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  • Mais estados recebem treinamento

    A equipe CNC/Equifax organizou novos treinamentos para os consultores e promotores da parceria ao longo de agosto e setembro. Nos dias 21 e 22 de agosto, as equipes de Rondônia e Acre puderam esclarecer suas dúvidas e conhecer em detalhes os serviços oferecidos através do convênio.

    Em Fortaleza, no Ceará, o mesmo trabalho foi realizado no dia 29 de agosto.

    A equipe CNC/Equifax organizou novos treinamentos para os consultores e promotores da parceria ao longo de agosto e setembro. Nos dias 21 e 22 de agosto, as equipes de Rondônia e Acre puderam esclarecer suas dúvidas e conhecer em detalhes os serviços oferecidos através do convênio.

    Em Fortaleza, no Ceará, o mesmo trabalho foi realizado no dia 29 de agosto. A Federação do Comércio do Ceará já está em negociação com shoppings e concessionárias de serviços públicos para disponibilizar a utilização dos produtos da parceria.

    Em 17 de setembro, a equipe de vendas da Federação do Comércio do Paraná participou de um treinamento, no qual estiveram presentes também o presidente da Fecomercio-PR, Darci Piana, o presidente do Sincoelétrico de São Paulo e diretor da CNC, Marco Aurélio Sprovieri, e o diretor-secretário da Federação do Comércio de Goiás, Walter de Oliveira. Na oportunidade, a Fecomercio-PR premiou, com medalhas de ouro, prata e bronze, respectivamente, Fabiano Blan Barbacena, Mario Cezar Arceno e Rubens Villalba, por seus desempenhos na comercialização dos produtos da parceira CNC/Equifax no período de junho a agosto.


     


    Legenda da foto: Os participantes do treinamento no Paraná.

  • CNC comemora um ano de parceria com a Equifax

    A parceria CNC/Equifax tem motivos de sobra para comemorar seu aniversário de um ano. Atualmente, 1300 empresas já consultam as informações do banco de dados da Equifax e cada vez mais empresários elogiam os serviços prestados. Veja alguns depoimentos:


    “Custo acessível, e informações precisas e rápidas. Estou muito satisfeito com a parceria.” Silvio Henrique Frohlich, presidente do Sindilojas Lajeado/RS.


    “A Equifax vem dando um apoio muito grande no efetivo controle do nosso crédito.

    A parceria CNC/Equifax tem motivos de sobra para comemorar seu aniversário de um ano. Atualmente, 1300 empresas já consultam as informações do banco de dados da Equifax e cada vez mais empresários elogiam os serviços prestados. Veja alguns depoimentos:


    “Custo acessível, e informações precisas e rápidas. Estou muito satisfeito com a parceria.” Silvio Henrique Frohlich, presidente do Sindilojas Lajeado/RS.


    “A Equifax vem dando um apoio muito grande no efetivo controle do nosso crédito. Sem burocracia, nós mesmos administramos as informações necessárias sobre nossos clientes e assim agilizamos cada vez mais nossa venda.” Luiz Roque Schwertner, primeiro vice-presidente do Sindilojas Lajeado/RS


     


    E mais novidades ainda vêm por aí. Preparem-se para o Sicomercio. A equipe CNC/Equifax estará presente com mais informações e novas promoções para você.

  • Projeto que limita possibilidade de correntistas sustarem seus cheques é aprovado na CAE

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (2) parecer favorável ao projeto de lei (PLS 371/07) que limita a possibilidade de os correntistas sustarem seus cheques.

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (2) parecer favorável ao projeto de lei (PLS 371/07) que limita a possibilidade de os correntistas sustarem seus cheques. O autor da proposta, senador Gerson Camata (PMDB-ES), afirma que seu objetivo é coibir a prática, “que consiste na devolução irregular de cheques assinados pelo emitente e imediatamente por ele mesmo sustados”, gerando prejuízos ao comércio.


    A matéria – que altera a redação da Lei 7.317/85, também conhecida como Lei do Cheque – teve voto favorável de seu relator, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), e recebeu três emendas: duas de Lucena e uma do senador Valter Pereira (PMDB-MS).


    O texto original de Camata determinava que a sustação somente poderia ser feita quando a pessoa que emitiu o cheque tivesse fundos para cobri-lo (o que preveniria sua eventual má-fé), com exceção dos casos de furto devidamente comprovado. Por meio de suas emendas, Lucena ampliou essa exceção, substituindo o furto devidamente comprovado por “fato tipificado como crime ou contravenção penal”.


