3ª Turma da Câmara Superior
Desmutualização / Decisão judicial
Processo 16327.720664/2013-79
3ª Turma da Câmara Superior
Desmutualização / Decisão judicial
Processo 16327.720664/2013-79
3ª Turma da Câmara Superior
Desmutualização / Decisão judicial
Processo 16327.720664/2013-79
3ª Turma da Câmara Superior
Desmutualização / Decisão judicial
Processo 16327.720664/2013-79
3ª Turma da Câmara Superior
Receitas financeiras / Decisão judicial
Processo 10675.720831/2010-01
3ª Turma da Câmara Superior
Receitas financeiras / Decisão judicial
Processo 10675.720831/2010-01
3ª Turma da Câmara Superior
IOF/Mútuo
Processo 16327.720417/2012-91
3ª Turma da Câmara Superior
IOF/Mútuo
Processo 16327.720417/2012-91
2ª Turma
ICMS / débito fiscal
Resp 1.662.619
Relator: Herman Benjamin
2ª Turma
ICMS / débito fiscal
Resp 1.662.619
Relator: Herman Benjamin
2ª Turma
FGTS / Dívida Ativa
Resp 1.673.421
Relator: Herman Benjamin
2ª Turma
FGTS / Dívida Ativa
Resp 1.673.421
Relator: Herman Benjamin
O Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur) promoveu dia 18 de outubro, em Brasília, um café da manhã com deputados e senadores para debater a pauta de projetos de interesse em tramitação no Congresso. Cerca de 60 parlamentares estiveram no encontro, que precedeu a 93ª Reunião Ordinária da entidade.
O Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur) promoveu dia 18 de outubro, em Brasília, um café da manhã com deputados e senadores para debater a pauta de projetos de interesse em tramitação no Congresso. Cerca de 60 parlamentares estiveram no encontro, que precedeu a 93ª Reunião Ordinária da entidade.
O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, agradeceu o empenho dos parlamentares e dirigentes de instituições em favor de medidas pró-desenvolvimento do turismo, como as priorizadas na atuação do Fornatur. “A CNC sente-se muito honrada em patrocinar este evento e ajudar na interação com o Congresso, dando suporte às boas causas que visam ao incremento das atividades desse importante segmento da economia nacional.”
O Cetur, disse Sampaio, apoia firmemente o pacote integrado pelo programa Brasil + Turismo, que busca soluções técnicas para gargalos históricos, elevar o número de turistas nacionais e estrangeiros e gerar emprego e renda, e a proposta de modernização da Lei Geral do Turismo, para criar um ambiente de negócios mais empreendedor e agilizar o desenvolvimento do setor e, por fim, a iniciativa de transformar a Embratur em uma agência de fomento, prevista no Projeto de Lei nº 2.724/2015. Adotando o modelo jurídico de serviço social autônomo, a Embratur poderia fazer convênios e buscar outras fontes de recursos, em vez de ficar restrita aos repasses da União. “Nós empresários de turismo entendemos que essas mudanças são fundamentais.”
O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, reforçou os argumentos do dirigente da CNC. Para ele, somente com uma Embratur moderna, funcionando como agência, será possível estabelecer parcerias com a iniciativa privada e o Brasil sair do atual patamar de 6,6 milhões de turistas internacionais e U$ 6,9 bilhões de recursos arrecadados. “A meta até 2022 é chegar a 12 milhões de turistas, com uma receita de U$ 19 bilhões”, disse.
Potencial turístico
Segundo ele, o Brasil tem o maior potencial natural para o turismo entre todos os países do mundo, de acordo com o Fórum Econômico Mundial e o Conselho Mundial de Viagens e Turismo. Lummertz disse se sentir honrado com o apoio de todas as entidades à modernização da Embratur, “mas é fundamental que o Congresso avance no seu apoio e aprove todas as proposições que visam, mais do que empoderá-la, fortalecer a indústria do turismo no Brasil”.
O presidente do Fornatur, Felipe Carreras, deputado federal do PSB-PE licenciado e secretário de Turismo de Pernambuco, citou entre as medidas que precisam do apoio parlamentar a legalização dos cassinos, “que vai atrair muitos investimentos para o País”. Além disso, a aprovação do projeto geraria mais empregos e renda.
O vice-presidente da CNC e presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, também participou do evento, realizado no restaurante do Senac na Câmara dos Deputados.
