Blog

  • Em sessão solene, deputados pedem avanços no setor de turismo no Brasil

    Durante a sessão solene na segunda-feira (30/10) para comemorar os dias nacional e mundial do Turismo, celebrados em 2 de março e 27 de setembro respectivamente, o deputado Herculano Passos (PSD-SP) afirmou que é necessária a potencialização do segmento no Brasil. Para ele, isso resultaria na geração de empregos e no crescimento da economia.

    Durante a sessão solene na segunda-feira (30/10) para comemorar os dias nacional e mundial do Turismo, celebrados em 2 de março e 27 de setembro respectivamente, o deputado Herculano Passos (PSD-SP) afirmou que é necessária a potencialização do segmento no Brasil. Para ele, isso resultaria na geração de empregos e no crescimento da economia.

    O deputado, que também é coordenador da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo e foi um dos autores do requerimento para a solenidade, lamentou ainda os reflexos da situação da segurança pública no País. “A fragilidade divulgada afasta turistas estrangeiros a virem ao Brasil, e os próprios brasileiros deixam de viajar como antes”, disse.

    O deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), também autor do requerimento, ressaltou que o turismo mundial mobiliza mais de 1 bilhão de viajantes por ano e gera uma receita cambial de 1,2 trilhão de dólares. Ele destacou o baixo investimento no turismo brasileiro.

    “Apesar de ser a 10ª economia turística no mundo, somos um competidor modesto. Possuímos grandes atrativos naturais, e há anos escutamos sobre o enorme potencial turístico do nosso País. Porém os esforços para são abaixo do necessário”, afirmou.

    Turismo sustentável

    O secretário-executivo do Ministério do Turismo, Alberto Alves, ressaltou que a Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu como tema deste ano o turismo sustentável e o uso desse setor como ferramenta de desenvolvimento.

    “A iniciativa alerta para a necessidade de uma postura mais responsável em relação aos nossos destinos. O turismo pode contribuir com um tripé sustentável: econômico, social e ambiental”, disse.

  • Violência causa perda de R$ 657 milhões no turismo do Rio de Janeiro

    Em novo levantamento, um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade no Rio de Janeiro provocou queda de R$ 657 milhões nas receitas do turismo fluminense entre janeiro e agosto de 2017. O montante equivale a 29% do total da perda do faturamento do setor (R$ 2,291 bilhões).

    Em novo levantamento, um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade no Rio de Janeiro provocou queda de R$ 657 milhões nas receitas do turismo fluminense entre janeiro e agosto de 2017. O montante equivale a 29% do total da perda do faturamento do setor (R$ 2,291 bilhões).

    Embora fatores relacionados à conjuntura econômica ajudem a explicar a queda de atividade no turismo fluminense, o estudo aponta a contribuição negativa do aumento da criminalidade no Rio de Janeiro para a recuperação do setor, que responde por mais de 9,9% dos postos de trabalho formais do Estado e por aproximadamente 7% da economia fluminense.

    Queda nas receitas

    A perda de receita relatada (R$ 657 milhões), que equivale ao faturamento de 8,9 dias do turismo local, impactou de forma mais significativa o segmento de bares e restaurantes (R$ 332,1 milhões, o correspondente a 50,3% do total), seguido pelas atividades de transportes, agências de viagens e locadoras de veículos (R$ 215,5 milhões, ou 32,6%), hotéis, pousadas e similares (R$ 97,7 milhões, ou 14,8%) e por atividades culturais e de lazer (R$ 14,7 milhões, ou 2,2%).

    Segundo estimativa da CNC, para cada aumento de 10% na criminalidade, a receita bruta das empresas que compõem a atividade turística do Estado recua, em média, 1,8%. O estudo identifica que a sensibilidade ao aumento da violência no Estado é maior nos segmentos mais dependentes do turismo, tais como hospedagem (-1,9%) e transporte (-2,0%). Já nos segmentos de alimentação e serviços culturais e de lazer, mais ligados à prestação de serviços a residentes, o aumento de 10% na criminalidade no Estado reduz suas receitas em 1,7% e 1,5%, respectivamente.

