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  • Boletim Informativo Diário (BID) 014/2018

    DESTAQUES:

    BCB altera a metodologia de cálculo da Taxa Básica Financeira (TBF) e da Taxa Referencial (TR)

    Notificação da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares para todas as empresas enquadradas nas categorias econômicas de hospedagem, alimentação e similares, para procederem até o dia 31 de Janeiro de 2018, ao recolhimento da Contribuição Sindical Patronal do exercício de 2018

    DESTAQUES:

    BCB altera a metodologia de cálculo da Taxa Básica Financeira (TBF) e da Taxa Referencial (TR)

    Notificação da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares para todas as empresas enquadradas nas categorias econômicas de hospedagem, alimentação e similares, para procederem até o dia 31 de Janeiro de 2018, ao recolhimento da Contribuição Sindical Patronal do exercício de 2018

  • TV CNC | Número de famílias endividadas aumenta em 2017

    Após três anos consecutivos de quedas, em 2017 o nível de endividamento das famílias brasileiras voltou a aumentar. Ao mesmo tempo, nem a melhora da conjuntura econômica impediu que, pelo terceiro ano consecutivo, o nível de endividamento das famílias continuasse em alta. Os dados são do Perfil do Endividamento das Famílias Brasileiras em 2017, divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Após três anos consecutivos de quedas, em 2017 o nível de endividamento das famílias brasileiras voltou a aumentar. Ao mesmo tempo, nem a melhora da conjuntura econômica impediu que, pelo terceiro ano consecutivo, o nível de endividamento das famílias continuasse em alta. Os dados são do Perfil do Endividamento das Famílias Brasileiras em 2017, divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

  • Sumário Econômico 1515

    Setor de serviços na lanterna da recuperação econômica

    Setor de serviços na lanterna da recuperação econômica

    Ao contrário da agricultura, da indústria e do comércio, o setor encerrou 2017 com queda de 3,0%, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para 2018, a entidade projeta estabilidade (+0,2%). Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada dia 12/01 pelo IBGE, o volume de receitas do setor de serviços cresceu 1,0% na comparação entre os meses de outubro e novembro do ano passado, já descontados os efeitos sazonais. Com esse resultado, o setor interrompeu uma sequência de quatro variações mensais negativas, registrando, portanto, seu melhor desempenho desde o último mês de junho.

    O perfil regional de endividamento e inadimplência das famílias brasileiras em 2017

    Os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), que a CNC divulga mensalmente, mostram que, em 2017, em média, 60,8% das famílias brasileiras declararam ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro. No corte regional da pesquisa, que é feita em todas as capitais do País, a região Sul foi a que apresentou a maior proporção de endividados em relação ao total de famílias, com 81,0%, enquanto a região Sudeste, onde apenas 57,2% das famílias declararam ter dívidas desse tipo, teve o menor nível na comparação regional.

    Como estão os estoques no comércio

    A intenção dos comerciantes brasileiros de investir nos estoques cresceu +3,2% em dezembro de 2017, em comparação a dezembro de 2016, e atingiu o maior nível (87,7 pontos) desde setembro de 2015, como revelam dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Índice de Investimentos em Estoques é um dos componentes da pesquisa Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado mensalmente com base em amostra de cerca de seis mil empresas do comércio espalhadas por todo o País.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 013/2018

    DESTAQUES:

    Definidos procedimentos para saque de cotas do Pis/Pasep

    Aprovada proposta orçamentária do Senac para o exercício de 2018

    Convocação do Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis do Estado de Minas Gerais para Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada em 24 de janeiro de 2018

    DESTAQUES:

    Definidos procedimentos para saque de cotas do Pis/Pasep

    Aprovada proposta orçamentária do Senac para o exercício de 2018

    Convocação do Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis do Estado de Minas Gerais para Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada em 24 de janeiro de 2018

  • Relatorias em comissões do Senado podem passar a ser definidas por meio de sorteio

    A distribuição das relatorias de propostas legislativas nas comissões parlamentares poderá passar a ser sorteada. É o que estabelece o Projeto de Resolução do Senado (PRS) nº 77/2013. O texto estabelece que a escolha de relatores será feita por meio de sorteio público entre os membros titulares e suplentes das comissões. Para o autor da proposta, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), a medida introduz critérios objetivos, impessoais e justos no sistema de relatoria.

    A distribuição das relatorias de propostas legislativas nas comissões parlamentares poderá passar a ser sorteada. É o que estabelece o Projeto de Resolução do Senado (PRS) nº 77/2013. O texto estabelece que a escolha de relatores será feita por meio de sorteio público entre os membros titulares e suplentes das comissões. Para o autor da proposta, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), a medida introduz critérios objetivos, impessoais e justos no sistema de relatoria.

