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  • Boletim Informativo Diário (BID) 209/2017

    DESTAQUES:

    Incluído item no Edital de Convocação do Conselho de Representantes da CNC para reunir-se, em sessões ordinária e extraordinária, no dia 23 de novembro de 2017

    Norma condiciona o apoio oficial brasileiro à exportação à assinatura da Declaração de Compromisso do Exportador

    Estabelecidos procedimentos para a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte relativa ao ano-calendário de 2017 e a situações especiais ocorridas em 2018 (Dirf 2018)

    DESTAQUES:

    Incluído item no Edital de Convocação do Conselho de Representantes da CNC para reunir-se, em sessões ordinária e extraordinária, no dia 23 de novembro de 2017

    Norma condiciona o apoio oficial brasileiro à exportação à assinatura da Declaração de Compromisso do Exportador

    Estabelecidos procedimentos para a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte relativa ao ano-calendário de 2017 e a situações especiais ocorridas em 2018 (Dirf 2018)

    Prorrogado o prazo para conclusão da revisão de final de período do direito antidumping aplicado às exportações para o Brasil de filmes de PET, originárias dos Emirados Árabes Unidos, do México e da Turquia, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    Aprovado o Regimento Interno das Superintendências Regionais do Trabalho

    Aprovado o Regimento Interno dos órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado do Trabalho e específicos singulares do Ministério do Trabalho

  • Fecomércio-PR realiza missão a Taiwan e firma acordo pela CNC

    A Fecomércio-PR realizou, entre os dias 25 e 28 de setembro, uma missão econômica a Taiwan, com empresários do setor de Tecnologia da Informação do Paraná. O objetivo principal da visita foi conhecer novas tecnologias e promover a troca de informações entre empresários dos dois países, visando a negócios futuros.

    A missão contou com a presença do presidente da Fecomércio-PR, Darci Piana, do diretor da Câmara de Relações Internacionais da Federação, Rui Lemes, e de um grupo de seis empresários do setor.

    A Fecomércio-PR realizou, entre os dias 25 e 28 de setembro, uma missão econômica a Taiwan, com empresários do setor de Tecnologia da Informação do Paraná. O objetivo principal da visita foi conhecer novas tecnologias e promover a troca de informações entre empresários dos dois países, visando a negócios futuros.

    A missão contou com a presença do presidente da Fecomércio-PR, Darci Piana, do diretor da Câmara de Relações Internacionais da Federação, Rui Lemes, e de um grupo de seis empresários do setor.

    Essa foi a terceira viagem de negócios a Taiwan organizada pela entidade. Na programação, houve visitas técnicas a empresas locais, rodadas de negócios, reunião com o ministro de Relações Exteriores de Taiwan, Wen-Cheng Ke, e visita a uma feira multissetorial.

    “Sempre que realizamos essas missões, buscamos ampliar ao máximo a experiência dos empresários participantes. É interessante que eles conheçam o perfil das empresas locais para terem subsídios suficientes para negociações futuras”, disse o coordenador da missão, Rui Lemes.

    Para o presidente do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços Técnicos em Informática do Paraná (Sepropar), Luiz Sérgio Wozniaki, que integrou a viagem, são muitas as oportunidades que essa missão pode gerar. “A receptividade foi excelente, e o conhecimento adquirido também.”

    Taiwan se destaca, entre outras coisas, pelo avanço tecnológico. Entre as novas tecnologias apresentadas ao grupo brasileiro estavam novos conceitos de iluminação em LED e solar, automação em telemetria e desenvolvimento de distribuição de sinais digitais.

    Acordo de cooperação

    Nas atividades efetuadas em Taiwan, foi formalizado o acordo de cooperação bilateral entre o Brasil, por meio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e Taiwan, por intermédio da Taiwan Trade Center do Brasil (Taitra). O termo foi assinado pelo presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PR e vice-presidente da CNC, Darci Piana, e pelo presidente da Taitra, Walter Yeh, CEM. “A partir do acordo com a CNC, vamos beneficiar mais empresários de todo o País, fomentando ainda mais os negócios”, declarou Piana.

  • Para votar Previdência, Temer deve mudar ministérios, diz relator

    Com a pressão da base aliada por uma reforma ministerial, a contabilidade para aprovar o novo texto da reforma da Previdência terá de ser pragmática: ceder apenas nos pontos que trazem votos. O aviso é do relator do texto na Câmara, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), que trabalha na costura de uma versão que diminua a resistência dos parlamentares.

