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  • 5º Encontro da Mulher Empresária e Administradora do DF

    Com o intuito de homenagear as empresárias e administradoras pelo Dia Internacional da Mulher, o Instituto Fecomércio realiza nesta terça-feira (6), das 14h às 18h, no auditório da Legião da Boa Vontade (LBV), o quinto Encontro da Mulher Empresária e Administradora do DF. O tema debatido será Inovando e Transformando Empresas.

    Com o intuito de homenagear as empresárias e administradoras pelo Dia Internacional da Mulher, o Instituto Fecomércio realiza nesta terça-feira (6), das 14h às 18h, no auditório da Legião da Boa Vontade (LBV), o quinto Encontro da Mulher Empresária e Administradora do DF. O tema debatido será Inovando e Transformando Empresas.

    A diretora executiva do Instituto Fecomércio, Elizabet Garcia Campos, ressalta que o encontro debaterá a habilidade das mulheres para a gestão, que inclusive tem sido reconhecida pelas empresas, que ao perceberem o quanto a diversidade faz bem aos negócios têm buscado o equilíbrio de gêneros entre seus colaboradores. “Em um cenário de mudanças constantes, as ideias inovadoras das mulheres empresárias e administradoras têm sido fundamentais para transformar negócios e pessoas”, aponta Elizabet Campos.

    O encontro terá início com a palestra Inovação com Foco nas Alternativas de Geração de Receita e Renda, com a Subsecretária de Políticas para Mulheres do DF, Raissa Rossiter. Logo após será a vez do Talk Show Mulher & Gestão, com as convidadas Denise Zuba – Studio Denise Zuba, Manuela Bertoletti – Ora Design, Moema Leão – Casa Cor Brasília, e Renata La Porta – Renata La Porta Buffet. A moderação do painel será da diretora executiva do Instituto Fecomércio.

    São apoiadores do encontro: Fecomércio-DF, LBV; Fênix Eventos; Clube Soroptimista de Brasília; Clube Internacional de Brasília; Associação de Mulheres de Negócios e profissionais de Brasília (BPW); Mulheres do Brasil; Associação de Mulheres Soroptimistas.

  • Começam a funcionar nesta semana 12 comissões para analisar MPs recentes

    O Congresso Nacional instala nesta semana 12 comissões mistas para analisar medidas provisórias editadas pelo Executivo.

    O Congresso Nacional instala nesta semana 12 comissões mistas para analisar medidas provisórias editadas pelo Executivo.

     

    A primeira delas (MPV 808/2017) foi editada há 80 dias pelo presidente da República, Michel Temer. Ela ajustou pontos da reforma trabalhista e já recebeu 967 emendas de senadores e deputados. A mais recente (MPV 819/2018) é do final de janeiro, não recebeu emendas e autoriza a União a doar R$ 792 mil para ajudar o restauro da Basílica da Natividade, na Palestina.

     

    As comissões mistas das MPs 808, 809, 810, 811, 812 e 813, todas de 2017, serão instaladas na terça-feira (06/03), em reuniões seguidas, a partir das 14h30, na sala 2 da Ala Nilo Coelho do Senado. O mesmo ocorrerá no dia seguinte, quarta-feira (07/03), para instalação das comissões das MPs 814, 815 e 816, de 2017, e 817, 818 e 819, de 2018. Logo em seguida, haverá a eleição de presidentes e vices de cada novo colegiado.

     

    Todas as medidas provisórias que chegam ao Congresso precisam ser analisadas por comissões mistas, formadas por deputados e senadores, e somente após terem um parecer aprovado pelo colegiado é que passam a tramitar na Câmara dos Deputados e no Senado.

  • Comissão de Reforma do Código Comercial debate modernização da legislação empresarial

    A modernização da legislação empresarial será debatida na quarta-feira (07/03), a partir das 14h30, pela Comissão Temporária para Reforma do Código Comercial (CCC). A discussão será direcionada para a perspectiva do comércio eletrônico e das condutas parasitárias.