    Menos empregos

    De janeiro a setembro de 2017, o saldo entre admissões e desligamentos nas atividades que compõem o setor resultou na perda acumulada de -10.237 postos de trabalho com carteira assinada – um aumento de 50% em relação aos 6.823 postos fechados no mesmo período de 2016 –, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

    Para Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, apesar de a realização dos Jogos Olímpicos ter dado um respiro para o setor turístico em julho e agosto de 2016, outros fatores econômicos justificaram o seu desempenho negativo após o grande evento mundial. “A evolução desfavorável do mercado de trabalho brasileiro até o início de 2017 limitou a capacidade de consumo por parte dos turistas nacionais. As restrições impostas ao orçamento das famílias por conta da crise também levaram os consumidores a abrir mão de gastos com lazer. E, mesmo com a reação lenta do emprego e a queda da inflação nos últimos meses, ainda não vemos efeitos da retomada na demanda por serviços turísticos”, disse.

    O que pensa o Turismo

    Para o hoteleiro e presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio, apesar dos dados levantados pela Confederação, algumas iniciativas podem ajudar na recuperação do segmento. “De modo geral, e principalmente no Rio de Janeiro, os governos devem fortalecer iniciativas de apoio à segurança pública, com a mobilização de todos os recursos disponíveis – forças auxiliares, inteligência estratégica, troca de informações entre as autoridades de diversos níveis, campanhas de mobilização social. E o turismo, para ser uma alternativa para a retomada da economia, precisa avançar em diversas frentes, como na transformação da Embratur em agência para ampliar a divulgação dos destinos brasileiros, e em mudanças que facilitem investimentos, como a criação de zonas de exportação turística e a ampliação do número de países com visto eletrônico. A liberação dos cassinos, por exemplo, será um ganho para o Estado do Rio e para o País. São iniciativas que não dependem de investimentos do poder público e podem gerar empregos, o que, sem dúvida, refletirá nos índices de criminalidade”, afirmou Sampaio.

    Confira abaixo o levantamento completo da Divisão Econômica da CNC sobre as perdas no turismo do Rio de Janeiro provocadas pelo aumento da criminalidade 

  • Fecomércio-MA inicia acompanhamento legislativo

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA) deu mais um passo para a implantação do sistema Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis). O assessor legislativo da CNC Reiner Leite coordenou, em 27 de outubro, reunião para capacitar executivos, com foco no alinhamento temático, ação parlamentar e processos legislativos. O encontro também deu continuidade ao treinamento para a instalação da assessoria legislativa em âmbito estadual, iniciada em setembro deste ano.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA) deu mais um passo para a implantação do sistema Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis). O assessor legislativo da CNC Reiner Leite coordenou, em 27 de outubro, reunião para capacitar executivos, com foco no alinhamento temático, ação parlamentar e processos legislativos. O encontro também deu continuidade ao treinamento para a instalação da assessoria legislativa em âmbito estadual, iniciada em setembro deste ano.

    Naquele mês, Reiner Leite mostrou o objetivo e a importância do trabalho da Renalegis para as Federações do Comércio do País. Além disso, destacou as fases de implantação do sistema, com a capacitação de assessores, realização de diagnósticos dos casos legislativos locais e implantação de controle local.

    Após a reunião, o assessor visitou a Assembleia Legislativa acompanhado do superintendente da Fecomércio-MA, Max de Medeiros, e da chefe da Assessoria de Comunicação da entidade, Jovanna Abreu. O objetivo foi conhecer o sistema de tramitação dos processos e projetos dentro da Casa legislativa. Eles foram recebidos pelo diretor geral da Mesa Diretora, Bráulio Martins, e pelo diretor de Tecnologia, Antônio Azevedo Neto, que se colocaram à disposição para viabilizar o procedimento de webservice pretendido pela Fecomércio, para a inserção das informações legislativas disponíveis no site da Assembleia.

    “Esta segunda etapa é de diagnóstico e pesquisa dos projetos de lei de interesse para o comércio de bens, serviços e turismo em tramitação na Câmara Municipal de São Luís e na Assembleia Legislativa do Estado, visando a implantação do controle e acompanhamento dessas proposições”, explicou Max de Medeiros, que também representa a Federação na Renalegis.

    Segundo Reiner Leite, após o conhecimento dos projetos que estão em tramitação, as informações serão repassadas para a base de dados da CNC, que reúne no Portal da Renalegis os temas de interesse que o Sistema Comércio acompanha no Poder Legislativo nos âmbitos federal, estadual e municipal. Nos próximos meses, o assessor retornará à Fecomércio-MA para o treinamento de acesso e administração do Portal.

