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  • CNC se posiciona sobre projetos que alteram a Reforma Trabalhista

    Nesta semana, a CNC emitiu parecer sobre dois Projetos de Lei do Senado importantes para o empresariado: PLS n° 289/2017 e n° 271/2017, ambos relacionados à Reforma Trabalhista, que passará a vigorar no País a partir de novembro deste ano.

    Nesta semana, a CNC emitiu parecer sobre dois Projetos de Lei do Senado importantes para o empresariado: PLS n° 289/2017 e n° 271/2017, ambos relacionados à Reforma Trabalhista, que passará a vigorar no País a partir de novembro deste ano.

    O PLS n° 289/2017, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), pretende revogar o art. 507-B da CLT, que disciplina a quitação anual das obrigações trabalhistas. Segundo a parlamentar, o referido dispositivo não observa o estado de hipossuficiência do empregado na relação de trabalho, que poderá ser pressionado a dar essa quitação, a fim de manter o pacto laboral.

    Ressalta-se que o instrumento não obriga o trabalhador a dar quitação das obrigações da empresa, tratando-se de uma opção dada ao empregado, que só terá eficácia com a participação do sindicato representativo da categoria. Neste caso, não há que se falar em relação de hipossuficiência, pois o trabalhador, representado por seu sindicato, estará em condição de igualdade perante a empresa.

    Já o PLS n° 271/2017, de autoria do senador Paulo Paim (PT/RS), revoga o art. 484-A da CLT, para suprimir a possibilidade de extinção do contrato de trabalho através de acordo entre empregado e empregador. Neste caso, invoca-se, também, a condição de hipossuficiência do trabalhador.

    A CNC destaca que a principal característica da Reforma Trabalhista é a valorização da negociação coletiva como forma de resolução de conflitos e de regulamentação das relações de trabalho, sem a supressão dos direitos dos trabalhadores. A Reforma modernizará as relações de trabalho, propiciará a geração de empregos e impulsionará a economia. Com isto, a atuação no Senado será no sentido de manutenção dos referidos artigos.

    Fonte: Assessoria Legislativa – CNC

  • Boletim Informativo Diário (BID) 191/2017

    DESTAQUES:

    Aprovado o Regimento Interno da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    Criado Grupo de Trabalho que visa atualização e melhoria nos serviços de planos de saúde

    Instituído o Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do INSS em Vitória, composto, entre outros, por membros da Fecomércio-ES, como representantes dos empregadores

    DESTAQUES:

    Aprovado o Regimento Interno da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    Criado Grupo de Trabalho que visa atualização e melhoria nos serviços de planos de saúde

    Instituído o Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do INSS em Vitória, composto, entre outros, por membros da Fecomércio-ES, como representantes dos empregadores

    Ministério do Trabalho estabelece conceitos de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas à de escravo para fins de concessão de seguro-desemprego ao trabalhador que vier a ser resgatado em fiscalização do Ministério do Trabalho

    Convocação do Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa do Estado de São Paulo para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 28 de novembro de 2017

    Convocação do Sindicato dos Corretores e das Empresas Corretoras de Seguros, de Capitalização, de Previdência Privada e de Resseguros no Estado de Goiás/SINCOR-GO para a Assembleia Geral Extraordinária a se realizar no dia 17 de novembro de 2017

  • Black Friday da Fronteira teve gasto médio de R$ 1,7 mil, mostra Fecomércio-MS

    O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS levantou o perfil dos consumidores e de gastos durante a Black Friday Fronteira, entre os dias 7 e 10 de setembro, considerando uma margem de erro de 3% e 95% de confiança. 

    O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS levantou o perfil dos consumidores e de gastos durante a Black Friday Fronteira, entre os dias 7 e 10 de setembro, considerando uma margem de erro de 3% e 95% de confiança. 