    Além disso, Lucena estabeleceu mais uma exceção, reforçada pela emenda de Valter Pereira: o emitente poderá realizar a sustação quando a outra parte envolvida – quem recebeu o cheque – não tiver cumprido a sua obrigação na transação. Dessa forma, argumenta Pereira, ficaria protegido o consumidor de boa-fé que emitiu o respectivo cheque.


    Bloqueio


    O texto original previa ainda o bloqueio do valor em questão na conta corrente do emissor do cheque até que fosse concluída a análise do pedido de sustação. Uma das emendas de Lucena, porém, fixa um prazo máximo de 90 dias para o bloqueio, além de assegurar uma remuneração equivalente à da caderneta de poupança para o emissor.


    Esse projeto de lei ainda terá de ser apreciado e votado em decisão terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Se for aprovado nesse colegiado, irá à Câmara dos Deputados.


    Agência Senado, 2 de outubro de 2007.

  • Comissão do Senado debaterá o pregão eletrônico

    O projeto de lei (PLC 32/07) que amplia o uso do pregão eletrônico em licitações será o único item da pauta da próxima reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), prevista para o dia 9. O anúncio foi feito pelo presidente da comissão, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), depois de novo adiamento, nesta terça-feira (2), da votação da matéria.


    Durante a reunião, Mercadante disse que a proposta não seria votada porque o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), relator da matéria na CAE, participava naquele momento de outra reunião, no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

    O projeto de lei (PLC 32/07) que amplia o uso do pregão eletrônico em licitações será o único item da pauta da próxima reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), prevista para o dia 9. O anúncio foi feito pelo presidente da comissão, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), depois de novo adiamento, nesta terça-feira (2), da votação da matéria.


    Durante a reunião, Mercadante disse que a proposta não seria votada porque o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), relator da matéria na CAE, participava naquele momento de outra reunião, no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.


    – Na próxima terça-feira, com ou sem a presença do relator, vamos discutir, votar as emendas e concluir sua votação – declarou Mercadante, acrescentando que foram apresentadas “muitas emendas” à proposição.


    A maior transparência nas compras governamentais é um dos argumentos utilizados pelos defensores da ampliação do uso do pregão eletrônico, instituído por lei em 2002. Outra vantagem seria a agilização dos processos de compra, o que, por sua vez, resultaria na redução dos custos operacionais. Mas a proposta vem sendo criticada pelo setor de construção civil e tornou-se objeto de várias discussões no Senado, as quais provocaram os sucessivos adiamentos de sua votação.


    Esse projeto de lei já tramitou por duas comissões do Senado: a de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e a de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). Em ambas, o parecer foi pela aprovação da matéria. Antes de chegar ao Senado, a proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados.


    Agência Senado, 2 de outubro de 2007.

  • Senado lança o novo “Portal do Orçamento”

    Em cerimônia na Presidência do Senado Federal, nesta terça-feira (2), senadores e autoridades participaram do lançamento do novo Portal do Orçamento, que disponibiliza na página do Senado na Internet informações detalhadas sobre o orçamento federal, inclusive as verbas da União previstas ou repassadas para estados e municípios.

    Em cerimônia na Presidência do Senado Federal, nesta terça-feira (2), senadores e autoridades participaram do lançamento do novo Portal do Orçamento, que disponibiliza na página do Senado na Internet informações detalhadas sobre o orçamento federal, inclusive as verbas da União previstas ou repassadas para estados e municípios. Durante a solenidade o consultor-geral Fábio Gondim, da Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado, apresentou aos presentes as funcionalidades e conteúdos do portal.


    Em discurso durante a cerimônia, o presidente da Casa, senador Renan Calheiros, disse que o advento do portal significa que o Senado está “facilitando o controle social dos gastos públicos”. Para Renan, o Portal do Orçamento é um espaço de caráter didático e interativo. O presidente disse que a nova ferramenta proporciona controle social qualificado, “pois fortalece o papel da cidadania na cobrança de resultados junto aos gestores públicos”.


    Renan informou que a Secretaria de Relações Institucionais do Senado já está incumbida de buscar integração com outros órgãos governamentais para que a utilização do portal seja compartilhada, inclusive com cursos a serem promovidos pelo Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) e Interlegis.