    Com a pressão da base aliada por uma reforma ministerial, a contabilidade para aprovar o novo texto da reforma da Previdência terá de ser pragmática: ceder apenas nos pontos que trazem votos. O aviso é do relator do texto na Câmara, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), que trabalha na costura de uma versão que diminua a resistência dos parlamentares.

    “Essa contabilidade agora tem que ser muito pragmática. Não adianta mais ficar numa conversa teórica. É preciso saber o que traz os votos”, disse Oliveira Maia em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “É necessário que o governo realize um gesto político com sua base. Esse gesto político se traduzirá certamente em uma mudança ministerial.” O relator já tem em mãos uma versão preliminar da emenda que irá à votação direto no plenário da Câmara, ainda sem data marcada para acontecer.

    A proposta mais enxuta retira pontos sensíveis do texto aprovado na comissão especial em maio: mudanças na aposentadoria rural, nos benefícios de assistência social (BPC) e aumento no tempo mínimo de contribuição. Há ainda negociação para retirar do relatório as restrições que foram criadas para o acúmulo de aposentadorias e pensões, uma medida que teria grande impacto na economia de despesas no curto prazo.

    A minirreforma passou a ser negociada no início da semana passada, após quase seis meses de paralisação na tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras previdenciárias. O projeto ficou travado em razão da delação dos executivos do grupo JBS, que levou a Câmara a analisar duas denúncias contra o presidente Michel Temer.

    O governo tem uma janela estreita para tentar aprovar a reforma ainda este ano. Com o calendário de feriados, restam efetivamente apenas quatro semanas de atividade legislativa antes do início do recesso do final do ano. Pelos cálculos de políticos, se não for à votação agora, a proposta não passará em 2018, ano eleitoral.

    Com tanta dificuldade, as mudanças em negociação só serão aprovadas depois que o presidente Michel Temer fizer a reforma ministerial cobrada pela base aliada. “Há um descontentamento muito grande com o atual formato do ministério. E o presidente Temer certamente saberá conduzir esse assunto para que, a partir dele, possamos, de fato, encaminhar as mudanças de mérito”, diz o relator.

    Oliveira Maia critica a posição de parlamentares que pregam que a reforma da Previdência só deveria ser aprovada depois das eleições. “Não vejo nada mais falso”, disse. Para ele, cada deputado deve deixar clara sua posição. “Defendo que se tente aprovar no plenário, perdendo ou ganhando, mas teremos um resultado”, afirmou.

    Fonte: Veja.com

  • Comissão aprova estoque obrigatório de peças automotivas até 10 anos após fabricação

    A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (08/11), proposta que obriga fabricantes e importadores de veículos a manter estoque de peças de reposição dos carros por dez anos, contados da data de fabricação.

    O texto aprovado é o substitutivo do deputado Rodrigo Martins (PSB-PI) ao Projeto de Lei nº 3002/2011, do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). O relator definiu no texto o prazo mínimo de dez anos para a manutenção dos estoques mínimos, tempo não previsto na redação original.

    A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (08/11), proposta que obriga fabricantes e importadores de veículos a manter estoque de peças de reposição dos carros por dez anos, contados da data de fabricação.

    O texto aprovado é o substitutivo do deputado Rodrigo Martins (PSB-PI) ao Projeto de Lei nº 3002/2011, do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). O relator definiu no texto o prazo mínimo de dez anos para a manutenção dos estoques mínimos, tempo não previsto na redação original.

    Pela proposta, na falta de peça de reposição por mais de sete dias, as revendedoras e oficinas ficam obrigadas a oferecer gratuitamente ao consumidor veículo reserva similar ao que estiver sendo reparado, pelo tempo que durar a retenção do veículo.

    Quem descumprir a regra será penalizado na forma do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), cujas penas variam de multa a suspensão das atividades da empresa. A punição vale para fabricantes, importadores dos veículos, concessionária ou a oficina autorizada.

    Martins destaca que o número de reclamações por falta de peças de reposição cresce em grande escala, o que tem levado diversos casos à Justiça. “Por isso devemos estabelecer leis claras e precisas para que não sejam privilegiados exclusivamente os consumidores mais abastados e que possuem fácil acesso ao Poder Judiciário”, disse.

    A proposta já foi aprovada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços. Agora, segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça em caráter conclusivo.