    A iniciativa foi realizada em parceria com a Empresa de Consultoria Júnior FIP – MAGSUL, que aplicou os questionários, e com o apoio do Sindicato Varejista de Ponta Porã, da Associação Comercial de Ponta Porã e da Câmara de Indústria Y Turismo (Pedro Juan Caballero, PY). Uma das constatações é que o gasto do turista aumentou consideravelmente de 2014 para a edição deste ano, 2017. O valor médio gasto passou de R$ 1.398,00 em 2014 para R$ 1.756,94 em 2017, um aumento de 25,67%. Entre os itens mais comprados, destacaram-se eletrônicos (20,21%), perfumes (14,32%) e artigos do vestuário (10,58%). “Um dado importante é que 96,65% encontraram o que procuravam e 60,37% utilizaram o real. As expectativas de preços também tiveram efeito positivo, 54,37% dos consumidores se sentiram atendidos”, diz o presidente do IPF-MS, Edison Araújo. 

    A maioria dos turistas que participaram da Black Friday Fronteira 2017 possui de 26 a 40 anos (46,96%). Os meios predominantes de informação sobre a ação foram internet e facebook, citados por 37,17% e 27,09%, respectivamente, dos participantes da Black Friday. No que diz respeito à cidade de origem, destacaram-se Campo Grande, Dourados e Ponta Porã e, entre os Estados, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Paraná. A pesquisa também ouviu os consumidores sobre possíveis preocupações com viagens, e a maior parte deles, 40,6%, mencionou a segurança, enquanto 18,09% não demonstraram preocupação com qualquer aspecto e 17,92% mencionaram a fiscalização. Entre os que aproveitaram outras modalidades de turismo, destacaram-se Cerro Corá (33,95% dos entrevistados) e (32,1%) o Chacuru.

     

  • CNC revisa de -3,6% para -3,4% projeção para setor de serviços este ano

    Em agosto, o volume de receitas do setor de serviços recuou 1,0% na comparação com julho, já descontados os efeitos sazonais. É o que mostra a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (17) pelo IBGE. Esse foi o pior resultado do indicador para meses de agosto desde o início da pesquisa em 2012.

    Na comparação com o mesmo agosto de 2016, o segmento amargou sua 30ª retração seguida, apesar da queda menos intensa de agosto (-2,4% ante agosto de 2016). O setor acumula uma perda de 3,8% na comparação entre os oito primeiros meses de 2017 e o mesmo período de 2016.

    De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), para que o setor de serviços não registre queda real de receitas em 2017, seria necessário um mais que improvável crescimento de mais de 7% entre setembro a dezembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar disso, a tendência recente de quedas menos intensas e as expectativas de que os juros ao consumidor e às empresas deverão manter trajetórias mais seguras nos próximos meses, o que levou a Confederação a projetar queda de -3,4% para o setor em 2017. Nos dois últimos anos, os serviços registraram quedas de 3,6% e 5,0%, respectivamente.

    O chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes, está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Comissão obriga restaurantes e lanchonetes a informarem data de validade de produtos perecíveis

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou em 27 de setembro a proposta que obriga estabelecimentos comerciais que atuam no setor alimentício que ofertam ao consumidor produtos alimentícios e perecíveis em recipientes, embalagens, frascos ou similares a informarem em cartazes as datas de validade para utilização após a abertura dos produtos.

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou em 27 de setembro a proposta que obriga estabelecimentos comerciais que atuam no setor alimentício que ofertam ao consumidor produtos alimentícios e perecíveis em recipientes, embalagens, frascos ou similares a informarem em cartazes as datas de validade para utilização após a abertura dos produtos.

    O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Eros Biondini (Pros-MG), ao Projeto de Lei nº 1305/2015, do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), e ao PL nº 1885/2015, apensado. Caso seja aprovada, a medida valerá, por exemplo, para os recipientes de ketchup, shoyu (molho de soja), mostarda, maionese, vinagre e azeite, que são colocados à disposição do cliente em balcões e mesas de restaurantes e lanchonetes.

    O projeto original previa que a informação fosse inscrita na embalagem do produto. Já o substitutivo prevê que a divulgação ocorra por meio de cartazes afixados em locais próximos às mesas, gôndolas ou balcões onde se localizam os produtos ofertados. A divulgação das datas deverá ter a mesma visibilidade dos preços anunciados para as refeições. Os cartazes deverão indicar o nome do gerente responsável pelas informações.

    Promoções

    O relator também incorporou ao substitutivo medida prevista no PL 1885/15, obrigando estabelecimentos comerciais a divulgar a data de vencimento da validade dos produtos anunciados em todos os tipos de promoções, inclusive relâmpagos. A data de validade deverá constar nos cartazes, panfletos, encartes, internet, aplicativos e demais meios de comunicação utilizados pela empresa.

