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  • CNC divulga amanhã, 6 de março, os resultados de FEVEREIRO da Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 6 de março, os resultados de FEVEREIRO de 2018 da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista da CNC Marianne Hanson estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 6 de março, os resultados de FEVEREIRO de 2018 da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista da CNC Marianne Hanson estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas, são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

     

  • Comissão especial que vai analisar proposta da nova lei de licitações será instalada amanhã

    A Câmara dos Deputados instala, na terça-feira (06/03), uma comissão especial para analisar o projeto da nova Lei de Licitações (PL 6.814/17). A proposta, de autoria do Senado, cria uma norma geral para regular licitações e contratos públicos. A proposta vale para a administração direta e indireta da União, Estados e Municípios.

    A Câmara dos Deputados instala, na terça-feira (06/03), uma comissão especial para analisar o projeto da nova Lei de Licitações (PL 6.814/17). A proposta, de autoria do Senado, cria uma norma geral para regular licitações e contratos públicos. A proposta vale para a administração direta e indireta da União, Estados e Municípios.

     

    Embaixadas e consulados também devem seguir a nova norma, obedecida a legislação local. Em licitações com recurso externo, poderão ser admitidas regras de acordos internacionais aceitos no Brasil.

     

    O projeto revoga a atual Lei de Licitações e Contratos (8.666/93), a Lei do Pregão (10.520/02) e o Regime Diferenciado de Contratações (RDC, Lei nº 12.462/11).

     

    A instalação do novo colegiado está prevista para as 14 horas, no plenário 3. Após a instalação, serão eleitos o presidente e os vice-presidentes do grupo.

  • Feira PLMA 2018

    O Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), através do projeto Brazilian Suppliers, vão realizar a Feira PLMA 2018 em Amsterdã, na Holanda, nos dias 28 a 30 de maio. Realizada anualmente há mais de 30 anos, a feira tem como objetivo reunir fabricantes e varejistas, atacadistas e revendedores europeus que buscam por novos produtos, contatos e ideias.

    O Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), através do projeto Brazilian Suppliers, vão realizar a Feira PLMA 2018 em Amsterdã, na Holanda, nos dias 28 a 30 de maio. Realizada anualmente há mais de 30 anos, a feira tem como objetivo reunir fabricantes e varejistas, atacadistas e revendedores europeus que buscam por novos produtos, contatos e ideias.

    A Private Label Manufactures Associations (PLMA) é o principal evento voltado para divulgação e promoção não somente de marcas próprias, mas também de produtos brasileiros com potencial exportador na Europa e Oriente Médio. A marca privada, hoje em dia, representa 40% de todos os produtos vendidos em seis países europeus.

    Segundo os organizadores, mais de 14 mil compradores, oriundos de 115 países em busca de produtos para suas operações e/ou clientes, estarão presentes. 

    O público interessado é composto de varejistas de supermercados, hipermercados, discounters, farmácias, lojas de departamentos, bem como de importadores e exportadores, fabricantes, consultores, agentes de vendas e especialistas em embalagens e design.

    Outras informações: http://bit.ly/2FaW78Z

  • Empresas poderão ter acesso facilitado aos “títulos verdes”, avalia CMA

    Está marcada para terça-feira (06/03) reunião da Comissão de Meio Ambiente (CMA) com 15 projetos na pauta. Entre eles o relatório de Sergio Petecão (PSD-AC) ao PLS 284/2014.

     

    Está marcada para terça-feira (06/03) reunião da Comissão de Meio Ambiente (CMA) com 15 projetos na pauta. Entre eles o relatório de Sergio Petecão (PSD-AC) ao PLS 284/2014.

     

    A proposta prevê que projetos industriais, caso resultem em ganhos ambientais, poderão ser financiados pelos chamados “títulos verdes”. Estes são títulos de renda fixa, beneficiados com redução do Imposto de Renda, justamente por beneficiarem o meio ambiente.

     

    No caso das pessoas físicas, os “títulos verdes” (ou debêntures verdes) são isentos do Imposto de Renda. No caso das pessoas jurídicas, a alíquota fica reduzida a 15%. Por isso, esses títulos, como explica Petecão, são atrativos aos investidores, que auferem maior rentabilidade em suas aplicações.

     

    O problema é que hoje os títulos verdes estão limitados a um grupo de atividades consideradas de interesse ambiental pelo governo, como as unidades de conservação para atividades turísticas, a exploração sustentável de madeira e a recuperação de áreas de preservação ambiental.