    A modernização da legislação empresarial será debatida na quarta-feira (07/03), a partir das 14h30, pela Comissão Temporária para Reforma do Código Comercial (CCC). A discussão será direcionada para a perspectiva do comércio eletrônico e das condutas parasitárias. A intenção é debater as formas de adequação das leis às possibilidades de comércio no meio digital e às punições para os tipos de parasitismo existentes no mercado. O pedido de realização da audiência pública é do relator da comissão, senador Pedro Chaves (PSC-MS).

     

    A conduta parasitária e os padrões de comércio eletrônico estão previstos no Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 487/2013, que propõe o novo Código Comercial e está sendo analisado pelo colegiado. O texto do PLS traz como uma das definições de parasitismo a “utilização de qualquer elemento de estabelecimento empresarial de outro empresário, concorrente ou não”.

     

    Para participar do debate, foram convidados o presidente do Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP) e do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), Edson Vismona, o jurista Felipe Fabro e a professora Maria Eugênia Finkelstein.

     

    O novo código deverá ser apresentado e votado até julho. A reunião de quarta faz parte de uma série de debates que ocorrerá durante o primeiro semestre deste ano para a discussão dos principais eixos da nova legislação comercial proposta.

     

    A comissão, presidida pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE), reúne-se na sala 19 da Ala Alexandre Costa, no Anexo 2 do Senado. A discussão terá caráter interativo, com a possibilidade de participação da sociedade.

     

    COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

     

    http://bit.ly/audienciainterativa

     www.senado.gov.br/ecidadania

  • Legalização dos jogos está na pauta da CCJ

    A legalização dos jogos e a reabertura dos cassinos no País voltam ao debate na quarta-feira (07/03) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O projeto de lei (PLS 186/2014), do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que autoriza a exploração de “jogos de fortuna”, sejam on-line ou presenciais, em todo o território nacional, é o primeiro item da pauta da reunião marcada para começar às 10 horas.

    A legalização dos jogos e a reabertura dos cassinos no País voltam ao debate na quarta-feira (07/03) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O projeto de lei (PLS 186/2014), do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que autoriza a exploração de “jogos de fortuna”, sejam on-line ou presenciais, em todo o território nacional, é o primeiro item da pauta da reunião marcada para começar às 10 horas.

     

    A proposta em análise é um texto alternativo apresentado pelo relator, senador Benedito de Lira (PP-AL). De acordo com ela, o credenciamento para exploração do jogo de bingo e vídeo-bingo terá prazo de 20 anos, renovável por igual período, e será de responsabilidade dos estados. Já o credenciamento dos cassinos terá validade por 30 anos, podendo ser renovado por sucessivos períodos.

     

    Pela proposta, também será exigida a inclusão das empresas autorizadas a explorar jogos de azar na Lei de Lavagem de Dinheiro, obrigando-as a cadastrar os clientes e informar operações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coafi).

     

    Votos em separado


    O PLS 186/2014 recebeu dois votos em separado, ambos pela rejeição da legalização dos jogos de azar no País. Um deles foi apresentado pelo senador Magno Malta (PR-ES) e conclui que “não há motivos nem argumentos que demonstram que legalizar a exploração dos jogos de azar no Brasil é decisão acertada”. No voto, Malta alerta para a especial vulnerabilidade de idosos diante da jogatina.

     

    O outro foi elaborado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Ele sustenta que a exploração de jogos de azar incentiva a lavagem de dinheiro; tem “nefasto” impacto psíquico e sociofamiliar sobre o jogador contumaz; e não deverá produzir aumento de receita tributária nem fomentar o turismo no Brasil.

     

     

    Se o substitutivo ao PLS 186/2014 for aprovado, deverá ser submetido a turno suplementar de votação na CCJ.

