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  • Percentual de famílias com contas em atraso e sem condições de pagar alcança o maior patamar do ano em agosto

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso, 24,6%, alcançou o maior patamar do ano em agosto de 2017. O mesmo ocorreu com o percentual de famílias que permaneceram inadimplentes, 10,1%, que alcançou o maior nível desde janeiro de 2010. O número total de endividados chegou a 58%, o que representa alta em relação aos 57,1% observados em julho.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso, 24,6%, alcançou o maior patamar do ano em agosto de 2017. O mesmo ocorreu com o percentual de famílias que permaneceram inadimplentes, 10,1%, que alcançou o maior nível desde janeiro de 2010. O número total de endividados chegou a 58%, o que representa alta em relação aos 57,1% observados em julho. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, o índice permaneceu estável.

    “O desemprego ainda elevado pode ajudar a explicar a maior dificuldade das famílias em pagar suas contas em dia. Porém, apesar da queda das taxas de juros, a contratação de novos empréstimos e financiamentos pelas famílias tem se recuperado lentamente”, pontua Marianne Hanson, economista da CNC.

    Inadimplência

    Acompanhando a alta do percentual de famílias endividadas, a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso também aumentou entre julho e agosto, passando de 24,2% para 24,6% do total. Em relação a agosto de 2016, houve alta de 0,2 pontos percentuais.

    A parcela de famílias que declararam não ter como pagar as dívidas, permanecendo inadimplentes, apresentou alta na base mensal, atingindo 10,1% das famílias ante 9,4% em julho, e aumento de 0,7 pontos percentuais na base anual.

    Embora a proporção de famílias que se declararam muito endividadas tenha registrado leve alta na comparação mensal – de 14% para 14,2% –, na comparação anual houve queda de 0,4 pontos percentuais.

    Prazo de endividamento

     O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 64,7 dias em agosto de 2017, superior aos 63,3 dias de agosto de 2016. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,2 meses, sendo que 33,2% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 22% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

    Para 76,4% das famílias que possuem dívidas, o cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, seguido de carnês (15,8%) e crédito pessoal (10,6%).

    A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

    Acesse a análise completa, os gráficos e a série histórica da pesquisa.

    A economista Marianne Hanson está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414.

     

     

     

  • Percentual de inadimplentes alcança o maior patamar do ano em agosto

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso, 24,6%, alcançou o maior patamar do ano em agosto de 2017. O mesmo ocorreu com o percentual de famílias que permaneceram inadimplentes, 10,1%, que alcançou o maior nível desde janeiro de 2010. O número total de endividados chegou a 58%, o que representa alta em relação aos 57,1% observados em julho.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso, 24,6%, alcançou o maior patamar do ano em agosto de 2017. O mesmo ocorreu com o percentual de famílias que permaneceram inadimplentes, 10,1%, que alcançou o maior nível desde janeiro de 2010. O número total de endividados chegou a 58%, o que representa alta em relação aos 57,1% observados em julho. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, o índice permaneceu estável.

    “O desemprego ainda elevado pode ajudar a explicar a maior dificuldade das famílias em pagar suas contas em dia. Porém, apesar da queda das taxas de juros, a contratação de novos empréstimos e financiamentos pelas famílias tem se recuperado lentamente”, pontua Marianne Hanson, economista da CNC.

    Inadimplência

    Acompanhando a alta do percentual de famílias endividadas, a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso também aumentou entre julho e agosto, passando de 24,2% para 24,6% do total. Em relação a agosto de 2016, houve alta de 0,2 pontos percentuais.

    A parcela de famílias que declararam não ter como pagar as dívidas, permanecendo inadimplentes, apresentou alta na base mensal, atingindo 10,1% das famílias ante 9,4% em julho, e aumento de 0,7 pontos percentuais na base anual.

    Embora a proporção de famílias que se declararam muito endividadas tenha registrado leve alta na comparação mensal – de 14% para 14,2% –, na comparação anual houve queda de 0,4 pontos percentuais.