     

    A intenção do projeto é justamente evitar a possibilidade de arbitragem do Poder Executivo, abrindo a possibilidade do benefício “a todo e qualquer projeto de desenvolvimento sustentável”, segundo o relatório.

     

    Petecão lembra que, até 2011, as debêntures verdes eram emitidas apenas por agências de desenvolvimento, como o Banco Mundial. Mas depois disso passaram também a ser emitidas por empresas, que hoje já lideram o mercado em volume de títulos emitidos.

  • Relator propõe correção da tabela do Imposto de Renda pela inflação

    Sete projetos (PL 6.094/13 e apensados) em discussão na Câmara propõem diversas espécies de atualizações e até novas deduções na tabela do Imposto de Renda, que não é corrigida desde 2015. O relator dos projetos na Comissão de Finanças e Tributação, deputado Eduardo Cury (PSDB-SP), optou, porém, por focar o seu substitutivo na correção da tabela.

    Sete projetos (PL 6.094/13 e apensados) em discussão na Câmara propõem diversas espécies de atualizações e até novas deduções na tabela do Imposto de Renda, que não é corrigida desde 2015. O relator dos projetos na Comissão de Finanças e Tributação, deputado Eduardo Cury (PSDB-SP), optou, porém, por focar o seu substitutivo na correção da tabela.

     

    “Eu coloquei somente a correção da inflação do período: 13,29% desde a última correção. É uma forma de eu não deixar esse projeto parado. Dar argumentos para que tenhamos que esperar estudos do Tesouro. E aí passa mais um ano, dois anos, sem correção”, justificou.

     

    Cury propõe ainda um gatilho para evitar que no futuro o Legislativo tenha que discutir novamente a correção da tabela do Imposto de Renda. “Ou seja, todo ano haverá correção da tabela baseada na inflação”, informou.

     

    O relator acredita que outras propostas, inclusive a taxação de lucros e dividendos, devem ser tratadas no âmbito de uma reforma maior. “Baixar os impostos sobre a cadeia produtiva e sobre o consumo, que são muito altos no País, injustos; e olhar com mais carinho os impostos sobre a renda. Torná-los mais justos. Agora, fazer isso de forma pontual é muito arriscado. Há o risco de o governo vetar parte disso e só ficar com a parte que aumenta a arrecadação, deixando todo o sistema caótico que nós temos”, alertou.

     

    Isenção do IR

     

    Entre as dificuldades para a correção da tabela está o fato de que vários dispositivos legais impedem redução de receita sem a correspondente compensação orçamentária. Mas o deputado Eduardo Cury afirma que a correção apenas pela inflação não pode ser considerada uma renúncia fiscal, já que tem o objetivo somente de equilibrar o peso dos impostos sobre o contribuinte.

     

    Pela proposta, a faixa de isenção sairia de R$ 1.903,98 mensais para R$ 2.157,13. O Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco) calcula que a tabela deveria ser corrigida em 88% para repor a inflação acumulada desde 1996.

  • CE pode votar dedução integral de gastos com educação no IR

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) pode votar na terça-feira (06/03), em reunião que terá início às 11h30, o projeto de lei que estabelece que as despesas com educação serão deduzidas de forma integral no Imposto de Renda.

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) pode votar na terça-feira (06/03), em reunião que terá início às 11h30, o projeto de lei que estabelece que as despesas com educação serão deduzidas de forma integral no Imposto de Renda.

     

    De autoria do senador Lasier Martins (PSD-RS), o PLS 303/2017 permite a dedução de despesas com instrução do contribuinte e de seus dependentes e alimentandos, para efeitos da apuração da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF).

     

    Pela legislação atual (Lei nº 9.250/1995, modificada pela Lei nº 13.149/2015), o limite de dedução por ano é de R$ 3.561,50 por pessoa, o que corresponde a um gasto mensal de apenas R$ 296,75. Para Lasier, esse valor está muito abaixo dos valores efetivamente gastos pelas famílias com instrução.

     

    As despesas a serem deduzidas englobam educação infantil (creches e pré-escolas), ensinos fundamental, médio, superior e pós-graduação (mestrado, doutorado e especialização), além de ensino profissional (técnico e tecnólogo). Não estão nessa lista os gastos com escolas de línguas e cursos extracurriculares em geral.

     

    Lasier afirma na justificação de seu projeto que a legislação atual não impõe limites para a dedução de despesas com saúde. Ou seja, como saúde e educação são direitos constitucionais, é preciso equipará-las quanto às deduções possíveis por parte do cidadão.