  • Comissão autoriza utilização de recursos da Lei Rouanet em atividades de promoção do turismo

    A Comissão de Cultura aprovou projeto de lei (PL nº 8257/2017) do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ) que autoriza atividades artístico-culturais realizadas na promoção dos destinos e produtos turísticos brasileiros, seja no Brasil ou no exterior, a receber recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). O Pronac é um mecanismo de fomento à cultura prevista na Lei Rouanet (nº 8.313/1991).

    A Comissão de Cultura aprovou projeto de lei (PL nº 8257/2017) do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ) que autoriza atividades artístico-culturais realizadas na promoção dos destinos e produtos turísticos brasileiros, seja no Brasil ou no exterior, a receber recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). O Pronac é um mecanismo de fomento à cultura prevista na Lei Rouanet (nº 8.313/1991).

    “O setor turístico nacional utiliza-se, legitimamente, de recursos culturais (shows, performances, livros, atividades artísticas em geral), genuinamente brasileiros, a fim de, nos grandes eventos internacionais, chamar a atenção para nossos valores culturais, e com isso facilitar a atração de turistas para o País”, afirmou o autor.

    O relator, deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), defendeu a aprovação do projeto. “Mesmo sabendo do esforço do atual governo em promover mudanças substanciais na Lei Rouanet, com o objetivo de corrigir suas distorções e equívocos, não podemos deixar de apreciar positivamente essa matéria”, defendeu Matos.

    Segundo o texto, a autorização de recebimento dos recursos deve ocorrer mediante prévia anuência do órgão responsável pela política de turismo nacional.

    A proposta, que tramita conclusivamente, ainda será analisada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

     

     

  • Relator entrega à CCJ voto favorável à liberação do porte de armas

    O senador Sergio Petecão (PSD-AC) entregou à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) seu relatório com voto pela aprovação na íntegra do projeto (PLS nº378/2017) que libera o porte de armas no País. O projeto, de autoria do senador Wilder Morais (PP-GO), entre outras medidas, revoga o atual Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826).

    Porte liberado para maiores

    O senador Sergio Petecão (PSD-AC) entregou à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) seu relatório com voto pela aprovação na íntegra do projeto (PLS nº378/2017) que libera o porte de armas no País. O projeto, de autoria do senador Wilder Morais (PP-GO), entre outras medidas, revoga o atual Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826).

    Porte liberado para maiores

    O projeto libera o porte de armas para qualquer pessoa a partir dos 18 anos de idade, desde que o adquirente seja considerado apto psicologicamente, tenha bons antecedentes e demonstre capacidade técnica. A aptidão psicológica fica condicionada à apresentação de um laudo emitido por um psicólogo credenciado; os bons antecedentes são atestados pela apresentação da certidão negativa criminal; e a capacidade técnica é aferida sob a apresentação de certificado de curso de tiro emitido por um instrutor.

    Pela legislação em vigor, a população civil é proibida de andar armada, exceto alguns funcionários públicos e seguranças privados em serviço. O porte também é permitido para quem comprove a necessidade de possuir uma arma, como moradores de áreas rurais que precisam caçar para sobreviver.

    É preciso ter mais de 25 anos e cumprir os requisitos psicológicos, técnicos e ter a certidão negativa criminal. Outra mudança no Estatuto do Armamento em relação à lei em vigor é o prazo de validade do porte de arma, que aumenta de três para dez anos.

    Justificativas

    Para Petecão, o Estatuto do Desarmamento, em vigor desde 2003, revelou-se na prática “uma política pública fracassada”.

    “Alguém acredita de fato que o desarmamento adiantou pra alguma coisa, se tivemos mais de 61 mil mortes violentas intencionais em 2016? O que os defensores do desarmamento tem a dizer pras famílias de 2.703 pessoas assassinadas somente em assaltos, muitas sem ter reagido? E para as 50 mil mulheres que foram estupradas?”, indaga o senador em seu relatório, argumentando que estas pessoas poderiam ter tido um destino diferente “se tivessem alguma chance de defesa.”

    Petecão afirma que “proibir as armas porque podem matar é tão irracional quanto proibir as pessoas de dirigirem porque o trânsito também mata 50 mil por ano no País”.