    Também em discurso, o atual presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), senador José Maranhão (PMDB-PB), comemorou o lançamento do portal que, de acordo com ele, “tornará acessíveis a todos as informações do orçamento”. Para José Maranhão, o Portal do Orçamento será um “importante instrumento de apoio à gestão das políticas públicas” em todo o país, pois eleva a transparência dos gastos públicos e aumenta o controle social.


    Participaram da cerimônia o ministro Jorge Hage, da Controladoria Geral da União (CGU); o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid; e, representando o ministro Guido Mantega, o secretário do Ministério da Fazenda, Nelson Machado. Também presenciaram a solenidade senadores, deputados federais, servidores do Senado Federal, imprensa e convidados.


    Agência Senado, 2 de outubro de 2007.




     

  • Confiança do consumidor paraibano teve alta em setembro, destaca Fecomércio-PB

    A Federação do Comércio do Estado da Paraíba acaba de divulgar os resultados da pesquisa que realizou na região metropolitana de João Pessoa, através do seu Instituto Fecomércio de Pesquisas Econômicas e Sociais do estado (IFEP): a confiança do consumidor aumentou 0,92% em setembro.

    A Federação do Comércio do Estado da Paraíba acaba de divulgar os resultados da pesquisa que realizou na região metropolitana de João Pessoa, através do seu Instituto Fecomércio de Pesquisas Econômicas e Sociais do estado (IFEP): a confiança do consumidor aumentou 0,92% em setembro. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da entidade subiu de 58,71 pontos em agosto para 59,25 pontos no mês passado, em uma escala que varia de zero a cem.


    Dos indexadores que compõem o ICC da Fecomércio-PB, o Índice de Situação Atual (ISA) apresentou alta de 0,54%, atingindo 54,04 pontos em setembro, contra 53,75 pontos em agosto de 2007. Já o Índice de Situação Futura (ISF) foi o que mais influenciou o resultado do ICC, com um aumento de 1,24% em relação ao mês de agosto do ano passado, ficando 64,46 pontos.


    Mulheres mais confiantes


    Na segmentação por sexo, o ICC das mulheres apresentou alta de 2,10%, em setembro; já o dos homens apresentou retração de 0,14% (58,43 pontos). Quanto às condições futuras, o Índice de Confiança do Consumidor tanto das mulheres (66,01 pontos) quanto dos homens (62,96 pontos) tiveram crescimento em setembro, registrando altas de 2,44% e 0,43% respectivamente, na comparação com o mês anterior. Em relação à faixa de renda, observa-se que a confiança do consumidor foi maior entre os que recebem rendimentos de sete a dez salários mínimos (61,06 pontos), seguido pelos que ganham até dois salários mínimos (59,65 pontos).


     

  • Projeção de superávit cai US$ 5 bi

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia  Página: A-3 


    Facilitadas pelo dólar mais barato, as importações estão crescendo a um ritmo duas vezes superior ao das exportações, principalmente neste semestre, o que levou o governo a rever suas projeções para o comércio exterior neste ano. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciou ontem uma diminuição de US$ 5 bilhões na estimativa de saldo da balança comercial a ser obtido até o final de dezembro.

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia  Página: A-3 


    Facilitadas pelo dólar mais barato, as importações estão crescendo a um ritmo duas vezes superior ao das exportações, principalmente neste semestre, o que levou o governo a rever suas projeções para o comércio exterior neste ano. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciou ontem uma diminuição de US$ 5 bilhões na estimativa de saldo da balança comercial a ser obtido até o final de dezembro. Segundo o ministro, o superávit deve ficar na casa dos US$ 40 bilhões e não mais em US$ 45 bilhões, valor do ano passado que o governo esperava ver repetido. Se for confirmada a estimativa, o superávit comercial será menor em US$ 6 bilhões na comparação com 2006.


    “Não existe meta de saldo comercial ou de importações. Trabalhamos com meta de exportações, que continua mantida em US$ 155 bilhões. Aliás, estamos rumo a ela. O acumulado em 12 meses está em US$ 153,4 bilhões. Vamos chegar lá”, apostou o secretário de Comércio Exterior, Armando Meziat. No acumulado até setembro, os embarques somaram US$ 116,6 bilhões, com crescimento de 15,5% em comparação com igual período de 2006. Os desembarques foram de U$ 85,6 bilhões, com expansão de 28,3%. O saldo no período é de US$ 30,9 bilhões, queda de US$ 3,3 bilhões.


    A diferença na velocidade de expansão de vendas e compras externas foi até maior no resultado isolado de setembro. No mês, as exportações foram de 14,2 bilhões, com crescimento de 18,6% em relação a setembro de 2006. Em valores absolutos, foi o segundo melhor resultado da história.


