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  • CARF/Leste Participações S.A. x Fazenda Nacional

     1ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    Parcelamento / Restituição

    Processo: 13804.726214/2013-29

     1ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    Parcelamento / Restituição

    Processo: 13804.726214/2013-29

     Por unanimidade, a turma negou o pedido de restituição feito pelo contribuinte em relação a valores pagos no âmbito do parcelamento instituído pela medida provisória nº 470/2009. O colegiado manteve o valor quitado referente a Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) relativa aos anos de 1999 a 2003.

    Depois de pagar as parcelas, a empresa reavaliou a situação e entendeu que todos os tributos cobrados estariam afetados pela decadência. Segundo o contribuinte, para constituir o crédito tributário a Receita Federal deveria ter lavrado um auto de infração, o que nunca ocorreu.

    Porém, os conselheiros entenderam que, nesse caso, o crédito tributário já estaria constituído quando o contribuinte informou os valores na Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). Portanto, não haveria necessidade de a fiscalização autuar o contribuinte a fim de evitar a decadência.

  • CARF/Bebidas Confiança Representação Ltda ME e Fazenda Nacional x Ambas

    1ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    Responsabilidade solidária / Preliminar de nulidade

    Processo: 13830.720840/2015-56

    1ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    Responsabilidade solidária / Preliminar de nulidade

    Processo: 13830.720840/2015-56

    A Receita Federal autuou a empresa por uma infração no recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e considerou um dos sócios como responsável solidário pela dívida tributária. Porém, o fiscal justificou a responsabilização no lançamento com base no inciso 1º do artigo 135 do Código Tributário Nacional (CTN), em vez de citar o inciso 3º, considerado pela turma como o mais adequado nesse caso.

    O relator, conselheiro Leonardo Ogassawara Branco, argumentou que houve um erro de fundamentação que prejudicou o contribuinte de exercer o direito de defesa. Acompanhado pelo conselheiro Renato Vieira de Ávila, Branco votou pela nulidade do auto. Por outro lado, a maioria da turma entendeu que a fiscalização descreveu os fatos detalhada e corretamente no Termo de Verificação Fiscal (TVF). Segundo seis conselheiros, não haveria prejuízo à empresa, e a nulidade foi afastada.

    Apesar disso, a maioria do colegiado negou a sujeição passiva do sócio. Isso porque, na visão da turma, a Receita Federal não conseguiu provar que houve dolo por parte dele. Nesse ponto, ficou vencido o conselheiro Fenelon Moscoso de Almeida.

     

  • CARF/Merrill Lynch S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários x Fazenda Nacional

    1ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    PIS e Cofins / Desmutualização e Lock-up

    Processo: 16327.720268/2012-61 

    1ª Turma da 4ª Câmara da 3ª Seção

    PIS e Cofins / Desmutualização e Lock-up

    Processo: 16327.720268/2012-61 

    Por voto de qualidade, o colegiado manteve a incidência das contribuições sociais sobre a receita com vendas de ações após a desmutualização da bolsa de valores em 2007. Quando houve a fusão da BM&F com a Bovespa, as empresas que possuíam títulos patrimoniais das organizações receberam ações da BM&FBovespa, que foram comercializadas posteriormente. No caso em análise, o auto de infração se refere às vendas realizadas após o período abrangido por uma cláusula de lock-up. Segundo o contrato, a empresa só poderia negociar as ações depois de 180 dias.

    O contribuinte defendeu que houve substituição de ativos sem a prévia intenção de venda. Dessa forma, a empresa inscreveu os valores na conta de ativo permanente, que não é tributada pelo PIS e pela Cofins. Já a Receita Federal argumentou que a operação não era de substituição, mas de constituição de ativos novos para serem vendidos. Assim, os valores pertenceriam ao ativo circulante da empresa, sobre o qual incidem as contribuições sociais.

    O presidente do colegiado, conselheiro Rosaldo Trevisan, argumentou que a cláusula de lock-up poderia ser usada tanto pelo contribuinte quanto pela fiscalização para endossar seus argumentos. De um lado, o contribuinte alega que o dispositivo é sinal de que não havia intenção prévia de venda, e se trata de uma peculiaridade que diferencia o processo dos demais litígios relacionados à desmutualização. De outro, a Receita entende que a cláusula não seria necessária caso o contribuinte não pretendesse comercializar as ações. Tanto que, segundo a fiscalização, os ativos foram vendidos imediatamente ao fim dos 180 dias. Assim, os conselheiros representantes da Fazenda Nacional mantiveram o voto tradicionalmente aplicado para casos semelhantes.