    Renalegis

    A Rede Nacional de Assessorias Legislativas é um fórum composto por assessores da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e das Federações do Comércio de todo o País, que tem o objetivo de discutir as proposições legislativas tratadas no Congresso Nacional relacionadas ao comércio de bens, serviços e turismo brasileiro, atuando na defesa dos interesses dos empresários e dos sindicatos patronais na esfera federal, alinhando a atuação do Sistema Confederativo do Comércio junto ao Poder Legislativo.

    Com o objetivo de acompanhar, planejar e coordenar as ações legislativas do Sistema Comércio nos parlamentos, de forma a afirmar, fortalecer e defender os legítimos interesses das entidades, a Renalegis busca identificar e monitorar todas as proposições, discursos e requerimentos apresentados que sejam de interesse para a categoria representada, de forma a planejar e desenvolver ações parlamentares que contribuam para o diálogo com o Legislativo e para afirmação institucional.

  • Pesquisa sobre impacto da violência no turismo do Estado do Rio de Janeiro

    Em novo levantamento, um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade no Rio de Janeiro provocou queda de R$ 657 milhões nas receitas do turismo fluminense entre janeiro e agosto de 2017. O montante equivale a 29% do total da perda do faturamento do setor (R$ 2,291 bilhões).

    Em novo levantamento, um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade no Rio de Janeiro provocou queda de R$ 657 milhões nas receitas do turismo fluminense entre janeiro e agosto de 2017. O montante equivale a 29% do total da perda do faturamento do setor (R$ 2,291 bilhões).

    Embora fatores relacionados à conjuntura econômica ajudem a explicar a queda de atividade no turismo fluminense, o estudo aponta a contribuição negativa do aumento da criminalidade no Rio de Janeiro para a recuperação do setor, que responde por mais de 9,9% dos postos de trabalho formais do Estado e por aproximadamente 7% da economia fluminense.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 200/2017

    DESTAQUES:

    Divulgados os fatores de atualização para cálculo das contribuições, dos pecúlios e dos salários-de-contribuição, para o mês de outubro de 2017

    Contran regulamenta a aplicação de multa à pessoa jurídica proprietária do veículo por não identificação do condutor infrator

    Aviso do Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes comunicando que será realizada eleições sindicais no dia 22 de janeiro de 2018, para o quadriênio 2018/2022

    DESTAQUES:

    Divulgados os fatores de atualização para cálculo das contribuições, dos pecúlios e dos salários-de-contribuição, para o mês de outubro de 2017

    Contran regulamenta a aplicação de multa à pessoa jurídica proprietária do veículo por não identificação do condutor infrator

    Aviso do Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes comunicando que será realizada eleições sindicais no dia 22 de janeiro de 2018, para o quadriênio 2018/2022

  • Violência gera perda de R$ 657 milhões no turismo do Rio de Janeiro

    Em novo levantamento, um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade no Rio de Janeiro provocou queda de R$ 657 milhões nas receitas do turismo fluminense entre janeiro e agosto de 2017. O montante equivale a 29% do total da perda do faturamento do setor (R$ 2,291 bilhões).

    Em novo levantamento, um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade no Rio de Janeiro provocou queda de R$ 657 milhões nas receitas do turismo fluminense entre janeiro e agosto de 2017. O montante equivale a 29% do total da perda do faturamento do setor (R$ 2,291 bilhões).

    Embora fatores relacionados à conjuntura econômica ajudem a explicar a queda de atividade no turismo fluminense, o estudo aponta a contribuição negativa do aumento da criminalidade no Rio de Janeiro para a recuperação do setor, que responde por mais de 9,9% dos postos de trabalho formais do Estado e por aproximadamente 7% da economia fluminense.

    Queda nas receitas

    A perda de receita relatada (R$ 657 milhões), que equivale ao faturamento de 8,9 dias do turismo local, impactou de forma mais significativa o segmento de bares e restaurantes (R$ 332,1 milhões, o correspondente a 50,3% do total), seguido pelas atividades de transportes, agências de viagens e locadoras de veículos (R$ 215,5 milhões, ou 32,6%), hotéis, pousadas e similares (R$ 97,7 milhões, ou 14,8%) e por atividades culturais e de lazer (R$ 14,7 milhões, ou 2,2%).