     

     

     

  • Cartão de crédito endividou famílias em várias faixas de renda

    Em fevereiro, o cartão de crédito foi o grande vilão para 77% das famílias que se declararam endividadas na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na sequência, carnês (16,5%) e financiamento de carro (10,7%) também comprometeram o orçamento das famílias em todo o País.

    O cartão se destaca na pesquisa por ser a principal dívida tanto para as famílias com renda até dez salários mínimos (78,0%) quanto para aquelas com renda acima de dez salários mínimos (73,3%).

    Em fevereiro, o cartão de crédito foi o grande vilão para 77% das famílias que se declararam endividadas na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na sequência, carnês (16,5%) e financiamento de carro (10,7%) também comprometeram o orçamento das famílias em todo o País.

    O cartão se destaca na pesquisa por ser a principal dívida tanto para as famílias com renda até dez salários mínimos (78,0%) quanto para aquelas com renda acima de dez salários mínimos (73,3%).

    Em fevereiro, o número de famílias endividadas apresentou queda apenas na faixa de menor renda, na comparação com janeiro: para as famílias que ganham até dez salários mínimos, o percentual passou de 62,9% em janeiro para 62,7% em fevereiro. Já para as famílias com renda acima de dez salários mínimos, o percentual de famílias endividadas passou de 53,6% em janeiro deste ano para 53,8% em fevereiro.

    Dados gerais

    Apesar do cartão de crédito e de outras modalidades de dívida, o dado geral da Peic mostra que o percentual de famílias endividadas recuou de 61,3 em janeiro para 61,2% em fevereiro deste ano – um avanço pequeno, mas positivo perto da base comparativa fraca do ano passado. “A recuperação da renda do trabalho e a queda das taxas de juros são alguns dos fatores que impactam diretamente o endividamento e favorecem uma melhora gradual em algumas modalidades de crédito”, afirma Marianne Hanson, economista da CNC.

    A pesquisa mostra ainda que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu em fevereiro, atingindo 24,9% das famílias, ante 25,0% em janeiro. Outro dado que apresentou queda em fevereiro foi a proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes: 9,7%, ante os 9,5% registrados em janeiro.

    Nível de endividamento

    A proporção das famílias que se declararam muito endividadas ficou estável, mantendo-se em 13,6% do total de entrevistados. Na comparação anual, houve queda de 0,8 ponto percentual. Por outro lado, o percentual de famílias que se declararam pouco endividadas teve alta em relação a 2017: passou de 23,1% para 24,2% do total de famílias.

    Prazo de endividamento

    O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 64,9 dias em fevereiro de 2018, inferior aos 65,7 no mesmo período do ano passado. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 6,9 meses, sendo que 31,1% das famílias possuem dívidas por mais de um ano e 25,8%, por até três meses. Entre aquelas endividadas, 20,9% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

    Acesse a análise completa, os gráficos e a série histórica da Peic.

    A economista Marianne Hanson está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414.

  • Cartão de crédito endividou famílias em várias faixas de renda

    Em fevereiro, o cartão de crédito foi o grande vilão para 77% das famílias que se declararam endividadas na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na sequência, carnês (16,5%) e financiamento de carro (10,7%) também comprometeram o orçamento das famílias em todo o País.

    O cartão se destaca na pesquisa por ser a principal dívida tanto para as famílias com renda até dez salários mínimos (78,0%) quanto para aquelas com renda acima de dez salários mínimos (73,3%).

    Em fevereiro, o cartão de crédito foi o grande vilão para 77% das famílias que se declararam endividadas na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na sequência, carnês (16,5%) e financiamento de carro (10,7%) também comprometeram o orçamento das famílias em todo o País.

    O cartão se destaca na pesquisa por ser a principal dívida tanto para as famílias com renda até dez salários mínimos (78,0%) quanto para aquelas com renda acima de dez salários mínimos (73,3%).