     

    Para o senador, sua proposta vai ajudar a reduzir a carga tributária das famílias e aumentar o número de pessoas que poderão frequentar a rede privada de ensino.

     

    Tributação de empresas

     

    Como forma de compensar perdas de recursos com a mudança, o projeto determina alteração na Lei nº 9.249/1995 para tributar em 3% os lucros ou dividendos calculados a partir de janeiro de 1996 de pessoas jurídicas. Pela legislação atual, desde 1996, somente os lucros auferidos às empresas em si são tributados. Já os montantes distribuídos aos sócios são isentos do imposto de renda. Dados da Receita Federal mostram que em 2013 o montante isento foi de cerca de R$ 231 bilhões.

     

    O PLS 303/2017 recebeu voto favorável do relator na CE, o senador José Medeiros (Pode-MT).

     

    “É de se reconhecer, de pronto, a sintonia da proposição com anseios os mais prementes de estratos médios da sociedade brasileira em matéria educacional. Isso não significa, de modo algum, reivindicação nova. Na verdade, há anos muitas famílias demandam reconhecimento, da parte do Estado, de suas preocupações em patrocinar, às próprias expensas, educação de qualidade para os filhos. Portanto, trata-se de uma proposição fortemente embasada na realidade”, afirma Medeiros em seu relatório.

  • CARF/Leão Bebidas e Alimentos Ltda. x Fazenda Nacional

    1ª Turma da 2ª Câmara da 3ª Seção

    IPI / Classificação

    Processos nº 10872.720047/2014-91 e 18470.727254/2014-10

    1ª Turma da 2ª Câmara da 3ª Seção

    IPI / Classificação

    Processos nº 10872.720047/2014-91 e 18470.727254/2014-10

     O caso, originalmente, tratava da classificação do extrato de chá-mate produzido pela contribuinte, dentro da tabela da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), para determinar a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

    Segundo a fiscalização, teria ocorrido uma tipificação incorreta do item por parte da contribuinte. Ainda na fase inferior de julgamento, a Delegacia Regional de Julgamento (DRJ) afastou tal divergência, baseando-se em laudos técnicos e documentos apresentados pela fornecedora de insumos que deram razão ao conceito adotado pela contribuinte.

    O pleito da Leão Bebidas, no Carf, tem fundo no que a sustentação oral defendeu como uma “inovação” da DRJ, que teria mantido a autuação com base em outra lide – no caso, a incapacidade da contribuinte de comprovar, para fins de isenção do IPI, que os insumos teriam origem na Zona Franca de Manaus.

    Relator do caso, o conselheiro Pedro Rinaldi de Oliveira Lima votou por acolher o recurso da contribuinte, baseando-se no argumento de que a DRJ não poderia ter inovado na lide. A turma acompanhou o voto de maneira unânime.

     

  • CARF/Estruturas Metálicas Brasil Ltda. x Fazenda Nacional

    1ª Turma da 2ª Câmara da 3ª Seção

    IPI/Classificação

    Processos nº 11444.000553/2008-25 e outros

    1ª Turma da 2ª Câmara da 3ª Seção

    IPI/Classificação

    Processos nº 11444.000553/2008-25 e outros

    O caso saiu com vista coletiva concedida ao conselheiro Paulo Roberto Duarte Moreira. Nos cinco autos que constituem o processo administrativo, a discussão central é se a produção das chamadas construções pré-fabricadas devem ser classificadas pela sua parte ou pela totalidade do item.

    A lide trata da divergência entre Fisco e contribuinte na classificação fiscal das construções de galpões pré-fabricados de aço, produzidos pela empresa. Enquanto esta classificava a construção completa como um projeto só, com alíquota zero de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Receita Federal entende que tais estruturas deveriam ser taxadas em partes, com alíquota de 5%.

    A contribuinte, para sua sustentação oral, defendeu sua escolha com base nas regras de classificação do chamado “Sistema Harmônico”, e convidou para a explicação um ex-auditor da Receita Federal, que falou sobre o tema e defendeu o critério de classificação.

