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  • Apel inicia 2018 com foco redobrado nos projetos de interesse do comércio

    O ano de 2018 já começa com diversas proposições de interesse do setor de comércio de bens, serviços e turismo no radar da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). 

    O ano de 2018 já começa com diversas proposições de interesse do setor de comércio de bens, serviços e turismo no radar da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). 

    Uma delas é o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 298/2011, de autoria da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que pretende regulamentar o Código de Defesa do Contribuinte. O PLS foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa, em 12 de dezembro do ano passado. Com parecer favorável do relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), em forma de substitutivo, a matéria estabelece normas gerais sobre direitos, garantias e deveres dos contribuintes. 

    A CNC apoiou a aprovação do projeto desde a sua apresentação, por buscar aprimorar, principalmente, a defesa do contribuinte, inserindo direitos e garantias na legislação federal. “Assim, tem o interesse do empresariado do comércio, tanto na desburocratização administrativa que a matéria traz, que representa alto custo para as empresas, sob o ponto de vista de tempo e de dinheiro, quanto na segurança jurídica do contribuinte dentro do processo administrativo fiscal”, afirma Roberto Velloso, chefe da Assessoria. Como o projeto já foi aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), seguirá, agora em 2018, para o Plenário do Senado Federal. 

    Responsabilidade solidária 

    Outro projeto importante é o PL nº 6.783/2016, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS) da Câmara dos Deputados. O PL pretende alterar a Lei nº 10.406/2002 (Código Civil), para dispor sobre a faculdade dos sócios de estipularem contratualmente a responsabilidade solidária em face das obrigações sociais. 

    A CNC apoiou o parecer do relator, deputado Cesar Souza (PSD-SC), pela aprovação da matéria, por entender que a proposição não oferece prejuízo para as empresas do comércio de bens, serviços e turismo, pois os empresários continuarão podendo optar entre a responsabilidade subsidiária como regra ou a responsabilidade solidária, menos atrativa do ponto de vista estratégico. O projeto apenas corrigirá uma impropriedade do Código Civil, mantendo a consistência sistêmica da codificação. A matéria segue para análise da Comissão de Constituição da Casa.

    Estatuto da Segurança Privada

    Aprovado em outubro do ano passado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, com relatório favorável do senador Vicentinho Alves (PR-TO) ao Substitutivo da Câmara dos Deputados (SCD) nº 6/2016, o Estatuto da Segurança Privada é outra pauta de acompanhamento da Apel. 

    O texto aprovado na Comissão foi apresentado no dia anterior à votação, realizada dia 10 de outubro de 2017, tendo como ressalva, por parte do setor de segurança privada, a supressão do parágrafo 5º do artigo 29, que trata da porcentagem para contratação de funcionários aprendizes e portadores de deficiência física, limitando-se aos funcionários administrativos das empresas. Com a supressão do texto mencionado, as cotas obrigatórias de 5% de empregados abrangeriam todos os funcionários da empresa, inclusive vigilantes. 

    A CNC seguirá atuando em 2018 para que seja mantido o referido artigo, conforme texto original aprovado na Câmara dos Deputados, a fim de que as cotas sejam obrigatórias apenas aos funcionários do setor administrativo das empresas de segurança privada. “A supressão desse dispositivo impactará negativamente a gestão das empresas, além de prejudicar sensivelmente a geração de novos postos de trabalho. A obrigatoriedade do cumprimento das cotas, por meio do empregador, é algo indesejado, que traz ônus para o setor produtivo, correndo-se o risco de até mesmo inviabilizar a continuação da atividade empresarial”, explica Reiner Leite, assessor da Apel. 