    O descumprimento das medidas sujeitará os infratores às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), que vão de multa à interdição do estabelecimento.

    Tramitação

    A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Comissão aprova alteração de norma do Sistema de Controle de Medicamentos

    A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou no dia 9 de agosto a proposta que deixa de submeter a atividade de prescrição de medicamentos – atribuída a médicos, dentistas e veterinários – às regras do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. A medida está prevista no Projeto de Lei nº 6511/2016, do deputado Dr. Sinval Malheiros (Pode-SP), que é médico.

    A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou no dia 9 de agosto a proposta que deixa de submeter a atividade de prescrição de medicamentos – atribuída a médicos, dentistas e veterinários – às regras do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. A medida está prevista no Projeto de Lei nº 6511/2016, do deputado Dr. Sinval Malheiros (Pode-SP), que é médico.

    Segundo o autor, a prescrição só pode ser feita por profissional legalmente habilitado, que deve ter sua autonomia respeitada. Ele argumenta que a prescrição de medicamentos não tem relação com a circulação dos medicamentos na cadeia farmacêutica.

    O relator na comissão, deputado Rodrigo Martins (PSB-PI), defendeu a proposta. Ele afirmou que não há justificativa para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exerça controle sobre os profissionais habilitados a prescrever medicamentos, “o que, de fato, deve ser de competência dos conselhos profissionais respectivos”. Rodrigo Martins optou, no entanto, por um novo texto para adequar os termos do projeto à nova lei de controle de medicamentos (Lei nº 13.410/2016).

    A nova lei, sancionada no fim de 2016, permite o rastreamento dos medicamentos durante toda a cadeia produtiva, desde a indústria farmacêutica até o consumidor final. O objetivo é combater falsificações e adulterações desses produtos.

    O projeto ainda será analisado conclusivamente pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Venda fracionada de medicamentos veterinários pode ser votada na CAS

    O primeiro item da pauta de votações da reunião da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da quarta-feira (18/10) é o PLC nº 59/2017, que permite a venda fracionada de medicamentos em clínicas veterinárias e pet shops. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio.

    A venda fracionada poderá ser feita por todos e quaisquer “estabelecimentos que tenham autorização para comercializar medicamentos de uso veterinário”. O fracionamento dos medicamentos, segundo o projeto, deverá ser feito por “profissional habilitado para atender à prescrição”.

    O primeiro item da pauta de votações da reunião da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da quarta-feira (18/10) é o PLC nº 59/2017, que permite a venda fracionada de medicamentos em clínicas veterinárias e pet shops. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio.

    A venda fracionada poderá ser feita por todos e quaisquer “estabelecimentos que tenham autorização para comercializar medicamentos de uso veterinário”. O fracionamento dos medicamentos, segundo o projeto, deverá ser feito por “profissional habilitado para atender à prescrição”.

    De autoria do deputado Ricardo Izar (PP-SP), o PLC recebeu voto favorável da relatora, senadora Lídice da Mata (PSB-BA). Na justificativa, Izar afirmou que, da mesma maneira que o ser humano enfermo, “o animal não necessita fazer uso de todos os comprimidos ou medicamentos que se encontram em uma embalagem, sendo necessário somente o uso de uma parcela daquele montante, em determinadas circunstâncias”.

    No substitutivo que apresentou, a relatora retirou do texto a obrigação de os fabricantes de medicamentos veterinários destinarem pelo menos 60% de sua produção para embalagens próprias para a venda fracionada. Lídice também tirou a obrigação de o estabelecimento obter licença especial da autoridade sanitária estadual.

    Pelo texto que será votado, regulamento posterior definirá as condições técnicas e operacionais necessárias à dispensação fracionada dos medicamentos.

  • Comissão debate com ministro programas e projetos de turismo regional

    A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia debate nesta quarta-feira (18/10) com o ministro do Turismo Marx Beltrão os programas e projetos de turismo regional. O debate será realizado a pedido de diversos deputados.

    O deputado Valadares Filho (PSB-SE), que está entre os solicitantes da audiência pública, destaca que o turismo, quando bem desenvolvido, além de levar o desenvolvimento econômico, demanda que os prestadores de serviços passem por cursos de qualificação profissional para que possam oferecer serviços e atendimento de qualidade.