O governo concordou em uma reforma da Previdência simplificada em relação à proposta original, desde que sejam mantidos três pontos: idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres), tempo de contribuição de 25 anos e uma regra de transição. O acerto foi feito durante reunião na última semana entre o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o da Casa Civil, Eliseu Padilha, o secretário da Previdência, Marcelo Caetano, e o deputado Arthur Maia (PPS-BA), relator do projeto na Câmara. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
O governo concordou em uma reforma da Previdência simplificada em relação à proposta original, desde que sejam mantidos três pontos: idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres), tempo de contribuição de 25 anos e uma regra de transição. O acerto foi feito durante reunião na última semana entre o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o da Casa Civil, Eliseu Padilha, o secretário da Previdência, Marcelo Caetano, e o deputado Arthur Maia (PPS-BA), relator do projeto na Câmara. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Atualmente, o limite mínimo para se aposentar com o benefício integral é de 30 anos de contribuição para mulheres, 35 para homens, sem idade mínima; ou 60 anos para mulheres, 65 para homens, com tempo de contribuição de 15 anos.
A possibilidade de uma reforma “desidratada” já vinha sido defendida por deputados, mas a resistência à ideia acontecia porque o governo defendia uma mudança mais abrangente. Com os pedidos de investigação contra o presidente Michel Temer, motivado pelas delações premiadas dos executivos da JBS, a aposta é de que a aprovação da reforma ficaria mais difícil.
Segundo a reportagem, a ideia é que o projeto simplificado seja aprovado até o fim deste ano, com votação no Plenário da Câmara até novembro. As negociações seriam abertas após a votação da segunda denúncia contra Temer, atualmente em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A reforma da Previdência foi aprovada em comissão especial em maio, e ainda precisa passar pelo plenário da Casa, e do Senado, em dois turnos.
Entre os itens que o governo aceitaria deixar de fora da reforma estariam o aumento da idade para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para idosos e mudanças na aposentadoria rural.
Fonte Veja.com
A Comissão de Cultura aprovou a proposta que altera o Estatuto da Juventude (Lei n° 12.852/2013) para obrigar o poder público a estimular atividades econômicas no campo que estejam vinculadas às áreas da cultura e do turismo.
A Comissão de Cultura aprovou a proposta que altera o Estatuto da Juventude (Lei n° 12.852/2013) para obrigar o poder público a estimular atividades econômicas no campo que estejam vinculadas às áreas da cultura e do turismo.
Foi aprovado o Projeto de Lei n° 3660/2015, do deputado Cabuçu Borges (PMDB-AP). Relator no colegiado, o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ), concordou com a iniciativa. Para ele, além de ampliar o alcance dos direitos culturais, o texto possibilita ao jovem do campo o direito à profissionalização e ao trabalho.
“É preciso dar condições efetivas de permanência do jovem na zona rural e isso passa, necessariamente, por oportunidades de profissionalização e emprego no vasto mundo da cultura e do turismo”, disse o relator.
O projeto determina que a ação do poder público para garantir o direito do jovem à profissionalização, ao trabalho e à renda envolva ainda a promoção de programas que contribuam para a formação e a profissionalização de agentes culturais no campo.
Tramitação
O projeto será analisado agora, de forma conclusiva, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A Medida Provisória n° 795/2017, que reduz tributos de empresas envolvidas nas atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural, pode ser votada hoje pela comissão mista que analisa a matéria. O colegiado iniciou a discussão da proposta nesta terça-feira (17), mas devido ao início das votações no plenário do Senado, a reunião foi suspensa.
Complementação de Voto
A Medida Provisória n° 795/2017, que reduz tributos de empresas envolvidas nas atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural, pode ser votada hoje pela comissão mista que analisa a matéria. O colegiado iniciou a discussão da proposta nesta terça-feira (17), mas devido ao início das votações no plenário do Senado, a reunião foi suspensa.
Complementação de Voto
Parlamentares da oposição criticaram as mudanças propostas pela MP. Para o deputado Henrique Fontana (PT-RS), a medida vai prejudicar a indústria nacional ao incentivar a importação com benefícios fiscais. “A aprovação desta MP destrói qualquer possibilidade de recuperação da indústria naval brasileira. É um dos programas mais robustos de incentivo tributário para importações”, lamentou.
O relator da MP n° 795/2017, Júlio Lopes (PP-RJ), rebateu as críticas. Ele apresentou complementação de voto, na qual retira a indústria naval da proposta. “No meu estado, a indústria naval é da maior importância. Somos o maior construtor de navios do Brasil. Eu não prejudicaria meu estado com uma medida que desfavoreça a indústria nacional”, destacou.
Lopes afirmou ainda que a MP foi editada para reestruturar o setor e dar mais competitividade internacional às reservas de petróleo e gás do País. Ele também incluiu na complementação de voto artigo que beneficia toda a cadeia produtiva do petróleo com as isenções de impostos federais. “Não há agressão à indústria nacional, há proteção de toda a cadeia do petróleo e regras estáveis de longo prazo”, afirmou.