    Uso de crachás 

    Comissão de Defesa do Consumidor (CDC), da Câmara dos Deputados, aprovou, dia 6 de dezembro do ano passado, o Projeto de Lei (PL) nº 2.254/2015, que dispõe sobre o atendimento ao público pelas empresas públicas e privadas. De acordo com o art. 1º do referido PL, o atendimento ao público por empresas de qualquer setor deverá ser prestado por profissionais portando crachás com seus nomes completos, em local de fácil identificação e visualização, sendo que o descumprimento do disposto sujeita seus infratores às penalidades estabelecidas na legislação. O texto inicial da proposição determinava que o atendimento ao público por empresas de qualquer setor deveria ser prestado por profissionais portando crachás com seus nomes completos, em local de fácil identificação e visualização. 

    Para a CNC, a exigência da obrigatoriedade do uso de crachás contendo o nome completo dos colaboradores que exerçam atividades de atendimento ao público representa uma evidente interferência na gestão das empresas brasileiras. Além disso, a proposição estabelecia penalidades, previstas pelo Código de Defesa do Consumidor, de forma desarrazoada e desproporcional. 

    O substitutivo aprovado pela Comissão de Defesa do Consumidor ajustou a obrigatoriedade em parâmetros adequados para determinar que as empresas deverão disponibilizar apenas o primeiro nome do atendente. Aprovada nas Comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS) e Defesa do Consumidor (CDC), a proposição será apreciada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), da Câmara dos Deputados.

  • CNC divulga amanhã, 3 de janeiro, os resultados de DEZEMBRO do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga nesta quarta-feira, 3 de janeiro, os resultados de DEZEMBRO de 2017 do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, o economista da CNC Bruno Fernandes estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre o Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga nesta quarta-feira, 3 de janeiro, os resultados de DEZEMBRO de 2017 do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, o economista da CNC Bruno Fernandes estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre o Icec

     O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas de curto prazo e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

     

  • Proposta facilita pagamento de boleto vencido

    A Câmara analisa o Projeto de Lei nº 9004/2017, do Senado, segundo o qual boletos com data vencida poderão ser pagos em qualquer instituição bancária, e não somente no banco que os emitiu. O texto acrescenta dispositivo à Lei do Sistema de Pagamentos Brasileiro (Lei nº 10.214/2001).

    A Câmara analisa o Projeto de Lei nº 9004/2017, do Senado, segundo o qual boletos com data vencida poderão ser pagos em qualquer instituição bancária, e não somente no banco que os emitiu. O texto acrescenta dispositivo à Lei do Sistema de Pagamentos Brasileiro (Lei nº 10.214/2001).

    Pela proposta, os bancos emissores do boleto, mesmo após o prazo de vencimento, ficam obrigados a oferecer aos consumidores a possibilidade de realizar o pagamento em qualquer instituição financeira e em quaisquer dos canais de atendimento – como agências bancárias, terminais eletrônicos, telefones celulares e internet.

    Atualmente, o sistema bancário permite a quitação fora de prazo em qualquer banco, mas a medida vale apenas para boletos vencidos com valores acima de R$ 50 mil – porém deve ser gradativamente universalizada. Conforme a proposta, os bancos terão 180 dias, após a sanção da lei, para se ajustar e cumprir as determinações.

    A proposta, que tramita com 30 apensados, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário.

  • Perfil oficial do Sesc-RS no Spotify já pode ser acessado

    Já está no ar o perfil oficial do Sesc-RS no Spotify. O objetivo é disseminar o conceito de bem-estar da marca, levando mais felicidade às pessoas através de playlists associadas a serviços e projetos da empresa. Conforme dados do Spotify, o serviço de música, que pode ser acessado via celular, desktop ou tablet, reúne 140 milhões de usuários ativos em 60 países, sendo 15 milhões destes usuários somente no Brasil. A rede contabiliza um crescimento de 81% somente no último ano.

    Já está no ar o perfil oficial do Sesc-RS no Spotify. O objetivo é disseminar o conceito de bem-estar da marca, levando mais felicidade às pessoas através de playlists associadas a serviços e projetos da empresa. Conforme dados do Spotify, o serviço de música, que pode ser acessado via celular, desktop ou tablet, reúne 140 milhões de usuários ativos em 60 países, sendo 15 milhões destes usuários somente no Brasil. A rede contabiliza um crescimento de 81% somente no último ano.