    O senador argumenta ainda que a proposta não significa uma “liberação indiscriminada das armas”, pois no seu entender as condicionantes tornam possível que “somente pessoas de bem, com treinamento e equilíbrio emocional” tenham o porte. Para ele, o efetivo combate à violência passa pelo robustecimento do controle às armas que entram ilegalmente no País, além de repressão a desvios e ao mercado negro, e não na diminuição do número das armas que são legalmente adquiridas.

  • Reforma traz segurança jurídica e vai promover a produtividade

    Um grande avanço para a sociedade brasileira. Foi com essas palavras que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) classificou, em nota enviada à imprensa brasileira, a aprovação da Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017, nomeada como Lei de Modernização Trabalhista e conhecida também como reforma trabalhista.

    Um grande avanço para a sociedade brasileira. Foi com essas palavras que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) classificou, em nota enviada à imprensa brasileira, a aprovação da Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017, nomeada como Lei de Modernização Trabalhista e conhecida também como reforma trabalhista.

    Uma reforma que, segundo empresários e especialistas em relações do trabalho, já não era sem tempo. “Com a abertura dessa importante janela de liberdade, os empresários poderão perseguir metas de melhoria de produtividade e eficiência e construir um bom ambiente de trabalho”, afirma o professor José Pastore, presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Fecomércio-SP e consultor da CNC.

    Mais do que apenas trazer mais segurança jurídica às empresas, a nova lei traz o mundo brasileiro do trabalho para o século XXI. “O que fizemos com a legislação trabalhista foi avançar. Houve um aperfeiçoamento extraordinário”, afirmou o presidente da República, Michel Temer, durante cerimônia de sanção da lei, no Palácio do Planalto, em 13 de julho.

    Essa adaptação à realidade atual se faz mais do que necessária, uma vez que existem tantas novas ocupações e modalidades de trabalho que, até então, não tinham nenhum tipo de regulamentação. Novas tecnologias possibilitaram o teletrabalho e o home office. Além disso, os movimentos da economia, sazonalidades e crises financeiras indicam a necessidade de contratar funcionários por meio período ou por um tempo determinado.

    O empresariado comemorou a decisão. “Era impossível a convivência com uma legislação velha, ultrapassada e que criava dificuldades nas relações trabalhistas entre empregadores e empregados. Com a nova lei, essa relação é modernizada e vai, certamente, contribuir para diminuir esse volume de desemprego em todo o Brasil”, afirmou Adelmir Santana, vice-presidente da Confederação e presidente da Fecomércio-DF.

    Para o também vice-presidente da CNC e deputado federal Laércio Oliveira, a reforma veio colocar os profissionais e as empresas no melhor nível de relação, com a valorização dos trabalhadores. “A reforma regulamenta o que era informal, como um contrato por trabalho intermitente como o de um garçom, por exemplo. Todo trabalhador manteve e até ampliou seu acesso aos seus direitos, pois o maior protegido pela lei é o trabalhador. E a nova lei vem dar melhores condições para o exercício da atividade empresarial em todo o País, combatendo o desemprego de forma direta”, disse Laércio, que participou de um debate sobre a reforma trabalhista, na CNC, promovido pelo Sindilojas Rio.

    “A flexibilização que se está pretendendo dará maior tranquilidade e possibilidade para que a empresa possa contratar mais mão de obra. O setor empregador sempre pleiteou menor rigor nas normas trabalhistas”, disse Leandro Domingos, presidente da Fecomércio-AC. Para Edison Araújo, presidente da Fecomércio-MS, a reforma vai aumentar a produtividade e retomar o caminho do crescimento no Brasil. “Acabando com a burocracia trabalhista, não estamos apenas melhorando a competitividade do comércio, mas também criando uma política de incentivo à formalização do trabalho e ao aumento da arrecadação estatal”, afirma Araújo.

    De acordo com José Pastore, a nova lei foi cunhada com base em princípios que atendem tanto os empresários como os trabalhadores. “Um dos princípios se baseia na prática da liberdade com proteção. Se empregados e empregador, por exemplo, quiserem reduzir o horário do almoço de 60 minutos (como diz a CLT) para 30 minutos e, com isso, encerrarem o expediente mais cedo ou não trabalharem aos sábados, basta eles fazerem uma negociação coletiva com o sindicato da categoria. Está assim assegurada a liberdade. Mas, se não quiserem, continuarão valendo os 60 minutos da CLT. Está aí assegurada a proteção. Ou seja, nenhum dos direitos negociáveis foi revogado. Quem se sentir mais bem protegido pela CLT, é simples, basta não negociar”, afirmou Pastore.