    Prazo de endividamento

    O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 64,7 dias em agosto de 2017, superior aos 63,3 dias de agosto de 2016. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,2 meses, sendo que 33,2% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 22% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

    Para 76,4% das famílias que possuem dívidas, o cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, seguido de carnês (15,8%) e crédito pessoal (10,6%).

    A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – agosto 2017

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010.

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

  • Informe Representações 445

    Assessoria de Gestão das Representações 04/09/2017 – Ano 7, nº 445

    MINISTÉRIO DO TURISMO

    Câmaras Temáticas do Conselho Nacional de Turismo

    Marcus Vinícius Bezerra de Lima, da Divisão Jurídica, e Ana Paula de Siqueira, do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), representarão a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na Câmara Temática do Plano Nacional de Turismo e na Câmara Temática de Qualificação Profissional, respectivamente.

    Assessoria de Gestão das Representações 04/09/2017 – Ano 7, nº 445

    MINISTÉRIO DO TURISMO

    Câmaras Temáticas do Conselho Nacional de Turismo

    Marcus Vinícius Bezerra de Lima, da Divisão Jurídica, e Ana Paula de Siqueira, do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), representarão a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na Câmara Temática do Plano Nacional de Turismo e na Câmara Temática de Qualificação Profissional, respectivamente.

    As Câmaras Temáticas de Turismo são agrupamentos de instituições integrantes do Conselho Nacional de Turismo (CNT), instituídas com o objetivo de assessorar tecnicamente o CNT na identificação e discussão das questões fundamentais do setor e propor ações para resolução dos problemas e entraves, necessários à consecução da Política Nacional de Turismo.

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Renalegis é foco de reunião entre assessores no Tocantins

    As reuniões de trabalho pelo desenvolvimento da Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) continuaram em agosto. No dia 25, Douglas Pinheiro, da assessoria legislativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e o assessor legislativo da Fecomércio Tocantins, Osmar Defante, se reuniram para detalhar os processos de trabalho do Sistema Renalegis. A assessora de comunicação da Federação, Camila Takahashi, também participou do encontro.

    As reuniões de trabalho pelo desenvolvimento da Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) continuaram em agosto. No dia 25, Douglas Pinheiro, da assessoria legislativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e o assessor legislativo da Fecomércio Tocantins, Osmar Defante, se reuniram para detalhar os processos de trabalho do Sistema Renalegis. A assessora de comunicação da Federação, Camila Takahashi, também participou do encontro.

    “A próxima agenda vai tratar da apresentação de dados das casas legislativas e, posteriormente, a implantação dessas informações no site que será disponibilizado em nível nacional”, explica Osmar Defante. Segundo o assessor, a Renalegis é uma ferramenta muito importante para as Federações, pois está relacionada às três esferas legislativas: federal, estadual e municipal. “O intuito é que cada Federação acompanhe mais de perto as proposições legislativas, principalmente as de cunho empresarial e do comércio”, complementa. Para Douglas Pinheiro, a “ferramenta de trabalho vai proporcionar à Fecomércio-TO o acompanhamento e a divulgação de todas as matérias legislativas de interesse nacional, estadual e municipal”.

    Até julho, os assessores legislativos das Federações do Comércio se reuniram para uma capacitação integrada que, entre outros benefícios, propôs a padronização das metodologias de trabalho a serem aplicadas na ferramenta. O objetivo foi possibilitar o compartilhamento de experiências e fazer uma releitura processual do acompanhamento legislativo. Os encontros integraram a programação do Novo Plano de Desenvolvimento da Renalegis.

  • CNC assina Protocolo com a Secretaria da Receita Federal

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), por intermédio da Secretaria da Receita Federal do Brasil, firmou Protocolo de Cooperação com o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). 

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), por intermédio da Secretaria da Receita Federal do Brasil, firmou Protocolo de Cooperação com o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). 

