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  • CBFarma discute reformas políticas

    A Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma) discutiu as reformas tributária e trabalhista, entre outros temas, em reunião realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em Brasília, no dia 31 de outubro. Convidado para o encontro, o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), abordou os principais pontos do projeto da reforma tributária, do qual é relator.

    A Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma) discutiu as reformas tributária e trabalhista, entre outros temas, em reunião realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em Brasília, no dia 31 de outubro. Convidado para o encontro, o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), abordou os principais pontos do projeto da reforma tributária, do qual é relator.

    Recepcionado pelo coordenador da CBFarma e presidente da Fecomércio-MG, Lázaro Luiz Gonzaga, Hauly propõe uma “reengenharia tributária tecnológica e de inclusão social”: “Nós estamos caminhando pelo País, levando esta proposta, percorrendo 22 estados. Já passei por 170 regiões, conversando sobre a reforma tributária com segmentos econômicos, empresariais, trabalhadores, em universidades, entre outros, divulgando-a e defendendo-a, que é uma simplificação com inclusão social”.

    Atuais entraves

    Hauly afirmou que o atual sistema tributário tem muitos defeitos insanáveis, por esse motivo seria preciso desmontá-lo e remontar a estrutura tributária do País. Ele explicou o início do regime tributário, quando foi instituída a incidência sobre o valor agregado cobrado sobre a circulação de mercadorias, por meio do então ICM, que posteriormente transformou-se no atual ICMS, incorporando alguns serviços.

    Segundo ele, o erro do País foi basear seu regime tributário em três IVAs (a referência é para ICMS, IPI, PIS-Cofins) e não um único IVA nacional, o que resultou nos atuais problemas no regime de cobrança brasileiro.

    Tudo que se tem na economia acaba sendo base tributária. “Há três bases tributárias conhecidas no mundo: a propriedade (à qual se ligam os tributos de IPTU, ITR, IPVA, ITBI, ITCI); a renda (no Brasil há dois tributos: o imposto de renda e a contribuição social sobre lucro líquido); e a base de consumo (com vários tributos, como ISS, ICMS, IPI, PIS, Cofins, IOF, contribuição para salário educação, Cide, Pasep). Segundo o deputado, “essa base de consumo está sobrecarregada. O sistema tributário de hoje prejudica a geração de emprego e de renda e riqueza, porque mata os negócios brasileiros”.

    Além disso, o deputado apontou como prejudiciais à economia as práticas exageradas dos incentivos fiscais, da sonegação, grande elisão (sonegação fiscal) e corrupção.

    A proposta

    Em suma, a ideia é a criação de um sistema baseado no modelo europeu: composto de um IVA e o imposto seletivo (que incide somente sobre determinados produtos), a ser cobrado na venda final.

    Entre os itens de sua proposta, o deputado destacou alterações como: a diminuição da regressividade do consumo; um IR progressivo, dando destaque para a capacidade contributiva e proporcionando distribuição de renda e justiça fiscal; alimentos e remédios com alíquotas reduzidas; industrializar o Brasil (com a isenção nas atividades de exportação); manter o Supersimples para as micro e pequenas empresas; o fim da guerra fiscal.

    União, Estados e DF e municípios

    A União continuará com os tributos sobre o comércio exterior (impostos de importação e exportação), com o imposto de renda, com as contribuições previdenciárias e com tributos regulatórios (Cide).

    As competências dos Estados e do DF serão profundamente alteradas. O ICMS e o ISS serão incorporados ao IVA; o IPVA passará para a competência dos municípios; e o ITCMD passará para a competência dos municípios ou da União.

    Os municípios perderão o ISS, que será incorporado ao IVA. Por outro lado, receberão a competência do IPVA e do ITR, mas regulados por legislação federal.

    A partilha

    “Garantiremos que Estados, DF e municípios recebam uma parte do imposto de renda, bem como a União e os Municípios tenham direito a um quinhão do IVA e do imposto seletivo”, explicou Hauly ao afirmar que União, Estados e municípios teriam suas arrecadações preservadas.

    “Garantir o social é gerar empregos. Empregos vêm da produção. Produção gera riqueza. Riqueza gera tributos, que geram ainda mais o social”, finalizou Hauly.