    “A reforma traz para os empresários segurança jurídica e dá eficácia às tratativas feitas entre o trabalhador e o empregador”, ratificou a chefe da Divisão Sindical da CNC, Patricia Duque.

    Perspectivas positivas

    Essas modificações já estão causando um efeito positivo. Segundo um estudo do Banco Itaú, a reforma trabalhista deve ter um impacto de 1,4 ponto percentual sobre a taxa de desemprego, o que, na prática, significaria a criação de 1,5 milhão de novas vagas de trabalho no curto prazo. “O Brasil de amanhã não mais viverá com essa triste realidade que vivemos nos últimos anos, a realidade do desemprego”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em 13 de julho, na cerimônia no Planalto.

    O mesmo estudo mostra que diversas medidas da reforma tendem a aumentar a produtividade do trabalho e, com isso, impactar positivamente o PIB per capita brasileiro, com um crescimento de 3,4%, em uma projeção para quatro anos.

    Além disso, o Itaú também prevê uma melhora no índice de eficiência do mercado de trabalho brasileiro, aumentando assim a competitividade do País. Segundo a pesquisa, o índice pode aumentar de 3,67 para 4,07, o que significaria uma mudança da 117ª posição para a 86ª no ranking que engloba 138 países do Relatório de Competitividade Global (RCG), produzido pelo Fórum Econômico Mundial.

    Para além das perspectivas econômicas positivas, a reforma trabalhista representa um ganho nas relações entre empregadores e trabalhadores, afinal retirou da tutela do Estado parte da regulamentação das relações do trabalho, destacando a autonomia entre as partes envolvidas para ajustar o que for mais conveniente para ambos. Nesse ponto, a reforma valoriza a negociação coletiva sobre a legislação, um dos pleitos mais antigos do empresariado, e deve contribuir para desafogar a Justiça do Trabalho, atualmente com mais de 2,5 milhões de processos trabalhistas em tramitação, segundo estatísticas do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

    Vitória da negociação

    Na verdade, a lei só restabeleceu algo que já era convencionado na Constituição Federal de 1988, no artigo 7º, inciso XXVI, que reconhece as convenções coletivas de trabalho. Na prática, a reforma explicitou os direitos que podem ser negociados, prevalecendo sobre o legislado, e os que não podem ser objeto de negociação, tomando como base a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a própria Constituição. “A negociação coletiva trata sobre as necessidades imediatas das empresas e dos trabalhadores, trazendo soluções para o dia a dia do setor produtivo”, afirmou Patricia Duque, chefe da Divisão Sindical da CNC.

    Para Ivo Dall’Acqua Júnior, vice-presidente da Fecomércio-SP, a negociação coletiva representa a melhor possibilidade de regulamentar as relações de trabalho em um país tão diverso e com particularidades regionais como o Brasil. “Nós temos uma legislação tamanho único para um país que consolida a reunião de várias economias. Então, a legislação não tem condição de contemplar tudo e, a partir do momento que tenta, é injusta”, afirmou. “Quem sabe a melhor forma de trabalhar e obter os melhores resultados são aqueles que estão focados no trabalho e na gestão do empreendimento”, completou Dall’Acqua.

    “A negociação coletiva estabelece os direitos básicos para todo o quadro de pessoal, e isso facilita enormemente a administração dos recursos humanos dentro da empresa. Ademais, a negociação coletiva é reconhecida pelo STF como uma fonte de direito líquido e certo. As decisões ali tomadas têm força de lei e não podem ser desprezadas por ninguém – desde que, é claro, não firam princípios de ordem pública e regras constitucionais”, complementou José Pastore.

    O que muda efetivamente com a nova lei?

    Entre as coisas que mudam com a reforma trabalhista estão itens como hora extra, banco de horas para compensação em até seis meses, compensação da jornada no mesmo mês e a duração da jornada de trabalho. Com a nova lei, a jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais. Esses assuntos, por exemplo, podem ser convencionados nas negociações coletivas da categoria e também por meio de acordo individual, diretamente com o empregador.

    A reforma trabalhista também proporcionou a criação de novos modelos de contrato de trabalho, como o trabalho por tempo parcial, de 26 ou 30 horas, sem jornada definida, chamado de trabalho intermitente. “O trabalho intermitente é uma realidade no mundo inteiro. É preciso ter a possibilidade de admitir vários empregados com cargas horárias diferenciadas e, ao mesmo tempo, respeitar a proporcionalidade do 13º, das férias, do FGTS”, afirmou Alexandre Sampaio, presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC.