    Em fevereiro, o número de famílias endividadas apresentou queda apenas na faixa de menor renda, na comparação com janeiro: para as famílias que ganham até dez salários mínimos, o percentual passou de 62,9% em janeiro para 62,7% em fevereiro. Já para as famílias com renda acima de dez salários mínimos, o percentual de famílias endividadas passou de 53,6% em janeiro deste ano para 53,8% em fevereiro.

    Dados gerais

    Apesar do cartão de crédito e de outras modalidades de dívida, o dado geral da Peic mostra que o percentual de famílias endividadas recuou de 61,3 em janeiro para 61,2% em fevereiro deste ano – um avanço pequeno, mas positivo perto da base comparativa fraca do ano passado. “A recuperação da renda do trabalho e a queda das taxas de juros são alguns dos fatores que impactam diretamente o endividamento e favorecem uma melhora gradual em algumas modalidades de crédito”, afirma Marianne Hanson, economista da CNC.

    A pesquisa mostra ainda que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu em fevereiro, atingindo 24,9% das famílias, ante 25,0% em janeiro. Outro dado que apresentou queda em fevereiro foi a proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes: 9,7%, ante os 9,5% registrados em janeiro.

    Nível de endividamento

    A proporção das famílias que se declararam muito endividadas ficou estável, mantendo-se em 13,6% do total de entrevistados. Na comparação anual, houve queda de 0,8 ponto percentual. Por outro lado, o percentual de famílias que se declararam pouco endividadas teve alta em relação a 2017: passou de 23,1% para 24,2% do total de famílias.

    Prazo de endividamento

    O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 64,9 dias em fevereiro de 2018, inferior aos 65,7 no mesmo período do ano passado. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 6,9 meses, sendo que 31,1% das famílias possuem dívidas por mais de um ano e 25,8%, por até três meses. Entre aquelas endividadas, 20,9% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

  • Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – fevereiro 2018

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010.

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

  • Em busca do PIB perdido

    O ano de 2018 inicia-se com a formação de expectativas que apontam para a melhoria do nível do Produto Interno Bruto (PIB) construído pela capacidade de produção de nosso país. O PIB é um conceito proposto pelo Prêmio Nobel Simon Kusnetz como sendo o somatório líquido dos bens e serviços produzidos em dado país, em determinado período de tempo. O PIB transforma-se, em sua variação anual, numa medida dos avanços ou recuos de uma dada economia nacional.

    O ano de 2018 inicia-se com a formação de expectativas que apontam para a melhoria do nível do Produto Interno Bruto (PIB) construído pela capacidade de produção de nosso país. O PIB é um conceito proposto pelo Prêmio Nobel Simon Kusnetz como sendo o somatório líquido dos bens e serviços produzidos em dado país, em determinado período de tempo. O PIB transforma-se, em sua variação anual, numa medida dos avanços ou recuos de uma dada economia nacional.

    A “Nova Matriz Econômica”, de triste memória, foi abandonada. As atuais expectativas fundamentam-se num quadro favorável da economia internacional, dotado de ampla liquidez, num aumento do nível de confiança do empresariado (94,9), valor não alcançado desde abril de 2014, e nas projeções de crescimento do PIB que confluem para a taxa de 3% no decurso deste ano.

    Em condições normais, ou seja, num período de contínuo crescimento econômico, uma taxa dessa ordem seria considerada bem razoável como síntese do desempenho da Economia. Contudo, a taxa prevista tem como ponto de partida a severa recessão que ainda assombra o país, com seus doze milhões de desempregados. Se a força-de-trabalho existente está em grande parte ociosa, naturalmente máquinas e instalações de todo tipo também estão, em consequência, subutilizadas.

    Como resultado dessa ampla margem não utilizada dos fatores de produção – capital e trabalho –, dentro de certos limites, é perfeitamente possível retomar o crescimento sem novos investimentos. Assim vista a conjuntura, a previsão de um crescimento do PIB da ordem de 3% mais do que prudente é até modesta.