    Por fim, a turma negou provimento ao recurso do contribuinte por voto de qualidade. Ficaram vencidos os conselheiros André Henrique Lemos, Leonardo Ogassawara Branco, Renato Vieira de Ávila e Tiago Guerra Machado.

     

  • Debatedores querem reforço da representação sindical e obrigatoriedade do imposto sindical

    A regulamentação do direito de greve, o fortalecimento dos sindicatos e da representação coletiva e o retorno da contribuição sindical compulsória para filiados e não filiados. Estes foram os principais tópicos mencionados por representantes sindicais e estudiosos da legislação trabalhista durante audiência pública da Subcomissão Temporária do Estatuto do Trabalho (CDHET), que trouxe sugestões para a elaboração do Estatuto, ocorrida nesta segunda-feira (19/03).

    A regulamentação do direito de greve, o fortalecimento dos sindicatos e da representação coletiva e o retorno da contribuição sindical compulsória para filiados e não filiados. Estes foram os principais tópicos mencionados por representantes sindicais e estudiosos da legislação trabalhista durante audiência pública da Subcomissão Temporária do Estatuto do Trabalho (CDHET), que trouxe sugestões para a elaboração do Estatuto, ocorrida nesta segunda-feira (19/03).

    À frente da elaboração do texto na CDHET, o senador Paulo Paim (PT-RS) criticou a Reforma Trabalhista feita em 2017, que, segundo ele, tem dispositivos que pretendiam modernizar, mas na verdade se mostraram retrocessos em direitos ao trabalhador, como a jornada intermitente. Paim disse que a Lei nº 13.467/2017 desmontou o movimento sindical, privilegiando as negociações individuais e diminuindo o poder de mediação das instituições que representavam a parte mais fraca da equação nas demissões. “Estão varrendo o movimento sindical, e isso é um equívoco. Sinceramente, na verdade isso é uma burrice”, afirmou Paim.

    Contribuição

    Todos os participantes da audiência compartilharam a visão de que a atualização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) enfraqueceu os sindicatos, privilegiando as negociações individuais. Além da diluição do poder sindical, outro golpe aplicado contra essas instituições foi a retirada da contribuição sindical obrigatória pela Reforma Trabalhista, disseram os debatedores.

    “Vivemos num país capitalista, onde sem dinheiro nada se faz. É importante que as entidades sindicalistas tenham dinheiro para que as lutas dos trabalhadores sejam efetivadas”, disse João Hilário Valentim, procurador regional do Trabalho.

    Ele sugeriu que o tributo volte a ser compulsório, mas com o “direito de oposição” exercido posteriormente pelo trabalhador, perante o sindicato. Nessa busca pelo que se poderia chamar de reembolso do imposto descontado, os dirigentes sindicais teriam a chance de demonstrar o que é feito com o recurso, levando o contribuinte a repensar sua decisão, explicou Valentim.

    Único representante de sindicatos patronais que compareceu à audiência, Luigi Nese, da Confederação Nacional de Serviços (CNS), lembrou que a contribuição sindical não deixou de existir, apenas se tornou facultativa, e isso tem gerado muita insegurança jurídica. A escolha representou uma queda brutal na arrecadação e manutenção dos sindicatos dos trabalhadores.

    Em sua visão, os associados aos sindicatos não devem deixar de recolhê-la, e os não sindicalizados, mais cedo ou mais tarde, vão acabar sendo obrigados a voltar a pagar, pois a contribuição é um tributo, e não compete aos cidadãos decidir se pagam ou não um imposto. “A decisão da inconstitucionalidade desse artigo da lei vai vingar, não tem como não levar ao STF [Supremo Tribunal Federal]”, disse.

    Greve

    Noemia Porto, vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), defendeu o direito de greve e pediu que o Estatuto do Trabalho aprimore a legislação. Na opinião dela, é a greve que permite negociar por melhores condições de vida e trabalho, viabiliza o pensamento coletivo, recoloca a negociação interditada pelos negociadores em pauta e é a expressão legítima da resistência.