    O período de férias também teve suas regras alteradas. O trabalhador agora pode parcelar suas férias em três vezes ao longo do ano, sendo que nenhum dos períodos pode ser menor do que cinco dias corridos e um deles deve ser maior do que 14 dias. As férias também não poderão começar nos dois dias antes de um feriado ou do dia de descanso semanal. Esse item não precisa estar em convenção coletiva e pode ser acordado diretamente com o empregador.

    Também houve uma mudança em relação às atividades insalubres feitas por mulheres grávidas. Elas continuam tendo que ser afastadas de atividades insalubres durante o período de gestação, no entanto, se o grau de insalubridade for médio ou mínimo, ela pode apresentar um atestado que recomende o seu afastamento. Caso esteja no período de amamentação, as mulheres também podem apresentar um atestado.

    Sobre a terceirização, a Lei de Modernização Trabalhista estabelece que haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O texto prevê ainda que o terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos efetivos, como atendimento em ambulatório, alimentação, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos. “Os empregados de uma empresa terceirizada serão atendidos no ambulatório da empresa contratante, em caso de doença ou acidente, assim como serão transportados pelo ônibus da contratante, podendo ainda fazer refeições no restaurante da contratante. Tudo isso é humano e digno. Precisava ser legislado e foi”, afirmou Pastore. Cabe lembrar que a terceirização já havia sido regulamentada pela Lei nº 13.429, sancionada em 31 de março.

    Alguns itens que podem ser negociados deverão constar em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, como a pausa para almoço ou descanso intrajornada, desde que respeitado o limite mínimo de 30 minutos para jornadas superiores a seis horas; a remuneração por produtividade; a troca do dia do feriado; a participação nos lucros ou resultados da empresa; entre outros.

    Direitos assegurados e inegociáveis

    Há ainda itens que não podem ser objeto de negociação coletiva. Entre eles, o salário-família, o 13º salário, os depósitos mensais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o número de dias de férias devidas ao empregado (bem como o direito a férias remuneradas), as licenças-maternidade e paternidade e a proteção do mercado de trabalho da mulher, entre outros tantos direitos dos trabalhadores, constantes da Constituição Federal e da CLT.

    Pelas novas regras, a contribuição sindical deixa de ser obrigatória e passa a ser opcional. A partir da data que a lei entra em vigor, trabalhadores e empresários poderão optar por contribuir ou não para as entidades sindicais que os representam.

    Olhar para o futuro

    Como já falado, a reforma trabalhista já traz a perspectiva de geração de empregos e desenvolvimento da economia. Para José Pastore, os ganhos na produtividade serão o principal legado de uma nova relação trabalhista no Brasil. “Além da remuneração salarial, as empresas poderão negociar com os sindicatos laborais formas de remunerar o bom desempenho. É por aí que se eleva a produtividade. Além disso, as empresas poderão combinar sistemas de contratação, de forma a otimizar o uso do fator trabalho. Isto é produtividade na veia”, afirmou.

    Ivo Dall’Acqua destacou ainda a possibilidade de se criar uma nova estrutura salarial nas empresas. “A produtividade já começa a ser reconhecida a partir de questões muito simples como a possibilidade de, mediante convenção ou acordo coletivo, você reconhecer ou validar um plano de cargos e salários ou plano de carreira dentro das empresas, coisa que a legislação anterior não permitia”, frisou.

    A adaptação por parte das empresas deve ser gradual, mas vai envolver todos os profissionais, entre administradores, recursos humanos, advogados e outros trabalhadores. “Os empresários poderão se adequar às mudanças na lei trabalhista utilizando o bom senso e a razoabilidade nas suas ações dentro do ambiente do trabalho”, disse Patricia Duque, da CNC.

    “Vai haver no mundo do trabalho uma minirrevolução”, disse Ivo Dall’Acqua. “Creio que as novas ferramentas que nos foram dadas têm que ser usadas com parcimônia para que elas não sejam usadas contra aqueles cuja intenção foi a de beneficiar o setor. Essa nova forma de olhar o mundo do trabalho vai proporcionar novas concertações, novos acordos, e esse vai ser o grande resultado”, completou.