    Dentro deste contexto, o Sesc-RS procura acompanhar as tendências de mercado e ampliar sua atuação nas plataformas digitais. Além do perfil no Spotify, a empresa reformulou seu site em junho de 2017. Nas redes sociais, está presente ainda no Instagram, LinkedIn, YouTube e Twitter. No Facebook, o Sesc-RS contabiliza 39 páginas no Rio Grande do Sul, divididas entre perfil institucional e Unidades Operacionais.

  • Refis Municipal é sancionado após solicitação da Fecomércio-AP

    Após solicitação realizada pela Fecomércio-AP e pelo Bloco Empreendedor do Amapá (BEAP) à Prefeitura Municipal de Macapá (PMM), o Projeto de Lei que institui o Programa de Recuperação Fiscal (REFIS) aos créditos tributários (ou não) de Pessoas Físicas e Jurídicas com o fisco municipal foi sancionado em dezembro de 2017. 

    Após solicitação realizada pela Fecomércio-AP e pelo Bloco Empreendedor do Amapá (BEAP) à Prefeitura Municipal de Macapá (PMM), o Projeto de Lei que institui o Programa de Recuperação Fiscal (REFIS) aos créditos tributários (ou não) de Pessoas Físicas e Jurídicas com o fisco municipal foi sancionado em dezembro de 2017. 

    “A última edição do Refis aconteceu entre os anos de 2013 e 2014, o setor terciário necessita renegociar as dívidas e aliviar suas contas, principalmente, neste início de ano”, lembra presidente da Fecomércio-AP, Eliezir Viterbino. 

    Podem aderir ao Refis aqueles que possuem créditos constituídos, inscrito ou não em dívida ativa do Município. O benefício é abrangente e concede a possibilidade de regularizar até as dívidas que estejam em fase de execução fiscal ajuizada, ainda que tenham sido parcelados débitos anteriores, quitados integralmente ou cancelados por falta de pagamento.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 238/2017

    DESTAQUES:

    Medida Provisória altera possibilidade de saque do PIS/PASEP

    Receita Federal determina critérios sobre a Escrituração Contábil Digital a que são obrigadas as pessoas jurídicas e equiparadas e sobre a forma e o prazo de sua apresentação

    Aprovada a proposta de reformulação orçamentária do Senac para o exercício de 2017

    Convocação para Eleição Sindical do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná

    DESTAQUES:

    Medida Provisória altera possibilidade de saque do PIS/PASEP

    Receita Federal determina critérios sobre a Escrituração Contábil Digital a que são obrigadas as pessoas jurídicas e equiparadas e sobre a forma e o prazo de sua apresentação

    Aprovada a proposta de reformulação orçamentária do Senac para o exercício de 2017

    Convocação para Eleição Sindical do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná

  • Pronatec, base curricular e violência nas escolas marcaram o ano na Comissão de Educação

    Entre as diversas atividades que movimentaram a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) em 2017, destacam-se a avaliação do desempenho do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) do governo federal, e do Plano Nacional de Educação (PNE), além da discussão da Base Nacional Comum Curricular. Durante o ano, um total de 73 projetos foram votados e realizadas 19 audiências públicas.

    Entre as diversas atividades que movimentaram a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) em 2017, destacam-se a avaliação do desempenho do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) do governo federal, e do Plano Nacional de Educação (PNE), além da discussão da Base Nacional Comum Curricular. Durante o ano, um total de 73 projetos foram votados e realizadas 19 audiências públicas.

    O colegiado também ouviu os ministros das três áreas e avaliou o legado das Olimpíadas para o Rio de Janeiro. Em junho, recebeu a visita do Prêmio Nobel da Paz, o indiano Kailash Satyarthy, na campanha pela erradicação do trabalho infantil com mais investimento em educação. No segundo semestre, debateu o aumento da violência nas salas de aula.