    Reforma trabalhista

    O advogado da Divisão Sindical da CNC Roberto Lopes apresentou os principais aspectos e implicações da reforma trabalhista na vida das empresas.Uma das alterações mais valorizadas na reforma foi o tema da “negociação coletiva”, como instrumento de solução de conflitos nas relações de trabalho. Lopes também falou da prevalência do negociado sobre o legislado, apontando o que pode ser negociado, como: a hora extra (pela convenção coletiva, acordo coletivo de trabalho ou acordo individual direto com o empregador), assim como banco de horas para compensação em até seis meses. Já o parcelamento de férias somente pode ser negociado por acordo individual, assim como horário de descanso para trabalhadora lactante, por exemplo.

    E o que não pode ser negociado, como: carteira de trabalho e previdência social, seguro-desemprego, FGTS, salário mínimo, valor nominal do décimo terceiro, remuneração do trabalho noturno superior à do diurno.

    Membros da CBFarma refletiram a respeito da reforma. “Algo que pensamos vir de forma a impactar de forma negativa pode, ao contrário, ser bom para o setor”, afirmou Pedro Zidoi. “Quanto a essa questão do negociado sobre o legislado, vejo uma oportunidade de avançarmos”, disse Lázaro Luiz Gonzaga.

    Matérias legislativas

    A câmara abordou implicações nos Projetos de Lei nº 2.289/2015: resíduos sólidos (e ações de logística reversa); nº 668/2015: técnicos em farmácia (de plantão em todo o horário de funcionamento do estabelecimento); e nº 98/2017: fracionamento de medicamentos (de acordo com o Projeto de Lei nº 98/2017, as farmácias e drogarias ficarão obrigadas a vender o número de comprimidos, cápsulas ou o volume dos produtos conforme o receituário indicado).

    Decreto Logística Reversa

    Cristiane Soares, da Assessoria de Gestão das Representações da CNC, explicou aos empresários do comércio farmacêutico a regulamentação do art. 33 da Lei nº 12.305/2010, que diz respeito às obrigações de estruturação e implementação dos sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes.

    “Os sistemas previstos poderão ser estendidos a produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro e aos demais produtos e embalagens, considerando o grau e a extensão do impacto à saúde pública e ao meio ambiente dos resíduos gerados. Objetivo do Decreto nº 9.177/2017 assegura a isonomia na fiscalização e no cumprimento das obrigações imputadas aos fabricantes, aos importadores, aos distribuidores e aos comerciantes de produtos, seus resíduos e suas embalagens sujeitos à logística reversa obrigatória”, afirmou Cristiane.

    São obrigados a estruturar e implementar efeitos do Decreto nº 9.177/2017

    Segundo Cristiane, os fabricantes, os importadores, os distribuidores e os comerciantes de produtos, não signatários de acordo setorial ou termo de compromisso firmado com a União, devem estruturar e implementar sistemas de logística reversa, consideradas as mesmas obrigações imputáveis aos signatários e aos aderentes de acordo setorial firmado com a União. Ou seja, o comércio não é o único responsável pelo sistema, o fabricante também é.

    Os não signatários podem firmar “Termo de Compromisso com a União” para a implantação de Sistema de LR independentemente do instituído pelos acordos setoriais.

    As obrigações acessórias (art. 30 Decreto nº 7.404) para a assinatura de novos acordos setoriais e termos de compromisso não estão dispensadas. “Acordos setoriais ou termos de compromisso em âmbito estadual, distrital ou municipal não alteram as obrigações dos fabricantes, dos importadores, dos distribuidores e dos comerciantes previstas em acordo setorial ou termo de compromisso firmado com a União”, finalizou a assessora da CNC.

  • Comissão e frente parlamentar promovem seminário internacional sobre importância da matemática

    A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar Mista da Educação realizam nesta terça-feira (07/11) o seminário internacional A Importância da Matemática.

    A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar Mista da Educação realizam nesta terça-feira (07/11) o seminário internacional A Importância da Matemática.

    O presidente da Frente Parlamentar da Educação, deputado Alex Canziani (PTB-PR), disse que a iniciativa está incluída na programação do Biênio da Matemática, celebrado em 2017 e 2018 para marcar a realização no Brasil dos dois maiores eventos mundiais na área – a Olimpíada Internacional de Matemática (que ocorreu em julho, no Rio de Janeiro); e o Congresso Mundial de Matemáticos, que acontecerá em 2018, também no Rio.