    Há ainda o benefício de desafogar a Justiça do Trabalho. “No curto prazo, a nova lei vai contribuir para uma redução dramática das ações trabalhistas, que hoje somam mais de oito milhões. Isso significa uma diminuição do Custo Brasil na veia”, lembrou José Pastore.

    Seja como for o futuro, o novo quadro é animador; e, com os ajustes necessários, preservando os direitos do trabalhador e dando a segurança necessária para os empreendedores brasileiros, a imagem da retomada do desenvolvimento do País já começa a se desenhar.

  • TV CNC | Desembargadora analisa as novas regras da Reforma Trabalhista

    Durante o seminário Entendendo a Reforma Trabalhista, realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em setembro, a desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região, Vólia Bomfim, analisou aspectos importantes sobre as novas normas que passarão a reger as relações de trabalho no Brasil. Ela resumiu alguns desses pontos para a TV CNC.

    Durante o seminário Entendendo a Reforma Trabalhista, realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em setembro, a desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região, Vólia Bomfim, analisou aspectos importantes sobre as novas normas que passarão a reger as relações de trabalho no Brasil. Ela resumiu alguns desses pontos para a TV CNC.

  • CBCPave avalia lei que convalida incentivos fiscais via ICMS

    A Lei Complementar nº 160/2017, que convalida os incentivos fiscais relativos ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedidos pelos Estados a empresas, foi um dos temas abordados na reunião que a Câmara Brasileira do Comércio de Peças e Acessórios para Veículos (CBCPave), órgão consultivo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizou em 8 de novembro, no Rio de Janeiro. 

    A Lei Complementar nº 160/2017, que convalida os incentivos fiscais relativos ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedidos pelos Estados a empresas, foi um dos temas abordados na reunião que a Câmara Brasileira do Comércio de Peças e Acessórios para Veículos (CBCPave), órgão consultivo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizou em 8 de novembro, no Rio de Janeiro. 

    A concessão de incentivos do ICMS gerou uma concorrência entre os Estados para a atração de investimentos, e muitos convênios foram formalizados sem aprovação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que exige unanimidade de todos os secretários de Fazenda estaduais para convalidar os benefícios fiscais. Os convênios sem aprovação do colegiado foram objeto de ações no Supremo Tribunal Federal (STF). 

    Publicada no Diário Oficial da União no dia 8 de agosto, a lei tem origem no Projeto de Lei do Senado nº 130/2014. O texto, modificado na Câmara e aprovado como substitutivo, também altera as regras para aval de novos estímulos fiscais pelo Confaz, com mudança da exigência de unanimidade para aprovar. Atualmente, aguarda no próprio conselho o detalhamento de sua aplicabilidade. 

    “São milhões em jogo, que podem afetar muitas empresas. Precisamos da regulamentação do assunto. É preciso estar perto do Confaz, dado que já foi difícil a aprovação do assunto no Congresso Nacional”, disse Rodrigo Araújo Carneiro, do Sindicato do Comércio Atacadista Importador, Exportador e Distribuidor de Peças, Rolamentos, Acessórios e Componentes para Indústria e para Veículos no Estado de São Paulo (Sicap-SP). Já Maurício Ribeiro de Paiva, presidente do Sincopeças-GO, falou sobre o Projeto 21, iniciativa apoiada por entidades goianas como o próprio Sincopeças-GO e a Fecomércio-GO, contra a redução de benefícios fiscais por parte do governo estadual. “Não houve tempo de adaptação. As empresas do Estado, de repente, se viram em uma situação preocupante”, afirmou Paiva. 

    Ao fim do debate, foi consenso entre os empresários do setor de autopeças que é importante promover um acompanhamento próximo da evolução do assunto no Confaz e na Cotepe (Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação). 

    Lei Complementar nº 160/2017 

    Ary Jorge Soares, da Divisão Jurídica da CNC, também abordou a Lei Complementar nº 160 durante a reunião da câmara. Ele destacou que caberá ao Confaz atuar diante dos entes federados, com a possível edição de Convênio, nos termos da Lei Complementar nº 24/1975, para normatizar a matéria, em uma clara tentativa de acabar com a chamada “guerra fiscal” existente entre os Estados. A novidade da LC 160/2017 é que, para ocorrer a deliberação e aprovação do assunto no conselho, não será mais necessária a unanimidade dos votos, bastando 2/3 das unidades federadas ratificarem seus votos favoráveis e 1/3 delas devendo ser integrantes de cada uma das cinco regiões do País. Ainda de acordo com o advogado e segundo a Lei Complementar, os Estados devem publicar a relação de todos os atos normativos referentes a incentivos fiscais, bem como publicar a lei nos Estados de origem quanto à remissão dos valores para a concreta produção dos efeitos nos Estados de destino. 