    Segundo a juíza, a lei que rege a greve do setor privado traz um elenco excessivo do que se considera atividade essencial e precisa ser revista, assim como uma lei de greve do serviço público deve ser editada, já que é inadequado usar a normatização do setor privado como parâmetro para tratar das questões do funcionalismo. “Greve sem incômodo, sem prejuízo, silenciosa, sem visibilidade, sem palavras de ordem, simplesmente não é greve”, disse.

    Condutas antissindicais

    Estabelecer no Estatuto a punição para práticas antissindicais também foi mencionado na audiência pela representante do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade de Campinas. Para ela, a regulamentação, rol de condutas antissindicais, com penalidades para quem as praticar. Trabalhadores estão sendo demitidos pelo simples fato de quererem se associar a um sindicato, o que fere o direito de associação.

    Rediscutir o papel da Justiça do Trabalho, que impõe pesadas multas para categorias em greve, e das superintendências do Ministério do Trabalho, as antigas delegacias, que perderam força negocial, também foi mencionado na audiência.

    O representante da Força Sindical, Sérgio Leite, mencionou ainda a necessidade de estimular a renovação das direções sindicais e a necessidade de mudanças na duração dos mandatos dos sindicalistas. Em alguns, ele chega a durar dez anos e isso não é bom. “É preciso recomendar mandatos sindicais razoáveis”, opinou.

  • Comissão debaterá desburocratização da vida empresarial

    A Comissão Temporária para Reforma do Código Comercial promove na quarta-feira (21/03) audiência pública para debater a duplicata eletrônica, bem como a simplificação e desburocratização da vida empresarial. O debate tem início ás 14h30 na sala 19 da ala Alexandre Costa. Para o debate foram convidados o professor de Direito Comercial da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Rodrigo Monteiro de Castro, e o livre docente em Direito Comercial pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Paulo Marcos Rodrigues Brancher.

    A Comissão Temporária para Reforma do Código Comercial promove na quarta-feira (21/03) audiência pública para debater a duplicata eletrônica, bem como a simplificação e desburocratização da vida empresarial. O debate tem início ás 14h30 na sala 19 da ala Alexandre Costa. Para o debate foram convidados o professor de Direito Comercial da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Rodrigo Monteiro de Castro, e o livre docente em Direito Comercial pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Paulo Marcos Rodrigues Brancher.

    A discussão atende a requerimento do senador Pedro Chaves (PRB-MS), relator do Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 487/2013, que reforma dispositivos do Código Comercial, de 1850. O texto, que teve origem em anteprojeto elaborado por comissão de juristas, regulamenta o comercio eletrônico e dos contratos digitais, entre outras inovações.

  • Varejo terá a melhor Páscoa dos últimos cinco anos

    De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas do varejo voltadas para a Páscoa deste ano deverão crescer 3,5% em relação à Semana Santa do ano passado, já descontada a inflação do período. Confirmada a projeção, esse seria o melhor desempenho das vendas reais do varejo nesta data comemorativa desde 2013 (+4,8%). Na mesma data de 2017, o varejo registrou o primeiro aumento no volume de vendas (+1,1%) após acumular perda de 5,2% em 2015 e 2016.

    De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas do varejo voltadas para a Páscoa deste ano deverão crescer 3,5% em relação à Semana Santa do ano passado, já descontada a inflação do período. Confirmada a projeção, esse seria o melhor desempenho das vendas reais do varejo nesta data comemorativa desde 2013 (+4,8%). Na mesma data de 2017, o varejo registrou o primeiro aumento no volume de vendas (+1,1%) após acumular perda de 5,2% em 2015 e 2016. A melhor Páscoa para o setor ocorreu em 2010 (+9,5%), ano em que a economia cresceu 7,5% e o volume total de vendas do varejo avançou 10,9%.

    Os estabelecimentos do varejo alimentício, tais como hiper, super e minimercados, além das lojas especializadas em produtos associados à Páscoa, deverão faturar cerca de R$ 2,2 bilhões com as vendas voltadas para a Semana Santa deste ano.

    A queda nos preços dos chocolates (-8,0%), do azeite de oliva (-3,8%) e dos pescados (+0,2%), conforme mostra o IPCA-15, deverá estimular o crescimento das vendas. Por outro lado, os aumentos dos preços dos combustíveis (+7,7%) e das passagens rodoviárias intermunicipais (+6,7%) deverão atingir aqueles que pretendem se deslocar durante a Semana Santa. As projeções da CNC se baseiam nos aspectos sazonais das vendas, levando-se ainda em consideração as tendências de evolução dos níveis de ocupação e renda e, principalmente, as variações dos preços de produtos relacionados com essa data.