    Orçamento

    E ainda neste ano, apesar do teto dos gastos públicos, a presidente da Comissão, senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), mobilizou-se para reforçar o orçamento das áreas de cultura, esporte e educação, especialmente da educação básica e dos institutos federais. Ela conseguiu, inclusive, evitar o remanejamento de R$ 102,4 milhões da Educação para a Polícia Federal. O dinheiro seria usado na emissão de passaportes, que estava suspensa por falta de recursos.

    Pronatec

    A Comissão de Educação selecionou o Pronatec como a política pública a ser avaliada em 2017 e os senadores identificaram problemas que precisam ser corrigidos. Baseado em uma análise do Tribunal de Contas da União (TCU) e depois de ouvir várias autoridades e especialistas, o relator Roberto Muniz (PP-BA) apontou a necessidade de o programa ser ajustado na sua gestão com relação à grade de cursos oferecidos para responder à demanda do mercado por empregos.

    O Pronatec oferece cursos de qualificação de mão de obra profissional de forma gratuita à população desde 2011. O relatório revela as dificuldades de cumprir a meta de triplicar até 2024 o número de matrículas no ensino profissionalizante, dos atuais um milhão e setecentos mil estudantes para cinco milhões e 200 mil alunos.

    O documento ainda critica a falta de dados consistentes sobre o Pronatec, principalmente sobre a evasão escolar. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), até 70% dos alunos abandonam os estudos. O número cai para 16% nos cursos oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

    — A grande dificuldade do Pronatec está principalmente nesta questão de acompanhamento, avaliação e, principalmente, fiscalização — observou a senadora Lúcia Vânia.

    PNE

    O Plano Nacional de Educação (PNE), que está em seu terceiro ano, também foi objeto de avaliação da Comissão no exame do desempenho do Pronatec. Foram realizadas diversas audiências, debates e seminários promovidos com o Ministério da Educação, além do acompanhamento e análise dos órgãos de controle.

    — O PNE teve realmente um desempenho pífio, podemos considerar que ele está muito mais no plano das ideias do que sendo realmente executado. O PNE sofreu muito com essa crise política, com essa dificuldade orçamentária que nós estamos enfrentando e muitas das suas metas nem sequer foram tocadas. Então, ele precisa ter parâmetros mais claros — avaliou a senadora.

    Violência

    A violência nas escolas envolvendo casos de agressões a professores e mortes de estudantes durante este ano preocuparam a Comissão de Educação. A presidente do colegiado destacou a necessidade de acompanhamento de educadores e alunos.

    — Buscamos as razões desta violência, realizamos várias audiências públicas nessa direção, ouvimos diversos especialistas. Dentre as alternativas levantadas na comissão, apoiamos o projeto da ex-deputada Raquel Teixeira para que toda escola tenha uma psicóloga que acompanhe o cotidiano dessas crianças — explicou Lúcia Vânia.

    Base Nacional Comum Curricular

    A Comissão também participou da discussão da Base Nacional Comum Curricular. Trata-se de um documento, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), que define o que todos os alunos devem aprender na educação básica, orientando o currículo das escolas. O texto deverá ser aplicado, no máximo, até o início do ano letivo de 2020.

    — Essa talvez seja a mais importante de todas as discussões que temos que fazer em relação à educação. Hoje temos que nos preocupar não apenas com um número expressivo de crianças que ainda estão fora da sala de aula, mas principalmente com a qualidade do ensino. E essa poderá ser uma resposta a essa demanda que a sociedade tem em relação à educação — concluiu a senadora.

  • Câmara rejeita proibir motorista de ficar dentro do carro durante abastecimento com gás natural

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei n° 4444/2016, do suplente de deputado Átila A. Nunes (PMDB-RJ), que proíbe qualquer pessoa de ficar dentro do veículo durante abastecimento com Gás Natural Veicular (GNV).

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei n° 4444/2016, do suplente de deputado Átila A. Nunes (PMDB-RJ), que proíbe qualquer pessoa de ficar dentro do veículo durante abastecimento com Gás Natural Veicular (GNV).