    O Protocolo foi firmado no início de agosto, na sede da Confederação Nacional da Insdústria (CNI), em Brasília, no âmbito do I Fórum do Sped, organizado pela Receita Federal. O documento foi assinado pelo presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos; pelo lado da Receita Federal, foi assinado pelo Secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. 

    O ministro da Fazenda Henrique Meirelles presidiu a abertura do Fórum e apresentou medidas de simplificação tributária que fazem parte da agenda microeconômica do governo. 

    O Protocolo tem por objetivo o estabelecimento de condições que possibilitem a participação da CNC na segunda fase do projeto piloto do Sped, com a finalidade de colaborar com a Receita Federal no desenvolvimento e aperfeiçoamento do sistema, além de promover a integração e simplificação na captação das informações fiscais. 

    O Sped foi instituído em janeiro de 2007 para unificar a forma de prestação e guarda das informações de interesse fiscal e inovar a relação entre o fisco, entidades reguladoras, empresas e sociedade. O sistema abrange não apenas documentos fiscais, mas escriturações que apuram a totalidade dos tributos pátrios. 

    Em sua nova fase, o Sped proporcionará aos contribuintes a simplificação no cumprimento das obrigações acessórias, implicando um melhor ambiente de negócio para as empresas no País. Adicionalmente, o compartilhamento de informações entre os fiscos promoverá maior eficiência na captação e no tratamento das informações prestadas pelos contribuintes, bem como a criação de grupo de trabalho com membros indicados pelos signatários e a Receita Federal. 

    Para a CNC, o sistema é o caminho para a eliminação de obrigações redundantes e para a diminuição do custo de conformidade tributária.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 165/2017

    DESTAQUES:

    Designados a CNC e a Fenacon para integrarem o Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – FPMPE

    Aprovado o Regimento Interno do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

    ANP altera a regulamentação vigente para incluir o metanol na definição de solvente

    DESTAQUES:

    Designados a CNC e a Fenacon para integrarem o Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – FPMPE

    Aprovado o Regimento Interno do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

    ANP altera a regulamentação vigente para incluir o metanol na definição de solvente

  • Maia diz que reforma da Previdência não tem votos suficientes

    O presidente da República em exercício, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu nesta segunda-feira que o governo não tem votos suficientes hoje para aprovar a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, mas disse esperar a aprovação da matéria na Casa em outubro. “Temos de trabalhar o convencimento dos parlamentares”, disse Maia durante participação em fórum da revista Exame em São Paulo, acrescentando que, a princípio, será necessário ceder em alguns pontos para se obter a aprovação da proposta.

    O presidente da República em exercício, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu nesta segunda-feira que o governo não tem votos suficientes hoje para aprovar a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, mas disse esperar a aprovação da matéria na Casa em outubro. “Temos de trabalhar o convencimento dos parlamentares”, disse Maia durante participação em fórum da revista Exame em São Paulo, acrescentando que, a princípio, será necessário ceder em alguns pontos para se obter a aprovação da proposta.

    Segundo ele, não há outra alternativa ao País que não seja fazer a reforma previdenciária, mediante o tamanho do problema fiscal do Brasil. Maia também fez uma firme defesa das privatizações, afirmando que é o setor privado que vai tirar o Brasil da crise, e disse que defende as privatizações não para resolver o problema do déficit fiscal, mas porque considera que as empresas são mais eficientes nas mãos do setor privado.

    Fonte: Revista Exame

  • Comissão mista que analisa o novo Fies ouvirá estudantes na terça-feira

    A comissão mista que analisa a medida provisória (MPV) 785/2017, que modifica as regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), fará audiência pública nesta terça-feira (05/09) para ouvir os estudantes sobre o assunto. A comissão mista já debateu as alterações no fundo com professores e demais representantes da área de educação.

    A medida provisória determina três modalidades de funcionamento do Fies. As novas formas de crédito estudantil diminuem os riscos dos financiamentos, que passam a ser divididos entre o governo, universidades e bancos, de acordo com cada modalidade.