    Contratação e efetivação

    Ainda segundo estimativas da CNC, no varejo, o aumento das vendas deverá gerar cerca de 10,6 mil postos de trabalho temporário – número ligeiramente superior às 10,5 mil vagas geradas na Páscoa passada. Os maiores demandantes de trabalho temporário deverão ser os hiper, super e minimercados, respondendo por aproximadamente 62% do total de vagas oferecidas. O salário médio de admissão no varejo deverá ser de aproximadamente R$ 1.220, o que representará um avanço de 4,5% em relação àquele percebido na Páscoa de 2017.

    Tão importante quanto o número maior de contratações será a taxa de efetivação em 2018. Do total de vagas temporárias oferecidas pelas atividades envolvidas com a Páscoa, 7,7% deverão se tornar postos de trabalho efetivo – maior percentual em três anos. “Além de impactos positivos decorrentes da reforma trabalhista, contribui decisivamente para uma maior absorção de trabalhadores temporários o momento mais favorável do varejo brasileiro de alimentos, que vive seu melhor momento em mais de três anos”, aponta Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação e responsável pelo levantamento.

    Acesse a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

     

  • Comissão especial debaterá influência da economia colaborativa no turismo

    A Comissão Especial do Marco Regulatório da Economia Colaborativa realiza uma audiência pública nesta quarta-feira (21/03). O debate estava inicialmente previsto para semana passada, mas foi adiada. A audiência foi proposta pelos deputados Herculano Passos (PSD-SP) e Thiago Peixoto (PSD-GO), presidente e relator do colegiado, respectivamente, para discutir “a influência da economia colaborativa no turismo nacional”.

    A Comissão Especial do Marco Regulatório da Economia Colaborativa realiza uma audiência pública nesta quarta-feira (21/03). O debate estava inicialmente previsto para semana passada, mas foi adiada. A audiência foi proposta pelos deputados Herculano Passos (PSD-SP) e Thiago Peixoto (PSD-GO), presidente e relator do colegiado, respectivamente, para discutir “a influência da economia colaborativa no turismo nacional”.

    O colegiado estuda formas de regulamentar modelos de negócio que levam em conta o compartilhamento, por meio de plataformas tecnológicas, de bens e serviços. Entre as empresas pioneiras da economia colaborativa estão a Uber, que atua no serviço de transporte individual, e a Airbnb, que oferece hospedagem. A Uber não tem carros, nem a Airbnb tem hotéis, mas fazem a intermediação entre quem tem esses bens e quem precisa desses serviços.

    Convidados

    Foram convidados para este debate:

    – o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, representando a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC);

    – o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, Manoel Cardozo Linhares;

    – a gerente de políticas públicas da Airbnb no Brasil, Flávia Matos;

    – o representante da Decolar.com Wagner Martin;

    – o diretor jurídico da América Latina da Expedia, Gustavo Dias;

    – representante do Ministério do Turismo.

    A audiência está marcada para as 9h30, no plenário 9.

  • Comissão da Lei de Licitações promove audiência sobre gestão no setor público

    A comissão especial que analisa a nova Lei de Licitações (PL nº 6814/2017) realiza audiência pública nesta terça-feira (20/03) com representantes do setor público na área de gestão. O relator da proposta, deputado João Arruda (PMDB-PR), pretende apresentar seu relatório no início de maio.

    A comissão especial que analisa a nova Lei de Licitações (PL nº 6814/2017) realiza audiência pública nesta terça-feira (20/03) com representantes do setor público na área de gestão. O relator da proposta, deputado João Arruda (PMDB-PR), pretende apresentar seu relatório no início de maio.

    Ele quer focar seu parecer na exigência de prazos para diversas etapas das obras licitadas como a obtenção de licenciamentos, a medição de serviços executados e a análise de aditivos. “Muitas vezes o servidor público senta em cima de um pedido de aditivo e aquela empresa fica lá anos esperando para concluir uma obra”, criticou.

    João Arruda também considerou pequeno o valor de R$ 150 mil estipulado pelo Senado para a contratação de obras por pregão eletrônico. Hoje o pregão não pode ser usado para licitar obras.