    Com a participação de especialistas nacionais e internacionais, o seminário pretende promover o intercâmbio de estudos e experiências referentes à formação de professores e estimular a implementação de novas propostas pedagógicas nas escolas brasileiras na área da matemática.

    Convidados  

    São convidados para o evento a diretora associada do Departamento de Desenvolvimento Profissional e Inovação Educacional da Universidade de Manchester (Inglaterra), Sue Pope;

    A professora na Finlândia, fundadora do Paths do Math (metodologia de ensino da matemática) e finalista do “Global Teacher Prize” 2016, Maarit Rossi;

    O doutor em matemática e diretor do Instituto de Matemática Industrial da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Yuan Jin Yun;

    O doutor e pesquisador do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada e do Clay Institute (EUA), ganhador da Medalha Fields, o “Nobel da Matemática”, em 2014, Arthur Ávila.

    As inscrições são gratuitas e abertas ao público em geral por meio da página www.seminariomatematica.com.br.

     

     

    O evento será no auditório Nereu Ramos, das 9h às 17h.

  • Projeto que reduz ICMS sobre combustível de aviação está na pauta do Plenário

    O Plenário do Senado deve votar, nesta terça-feira (07/11), projeto que fixa o limite de 12% para a alíquota de ICMS sobre o combustível de aviação utilizado em operações dentro do País de transporte aéreo regular, não regular e de serviços aéreos especializados. O Projeto de Resolução do Senado (PRS) n° 55/2015 foi aprovado no dia 24 pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e seguiu para exame do Plenário.

    O Plenário do Senado deve votar, nesta terça-feira (07/11), projeto que fixa o limite de 12% para a alíquota de ICMS sobre o combustível de aviação utilizado em operações dentro do País de transporte aéreo regular, não regular e de serviços aéreos especializados. O Projeto de Resolução do Senado (PRS) n° 55/2015 foi aprovado no dia 24 pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e seguiu para exame do Plenário.

    O combustível é o item que mais influencia no cálculo dos custos operacionais das companhias aéreas. Atualmente, essa alíquota varia de 12% a 25% dependendo do estado onde ocorre o abastecimento. O texto original do projeto de resolução, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), estabelecia a alíquota máxima de 18% na cobrança pelos estados do ICMS sobre o querosene de aviação.

    Com as mudanças feitas pelo relator, senador Telmário Mota (PTB-RR), o teto ficou em 12% e a palavra “querosene” foi substituída por “combustível” de aviação. A alteração, sugerida pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO), beneficia as empresas de transporte aéreo regular e não regular que utilizam gasolina de aviação.

  • Comissão vai discutir emissão de vapores de combustíveis por veículos

    A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável debate, nesta terça-feira (07/11), as tecnologias de controle de emissões evaporativas veiculares e o projeto que torna obrigatória a instalação de filtro nas bombas de abastecimento dos postos de gasolina (Projeto de Lei n° 3327/2015).

    A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável debate, nesta terça-feira (07/11), as tecnologias de controle de emissões evaporativas veiculares e o projeto que torna obrigatória a instalação de filtro nas bombas de abastecimento dos postos de gasolina (Projeto de Lei n° 3327/2015).

    A emissão de vapor do combustível contido no tanque do carro ocorre quando o motorista abastece. Geralmente os veículos têm um dispositivo que controla essas emissões. No entanto, abastecer além do limite pode danificar esse sensor. Por isso, o PL n° 3327/2015 também proíbe o preenchimento do tanque do carro após o acionamento automático da trava de segurança da bomba de abastecimento.

    O deputado Carlos Gomes (PRB-RS), que propôs a realização do debate, afirmou que grandes avanços foram obtidos no aprimoramento das normas veiculares para o controle da poluição. No entanto, alertou que as soluções ainda não são suficientes. “Observa-se que as soluções apresentadas não são eficazes no controle das emissões evaporativas durante o reabastecimento nem atuam nas outras fontes de emissões veiculares”, disse.

