida pelo vice-presidente da subcomissão, senador Paulo Paim (PT-RS), a audiência pública acontecerá na sala 6 da Ala Nilo Coelho do Senado. Qualquer pessoa pode interagir com os participantes da audiência com perguntas, críticas e sugestões por meio do portal do programa e-Cidadania ou pelo Alô Senado (0800 612211).

    Como acompanhar e participar

    http://bit.ly/audienciainterativa

    www.senado.gov.br/ecidadania