    As regras atuais do Regimento Interno para distribuição de relatores obedecem à proporção das representações partidárias ou dos blocos parlamentares de cada comissão e estabelecem a alternância entre os membros do colegiado.

    “O lacunoso Regimento Interno do Senado Federal abre portas a um sistema de distribuição de relatorias que permite direcionamentos, privilégios e personalização, permitindo fazer convergir para os mesmos nomes as proposições de maior importância e maior alcance, inclusive político”, afirmou Cássio Cunha Lima na justificativa do projeto.

    O PRS também determina uma alternância obrigatória, porém mais específica, entre os senadores. Ele define que uma segunda proposição só poderá ser distribuída a um mesmo relator após todos os demais titulares e suplentes terem tido a oportunidade de relatarem alguma matéria.

    Ficam mantidas, segundo a proposta, as prerrogativas de que a designação da relatoria seja feita até dois dias úteis após a chegada de uma proposição ao colegiado, com exceção de casos em que o regimento fixe outro prazo; e de que o autor de emendas ao projeto será responsável pela relatoria deste, salvo ausência ou recusa.

    Representatividade

    A proposta altera o Regimento Interno do Senado e recebeu parecer favorável do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), relator da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda votação.

    De acordo com Caiado, o direcionamento das relatorias de proposições, pelas as definições atuais do regimento, privilegia partidos e blocos majoritários em detrimento das minorias. O relator afirma que a proposta, além de assegurar a transparência de critérios, permitirá a atuação efetiva de todos os senadores e, portanto, possibilitará que as parcelas políticas, ideológicas, regionais e sociais representadas por cada parlamentar da Casa tenham “vez e voz” em todas as ações do processo legislativo.

    “Há uma espécie de estratificação de nível de importância dos seus membros [senadores], reduzindo a ação institucional, dentro e fora do processo legislativo, a um punhado de nomes que se repetem”, observou Caiado, no relatório legislativo, a respeito do regimento.

    O senador acrescentou ainda uma emenda ao projeto para a revogar os dois primeiros parágrafos do artigo 84 da Resolução do Senado Federal 93/1970, que tratam da distribuição de matérias a membros suplentes nas comissões. Segundo o relator, a emenda é uma forma de manter a harmonia do Regimento Interno, evitando repetições, visto as previsões que o PRS nº 77/2013 abarca.

  • Rodrigo Maia: reforma tributária depende de Previdência e de mudanças nos gastos públicos

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse nesta quarta-feira (17/01) que a reforma tributária só será bem-sucedida se precedida de mudanças estruturais do Estado e da aprovação da reforma da Previdência. Maia está em missão oficial em Washington (EUA) e participou de uma entrevista coletiva em que reforçou a defesa de um governo que preze pela responsabilidade fiscal.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse nesta quarta-feira (17/01) que a reforma tributária só será bem-sucedida se precedida de mudanças estruturais do Estado e da aprovação da reforma da Previdência. Maia está em missão oficial em Washington (EUA) e participou de uma entrevista coletiva em que reforçou a defesa de um governo que preze pela responsabilidade fiscal.

    Disse ainda que mudanças no setor energético brasileiro – como a privatização da Eletrobras e a mudança no marco regulatório do pré-sal – também serão prioridades de 2018. Em relação à reforma tributária, o presidente da Câmara considera que propostas relacionadas aos tributos brasileiros sempre buscam compensações em outros setores e não olham a economia como um todo. Para ele, o fundamental é rediscutir os gastos e a gestão dos recursos públicos antes de tentar mudar o sistema de tributação, sob pena de prejudicar algum setor.

    “Se a gente não organizar primeiro as despesas do Estado brasileiro, toda a reforma vem respaldada pela Receita Federal e pelos estados na procura de novos recursos. Por exemplo: na hora em que se está discutindo a simplificação do PIS/Cofins, descobre-se que, no final, tem sempre um trabalho para aumentar alíquota de algum setor”, disse.

    Gastos obrigatórios

    Rodrigo Maia disse que já pediu que o deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ) centralize a discussão sobre uma proposta que trate dos gastos obrigatórios do poder público. “Independentemente de conseguir colocar em votação esse ano ou não, essa PEC pode ser um tema da eleição, ou seja, como se pode pensar um Estado que gasta 100% das receitas com despesas que são obrigatórias; de que forma a gente consegue desmontar isso para que o Estado possa ter melhores condições de alocação dos recursos. É um debate importante”, avaliou.