    Convidados

    Foram convidados para discutir o assunto:

    – A coordenadora-geral de Fiscalização de Segurança e Saúde do Ministério do Trabalho, Viviane Forte;

    – A presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Suely Mara Vaz Guimarães de Araújo;

    – O presidente da Associação dos Fabricantes de Equipamentos para Controle de Emissões Veiculares da América do Sul (Afeevas), Stephan Heinz Blumrich;

    – O diretor-técnico da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Henry Joseph Junior;

    – O consultor ambiental Gabriel Murgel Branco.  

    Participação popular

    A audiência pública será realizada no plenário 8, a partir das 14 horas.

    O debate será interativo. Os cidadãos podem participar enviando perguntas e comentários pelo portal e-Democracia.

     

  • Paim quer ‘Operação Lava Jato’ na Previdência

    O senador Paulo Paim (PT-RS) sugeriu na sexta-feira (03/11) que seja feita uma “Operação Lava Jato” para identificar os responsáveis por fraudes e desvios no caixa da Previdência Social. Segundo Paim, o governo retirou durante décadas dinheiro do sistema para utilização em projetos e interesses próprios, protegeu empresas devedoras, aplicando uma série de programas de perdão de dívidas.

    O senador Paulo Paim (PT-RS) sugeriu na sexta-feira (03/11) que seja feita uma “Operação Lava Jato” para identificar os responsáveis por fraudes e desvios no caixa da Previdência Social. Segundo Paim, o governo retirou durante décadas dinheiro do sistema para utilização em projetos e interesses próprios, protegeu empresas devedoras, aplicando uma série de programas de perdão de dívidas.

    “Tem ladrão na Previdência. Por que não fazer uma Operação Lava Jato sobre os grandes devedores, sobre os que fraudam e desviam dinheiro da Previdência?” – questionou o senador na tribuna do Plenário do Senado.

    Paim, que presidiu a CPI da Previdência, destacou que o relatório final apresentado pelo senador Hélio José (Pros-DF) e aprovado pelo colegiado indica que a Previdência Social não é deficitária, mas sofre com má gestão.

    — Nós falamos há décadas e décadas que a Previdência é superavitária. Eles diziam que não. Veio, então, a DRU e tirou 20%. Como eu tiro 20% de algo que sei que não tem caixa? Só vou tirar do que tem. Vem o governo atual e retira 30% ainda. É porque ele sabe que tem lastro, ele sabe que tem fundo – argumentou.

    O senador fez um apelo para que o governo retire a PEC n° 287/2016, em tramitação na Câmara dos Deputados, que muda as regras para aposentadoria:

    — Eu quero que esse governo do presidente Temer tenha um mínimo de bom senso, recolha essa reforma da Previdência, que a arquive. Pode dizer o que você quiser, pode dizer que tentou e que a CPI veio com outros dados e criou uma contradição. Argumente como quiser, mas retire essa reforma e deixe que um governo eleito pelo voto direto em 2018 e o Congresso se debruce sobre uma proposta com profundidade – pediu.

  • Finanças rejeita mudança de cobrança de ISS sobre mão de obra temporária

    A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou o Projeto de Lei Complementar n° 234/2012, do deputado Laércio Oliveira (SD-SE), que determina que o Imposto Sobre Serviços (ISS) será devido, no caso de prestação de serviço com mão de obra avulsa ou temporária, na localidade em que estiver estabelecido o prestador do serviço ou onde ele estiver domiciliado.

    A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou o Projeto de Lei Complementar n° 234/2012, do deputado Laércio Oliveira (SD-SE), que determina que o Imposto Sobre Serviços (ISS) será devido, no caso de prestação de serviço com mão de obra avulsa ou temporária, na localidade em que estiver estabelecido o prestador do serviço ou onde ele estiver domiciliado.

    A proposta altera a lei que trata do ISS, de competência dos municípios e do Distrito Federal (Lei Complementar n° 116/2003). Atualmente, o fornecimento de mão de obra é uma das exceções à regra geral da cobrança do ISS. Nesse caso, o imposto é devido no local em que o tomador, e não o prestador, do serviço é domiciliado ou possui estabelecimento.

    Para o relator na comissão de Finanças, deputado Izalci Lucas (PSDB-DF), a exceção na cobrança do ISS para esse tipo de serviço foi instituída para que o município onde o serviço está sendo prestado possa tributar e arrecadar o ISS devido na operação. “A alteração prejudicaria principalmente os pequenos municípios”, disse.