    Segundo estimativa da CNC, para cada aumento de 10% na criminalidade, a receita bruta das empresas que compõem a atividade turística do Estado recua, em média, 1,8%. O estudo identifica que a sensibilidade ao aumento da violência no Estado é maior nos segmentos mais dependentes do turismo, tais como hospedagem (-1,9%) e transporte (-2,0%). Já nos segmentos de alimentação e serviços culturais e de lazer, mais ligados à prestação de serviços a residentes, o aumento de 10% na criminalidade no Estado reduz suas receitas em 1,7% e 1,5%, respectivamente.

    Menos empregos

    De janeiro a setembro de 2017, o saldo entre admissões e desligamentos nas atividades que compõem o setor resultou na perda acumulada de -10.237 postos de trabalho com carteira assinada – um aumento de 50% em relação aos 6.823 postos fechados no mesmo período de 2016 –, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

    Para Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, apesar de a realização dos Jogos Olímpicos ter dado um respiro para o setor turístico em julho e agosto de 2016, outros fatores econômicos justificaram o seu desempenho negativo após o grande evento mundial. “A evolução desfavorável do mercado de trabalho brasileiro até o início de 2017 limitou a capacidade de consumo por parte dos turistas nacionais. As restrições impostas ao orçamento das famílias por conta da crise também levaram os consumidores a abrir mão de gastos com lazer. E, mesmo com a reação lenta do emprego e a queda da inflação nos últimos meses, ainda não vemos efeitos da retomada na demanda por serviços turísticos”, disse.

    O que pensa o Turismo

    Para o hoteleiro e presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio, apesar dos dados levantados pela Confederação, algumas iniciativas podem ajudar na recuperação do segmento. “De modo geral, e principalmente no Rio de Janeiro, os governos devem fortalecer iniciativas de apoio à segurança pública, com a mobilização de todos os recursos disponíveis – forças auxiliares, inteligência estratégica, troca de informações entre as autoridades de diversos níveis, campanhas de mobilização social. E o turismo, para ser uma alternativa para a retomada da economia, precisa avançar em diversas frentes, como na transformação da Embratur em agência para ampliar a divulgação dos destinos brasileiros, e em mudanças que facilitem investimentos, como a criação de zonas de exportação turística e a ampliação do número de países com visto eletrônico. A liberação dos cassinos, por exemplo, será um ganho para o Estado do Rio e para o País. São iniciativas que não dependem de investimentos do poder público e podem gerar empregos, o que, sem dúvida, refletirá nos índices de criminalidade”, afirmou Sampaio.

    Confira abaixo o levantamento completo da Divisão Econômica da CNC sobre as perdas no turismo do Rio de Janeiro provocadas pelo aumento da criminalidade 

  • Sancionada Lei do Refis

    O Presidente da República, Michel Temer, sancionou, em 25 de outubro, o novo programa de parcelamento de débitos tributários, instituído inicialmente pela Medida Provisória nº nº 783/2017, denominado Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), que permite o parcelamento com descontos de dívidas da União, seja de pessoas físicas ou jurídicas.

    O Presidente da República, Michel Temer, sancionou, em 25 de outubro, o novo programa de parcelamento de débitos tributários, instituído inicialmente pela Medida Provisória nº nº 783/2017, denominado Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), que permite o parcelamento com descontos de dívidas da União, seja de pessoas físicas ou jurídicas.

    O texto, convertido na Lei nº 13.496/2017, foi sancionado com quatro vetos, dentre eles destaca-se o que retira do novo Refis as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples. Também foi vetada a possibilidade de pagamento de parcelas de valores reduzidos, insuficientes para a amortização da dívida em tempo hábil, e a aplicação de alíquota zero de Imposto de Renda, Pis e Cofins no uso de créditos fiscais que poderiam ser utilizados para reduzir o valor da dívida.

    O novo Refis possibilitará grande adesão das empresas que possuem dívidas com a União, facilitando uma efetiva quitação dos débitos pelo contribuinte, pois possibilita o uso de prejuízo fiscal para abatimento de dívidas incluídas na Dívida Ativa da União.

    Inicialmente, o Governo Federal tinha expectativa de arrecadar R$ 13 bilhões com o programa, mas os números foram ajustados para R$ 8,8 bilhões no último relatório bimestral de receitas e despesas.