    O relator do caso, conselheiro Marcelo Giovani Vieira, votou por manter o lançamento feito pela autoridade fiscalizadora, argumentando que o produto final se trata de construção civil. Com a necessidade de analisar melhor o caso, o conselheiro da Fazenda Paulo Roberto Duarte Moreira pediu vista.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 041/2018

    DESTAQUES:

    Regulamentado artigo do Estatuto da Pessoa com Deficiência

    Alterada norma que prorroga direito antidumping definitivo, por um prazo de até 5 (cinco) anos, aplicado às importações brasileiras de pneus novos de borracha para automóveis de passageiros, originárias da China, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    Divulgadas as datas dos lotes de restituição do Imposto de Renda de 2018

    DESTAQUES:

    Regulamentado artigo do Estatuto da Pessoa com Deficiência

    Alterada norma que prorroga direito antidumping definitivo, por um prazo de até 5 (cinco) anos, aplicado às importações brasileiras de pneus novos de borracha para automóveis de passageiros, originárias da China, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    Divulgadas as datas dos lotes de restituição do Imposto de Renda de 2018

    Arquivado o pedido de alteração estatutária de interesse do Sindicato do Comércio de Veículos, Peças e Acessórios para Veículos, Motos e Bicicletas, Comércio Importador e Exportador, Distribuidor de Autopeças e Motopeças, Rolamentos e Acessórios no Estado do Paraná

    Fecomércio-SC avisa que foi registrada chapa única para concorrer ao pleito que será realizado no dia 7 de maio de 2018

  • Redução da burocracia favorece avanço das relações comerciais, diz especialista

    A redução da burocracia agiliza o processo empresarial e permite melhores resultados na atividade econômica, entre eles o aumento da competitividade, a redução de preços e o avanço das relações comerciais. A afirmação é do doutor em direito empresarial Daniel Amin Ferraz, que participou na quarta-feira (28/02) de audiência pública na Comissão Temporária de Reforma do Código Comercial.

    A redução da burocracia agiliza o processo empresarial e permite melhores resultados na atividade econômica, entre eles o aumento da competitividade, a redução de preços e o avanço das relações comerciais. A afirmação é do doutor em direito empresarial Daniel Amin Ferraz, que participou na quarta-feira (28/02) de audiência pública na Comissão Temporária de Reforma do Código Comercial.

     

    A proposta, que teve origem em anteprojeto elaborado por comissão de juristas, tramita na forma do Projeto de Lei do Senado Federal (PLS) 487/2013, de autoria do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

     

    Ferraz ressaltou na audiência, que discutiu a ampliação da segurança jurídica, que a internacionalização do direito empresarial ocorreu desde sempre, e que suas normas vêm sendo consolidadas nos últimos 600 anos, o que tem permitido o desenvolvimento da atividade econômica. Ele recomendou cuidado com a espécie e o âmbito da regulação, para que as regras não dificultem a circulação de mercadorias.

     

    – Essa área precisa de baixa regulação estatal, porque o mercado se autorregula em função da concorrência. Quanto maior a concorrência no segmento, melhor serão os serviços, os resultados e a própria atividade econômica – afirmou.

     

    Professora de direito na PUC do Paraná, Márcia Carla Ribeiro avaliou que não basta apenas a alteração de normas específicas, mas também a mudança do ambiente constitucional para que haja avanço das atividades empresariais.

     

    A professora defendeu a manutenção no projeto de alguns dispositivos no projeto de reforma do Código Comercial, como o que prevê que a vinculação ao contrato empresarial é plena e a revisão judicial é excepcional; que o contrato oral presume-se por prazo indeterminado, pelo preço de mercado e em condições usualmente praticadas; que o intérprete considere, na análise do contrato, seus objetivos, natureza econômica, comportamento comum e usos e costumes; e o que estabelece que, mesmo não havendo imposição específica na lei, a parte responde pelos danos de forma abrangente.

     

    Especialista na área financeira, Jairo Saddi defendeu o aumento da concorrência e disse que o Brasil precisa destravar o crédito bancário. Segundo ele, o sistema financeiro é fundamental para um país como o Brasil, cujo nível de crédito ainda é comparável ao de países como Peru e Colômbia.

     

    – Precisamos nos afastar do discurso simplista de que os bancos são ruins porque ganham dinheiro. É um equívoco e não contribui para o debate. Estamos no mundo das criptomoedas. Os bancos de hoje certamente não serão os bancos de amanhã. O Brasil precisa de um novo sistema de garantias. O país tem mais de 60 sistemas diferentes de garantia, mas deveria transformá-los em um só, como o México fez. Se o Brasil quer de fato ser um país desenvolvido e ter um sistema financeiro sólido, estável, com oferta de crédito e democracia financeira, é preciso pensar que o sistema financeiro pertence à sociedade e deve a ela servir – afirmou.

     

    Relator da comissão temporária, o senador Pedro Chaves (PRB-MS) defendeu o aprimoramento da legislação em vigor e a adoção de um Código Comercial “leve, tranquilo”, com menos interferência estatal na atividade econômica.