    A média diária, de US$ 745,6 milhões, bateu o recorde. As importações foram de US$ 10,7 bilhões, com expansão de 38,8%. Com média diária de US$ 562,9 milhões, também as compras superaram o recorde anterior. O superávit mensal foi de US$ 3,5 bilhões, valor 22,3% menor que o registrado em igual mês do ano passado.


    Segundo Meziat, as exportações foram influenciadas pela venda de duas plataformas de petróleo (P-52 e P-54) a um grupo holandês que explora a Bacia de Campos em conjunto com a Petrobras. Embora as plataformas não tenham deixado o País, a operação, de US$ 657 milhões, é contabilizada como de comércio exterior.


    O secretário afirmou que, com a exclusão da venda das estatísticas, a média diária cairia para US$ 711 milhões, ainda assim uma marca inédita. As estatísticas sofreram impacto positivo também da venda de 25 aviões da Embraer para quatro países, no valor de US$ 682 milhões, e do embarque de minério de ferro, que rendeu US$ 891 milhões.


     


     


     

  • Multas por importação ilegal chegam a R$ 1,2 bi

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-8


    As autuações da Receita Federal decorrentes da fiscalização das operações de comércio exterior chegaram a R$ 1,285 bilhão no primeiro semestre. Um crescimento de 69,7%, ante o mesmo período de 2006, quando as atuações somaram R$ 757,45 milhões. Os valores cobrados são relativos ao imposto devido que deixou de ser pago, acrescido de multa.

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-8


    As autuações da Receita Federal decorrentes da fiscalização das operações de comércio exterior chegaram a R$ 1,285 bilhão no primeiro semestre. Um crescimento de 69,7%, ante o mesmo período de 2006, quando as atuações somaram R$ 757,45 milhões. Os valores cobrados são relativos ao imposto devido que deixou de ser pago, acrescido de multa. Cerca de 95% das autuações foram feitas em operações de importações.


    As apreensões de mercadoria, de janeiro a agosto, somaram R$ 674,68 milhões, uma alta de 22% ante igual período de 2006. Até o fim do ano, a Receita promete intensificar seus controles por causa do aumento das importações para abastecer o mercado para as festas. Haverá aperto também nas importações pelos Correios, que foram alvo, em agosto, da Operação Leão Expresso II.


    Como antecipou o Estado na edição de domingo, a Receita espera apreender R$ 1 bilhão em produtos que entram no País de forma ilegal. De acordo com o balanço da fiscalização aduaneira, divulgado ontem, veículos, cigarros, calçados, produtos têxteis, óculos de sol e equipamentos de informática estão no topo da lista das apreensões. Só de óculos de sol foram apreendidos R$ 54,11 milhões, perto dos R$ 54,46 milhões em cigarros, produto prioritário da fiscalização da Receita.


    Até agosto, os fiscais fizeram 1.300 operações de fiscalização aduaneira, quase o mesmo número de todo 2006 (1.316). A secretária-adjunta da Receita Federal Clecy Lionço disse que o balanço da atuação dos fiscais é positivo, mas reconheceu que as fraudes no comércio exterior têm aumentado. ‘Infelizmente ainda não estamos num cenário de declínio. Queremos aumentar o risco para os sonegadores’, disse. ‘Estamos sempre correndo atrás.’


    Do total de produtos apreendidos, apenas 26% foram destruídos. Mas a Receita está estudando formas de mudar a legislação para ampliar a destruição de mercadorias e evitar que produtos pirateados retornem ao mercado e sejam vendidos no comércio varejista.


    Como reflexo do aumento do fluxo do comércio exterior brasileiro, a Receita habilitou, de janeiro a agosto, 9.269 empresas a fazerem operações de importação e exportação. Em contrapartida, 78 empresas foram desabilitadas. A Receita identificou que elas faziam operações com subfaturamento, importação de produtos piratas, falsa declaração de conteúdo, lavagem de dinheiro e tinham laranjas ou fantasmas como proprietários.


    Segundo Clecy, desde 2002, quando a Receita apertou as regras para a habilitação das empresas, cerca de 1.000 já foram desabilitadas e retiradas do Sistema de Comércio Exterior (Siscomex), que registra as operações de importações e exportações.


    A secretária explicou que o número das empresas desabilitadas vem caindo em função do trabalho rigoroso da Receita ao analisar os pedidos de habilitação. De janeiro a agosto, 300 pedidos de habilitação foram negados. O Brasil tem cerca de 57 mil empresas habilitadas a operar no comércio exterior.