    Segundo Izalci Lucas, as empresas que prestam esse tipo de serviço normalmente estão sediadas em municípios maiores, ou onde a alíquota do imposto é menor.

    Tramitação  

    Antes de ir a Plenário, o projeto ainda deverá ser examinado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto tramita em regime de prioridade.

  • Hotel Sesc Atalaia será inaugurado em 30 de novembro

    O Hotel Sesc Atalaia, na Av. Oceânica, em Aracaju, empreendimento destinado ao público comerciário de Sergipe, já tem data de inauguração: dia 30 de novembro. A unidade vai oferecer uma opção de lazer, com hospedagem de baixo custo, para comerciários e seus dependentes que possuírem a carteira Sesc, documento válido em todo o território nacional. 

    O Hotel Sesc Atalaia, na Av. Oceânica, em Aracaju, empreendimento destinado ao público comerciário de Sergipe, já tem data de inauguração: dia 30 de novembro. A unidade vai oferecer uma opção de lazer, com hospedagem de baixo custo, para comerciários e seus dependentes que possuírem a carteira Sesc, documento válido em todo o território nacional. 

    O presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-SE, Laércio Oliveira, destaca a importância da obra para o turismo sergipano, lembrando que o Hotel Sesc Atalaia está numa localização privilegiada. “O Sesc Atalaia promoverá mais integração do público comerciário com o turismo sergipano. Serão 60 apartamentos, todos com vista para o mar da praia de Atalaia, com mobiliário e equipamentos de ponta. O hotel contempla também um centro de turismo, lazer e cultura na sua estrutura”, disse Laércio. A unidade abriga ainda parque aquático, quadras poliesportivas, campo de futebol, área de recreação, academia, espaço para apresentação de espetáculos e restaurante com o melhor da culinária local. 

    “Quem mais ganha com isso é o nosso público, o comerciário e sua família. Eles poderão aproveitar a modalidade de turismo socia, que atende a todos os comerciários do Brasil. Isso coloca Sergipe na rota do turismo, interligando unidades do Sesc de todo o País, oferecendo mais uma opção de qualidade e um excelente destino turístico, que é nossa capital. Os grupos de viagens organizados pelo Sesc em outros estados já estão aguardando a inauguração do Hotel Sesc, para enviar milhares de turistas para Sergipe. E aqui nós vamos acolhê-los com serviços de excelência e com preços convidativos”, afirma Laércio Oliveira.

  • Comissão aprova projeto permite ao consumidor acessar quitação de débitos on-line

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou no último dia 31 de outubro o Projeto de Lei n° 7532/2017, do deputado André de Paula (PSD-PE), que obriga as empresas prestadoras de serviços públicos ou privados a disponibilizar na internet certidão de quitação anual de débitos do cliente.

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou no último dia 31 de outubro o Projeto de Lei n° 7532/2017, do deputado André de Paula (PSD-PE), que obriga as empresas prestadoras de serviços públicos ou privados a disponibilizar na internet certidão de quitação anual de débitos do cliente.

    A lei atual obriga a empresa a enviar para o consumidor a declaração de quitação anual em maio do ano seguinte ou no mês subsequente à completa quitação dos débitos do ano anterior (Lei n° 12.007/2009). No entanto, não há obrigatoriedade de disponibilizar o documento pela internet.

    Na opinião do relator, deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), a matéria “resultará em desburocratização, possibilitará aumento na eficiência do prestador de serviço, permitindo ganhos ao consumidor”.

    Tramitação

    A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Proposta de alteração na Lei Kandir deve ser votada na terça-feira

    A comissão mista que analisa mudanças na Lei Kandir marcou para terça-feira (07/11), às 14h, a votação do relatório do senador Wellington Fagundes (PR-MT). A proposta apresentada pelo relator prevê uma regra estável para compensar os estados pela perda de arrecadação com a desoneração de produtos primários e semielaborados para exportação.

    A comissão mista que analisa mudanças na Lei Kandir marcou para terça-feira (07/11), às 14h, a votação do relatório do senador Wellington Fagundes (PR-MT). A proposta apresentada pelo relator prevê uma regra estável para compensar os estados pela perda de arrecadação com a desoneração de produtos primários e semielaborados para exportação.