    Para quem aderir na modalidade de parcelamento com descontos, o pagamento da entrada neste ano permaneceu em 20% da dívida, à exceção dos devedores até R$ 15 milhões. Mas os descontos sobre o saldo a partir de 2018 foram ampliados. Se o contribuinte optar por pagar todo o restante da dívida em janeiro do ano que vem, terá abatimento de 90% sobre os juros e 70% sobre as multas. No caso de pagamento em até 145 parcelas, os descontos serão de 80% sobre os juros e de 50% sobre as multas. Na opção de parcelamento em até 175 prestações, permanecem os descontos de 50% dos juros e de 25% das multas.

    O PERT abrange os débitos de natureza tributária e não tributária, vencidos até 30 de abril de 2017, e a adesão, que seria até o dia 11, poderá ser feita até o dia 31 de outubro deste ano.

    Fonte: Assessoria Legislativa CNC

  • Comissão de mudanças climáticas discute produção de bioenergia e biocombustíveis

    As perspectivas de crescimento da produção brasileira de bioenergia e biocombustíveis serão debatidas em audiência pública da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMMC) nesta terça-feira (31/10).

    A bioenergia é aquela obtida a partir da biomassa, ou seja, de matérias-primas renováveis capazes de gerar energia. Já os combustíveis de origem biológica ou natural renovável, gerados a partir da biomassa, são chamados de biocombustíveis.

    As perspectivas de crescimento da produção brasileira de bioenergia e biocombustíveis serão debatidas em audiência pública da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMMC) nesta terça-feira (31/10).

    A bioenergia é aquela obtida a partir da biomassa, ou seja, de matérias-primas renováveis capazes de gerar energia. Já os combustíveis de origem biológica ou natural renovável, gerados a partir da biomassa, são chamados de biocombustíveis.

    Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Brasil é o segundo maior produtor mundial de etanol, biocombustível produzido a partir da biomassa da cana-de-açúcar. Dados da ANP também indicam que cerca de 45% da energia e 18% dos combustíveis consumidos no Brasil já são renováveis. No resto do mundo, 86% da energia vêm de fontes energéticas não renováveis, como o petróleo e o carvão mineral.

    Convidados

    O pedido de realização do debate é do relator da comissão, deputado Sérgio Souza (PMDB-PR). Foram convidados para a audiência Eduardo Leão de Sousa, diretor executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA); Daniel Furlan, gerente de Economia da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove); Juan Diego Ferrés, presidente da União Brasileira do Biodiesel e do Bioquerosene (Ubrabio); Rafael Gonzales, diretor do Centro Internacional de Energias Renováveis-Biogás (CIBiogás).

    A audiência está marcada para às 14h30, na sala 7 da Ala Alexandre Costa, no Anexo 2 do Senado. Comentários ou perguntas podem ser enviados por meio do Portal e-Cidadania e da central de atendimento Alô Senado, pelo número 0800 612211.

    Como acompanhar e participar

    http://bit.ly/audienciainterativa

    www.senado.gov.br/ecidadania

  • Comissão permite dedução de despesas com medicamentos de IR de idosos

    A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou em 4 de outubro o Projeto de Lei nº 7898/2010, do deputado Manoel Junior (PMDB-PB), que permite a aposentados e pensionistas com 60 anos ou mais deduzir do Imposto de Renda as despesas com medicamentos para uso próprio.

    A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou em 4 de outubro o Projeto de Lei nº 7898/2010, do deputado Manoel Junior (PMDB-PB), que permite a aposentados e pensionistas com 60 anos ou mais deduzir do Imposto de Renda as despesas com medicamentos para uso próprio.

    Pelo texto, o gasto deverá ser comprovado com receituário médico e nota fiscal em nome do beneficiário. A proposta altera a Lei nº 9.250/1995, que trata do Imposto de Renda, na parte que lista as deduções possíveis. Atualmente, podem ser deduzidos da declaração pagamentos efetuados a médicos e dentistas e a outros profissionais da saúde, entre outras despesas.