    Rota 2030 e capacitação no setor de autopeças 

    Cássio Rabello, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), falou aos membros da CBCPave sobre o Rota 2030, programa de políticas de fomento para o setor automobilístico que substituirá o Inovar-Auto. Cássio explicou que um dos objetivos do Rota 2030 é sanar questionamentos que levaram a Organização Mundial do Comércio (OMC) a condenar o Inovar-Auto, em vigor até 31 de dezembro, como a exigência de insumos locais na produção do setor. 

    Rabello afirmou que foram estruturados seis grupos temáticos no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que produziram subsídios para uma proposta de lei para regulamentar o programa, atualmente em análise no próprio MDIC, no Ministério da Fazenda e na Casa Civil. Segundo ele, o programa possui um regime específico de arquitetura de ações voltado para montadoras e comercializadoras de autopeças, com subsídios tributários para o segmento. “A indústria de autopeças tem ganhado destaque no Rota 2030, porque, ao falar em modernização, é necessário falar em capacitar as empresas para atender ao mercado externo”, complementou Samy Kopit, também da ABDI. 

    Também foi analisada, durante a reunião da CBCPave, a estrutura do chamado GAN 2030 – Grupo de Alto Nível – Mobilidade e Logística, criado pelo MDIC para debater os desafios da indústria automotiva nos próximos 15 anos e recomendar ações para reforço da competitividade da cadeia de valor do setor automotivo. O GAN conta com seis Grupos de Trabalho: Reestruturação da cadeia de autopeças e apoio ao acesso ao mercado para as pequenas e médias empresas; P&D e engenharia, envolvendo conectividade e manufatura avançada; Eficiência energética e novas tecnologias de motorização e seu alinhamento com as políticas de emissões e biocombustíveis; Segurança ao longo do ciclo de vida do veículo; Produção em baixos volumes, envolvendo veículos e sistemas automotivos estratégicos; e Estrutura de custos para integração competitiva. 

    Será viabilizada a participação de integrante da CBCPave nos Grupos de Trabalho que integram o GAN 2030. Cássia Marques, da Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da Confederação, ficou responsável pelo processo. 

    Por fim, Eduardo Tosta, coordenador de Comércio e Serviços da Agência, apresentou o projeto Laboratório de Varejo, iniciativa da ABDI em parceria com a Associação Brasileira de Franchising (ABF) e o MDIC para aprimorar o ecossistema de inovação do varejo brasileiro. 

    Reforma trabalhista 

    Ainda durante a reunião da CBCPave, Roberto Lopes, da Divisão Sindical da CNC, detalhou a Lei nº 13.467/2017, que passa a vigorar a partir de 11 de novembro, promovendo mudanças significativas nas relações de trabalho. De acordo com Lopes, um dos grandes avanços da lei é a valorização da negociação coletiva como instrumento de regulamentação das condições de trabalho, sem a extinção de direitos dos trabalhadores. O advogado também explanou a contribuição sindical, que passou a ser facultativa pela reforma, e seus reflexos na organização sindical.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 208/2017

    DESTAQUES:

    Designados representantes dos Contribuintes (CNC) junto ao CARF

    Fenacor compõe Grupo de Trabalho constituído para discutir os encaminhamentos acerca das atividades exercidas por associações, entidades e cooperativas que ofereçam irregularmente coberturas securitárias e produtos com características da operação de seguros

    Instituído o Sistema Eletrônico de Monitoramento de Barreiras às Exportações – SEM Barreiras

    SRT notifica o Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços do Cabo de Santo Agostinho/PE

    DESTAQUES:

    Designados representantes dos Contribuintes (CNC) junto ao CARF

    Fenacor compõe Grupo de Trabalho constituído para discutir os encaminhamentos acerca das atividades exercidas por associações, entidades e cooperativas que ofereçam irregularmente coberturas securitárias e produtos com características da operação de seguros

    Instituído o Sistema Eletrônico de Monitoramento de Barreiras às Exportações – SEM Barreiras

    SRT notifica o Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços do Cabo de Santo Agostinho/PE

    Convocação para as eleições sindicais do Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Pedras Preciosas