    Pelo projeto, serão entregues R$ 9 bilhões, em valores de 1º de julho de 2017, aos estados e municípios. A transferência será realizada em 12 parcelas mensais, na proporção de 75% para os estados e 25% para os municípios.

    Do total de R$ 9 bilhões, metade (R$ 4,5 bilhões) será rateada segundo coeficientes fixos. A outra metade será rateada de acordo com coeficientes variáveis.

    Com o objetivo de prover os recursos necessários para fazer frente à nova obrigação, o projeto prevê realocação de recursos públicos e a fixação de alíquota mínima de 30% para o Imposto sobre as Exportações (IE) incidente sobre recursos minerais.

    Lei Kandir

    Deputados e senadores correm contra o tempo para aprovar as novas regras sobre o tema, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Em novembro de 2016, numa ação movida pelo Pará e outras 15 unidades da federação, a Corte estabeleceu o prazo de 12 meses para que o Congresso Nacional regulamente os repasses dos recursos da União aos estados.

    Em vigor desde 1996, a Lei Kandir isenta do ICMS as exportações de produtos não industrializados. Os governos estaduais reclamam que não são recompensados corretamente pela União diante da perda de arrecadação. Os governadores têm que negociar a cada ano com o Executivo Federal a quantia a ser repassada.

     

  • Comissões debatem Lei da Aprendizagem e reforma do ensino médio

    As comissões de Legislação Participativa; e de Trabalho, de Administração e Serviço Público promovem, nesta terça-feira (07/11), uma audiência pública para discutir a relação da Lei de Aprendizagem (n° 10.097/2000) com a reforma do ensino médio em curso no País (Lei n° 13.415/2017).

    O debate foi proposto pelos deputados Flávia Morais (PDT-GO), Chico Lopes (PCdoB-CE) e André Figueiredo (PDT-CE).

    As comissões de Legislação Participativa; e de Trabalho, de Administração e Serviço Público promovem, nesta terça-feira (07/11), uma audiência pública para discutir a relação da Lei de Aprendizagem (n° 10.097/2000) com a reforma do ensino médio em curso no País (Lei n° 13.415/2017).

    O debate foi proposto pelos deputados Flávia Morais (PDT-GO), Chico Lopes (PCdoB-CE) e André Figueiredo (PDT-CE).

    Para a deputada, que é presidente da Comissão de Legislação Participativa, é preciso entender o processo de regulamentação necessário à operacionalização da reforma, especificamente do dispositivo que cria o ponto de convergência das duas leis.

    “O que se pretende é entender o que está sendo construído no Ministério da Educação, visto que nenhuma entidade formadora habilitada no Cadastro Nacional da Aprendizagem para desenvolver programas em nível de formação continuada foi informada ou ouvida, sem falar nos aprendizes contratados que já imaginam perder o contrato caso precisem estar na escola por mais horas e não possam frequentar mais as aulas teóricas e atividades práticas nas empresas no contra turno escolar”, explicou.

    “A aplicação da aprendizagem, conforme prevê a reforma, permitirá a ampliação do acesso ao trabalho qualificado e protegido para os alunos que optem pelo itinerário da formação técnico-profissional. Porém, o que não pode acontecer é serem descartadas as entidades que hoje atuam na aprendizagem e que podem comprovar a transformação ocorrida na trajetória de milhares de jovens atendidos”, disse a deputada. “Mais absurdo ainda seria a reforma prejudicar os jovens que são beneficiários da lei da aprendizagem, a única política ativa de promoção de trabalho decente para profissionalização da juventude”, acrescentou.

    Convidados  

    Foram convidados para discutir o assunto com as comissões:  

    – O ministro da Educação, Mendonça Filho;

    – A auditora fiscal do Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho Katleem Marla Pires de Lima;

    – A procuradora regional do Trabalho do Ministério Público do Trabalho, Mariane Josviak;

    – A secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Isa Maria de Oliveira;

    – A auditora fiscal do Trabalho da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil Marinalva Cardoso Dantas;

    – O representante das Entidades Formadoras da Aprendizagem João Bittar Netto;

    – A consultora especialista Juventude & Desenvolvimento Ana Alencastro.

    Participação popular

     A audiência pública será realizada às 14h30, em local a ser definido.  

    O debate será interativo e os cidadãos podem participar enviando perguntas e comentários pelo portal e-Democracia.