    Carga


    A Receita vai começar a operar, em novembro, o Siscomex-Carga para a fiscalização de mercadoria nos navios que atracam nos portos brasileiros. As normas para o novo sistema serão baixadas nesta semana. Segundo a secretária, a Receita vai receber eletronicamente as informações dos produtos importados antes de o navio chegar ao porto. Os fiscais vão poder identificar indícios de fraudes e entrar no navio para fiscalização antes do despacho aduaneiro.


    Números


    R$ 674 milhões foi a soma das apreensões de mercadoria ilegal de janeiro a agosto


    9.269 empresas foram habilitadas a atuar no comércio exterior no período


    26% dos produtos apreendidos pela Receita foram destruídos


     


     


     

  • IPC-S recua para 0,23%

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia  Página: A-5 


    Graças ao menor avanço nos preços de gás de botijão (de 1,06% para 0,20%), a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) subiu menos, com alta de 0,23% na última semana de setembro, ante 0,25% na semana anterior.

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia  Página: A-5 


    Graças ao menor avanço nos preços de gás de botijão (de 1,06% para 0,20%), a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) subiu menos, com alta de 0,23% na última semana de setembro, ante 0,25% na semana anterior. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o resultado anunciado ontem foi o menor em 11 meses e o indicador deve voltar sofrer mais desacelerações em outubro.


    O economista da FGV André Braz explicou que o comportamento do preço do gás levou a altas menos intensas do grupo Habitação (de 0,47% para 0,38%), uma das sete classes de despesa usadas para cálculo do indicador, e de maior peso na formação do IPC-S. “Foi o grupo que mais contribuiu para a taxa menor do indicador”, disse.


    Segundo o economista, não há um fator específico para os preços do gás de botijão subirem menos no período. O preço é regulado pela Petrobras, assim como o da gasolina; mas não houve reajuste recente anunciado pela estatal para este tipo de produto.


    Braz comentou que o preço do gás varia de acordo com as flutuações do setor varejista, ou seja, por fatores de concorrência. Apesar de ter sido a principal influência para a desaceleração do grupo Habitação, o gás de botijão não foi o único a subir menos.


    O economista citou outras variações de preços relevantes: a de telefonia fixa (de 0,20% para 0,00%) e a de material de limpeza (de 0,56% para 0,13%).


    Essas duas movimentações também ajudaram a manter reduzida a taxa do IPC-S. Outro fator que também ajudou a manter reduzida a taxa do IPC-S foi a queda de 1,35% nos preços dos laticínios – a primeira deflação no segmento desde janeiro deste ano, quando os preços caíram 0,07%.


     


     


     

  • Créditos de PIS/Cofins e o Simples Nacional

    Valor Econômico  Editoria: Legislação  Página: E-2


    Desde 1º de julho de 2007, data de início da vigência da Lei Complementar nº 123, de 2006, que criou o Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte fornecedoras de bens e serviços para empresas submetidas ao regime não-cumulativo das contribuições para o PIS e a Cofins vinham sentindo os pesados efeitos colaterais causados pelo novo regime tributário simplificado. 


    Com efeito, o artigo 23 da Lei Complementar nº 123 trouxe, em sua redação, a impossibilidade de empresas optantes pelo novo regim

    Valor Econômico  Editoria: Legislação  Página: E-2


    Desde 1º de julho de 2007, data de início da vigência da Lei Complementar nº 123, de 2006, que criou o Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte fornecedoras de bens e serviços para empresas submetidas ao regime não-cumulativo das contribuições para o PIS e a Cofins vinham sentindo os pesados efeitos colaterais causados pelo novo regime tributário simplificado. 


    Com efeito, o artigo 23 da Lei Complementar nº 123 trouxe, em sua redação, a impossibilidade de empresas optantes pelo novo regime transmitirem créditos dos impostos e contribuições abarcados pelo Simples Nacional. Assim, de início prevaleceu a idéia de que as empresas adquirentes de mercadorias e serviços fornecidos por empresas optantes pelo sistema simplificado não poderiam creditar-se das contribuições para o PIS e a Cofins, causando-se uma grande distorção na cobrança dessas contribuições, com impactos absolutamente negativos para as micro e pequenas empresas e para a economia em geral. 