    Nessa expectativa de retomada de crescimento econômico, uma sinalização importante vem da parte da indústria automotiva. Sendo a linha de montagem o ponto final de uma longa cadeia de fornecedores de peças e outros materiais, a fabricação de veículos tem um efeito multiplicador sobre a economia como um todo.

    E ainda, de um modo mais geral e mais amplo, importante impulso pode vir do lado do consumo, na medida em que a taxa de juros acentuada dos empréstimos bancários refletirem, em termos reais, a queda da taxa de inflação.

    No entanto, a restrição a uma taxa de crescimento mais alentada em 2018 poderia advir do mau estado da infraestrutura econômica, eis que, na mente do governante, conservar não é investir, e da incerteza no quadro político, em que a marca da corrupção e o jogo de intrigas inerente à disputa de poder serão a nota dominante das eleições gerais de outubro.

    Como a aferição do progresso econômico de uma Nação está refletida no PIB per capita, isto é, dividido seu total pelo número de habitantes, segue-se que a recuperação agora prevista representa, em verdade, a volta a um nível do PIB, em volume de bens e serviços, que já havia sido alcançado no passado. Assim sendo, a recuperação econômica em processo parte de uma situação de regresso. Trata-se, antes de tudo, de recuperar um nível de atividade econômica pré-existente.

    Correio Braziliense de 03 de março de 2018

  • Boletim Informativo Diário (BID) 042/2018

    DESTAQUES:

    Divulgado o cronograma de implantação do eSocial

    Divulgado o Manual de Orientação para o Empregador e Desenvolvedor, que trata da solução sistêmica e operacional para a comunicação com o FGTS

    Instituído o Comitê de Instalação da Câmara Temática Parcerias e Meios de Implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    Convocação do Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes para as Assembleias Gerais Extraordinárias e Ordinária a serem realizadas no dia 21 de março de 2018

    DESTAQUES:

    Divulgado o cronograma de implantação do eSocial

    Divulgado o Manual de Orientação para o Empregador e Desenvolvedor, que trata da solução sistêmica e operacional para a comunicação com o FGTS

    Instituído o Comitê de Instalação da Câmara Temática Parcerias e Meios de Implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    Convocação do Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes para as Assembleias Gerais Extraordinárias e Ordinária a serem realizadas no dia 21 de março de 2018

  • Informe Representações 470

    Assessoria de Gestão das Representações 05/03/2017 – Ano 8, nº 470

     

    NOTÍCIAS

    Feira PLMA 2018

    Assessoria de Gestão das Representações 05/03/2017 – Ano 8, nº 470

     

    NOTÍCIAS

    Feira PLMA 2018

    O Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), através do projeto Brazilian Suppliers, vão realizar a Feira PLMA 2018 em Amsterdã, na Holanda, nos dias 28 a 30 de maio. Realizada anualmente há mais de 30 anos, a feira tem como objetivo reunir fabricantes e varejistas, atacadistas e revendedores europeus que buscam por novos produtos, contatos e ideias.

    Veja mais >

     

    ATUAÇÃO DA CNC

    MINISTÉRIO DA SAÚDE

    Conselho Empresarial Nacional para Prevenção ao HIV/Aids

    Sebastiana Regina Marinho Ribeiro, gerente de Saúde do Departamento Nacional do Sesc, representará a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), como suplente, no Conselho Empresarial Nacional para Prevenção ao HIV/Aids.

    O Conselho Empresarial Nacional para Prevenção da Aids (CEN Aids), formado por diversas empresas, é uma instância sólida e representativa do setor empresarial na sociedade, mobilizadora do empresariado para formular, implantar e manter políticas voltadas à prevenção do HIV/Aids, independentemente de atividade, porte ou região.

     

    AGENDA

    06/03

    Reunião da Comissão Tripartite de Relações Internacionais (CTRI) e Reunião do Comitê Gestor do Pró-Ética

    Brasília– DF

     

    08/03

    Oficina Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho – Ministério Público do Trabalho – MPT/OIT

    Brasília – DF

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br