    A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia debate nesta quarta-feira (18/10) com o ministro do Turismo Marx Beltrão os programas e projetos de turismo regional. O debate será realizado a pedido de diversos deputados.

    O deputado Valadares Filho (PSB-SE), que está entre os solicitantes da audiência pública, destaca que o turismo, quando bem desenvolvido, além de levar o desenvolvimento econômico, demanda que os prestadores de serviços passem por cursos de qualificação profissional para que possam oferecer serviços e atendimento de qualidade.

    “No que se refere ao turismo regional, consideramos que essa atividade pode ser um grande propulsor do desenvolvimento de regiões que aparentemente não apresentam atrativos para o desenvolvimento de outras atividades econômicas, mas que possuem atrativos turísticos que ainda não foram totalmente explorados, por se localizarem fora dos grandes centros urbanos”, afirma.

    O debate será realizado às 9h30 no plenário 15.

     

  • Seminário debate gestão de resíduos sólidos nas cidades

    A Comissão de Desenvolvimento Urbano promove, nesta terça-feira (17/10), um seminário para discutir avanços e entraves na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com enfoque nos impactos na qualidade de vida nas cidades. O evento foi sugerido pelos deputados Givaldo Vieira (PT-ES), presidente da comissão, e Paulo Teixeira (PT-SP).

    A Comissão de Desenvolvimento Urbano promove, nesta terça-feira (17/10), um seminário para discutir avanços e entraves na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com enfoque nos impactos na qualidade de vida nas cidades. O evento foi sugerido pelos deputados Givaldo Vieira (PT-ES), presidente da comissão, e Paulo Teixeira (PT-SP). Eles destacam que apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei nº 12.305/2010) ter colocado o País na seleta lista de nações que assumiram o enfrentamento do problema dos resíduos sólidos de maneira efetiva, ainda há dificuldades para sua plena execução

    “Até o momento, apenas 40% dos municípios brasileiros conseguiram acabar com os lixões, cuja manutenção gera degradação do meio ambiente e impacto inevitável à saúde dos cidadãos”, disse Vieira. “Os municípios também não têm conseguido dar um tratamento adequado à coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos, de forma que apenas cerca de 15% das cidades têm programas de coleta seletiva”, acrescentou.

    O seminário será dividido em duas mesas de debate. A primeira discutirá a “Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos nos municípios e seus impactos”; a segunda mesa tratará dos “Instrumentos da Política de Resíduos Sólidos”.

    Participação popular

    O evento, que será interativo, ocorrerá no plenário 12, a partir das 13 horas. Os cidadãos podem participar enviando perguntas e comentários pelo portal e-Democracia.

  • CNC revisa de -3,6% para -3,4% projeção para setor de serviços este ano

    Em agosto, o volume de receitas do setor de serviços recuou 1,0% na comparação com julho, já descontados os efeitos sazonais. É o que mostra a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (17) pelo IBGE. Esse foi o pior resultado do indicador para meses de agosto desde o início da pesquisa em 2012. 

    Em agosto, o volume de receitas do setor de serviços recuou 1,0% na comparação com julho, já descontados os efeitos sazonais. É o que mostra a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (17) pelo IBGE. Esse foi o pior resultado do indicador para meses de agosto desde o início da pesquisa em 2012. 

    Na comparação com o mesmo agosto de 2016, o segmento amargou sua 30ª retração seguida, apesar da queda menos intensa de agosto (-2,4% ante agosto de 2016). O setor acumula uma perda de 3,8% na comparação entre os oito primeiros meses de 2017 e o mesmo período de 2016. 

    De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), para que o setor de serviços não registre queda real de receitas em 2017, seria necessário um mais que improvável crescimento de mais de 7% entre setembro a dezembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar disso, a tendência recente de quedas menos intensas e as expectativas de que os juros ao consumidor e às empresas deverão manter trajetórias mais seguras nos próximos meses, o que levou a Confederação a projetar queda de -3,4% para o setor em 2017. Nos dois últimos anos, os serviços registraram quedas de 3,6% e 5,0%, respectivamente.

    Acesse abaixo o estudo na íntegra.