    “Hoje uma emenda individual parlamentar para a infraestrutura é de R$ 250 mil. Então com R$ 150 mil, a empresa não é capaz de concluir, de executar; acaba fechando no meio do caminho pelo preço que tem ou pedindo aditivos abusivos. Essa relação cria instabilidade entre todas as partes, principalmente para quem quer a obra concluída”, argumentou.

    RDC

    Para o líder da Oposição, deputado José Guimarães (PT-CE), o país deveria ampliar o uso do Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) utilizado para acelerar as obras da Copa do Mundo de 2014.

    “Nós queremos que essas mesmas regras se transformem na norma geral do processo licitatório brasileiro, tem que ser simplificado. Com transparência, com rigor, com acompanhamento dos órgãos de controle”, defendeu.

    Novo modelo

    O professor de Direito Murilo Jacoby destaca a criação de um novo formato de contratação que está sendo proposto. “Nessa modalidade que se chama diálogo competitivo, é possível trazer os particulares para discutir métodos e ideias de como executar esse projeto. E depois de discutir e escolher o melhor jeito de executar esse projeto, abre-se a etapa de preços.”

    O professor afirma ainda que a nova Lei de Licitações tem o mérito de unificar a legislação sobre o assunto e tornar mais claros temas como o que pode ser exigido em uma licitação e o que pode ser cobrado na entrega da obra. Ele também defende que o texto faça referência à necessidade de treinamento dos servidores para lidar com os processos licitatórios e que a internet seja mais utilizada para dar transparência aos processos.

    Convidados

    A comissão especial da Lei de Licitações vai promover outras audiências públicas com profissionais da área de controle no setor público, especialistas, representantes da sociedade civil e do setor privado. Para esta audiência, foram convidados:

    – o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Dyogo Oliveira;

    – o secretário de coordenação de projetos da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos, Tarcísio Gomes de Freitas;

    – o diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT, Halpher Luiggi Mônico Rosa;

    – o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração – CONSAD, Livânia Maria da Silva Farias;

    – o presidente da Confederação Nacional de Municípios – CNM, Paulo Ziulkoski;

    – o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA, Ernesto Lozardo;

    – o presidente da Frente Nacional dos Prefeitos – FNP, Jonas Donizette

    A audiência pública ocorre nesta terça-feira (20/03), às 14h30, no plenário 14.

  • Varejo terá a melhor Páscoa dos últimos cinco anos

    De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas do varejo voltadas para a Páscoa deste ano deverão crescer 3,5% em relação à Semana Santa do ano passado, já descontada a inflação do período. Confirmada a projeção, esse seria o melhor desempenho das vendas reais do varejo nesta data comemorativa desde 2013 (+4,8%). Na mesma data de 2017, o varejo registrou o primeiro aumento no volume de vendas (+1,1%) após acumular perda de 5,2% em 2015 e 2016.

    De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas do varejo voltadas para a Páscoa deste ano deverão crescer 3,5% em relação à Semana Santa do ano passado, já descontada a inflação do período. Confirmada a projeção, esse seria o melhor desempenho das vendas reais do varejo nesta data comemorativa desde 2013 (+4,8%). Na mesma data de 2017, o varejo registrou o primeiro aumento no volume de vendas (+1,1%) após acumular perda de 5,2% em 2015 e 2016. A melhor Páscoa para o setor ocorreu em 2010 (+9,5%), ano em que a economia cresceu 7,5% e o volume total de vendas do varejo avançou 10,9%. 

    Os estabelecimentos do varejo alimentício, tais como hiper, super e minimercados, além das lojas especializadas em produtos associados à Páscoa, deverão faturar cerca de R$ 2,2 bilhões com as vendas voltadas para a Semana Santa deste ano. 

    A queda nos preços dos chocolates (-8,0%), do azeite de oliva (-3,8%) e dos pescados (+0,2%), conforme mostra o IPCA-15, deverá estimular o crescimento das vendas. Por outro lado, os aumentos dos preços dos combustíveis (+7,7%) e das passagens rodoviárias intermunicipais (+6,7%) deverão atingir aqueles que pretendem se deslocar durante a Semana Santa. As projeções da CNC se baseiam nos aspectos sazonais das vendas, levando-se ainda em consideração as tendências de evolução dos níveis de ocupação e renda e, principalmente, as variações dos preços de produtos relacionados com essa data. 