    O presidente da Câmara destacou ainda que alguns municípios brasileiros perdem recursos públicos a serem investidos para saúde ou educação por falta de quadros que façam os projetos ou encaminhem para os ministérios. “Na maior parte das vezes, nossos problemas passam muito mais pela qualidade do nosso gasto, pela falta de gestão pública. O Brasil perdeu a capacidade de formar para o serviço público quadros de qualidade. Criamos muitos municípios sem quadros e esse é um debate difícil”, disse.

    Urgência da reforma

    Maia voltou a defender a reforma da Previdência e disse que o governo precisa convencer a população de que uma grande parte não será afetada. Disse ainda que tem sido mal interpretado pela imprensa. “Às vezes sou mal interpretado pela imprensa, que me chama de pessimista, mas eu tento sempre colocar o que eu acredito: não é fácil colocar uma reforma da Previdência em votação hoje no Brasil. Mas a situação é tão grave que a gente precisa se manifestar”, afirmou.

    O presidente da Câmara disse que, se não houver responsabilidade e controle dos gastos, o País pode voltar a cenários econômicos anteriores de hiperinflação e falta de credibilidade.

  • Frente Parlamentar do Turismo quer votação de projetos de modernização do setor

    A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo vai priorizar, durante 2018, dois temas: a modernização da Lei Geral do Turismo (Lei nº 11.771/2008) e o aumento do capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras. Essas propostas fazem parte do pacote de medidas Brasil + Turismo, lançado pelo governo Michel Temer no ano passado para superar gargalos e fortalecer o setor.

    Por iniciativa de deputados da frente parlamentar, três projetos de lei que seguem as diretrizes do Brasil + Turismo passaram a tramitar em conjunto e aguardam a análise de uma comissão especial da Câmara.

    A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo vai priorizar, durante 2018, dois temas: a modernização da Lei Geral do Turismo (Lei nº 11.771/2008) e o aumento do capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras. Essas propostas fazem parte do pacote de medidas Brasil + Turismo, lançado pelo governo Michel Temer no ano passado para superar gargalos e fortalecer o setor.

    Por iniciativa de deputados da frente parlamentar, três projetos de lei que seguem as diretrizes do Brasil + Turismo passaram a tramitar em conjunto e aguardam a análise de uma comissão especial da Câmara.

    Dois projetos vieram do Poder Executivo e tratam da criação da Agência Brasileira de Promoção do Turismo, a partir da atual Embratur (PL nº 7425/2017), e de mudanças na Lei Geral do Turismo para definir novas atribuições do governo federal no planejamento, desenvolvimento e estímulo ao setor (PL nº 7413/2017). O coordenador da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, deputado Herculano Passos (PSD-SP), quer urgência na apreciação dessas matérias para que sejam definitivamente aprovadas na Câmara ainda no primeiro semestre.

    “Nós apresentamos um pedido de regime de urgência para aglutinar o Brasil + Turismo e a Lei Geral do Turismo. São projetos importantíssimos que vão desenvolver o turismo no Brasil. O Brasil + Turismo diz que a Embratur vai passar de autarquia a agência, tendo mais fontes de recursos para divulgar o Brasil lá fora. Então, vai ter mais força. E a modernização da Lei Geral do Turismo é necessária de época em época porque muita coisa se modificou”, afirmou.

    Empresas aéreas

    O terceiro projeto de lei incluído na tramitação conjunta dessas propostas é do deputado Carlos Eduardo Cadoca (PDT-PE) e eleva de 20% para 49% a participação do capital estrangeiro no controle das empresas aéreas brasileiras (PL nº 2724/2015). O capital estrangeiro pode chegar a 100% se houver autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Ministério da Defesa e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão do Ministério da Justiça que cuida de concorrência e concentração de mercado. O PL nº 7425/2017, do Executivo, também libera a participação estrangeira em companhias aéreas.

    Apesar de polêmica, Herculano Passos acredita que a proposta é bem-vinda na área de turismo. “É para que empresas aéreas internacionais possam vir para o Brasil, abrindo o capital de 20% para 100%. Consequentemente, vai baixar o preço da passagem aérea porque haverá uma concorrência maior, e o turista poderá fazer o turismo interno. O maior sonho do brasileiro é conhecer o Brasil”, disse o deputado.

    Para o coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Turismo, o conjunto dessas medidas também tem potencial de geração de emprego e renda para o brasileiro em geral.