    A comissão mista que analisa a medida provisória (MPV) 785/2017, que modifica as regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), fará audiência pública nesta terça-feira (05/09) para ouvir os estudantes sobre o assunto. A comissão mista já debateu as alterações no fundo com professores e demais representantes da área de educação.

    A medida provisória determina três modalidades de funcionamento do Fies. As novas formas de crédito estudantil diminuem os riscos dos financiamentos, que passam a ser divididos entre o governo, universidades e bancos, de acordo com cada modalidade.

    Para discutir o tema, foram convidadas Marianna Dias, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE); Camila Lanes, presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); e Tamara Naiz, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).

    Nas audiências anteriores, representantes das instituições de ensino superior, dos trabalhadores em educação e ativistas do setor criticaram o número limitado de vagas do programa para estudantes de baixa renda. De acordo com a MP, inicialmente, serão disponibilizadas 100 mil vagas a juro zero para estudantes com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos.

    A audiência pública está marcada para às 14h30, na sala 7 da Ala Alexandre Costa, no Anexo 2 do Senado. A discussão terá caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. Quem tiver interesse em participar com comentários ou perguntas pode enviá-los por meio do Portal e-Cidadania e do Alô Senado, por meio do número 0800612211.

    Como acompanhar e participar

    http://bit.ly/audienciainterativa

    www.senado.gov.br/ecidadania

  • Comissão debate substituição tributária para microempresas

    A comissão especial que analisa o projeto que limita a aplicação da substituição tributária nas operações envolvendo micro e pequenas empresas realiza audiência pública nesta terça-feira (05/09). O colegiado analisa o projeto de lei complementar (PLP) nº 341/2017, que altera o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei complementar nº 123/2006). Um dos objetivos do projeto é reduzir os efeitos da substituição tributária para os optantes pelo Simples

    A comissão especial que analisa o projeto que limita a aplicação da substituição tributária nas operações envolvendo micro e pequenas empresas realiza audiência pública nesta terça-feira (05/09). O colegiado analisa o projeto de lei complementar (PLP) nº 341/2017, que altera o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei complementar nº 123/2006). Um dos objetivos do projeto é reduzir os efeitos da substituição tributária para os optantes pelo Simples

    O texto limita em 3,95% a alíquota do ICMS incidente sobre produtos sujeitos à substituição tributária adquiridos por microempresas (ME) e por empresas de pequeno porte (EPP) enquadradas no Simples Nacional. A proposta prevê ainda que o teto do Simples Nacional será reajustado anualmente pela inflação medida conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A audidência foi solicitada pelos deputados Jorginho Mello (PR-SC), autor do projeto, e Otavio Leite (PSDB-RJ), relator da comissão, com o objetivo de discutir principalmente sobre linhas de crédito para as microempresas. Eles destacam que atualmente as micro e pequenas empresas acabam pagando a mesma alíquota aplicável às demais empresas jurídicas de maior porte.

    “Um dos temas que sempre atormentam os microempreendedores é a falta de apoio financeiro das instituições de crédito”, afirmam os parlamentares. “Nesta seara, se faz necessário ouvir quais os empecilhos que estas instituições sofrem ou quais os motivos para que não ofereçam um programa diferenciado de crédito. E se oferecem tais programas, é de suma importância que o relator e os componentes desta comissão os conheçam”, justificam.

    Foram convidados:

    – O diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Edmar José Casalatina;

    – O superintendente nacional de Estratégia de Micro e Pequeno Empreendedorismo da Caixa Econômica Federal, Luiz Costa Formigari;

    – O gerente de Operações Microcrédito do Banco Itaú-Unibanco, Fernando Carvalho;

    – O superintendente de Microcrédito do Banco Santander, Tiago Celso Abate;

    – Um representante do Banco Bradesco.

    A audiência está marcada para as 14h30, no plenário 5.