    Contratação e efetivação 

    Ainda segundo estimativas da CNC, no varejo, o aumento das vendas deverá gerar cerca de 10,6 mil postos de trabalho temporário – número ligeiramente superior às 10,5 mil vagas geradas na Páscoa passada. Os maiores demandantes de trabalho temporário deverão ser os hiper, super e minimercados, respondendo por aproximadamente 62% do total de vagas oferecidas. O salário médio de admissão no varejo deverá ser de aproximadamente R$ 1.220, o que representará um avanço de 4,5% em relação àquele percebido na Páscoa de 2017.

    Tão importante quanto o número maior de contratações será a taxa de efetivação em 2018. Do total de vagas temporárias oferecidas pelas atividades envolvidas com a Páscoa, 7,7% deverão se tornar postos de trabalho efetivo – maior percentual em três anos. “Além de impactos positivos decorrentes da reforma trabalhista, contribui decisivamente para uma maior absorção de trabalhadores temporários o momento mais favorável do varejo brasileiro de alimentos, que vive seu melhor momento em mais de três anos”, aponta Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação e responsável pelo levantamento. Acesse abaixo o estudo na íntegra. 

  • Informe Representações 472

    Assessoria de Gestão das Representações 19/03/2017 – Ano 8, nº 472

     

    NOTÍCIAS


    Programa Nacional de Conservação da Linha de Costa (Procosta)

    O Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental, promoverá o lançamento do Programa Nacional de Conservação da Linha de Costa (Procosta).

    Assessoria de Gestão das Representações 19/03/2017 – Ano 8, nº 472

     

    NOTÍCIAS


    Programa Nacional de Conservação da Linha de Costa (Procosta)

    O Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental, promoverá o lançamento do Programa Nacional de Conservação da Linha de Costa (Procosta).

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    ATUAÇÃO DA CNC

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

    Fórum Nacional de Educação (FNE)

    Cynthia Maria Campelo Rodrigues, gerente técnica da Gerência de Educação do Departamento Nacional do Sesc, representará a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), como titular, no Fórum Nacional (FNE).

    O FNE é um espaço de interlocução entre sociedade civil e o Estado brasileiro, fruto de deliberação da Confederação Nacional de Educação (Conae 2010), que tem como atribuições: divulgar os resultados do monitoramento; analisar e propor políticas públicas para assegurar a implementação das estratégicas e o cumprimento das metas; e analisar e propor a revisão do percentual de investimento público em educação.

     

    ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BANCOS

    Workshop Moedas Virtuais & Cryptocoins

    Bruno Fernandes, economista da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade no workshop Moedas Virtuais & Cryptocoins.

    O evento destina-se a profissionais de administração, economia e finanças; startups e empreendedores; investidores dos mercados tradicionais; empresários, diretores e executivos; representantes de entidades, instituições de ensino, autarquias, terceiro setor e órgãos governamentais; compliances; autônomos; profissionais liberais; gestores e consultores de negócios; gerência de riscos; entre outros interessados no tema.

    O workshop será realizado no dia 16 de maio de 2018, às 9 horas, no Centro de Convenções Milenium, São Paulo, SP. Informações pelo site: https://www.workshop2018.com.br.

     

    AGENDA

    Reunião dos Comitês Temáticos do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

    Comitê Temático de Tecnologia e Inovação

    Data: 19/03/2018

    Horário: 9h30

    Local: CNC Brasília-DF

    Comitê Temático de Acesso a Mercados

    Data: 19/03/2018

    Horário: 11h

    Local: CNC Brasília-DF

    Comitê Temático de Racionalização Legal e Burocrática

    Data: 19/03/2018

    Horário: 14h

    Local: CNC Brasília-DF

    Comitê Temático de Investimento, Financiamento e Crédito

    Data: 19/03/2018

    Horário: 17h

    Local: CNC Brasília-DF

    Reunião da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti)

    Data: 19/03/2018

    Horário: 9h

    Local: Ministério do Trabalho Brasília-DF

    92ª Reunião Ordinária da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)

    Data: 20 e 21/03/2018

    Horário: 9h

    Local: Ministério do Trabalho Brasília-DF

    303ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde

    Data: 21 e 22/03/2018

    Horário: 9h

    Local: Ministério da Saúde Brasília-DF

    3ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae

    Data: 22/03/2018

    Horário: 14h

    Local: Sebrae Brasília-DF

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br