Relatório
No relatório apresentado na semana passada, Lopes acatou algumas das 46 emendas apresentadas. Entre as mudanças sugeridas por ele, está a ampliação do prazo de vigência das novas regras de tributação para 31 de dezembro de 2040.
“Considerando a complexidade e os prazos em que são realizados os investimentos e o início das operações da atividade de exploração e produção de óleo e gás, o prazo de cinco anos concedido aos incentivos criados pela MP torna-se insuficiente e com reduzidos efeitos”, avaliou Lopes.
O novo prazo é o mesmo estabelecido para o Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação de bens destinados à exploração e à produção de petróleo e gás natural (Repetro), que foi ampliado recentemente por decreto (n° 9.128/2017). “Dessa forma, conferimos simetria de tratamento tributário entre o produto nacional e o importado, estabelecendo maior segurança jurídica aos contribuintes contemplados pelas medidas”, concluiu.
A MP n° 795/2017 foi editada para estimular a participação de empresas nas licitações de blocos das camadas pré-sal e pós-sal, que serão conduzidas ainda este ano pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Somente para 2018, a previsão de renúncia de receita, decorrente dos incentivos fiscais, chegará a aproximadamente R$ 16,4 bilhões.
Em seu parecer, Julio Lopes destacou a necessidade das medidas diante da queda dos preços do petróleo a partir de 2014, o que acarretou a diminuição dos investimentos no setor e a perspectiva de diminuição da produção. “Assim, precisamos aperfeiçoar o regime fiscal brasileiro para viabilizar os projetos petrolíferos e atrair investimentos estrangeiros”, argumentou.
A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 13 da ala Alexandre Costa, no Senado.
A Comissão de Cultura aprovou no dia 16 de agosto o Projeto de Lei n° 7641/2017, do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que institui o Fundo Patrimonial Vinculado, para destinar recursos a entidades privadas, sem fins lucrativos, que atuam no fomento de atividades culturais de interesse público.
O projeto recebeu parecer favorável do relator, o deputado Thiago Peixoto (PSD-GO).
A Comissão de Cultura aprovou no dia 16 de agosto o Projeto de Lei n° 7641/2017, do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que institui o Fundo Patrimonial Vinculado, para destinar recursos a entidades privadas, sem fins lucrativos, que atuam no fomento de atividades culturais de interesse público.
O projeto recebeu parecer favorável do relator, o deputado Thiago Peixoto (PSD-GO).
O fundo atuará nos moldes dos endowment funds, comuns em países desenvolvidos. Esses fundos são formados por doações privadas, de pessoas e empresas, e o patrimônio criado é investido no mercado financeiro e acionário, de modo a gerar uma receita contínua para aplicação em ações específicas.
O relator disse que a proposta pode criar uma fonte de financiamento permanente para a cultura, que hoje “vem passando por grandes problemas, especialmente nesse momento de crise financeira e corte de gastos”.
Ele lembrou que o modelo atual de financiamento desse setor é baseado em leis de incentivo fiscal, que não dão sustentabilidade para instituições culturais e artísticas privadas sem fins lucrativos.
Formato
De acordo com o projeto aprovado, o Fundo Patrimonial Vinculado será criado e gerido, a partir das doações, por uma entidade privada sem fins lucrativos da área cultural. Ele terá personalidade jurídica de direito privado, patrimônio próprio (que não se confunde com o da entidade criadora) e o desembolso para ações culturais será limitado a 10% do patrimônio do fundo.
A fonte de recursos do fundo serão doações em dinheiro, imóveis e ações, além de direitos de qualquer espécie, feitas por pessoas ou empresas, brasileiras ou estrangeiras. A carteira de investimento será definida por um comitê de investimentos, integrado por três pessoas do mercado financeiro e de capital, indicados pelo conselho de administração. O texto contém ainda regras detalhadas de administração e governança dos fundos.
Os fundos que forem criados serão isentos de tributos federais. Os doadores também receberão incentivos fiscais para fazer as doações, baseados em deduções no Imposto de Renda dos valores doados.
Emendas
Uma das inovações da proposta é a possibilidade de emendas ao orçamento, apresentadas por deputados e senadores, destinarem recursos para os fundos patrimoniais vinculados. Caberá à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e à lei orçamentária definir as regras para apresentação destas emendas.
Anualmente, os 594 congressistas (513 deputados e 81 senadores) podem destinar recursos para investimentos em áreas e locais de seus interesses, como bases eleitorais. Em 2017, por exemplo, cada parlamentar pôde apresentar até 25 emendas, no valor global de R$ 15,3 milhões por congressista.
Tramitação
O PL n° 7641/2017 tramita em caráter conclusivo e será analisado agora nas comissões de Comissão de Finanças e Tributação; e Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.