    Durante os três primeiros meses de vida do Simples Nacional, entidades representativas dos contribuintes, tributaristas e fisco não chegaram a um consenso sobre a validade da vedação dos créditos, muito em razão da própria redação do artigo 23 da Lei Complementar nº 123, que estabelecia vedação à transmissão de créditos dos impostos e contribuições abrangidos pelo novo sistema. Isto porque, diferentemente do ICMS, onde ocorre uma efetiva transmissão dos créditos do imposto cobrado nas operações anteriores para o adquirente, o regime não-cumulativo das contribuições para o PIS e a Cofins possui uma natureza distinta, que não se funda na transmissão de créditos. 


    Trazendo um breve exemplo de aplicação do regime não-cumulativo, no caso do ICMS, um produto que tenha sido tributado a 7% em sua saída do fornecedor vai gerar este exato percentual de crédito na entrada para o adquirente. Logo, para a finalidade de creditamento do ICMS, vale a carga tributária incidente na operação anterior. 


    Para o PIS e a Cofins, o sistema é diverso. Efetivamente, quando uma empresa submetida ao regime cumulativo das contribuições efetua uma venda (gerando, portanto, uma receita tributável pelo PIS e Cofins), essa venda será tributada à razão de 3,65%. Se o adquirente da mercadoria ou do serviço estiver submetido ao regime não-cumulativo das contribuições, ele terá direito ao crédito de PIS e Cofins nesta operação. Todavia, seu crédito será fundado não na carga tributária da operação anterior, mas sim na aplicação do percentual de 9,25% sobre o valor da aquisição, resultando, desta forma, em um crédito maior do que o débito gerado ao fornecedor na etapa anterior. 


    Percebe-se, com isto, que o regime não-cumulativo das contribuições para o PIS e a Cofins não comporta a transmissão de créditos, como no caso do ICMS. No caso das contribuições, os créditos serão calculados sempre à razão de 9,25%, independentemente do percentual de tributação pelas contribuições na etapa anterior, observadas, evidentemente, as vedações legais. 


    O reforço desta tese – a inaplicabilidade do artigo 23 da Lei Complementar nº 123 aos créditos de PIS e Cofins – em relação ao Simples Nacional reside no fato de que, no antigo regime simplificado de recolhimento de tributos federais (o Simples federal), a Receita Federal reconhecia o direito aos créditos sem qualquer vedação. 


    Muito embora este raciocínio esteja esteado em fundamentada construção interpretativa, a realidade é que a Receita Federal do Brasil não adotou, a princípio, tal posicionamento. Seu entendimento foi o de confirmar a vedação emergida a partir do artigo 23 da legislação que criou o Simples Nacional, impossibilitando o aproveitamento de créditos de PIS e Cofins naquelas situações. Este posicionamento, inclusive, encontra-se formalizado na Solução de Consulta nº 360, publicada pela 8ª região fiscal em 8 de agosto de 2007. 


    Parecia, portanto, que caberia aos contribuintes socorrer-se ao Poder Judiciário para fazer valer seu direito de crédito. Entretanto, muitas empresas preferiram seguir o caminho mais seguro e menos oneroso de requerer descontos aos seus fornecedores ou, ainda, simplesmente substituí-los por outros que não estivessem enquadrados no Simples Nacional. 


    No entanto, em uma atitude surpreendentemente positiva, a Receita Federal resolveu rever seu posicionamento. No último dia 28 de setembro, o secretário da Receita Federal fez publicar o Ato Declaratório Interpretativo nº 15, de 26 de setembro de 2007, consignando o entendimento de que as empresas que se encontram no regime não-cumulativo das contribuições para o PIS e a Cofins poderão descontar créditos calculados em relação às aquisições de bens e serviços de pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional. 


    A importante manifestação da Receita Federal vem afastar o retrocesso legislativo trazido por sua primeira interpretação, promovendo, deste modo, a manutenção da lógica do próprio sistema não-cumulativo do PIS e da Cofins e reafirmando a idéia do fomento à pequena empresa, razão primeira para a própria existência do Simples Nacional. 


    Por sua natureza interpretativa, o Ato Declaratório Interpretativo nº 15 possui efeito retroativo, já que, na visão da Receita Federal, a vedação legal nunca existiu. Logo, estão autorizadas as empresas que deixaram de valer-se de seus créditos a aproveitá-los extemporaneamente, retroagindo os efeitos da interpretação da Receita Federal para a data de 1º de julho de 2007. 


    Leonardo Lima Cordeiro é advogado da área tributária do escritório Kanamaru e Crescenti Advogados & Consultores