    O parecer do relator, deputado Geraldo Resende (PSDB-MS), foi favorável à proposta. “A possibilidade de as pessoas idosas reduzirem a base de cálculo do imposto de renda, com o cômputo das despesas com medicamentos, além de garantir melhores condições para o tratamento das enfermidades que surgem com o passar dos anos, promove alívio nos seus orçamentos familiares, numa situação em que podem ter a sua capacidade de gerar renda limitada com o avanço da idade”, disse.

    “Trata-se de despesa médica tão essencial quanto aquelas com consultas e exames, já consideradas dedutíveis pela legislação tributária em vigor”, completou.

    Já aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família, a proposta segue para análise conclusiva das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Confiança do comércio aumenta 0,3% em outubro

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 107,2 pontos no mês de outubro, acima da zona de indiferença (100 pontos). Após três meses de queda, o indicador teve alta de 0,3%, com ajuste sazonal, ante setembro e aumento de 10,3% na comparação com outubro do ano passado.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 107,2 pontos no mês de outubro, acima da zona de indiferença (100 pontos). Após três meses de queda, o indicador teve alta de 0,3%, com ajuste sazonal, ante setembro e aumento de 10,3% na comparação com outubro do ano passado.

    “O comércio está otimista com a perspectiva de melhor desempenho das vendas no fim deste ano do que nos dois anos anteriores. Além disso, a recuperação gradual da atividade econômica e do consumo das famílias impulsiona aos poucos as vendas do comércio”, avalia Izis Ferreira, economista da CNC.

    Condições atuais melhores que em 2016

    Apesar de o subíndice que mede a avaliação das condições correntes pelo comerciante ter apresentado leve queda de 0,6%, na série com ajuste sazonal, na comparação com outubro do ano passado o índice apresentou um importante aumento de 34,7%. Mesmo assim, continua na zona negativa (abaixo dos 100 pontos), com 77,3 pontos.

    Na comparação anual, a avaliação dos varejistas melhorou em todos os itens (economia, setor e empresa), com destaque para a economia, com aumento de 48,3%. A percepção dos comerciantes sobre o desempenho do comércio e da própria empresa teve incremento de 35,6% e 25,9%, respectivamente.

    Neste outubro, 32% dos comerciantes consideram o desempenho da economia melhor do que há um ano. No mesmo período de 2016, esse percentual era de 18,1% dos entrevistados.

    Alta nas expectativas mesmo com o fim da liberação do FGTS inativo

    O Índice de Expectativas do Empresário do Comércio aumentou 0,3% em relação a setembro e 1,2% na comparação com outubro de 2016. Apesar do arrefecimento na evolução das expectativas dos comerciantes, o componente atingiu o mesmo nível do início de 2014 e segue sendo o único subíndice do Icec acima da zona de indiferença, com 150,3 pontos.

    As perspectivas no curto prazo em relação ao desempenho do comércio e da própria empresa melhoraram relativamente em comparação com outubro de 2016 (+1,5% e +2,0%). Já as perspectivas quanto às evoluções da economia mantiveram-se praticamente estáveis (-0,2%).

    Na avaliação de 80,7% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos seis meses à frente. Em setembro, esse percentual havia alcançado 78,4% e, em julho, 77%.

    Entusiasmo para o Natal

    Os preparativos para as festas de fim de ano mostram impacto positivo no subíndice que mede as intenções de investimento do comércio, que aumentaram 1,1% em outubro, com ajuste sazonal. Na comparação anual, o subíndice aumentou 9,7%, puxado por incrementos tanto na intenção de contratar quanto na de investir no próprio negócio e em estoques. A intenção de investimento nos estoques cresceu +3,9%, a maior taxa registrada na série histórica da variação no ano desde outubro de 2012. Na comparação mensal, com ajuste sazonal, também todos os índices apresentaram crescimento pela segunda vez consecutiva: funcionários (+1,3%), estoques (+1%) e investimentos na empresa (0,8%).

    Para 27,8% dos comerciantes consultados em outubro, o nível dos estoques está acima do que esperavam vender, proporção menor do que a apontada em setembro (28,5%).

    No corte por grupo de atividade, os comerciantes de bens duráveis apontaram maior intenção de investir em estoques na comparação com outubro do ano passado (+5%), seguido pelos lojistas de semiduráveis (+4,9%).

    A CNC estima crescimento de 4,3% no volume de vendas do varejo no Natal de 2017, o primeiro aumento no período desde o Natal de 2014.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) detecta as tendências do setor, do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.