    Como foi rejeitado na única comissão de mérito que o examinaria, o texto será arquivado, a não ser que haja recurso para análise pelo Plenário. Também foram rejeitadas duas propostas apensadas (PLs n° 7807/2017 e n° 8014/2017), que tratavam de tema semelhante.

    Pelo PL n° 4444/2016, caberia aos postos de combustível fiscalizar o cumprimento da proibição de permanência no interior do veículo, podendo interromper o atendimento caso haja desrespeito à norma. Além disso, os estabelecimentos deveriam criar uma área específica, com uma distância segura, para isolamento e proteção dos consumidores.

    O projeto previa multa de R$ 3 mil para o posto que desrespeitasse a proibição.

    Justificativa

    Para o relator, deputado Helder Salomão (PT-ES), os acidentes com GNV não estão relacionados ao abastecimento em si.

    Segundo documento enviado pela Petrobras e citado pelo relator, os acidentes estão ligados à instalação malfeita do cilindro de armazenamento do gás, além de falta de vistoria. “Uma ação mais efetiva dos órgãos fiscalizadores traria resultado mais profícuo na redução de acidentes”, disse Salomão.

    Conforme a Petrobras, há no País cerca de 500 postos revendedores de GNV, que precisam do aval dos bombeiros para operar. “Nenhum órgão sugeriu mudança dos padrões atuais, levando-nos a concluir que são suficientes para garantir a segurança do consumidor.”

  • Projeto susta decreto presidencial que elevou tributos sobre combustíveis

    O deputado José Guimarães (PT-CE) é autor do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) n° 723/2017, que susta o decreto presidencial que elevou as alíquotas da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e das contribuições ao PIS/Pasep incidentes sobre a importação e a comercialização de combustíveis.

    O deputado José Guimarães (PT-CE) é autor do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) n° 723/2017, que susta o decreto presidencial que elevou as alíquotas da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e das contribuições ao PIS/Pasep incidentes sobre a importação e a comercialização de combustíveis.

    O Decreto n° 9.101/2017 atingiu as empresas que comercializam combustíveis, que repassaram o aumento para os consumidores. O presidente Michel Temer editou a norma para obter uma receita adicional de R$ 10,4 bilhões entre julho e dezembro de 2017. O presidente alegou a necessidade de fazer caixa para preservar o ajuste fiscal.

    A Constituição permite ao Congresso Nacional sustar atos normativos do governo que os congressistas entendem fugir da competência regulamentar ou dos limites de delegação legislativa do Poder Executivo.

    Receita adicional

    Para José Guimarães, não é justo que a população arque com os custos do desequilíbrio fiscal do governo. Ele criticou Temer por elevar tributos e, ao mesmo tempo, conceder benefícios fiscais para grandes contribuintes, com a reedição do Refis e do programa de repatriação de bens não declarados no exterior.

    “Enquanto milhares de empresas têm suas dívidas fiscais perdoadas por meio do Refis e políticos são agraciados com emendas parlamentares, toda a população é onerada com o aumento de tributos”, disse Guimarães.

    Tramitação

    O projeto será analisado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovado, segue para o Plenário da Câmara.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 237/2017

    DESTAQUES:

    Deferido o Registro Sindical ao Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços no Segmento de Refrigeração, Aquecimento, Climatização e Ventilação do Estado do Rio Grande do Sul

    Divulgados os resultados finais do Censo Escolar da Educação Básica 2017

    Fixada a TJLP para o período de 1º de janeiro a 31 de março de 2018

    Divulgados os dias de feriados nacionais e de ponto facultativo no ano de 2018 do Poder Executivo

    DESTAQUES:

    Deferido o Registro Sindical ao Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços no Segmento de Refrigeração, Aquecimento, Climatização e Ventilação do Estado do Rio Grande do Sul

    Divulgados os resultados finais do Censo Escolar da Educação Básica 2017

    Fixada a TJLP para o período de 1º de janeiro a 31 de março de 2018

    Divulgados os dias de feriados nacionais e de ponto facultativo no ano de 2018 do Poder Executivo