  • Fecomércio-SC lidera missão empresarial ao Panamá

    Uma comitiva de empresários catarinenses viajará ao Panamá, um dos destinos mais cobiçados do mundo para os setores atacadista, varejista, têxtil, de construção, tecnologia. Liderada pela Fecomércio-SC, a Missão Panamá será realizada de 25 de fevereiro a 3 de março de 2018 e contará com um roteiro de cinco dias para prospectar novos negócios, fortalecer a network, incrementar transações comerciais e acompanhar as tendências de mercado na maior feira multissetorial da América Central, a Expocomer. 

    Uma comitiva de empresários catarinenses viajará ao Panamá, um dos destinos mais cobiçados do mundo para os setores atacadista, varejista, têxtil, de construção, tecnologia. Liderada pela Fecomércio-SC, a Missão Panamá será realizada de 25 de fevereiro a 3 de março de 2018 e contará com um roteiro de cinco dias para prospectar novos negócios, fortalecer a network, incrementar transações comerciais e acompanhar as tendências de mercado na maior feira multissetorial da América Central, a Expocomer. 

    A 35ª edição da feira anual contará com 650 expositores de 37 países, em uma área de 14 mil m², disponibilizando uma grande variedade de produtos dos setores industriais, comerciais e de serviços da América, Ásia, Europa e Caribe. Já o tour de negócios prevê um dia na Zona Livre de Cólon, maior das Américas e a segunda do mundo depois da China. No local, a delegação deve sondar novos fornecedores e conhecer o ambiente de negócios, que é reconhecido pelos preços competitivos. A combinação de economia dolarizada, mix de produtos diversificados e a facilidade de escoamento de mercadorias pelo Canal faz do Panamá um hub de distribuição para as Américas e Europa. As vagas são limitadas. Confira aqui o roteiro completo. 

    De acordo com o presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt, a missão será uma oportunidade para os catarinenses entenderem como funciona o livre mercado e importarem os bons exemplos de um dos países mais prósperos da América Central. “Além dos benefícios fiscais que tornam o processo de importação mais vantajoso, é possível comprar mercadorias em quantidades pequenas, atendendo especialmente às necessidades das micro e pequenas empresas. A Expocomer também é uma grande vitrine para quem quer exportar. A localização estratégica é outro diferencial na questão da logística”, afirma.

     

  • CARF/Fazenda Nacional x Itaú Vida e Previdência S.A.

    1ª Turma da Câmara Superior

    PERC / Comprovação Fiscal

    Processo 16327.001764/2007-54

    1ª Turma da Câmara Superior

    PERC / Comprovação Fiscal

    Processo 16327.001764/2007-54

    Os conselheiros discutiram o prazo para apresentação de comprovantes de regularidade fiscal da empresa, como base para o Pedido de Revisão de Ordem de Emissão de Incentivos Fiscais (Perc). Na sustentação oral, a contribuinte argumentou que a cobrança de apresentação do documento, de acordo com a vontade do auditor, fere o princípio da segurança jurídica, e que o recurso movido pela Fazenda ia de encontro à súmula nº 37 do Carf, que prevê que “a exigência de comprovação de regularidade fiscal deve se ater ao período a que se referir a Declaração de Rendimentos da Pessoa Jurídica na qual se deu a opção pelo incentivo, admitindo-se a prova da quitação em qualquer momento do processo administrativo”. Todos os conselheiros da turma seguiram o voto da relatora e presidente do Carf, Adriana Gomes Rêgo, pelo não conhecimento do recurso da Fazenda. O resultado serviu de paradigma para outros sete casos de igual teor.

  • CARF/Heinz Brasil S.A. e Fazenda Nacional

    1ª Turma da Câmara Superior

    IPRJ / Distribuição Disfarçada de Lucros

    Processo 16561.720155/2013-73

    1ª Turma da Câmara Superior

    IPRJ / Distribuição Disfarçada de Lucros

    Processo 16561.720155/2013-73

    O processo envolvia recursos das duas partes. A Fazenda Nacional pedia a incidência de multa isolada e multa de ofício sobre o fato gerador, no caso, a emissão de debêntures em nome dos acionistas. A contribuinte, por sua vez, alegou que a emissão não representou efetiva captação dos recursos. Os conselheiros seguiram o voto da relatora e presidente do Carf, Adriana Gomes Rêgo, que acolheu o recurso da Fazenda. O recurso do contribuinte foi negado também por unanimidade. A questão sobre a concomitância das multas dividiu os conselheiros contribuintes e da Fazenda e, pelo voto de qualidade, prevaleceu o entendimento que houve dolo da empresa ao criar uma despesa artificial para a emissão de debêntures em nome de seus acionistas.